«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS Saint-Etienne podem fingir não ter ouvido.
Plantel08/02/2027
Uma transferência que Vincent Viot teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Vincent Viot está a viver essa versão no AS Saint-Etienne, e costuma notar-se no primeiro mês.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AS Saint-Etienne ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mercado08/02/2027
Tão perto: a transferência de Maxime Bernauer morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O FC Fleury 91 seguiu em frente, Maxime Bernauer apresenta-se de volta no AS Saint-Etienne, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o AS Saint-Etienne lida com um homem que quer outro país.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mickaël Nadé e o AS Saint-Etienne acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
1‑4 para o Amiens SC, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 10, saíram 4, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
A proposta seguiu esta semana para o Le Mans FC, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Ilan Kebbal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O AS Saint-Etienne perguntou e o Paris FC disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Vejo todos os jogos do AS Saint-Etienne daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Quevilly-Rouen segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mahmoud Jaber está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O AS Saint-Etienne fez a parte difícil com o MC Alger, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
A perseguição a Antoine Rabillard terminou com $420.0K a mudar de mãos e o Le Mans FC sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Saint-Etienne coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O EA Guingamp fica com o seu homem, e o AS Saint-Etienne volta a uma lista com um nome riscado.
O golo que pôs o Grenoble Foot 38 na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o AS Saint-Etienne empatou, 3 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
Dribles concretizados: 30. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O AS Saint-Etienne e o Le Mans FC acertaram em $420.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
A perseguição a Amine Hemia terminou com $2.1M a mudar de mãos e o EA Guingamp sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
A proposta do Bourg-Peronnas por Maxime Bernauer foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Ilan Kebbal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Montpellier HSC fica com o seu homem, e o AS Saint-Etienne volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mahmoud Jaber está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do AS Saint-Etienne já se começa a dizer o nome dele no passado.
O AS Saint-Etienne e o EA Guingamp acertaram em $2.1M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do AS Saint-Etienne, e não vai ser retirado.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
6 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Clermont Foot foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
João Ferreira esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no AS Saint-Etienne tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS Saint-Etienne podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Saint-Etienne coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mahmoud Jaber estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em AS Saint-Etienne, e 0 jogos em 17 dizem que merece ser ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ebenezer Annan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Saint-Etienne as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mahmoud Jaber estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Notas dos jogadores21/12/2026
Mahmoud Jaber fez o trabalho que ninguém conta — 6.84
10 ações combinadas e 6.84. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Saint-Etienne coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Empate aos 92 minutos, depois de uma tarde que o AS Saint-Etienne tinha praticamente arrumada. O Stade Lavallois vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em AS Saint-Etienne, e 5 jogos em 15 dizem que merece ser ouvido.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no AS Saint-Etienne sabe dizer em que semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Metade do calendário jogado, 8.º lugar, 23 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no AS Saint-Etienne sabem-no.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AS Saint-Etienne falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no AS Saint-Etienne sabem-no.
Ilan Kebbal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no AS Saint-Etienne sabe dizer em que semana.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em AS Saint-Etienne, e 5 jogos em 16 dizem que merece ser ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mahmoud Jaber está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Julien Lefèvre depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AS Saint-Etienne falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Saint-Etienne coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e João Ferreira estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o AS Saint-Etienne lida com um homem que quer outro país.
Disseram uma coisa a Ilan Kebbal e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao AS Saint-Etienne e lutar pelo meu lugar.» 0 jogos em 13 no Taraz dizem o resto.
O banco30/11/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Julien Lefèvre a uma sala que já as tinha ouvido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de AS Saint-Etienne foi explícito quanto à situação de Aïmen Moueffek, o que é mais do que muitos recebem.
Em resumo
Notas dos jogadoresLucas Stassin encarou-os todo o jogo
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 30 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ebenezer Annan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Saint-Etienne as despedidas começaram em silêncio.
Ilan Kebbal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lassana Traoré está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Julien Lefèvre depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o EA Guingamp.
37 dias de fora para Samuel Loric depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O AS Saint-Etienne vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e João Ferreira estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Saint-Etienne coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O AS Saint-Etienne disse a Ilan Kebbal que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Maxime Bernauer: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o AS Saint-Etienne a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Karim Cissé está nela.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Maxime Bernauer apontou a data.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Lucas Stassin. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Segue-se, fora, o Le Mans FC, 5.º classificado. Os adeptos que vão falarão disso a semana inteira, e os que ficam vão espreitar o telemóvel perto do apito final.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AS Saint-Etienne falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Ilan Kebbal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mahmoud Jaber estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em AS Saint-Etienne, e 3 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Julien Lefèvre podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Em resumo
Notas dos jogadoresIlan Kebbal encarou-os todo o jogo
58 dias de fora para Samuel Loric depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O AS Saint-Etienne vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no AS Saint-Etienne tem de arrancar um resultado de algum lado.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Marius Noubissi pôs o AS Saint-Etienne de novo em igualdade em 2 minutos, e o ESTAC Troyes nunca chegou a jogar com vantagem.
Disseram uma coisa a Julien Le Cardinal e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Gautier Larsonneur sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
66 dias de fora para Samuel Loric depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O AS Saint-Etienne vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ebenezer Annan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Saint-Etienne as despedidas começaram em silêncio.
Ilan Kebbal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. João Ferreira está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O banco26/10/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Julien Lefèvre escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
13 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Djylian N'Guessan, e o treinador deixou.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 74 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel19/10/2026
João Ferreira desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do AS Saint-Etienne daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Quevilly-Rouen segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O banco19/10/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Julien Lefèvre a uma sala que já as tinha ouvido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Beres Owusu, e o treinador deixou.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 84 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o AS Saint-Etienne lida com um homem que quer outro país.
Ilan Kebbal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Disseram uma coisa a Adama Niane e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Igor Miladinović, e o treinador deixou.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no AS Saint-Etienne. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lucas Stassin assinar alguma coisa — um contrato no AS Saint-Etienne ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Está no 4.º lugar e vai estar à espera. É fora de casa que uma época mostra o seu verdadeiro carácter, e esta equipa tem alguma coisa a provar sobre o seu.
91 dias de fora para Samuel Loric depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O AS Saint-Etienne vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Julien Le Cardinal e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ilan Kebbal estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Julien Lefèvre depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Adama Niane produziu-o, e o 9.00 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ebenezer Annan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no AS Saint-Etienne as despedidas começaram em silêncio.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
João Ferreira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
O AS Saint-Etienne ofereceu $21.5M; o Austin FC disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Jogo16/09/2026
Ayman Sellouf ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 99. Ayman Sellouf encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o FC Fleury 91 passou do ponto ao nada num só movimento.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Saint-Etienne coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
$26.3M era o máximo que o clube pagaria, e o Galatasaray pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do AS Saint-Etienne já se começa a dizer o nome dele no passado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e João Ferreira estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Samuel Loric esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Julien Lefèvre depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o AS Saint-Etienne joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS Saint-Etienne podem fingir não ter ouvido.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 12, saíram 32, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
A proposta do Amiens SC por Gautier Larsonneur foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Saint-Etienne coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. João Ferreira está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Lucas Stassin sai dessa comparação dentro da equipa, e o AS Saint-Etienne beneficiou de cada uma dessas tardes.
Verba acordada, salário acordado, e o Quevilly-Rouen à espera com uma camisola. No AS Saint-Etienne ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Toulouse FC paga $12.4M, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
As bancadas31/08/2026
Os adeptos revoltam-se com a venda de Irvin Cardona por $12.4M
Vai para o Toulouse FC, o clube tem $12.4M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS Saint-Etienne podem fingir não ter ouvido.
Julien Le Cardinal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um 1‑0 sobre o Montpellier HSC, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel31/08/2026
Marius Noubissi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Notas dos jogadoresMarius Noubissi jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Plantel8 caras novas e o AS Saint-Etienne ainda se está a conhecer
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que AS Saint-Etienne podem fingir não ter ouvido.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O AS Saint-Etienne marcou aos 91, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O AS Saint-Etienne perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Irvin Cardona regressa a AS Saint-Etienne com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Irvin Cardona esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mahmoud Jaber estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O AS Saint-Etienne perguntou e o Pau FC disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O AS Saint-Etienne marcou aos 90, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $9.4M porque Ilan Kebbal é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Lucas Stassin não precisou: 7.72, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Julien Le Cardinal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel17/08/2026
Uma transferência que Samuel Loric teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Samuel Loric está a viver essa versão no AS Saint-Etienne, e costuma notar-se no primeiro mês.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O AS Saint-Etienne nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
As bancadas17/08/2026
O AS Saint-Etienne gasta $9.4M na contratação que a cidade queria
É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $9.4M por Ilan Kebbal, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mahmoud Jaber está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
A proposta do Olympique de Marseille por Irvin Cardona foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Ajax fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mahmoud Jaber e o AS Saint-Etienne acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Julien Le Cardinal está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O nome de Marten-Chris Paalberg apareceu em conversas de que o AS Saint-Etienne não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Trabzonspor fica com o seu homem, e o AS Saint-Etienne volta a uma lista com um nome riscado.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Marius Noubissi acabou de assinar pelo AS Saint-Etienne e, por uma vez, a resposta importava.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Julien Le Cardinal e o AS Saint-Etienne acertam mais 4 anos.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no AS Saint-Etienne sabem-no.
Zuriko Davitashvili e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Joshua Duffus tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.