26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sanfrecce Hiroshima perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A qualificação está garantida, e para a época que vem as grandes noites de holofotes são continentais. Para os jogadores é um palco; para as contas, uma tábua de salvação; para os adeptos, passaportes.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Sanfrecce Hiroshima pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Sanfrecce Hiroshima estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Keisuke Osako esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sanfrecce Hiroshima ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Keisuke Osako assinar alguma coisa — um contrato no Sanfrecce Hiroshima ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Sergi Oriol tem 36 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
33 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sanfrecce Hiroshima perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Vitória por 2‑0 sobre o Kashiwa Reysol, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
23 golos e uma média de 7.26 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
13 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Notas dos jogadores03/12/2040
Keisuke Goto, 35 anos, faz recuar o relógio — 7.94
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.94 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sanfrecce Hiroshima, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rahul Sharma será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sanfrecce Hiroshima as despedidas começaram em silêncio.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 43 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sanfrecce Hiroshima ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Sanfrecce Hiroshima pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 50 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sanfrecce Hiroshima ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 57 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mobin Dehghan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sanfrecce Hiroshima as despedidas começaram em silêncio.
Plantel12/11/2040
Shuto Nakano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Shuto Nakano. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 66 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rahul Sharma será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sanfrecce Hiroshima as despedidas começaram em silêncio.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Sota Nakamura e o Sanfrecce Hiroshima acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shuto Nakano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
74 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sanfrecce Hiroshima perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mamane Moustapha Sabo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sanfrecce Hiroshima as despedidas começaram em silêncio.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Sanfrecce Hiroshima nada responderam, o que também é uma resposta.
83 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sanfrecce Hiroshima perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Sanfrecce Hiroshima pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
92 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sanfrecce Hiroshima perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
3 golos num só jogo. O primeiro foi bem apontado, o segundo com fome, e ao terceiro a bancada já só esperava que a bola lhe chegasse.
Notas dos jogadores15/10/2040
Keisuke Goto, 35 anos, faz recuar o relógio — 9.25
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 9.25 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Sanfrecce Hiroshima nada responderam, o que também é uma resposta.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Sanfrecce Hiroshima e o Vegalta Sendai, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Shuto Nakano. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Elad Madmon
99 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sanfrecce Hiroshima perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
605 jogos ao longo de 24 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sanfrecce Hiroshima, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rahul Sharma será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sanfrecce Hiroshima as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shuto Nakano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
106 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sanfrecce Hiroshima perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Vitória por 1‑0 sobre o Nagoya Grampus, e pela primeira vez em muito tempo o sorteio da próxima ronda vê-se com algum interesse.
Jogo26/09/2040
Keisuke Goto ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 114. Keisuke Goto encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Nagoya Grampus passou do ponto ao nada num só movimento.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Notas dos jogadores01/10/2040
Keisuke Goto, 35 anos, faz recuar o relógio — 7.99
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.99 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sanfrecce Hiroshima ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
11 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.00 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Sanfrecce Hiroshima nada responderam, o que também é uma resposta.
20 golos e uma média de 7.22 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sanfrecce Hiroshima ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Sanfrecce Hiroshima nada responderam, o que também é uma resposta.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Sanfrecce Hiroshima lida com um homem que quer outro país.
O golo que pôs o Jubilo Iwata na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o Sanfrecce Hiroshima empatou, 3 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sanfrecce Hiroshima podem fingir não ter ouvido.
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shuto Nakano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Keisuke Goto. 1‑0 sobre o Kashiwa Reysol, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Sanfrecce Hiroshima lida com um homem que quer outro país.
Mahmoud Juma ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 91. Mahmoud Juma encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Avispa Fukuoka passou do ponto ao nada num só movimento.
242 jogos ao longo de 10 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Toda a carreira longa chega à semana em que o jogador começa a pensar na última. Gostaria que fosse no clube que o pôs pela primeira vez num campo, e no Sanfrecce Hiroshima já sabem disso.
Plantel03/09/2040
Shuto Nakano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 11 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.81, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Mercado27/08/2040
Tão perto: a transferência de Kadir Seven morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Vegalta Sendai seguiu em frente, Kadir Seven apresenta-se de volta no Sanfrecce Hiroshima, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
A proposta do Jubilo Iwata por Yotaro Nakajima foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sanfrecce Hiroshima podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shuto Nakano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sanfrecce Hiroshima podem fingir não ter ouvido.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.20 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Charlie Warren regressa a Sanfrecce Hiroshima com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Plantel20/08/2040
Uma lesão muscular afasta Asahi Uenaka durante 17 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Sanfrecce Hiroshima vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Plantel20/08/2040
Shuto Nakano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
0‑3 frente ao Kawasaki Frontale, e nenhuma queixa que sobreviva ao replay. O treinador falou de carácter no final; a bancada usou palavras mais curtas.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sanfrecce Hiroshima podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Vegalta Sendai por Amir Hajsafi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Sanfrecce Hiroshima nada responderam, o que também é uma resposta.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As regras permitem-no e dói na mesma. Kadir Seven acertou condições com o Kawasaki Frontale para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Plantel13/08/2040
Shuto Nakano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Shunki Higashi chama-lhe outra coisa em privado.
A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.84 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sanfrecce Hiroshima ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shuto Nakano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A desvantagem de 2 golos foi real e a recuperação também. Maximilian Winkler esteve no centro, o Vissel Kobe no fim, e quem saiu cedo vai ouvir falar desta tarde durante anos.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sanfrecce Hiroshima podem fingir não ter ouvido.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Gamba Osaka vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Sanfrecce Hiroshima foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 9.57 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shuto Nakano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kadir Seven, e o treinador deixou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sanfrecce Hiroshima podem fingir não ter ouvido.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Sanfrecce Hiroshima nada responderam, o que também é uma resposta.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Sanfrecce Hiroshima lida com um homem que quer outro país.
Plantel16/07/2040
Shuto Nakano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sanfrecce Hiroshima sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Keisuke Goto, 35 anos, faz recuar o relógio — 7.80
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.80 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sanfrecce Hiroshima ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shuto Nakano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
21 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Sanfrecce Hiroshima lida com um homem que quer outro país.
15 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Shuto Nakano não desaparece
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Miki Nakata será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sanfrecce Hiroshima as despedidas começaram em silêncio.
Plantel02/07/2040
Shuto Nakano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mahmoud Juma e o Sanfrecce Hiroshima acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 9 ações combinadas e uma nota de 6.76, e nenhuma delas entrará num resumo.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Sanfrecce Hiroshima sabem-no.
9 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sanfrecce Hiroshima sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
3 golos numa tarde, todos do mesmo homem. Os restantes jogadores também estiveram presentes, confirmou uma testemunha.
Notas dos jogadores25/06/2040
Keisuke Goto, 35 anos, faz recuar o relógio — 9.56
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 9.56 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sanfrecce Hiroshima ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shuto Nakano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Jogo23/06/2040
Mais uma trazida de fora
3 seguidas na estrada para o Sanfrecce Hiroshima. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 17 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Sanfrecce Hiroshima nada responderam, o que também é uma resposta.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.81 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel18/06/2040
Shuto Nakano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel18/06/2040
Shunki Higashi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sanfrecce Hiroshima dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Kadir Seven lesiona os ligamentos do joelho — 15 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 15 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 90. O Omiya Ardija vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sanfrecce Hiroshima ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateo Lisica está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Keisuke Goto tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sanfrecce Hiroshima dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sanfrecce Hiroshima sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sanfrecce Hiroshima perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sanfrecce Hiroshima podem fingir não ter ouvido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Keisuke Osako e o Sanfrecce Hiroshima acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Miki Nakata será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sanfrecce Hiroshima as despedidas começaram em silêncio.
Plantel04/06/2040
Shuto Nakano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sanfrecce Hiroshima sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
Notas dos jogadoresAs ocasiões vieram e foram-se para Keisuke Goto
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Mateo Lisica
Kadir Seven lesiona os ligamentos do joelho — 31 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 31 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Uma estreia que Frank Ludwig não vai esquecer — 7.69
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 1 no marcador, 7.69 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sho Hasebe será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sanfrecce Hiroshima as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shuto Nakano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Shunki Higashi, e o treinador deixou.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Frank Ludwig tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
39 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sanfrecce Hiroshima perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Mahmoud Juma não será o apontado, mas ninguém no Sanfrecce Hiroshima escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mahmoud Juma produziu-o, e o 7.03 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Sanfrecce Hiroshima nada responderam, o que também é uma resposta.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rahul Sharma será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sanfrecce Hiroshima as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shuto Nakano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Sanfrecce Hiroshima lida com um homem que quer outro país.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sanfrecce Hiroshima sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Keisuke Goto, 34 anos, faz recuar o relógio — 8.68
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.68 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sanfrecce Hiroshima, e não vai ser retirado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Sanfrecce Hiroshima a ouviu como outra coisa.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Adrian Cannavaro e o Sanfrecce Hiroshima acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sanfrecce Hiroshima ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.97 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Sanfrecce Hiroshima nada responderam, o que também é uma resposta.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sanfrecce Hiroshima podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateo Lisica está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Sanfrecce Hiroshima nada responderam, o que também é uma resposta.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel23/04/2040
Shuto Nakano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Albirex Niigata segurou a vantagem 4 minutos, que não chega para a desfrutar. O Sanfrecce Hiroshima respondeu antes de o festejo terminar, e com isso mudou a forma da tarde.
Em resumo
Notas dos jogadoresMateo Lisica encarou-os todo o jogo
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Sanfrecce Hiroshima tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sanfrecce Hiroshima ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
É sentimental, é completamente sincero e é o princípio de uma saída que ninguém anunciou. O clube pode ser elegante quanto a isso ou pode fingir que não ouviu.
Notas dos jogadores16/04/2040
Mateo Lisica fez o trabalho que ninguém conta — 6.83
10 ações combinadas e 6.83. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sanfrecce Hiroshima sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sanfrecce Hiroshima, e não vai ser retirado.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Sanfrecce Hiroshima nada responderam, o que também é uma resposta.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Sota Nakamura e o Sanfrecce Hiroshima acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sanfrecce Hiroshima ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sanfrecce Hiroshima sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Sota Nakamura e o Sanfrecce Hiroshima acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sanfrecce Hiroshima, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sho Hasebe será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sanfrecce Hiroshima as despedidas começaram em silêncio.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel26/03/2040
Shuto Nakano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Sanfrecce Hiroshima sabe dizer em que semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Gamba Osaka defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Kadir Seven. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
7 remates, uma contagem que parece uma boa tarde até se olhar para a outra coluna. Os avançados sobrevivem a semanas destas partindo do princípio de que as ocasiões continuam; o dia em que param torna-se um problema.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateo Lisica está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matvey Bardachev, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sanfrecce Hiroshima sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sanfrecce Hiroshima, e não vai ser retirado.
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Vegalta Sendai seguiu em frente, Mamane Moustapha Sabo apresenta-se de volta no Sanfrecce Hiroshima, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Sanfrecce Hiroshima sabem-no.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Sanfrecce Hiroshima já falam dele no passado.
Plantel12/03/2040
Shuto Nakano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sanfrecce Hiroshima sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
582 jogos ao longo de 24 épocas com estas cores. Carreiras assim já não se constroem, e o Sanfrecce Hiroshima sabe bem o que tem.
Mercado05/03/2040
Tão perto: a transferência de Kadir Seven morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Gamba Osaka seguiu em frente, Kadir Seven apresenta-se de volta no Sanfrecce Hiroshima, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Maximilian Winkler está a viver essa versão no Sanfrecce Hiroshima, e costuma notar-se no primeiro mês.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sanfrecce Hiroshima, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sanfrecce Hiroshima ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.21 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sanfrecce Hiroshima podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Shonan Bellmare por Sho Hasebe foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Plantel27/02/2040
Mateo Lisica desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Direção27/02/2040
14 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Sanfrecce Hiroshima
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sanfrecce Hiroshima podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sanfrecce Hiroshima ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shuto Nakano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel13/02/2040
Shuto Nakano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sanfrecce Hiroshima podem fingir não ter ouvido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sanfrecce Hiroshima falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sanfrecce Hiroshima ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sanfrecce Hiroshima, e não vai ser retirado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 27 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A proposta do Sagan Tosu por Hotaru Minamino foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ricardo Ndoye será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sanfrecce Hiroshima as despedidas começaram em silêncio.
Plantel30/01/2040
Shuto Nakano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 34 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sanfrecce Hiroshima podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shuto Nakano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel16/01/2040
Shunki Higashi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Sanfrecce Hiroshima foi explícito quanto à situação de Shuto Nakano, o que é mais do que muitos recebem.
A proposta do Olympique Lyonnais por Lee Hyun-Ju foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sanfrecce Hiroshima, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Lee Hyun-Ju e o Sanfrecce Hiroshima acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shuto Nakano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Sanfrecce Hiroshima nada responderam, o que também é uma resposta.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sanfrecce Hiroshima falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Lee Hyun-Ju e o Sanfrecce Hiroshima acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sanfrecce Hiroshima ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Shuto Nakano. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
As notícias comerciais não têm cânticos e é com elas que se paga tudo o resto. A direção vai chamar-lhe parceria; a contabilidade vai chamar-lhe a diferença entre este plantel e um mais pequeno.
Shoya Furuhashi lesiona os ligamentos do joelho — 17 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 17 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 27 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sanfrecce Hiroshima, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kento Kamada será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sanfrecce Hiroshima as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shunki Higashi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Shoya Furuhashi lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 34 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Shoya Furuhashi lesiona os ligamentos do joelho — 33 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 33 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Sanfrecce Hiroshima já falam dele no passado.
Plantel12/12/2039
Mahmoud Juma consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Mahmoud Juma acabou de assinar pelo Sanfrecce Hiroshima e, por uma vez, a resposta importava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shuto Nakano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Keisuke Osako. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Ebbe De Vlaeminck tem 34 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
Mahmoud Juma tem 34 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
É esta a época com que a cidade vai medir as vinte seguintes. O troféu viaja para casa com o plantel, e o percurso pelas ruas está combinado há dias.
Plantel05/12/2039
Shoya Furuhashi lesiona os ligamentos do joelho — 41 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 41 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
Vitória por 2‑1 sobre o Kawasaki Frontale, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Keisuke Goto produziu-o, e o 8.75 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shuto Nakano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Shunki Higashi chama-lhe outra coisa em privado.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Shuto Nakano não desaparece
Notas dos jogadoresElad Madmon encarou-os todo o jogo
49 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sanfrecce Hiroshima perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kevin Mosquera será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sanfrecce Hiroshima as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sanfrecce Hiroshima ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel14/11/2039
Shuto Nakano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
544 jogos ao longo de 16 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Sanfrecce Hiroshima a ouviu como outra coisa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Keisuke Osako e o Sanfrecce Hiroshima acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thyago Ayala será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sanfrecce Hiroshima as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sota Nakamura está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sanfrecce Hiroshima sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sanfrecce Hiroshima, e não vai ser retirado.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sanfrecce Hiroshima ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Em resumo
PlantelSota Nakamura desentende-se com um colega por causa das exigências
PlantelShuto Nakano tornou-se um homem de confiança do treinador
Posição 3, 59 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sanfrecce Hiroshima ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.80 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Sanfrecce Hiroshima já falam dele no passado.
Plantel17/10/2039
Sota Nakamura desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sanfrecce Hiroshima ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É sentimental, é completamente sincero e é o princípio de uma saída que ninguém anunciou. O clube pode ser elegante quanto a isso ou pode fingir que não ouviu.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sota Nakamura está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
14 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sanfrecce Hiroshima sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O Vissel Kobe está fora e o Sanfrecce Hiroshima segue em frente, com um 3‑3 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Sanfrecce Hiroshima nada responderam, o que também é uma resposta.
438 jogos ao longo de 12 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Notas dos jogadores03/10/2039
Keisuke Goto, 34 anos, faz recuar o relógio — 8.12
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.12 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sanfrecce Hiroshima podem fingir não ter ouvido.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Sanfrecce Hiroshima tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sanfrecce Hiroshima ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sanfrecce Hiroshima ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sanfrecce Hiroshima podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sota Nakamura está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Shunki Higashi.
Culpa de ninguém e inteiramente sua: um golo que entra na ficha com o seu nome sem que nada nele fosse intencional. O Sanfrecce Hiroshima merecia melhor, e ele também.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.06 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
1 para Kadir Seven, avaliado com 7.21, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Sanfrecce Hiroshima já falam dele no passado.
Plantel19/09/2039
Sota Nakamura desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Sanfrecce Hiroshima e o Jubilo Iwata, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
23 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shuto Nakano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lee Hyun-Ju, e o treinador deixou.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 13 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
22 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Sanfrecce Hiroshima já falam dele no passado.
Plantel05/09/2039
Sota Nakamura desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Posição 3, 49 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yotaro Nakajima será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sanfrecce Hiroshima as despedidas começaram em silêncio.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Sanfrecce Hiroshima nada responderam, o que também é uma resposta.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sanfrecce Hiroshima podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shuto Nakano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
21 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
A série sem derrotas chega aos 11 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel22/08/2039
Shuto Nakano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sanfrecce Hiroshima podem fingir não ter ouvido.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.98 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
A proposta do Nagoya Grampus por Andrés Monsalve foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shuto Nakano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um 2‑1 sobre o Kawasaki Frontale, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
20 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.07 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sanfrecce Hiroshima, e não vai ser retirado.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Sanfrecce Hiroshima nada responderam, o que também é uma resposta.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ricardo Ndoye será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sanfrecce Hiroshima as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Asahi Uenaka e o Sanfrecce Hiroshima acertam mais 2 anos.
Em resumo
PlantelShuto Nakano desentende-se com um colega por causa das exigências
19 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Vitória por 8‑0 sobre o Sagan Tosu, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.36 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Sanfrecce Hiroshima nada responderam, o que também é uma resposta.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.27 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sanfrecce Hiroshima podem fingir não ter ouvido.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel25/07/2039
Shuto Nakano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sanfrecce Hiroshima perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sanfrecce Hiroshima, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Sanfrecce Hiroshima lida com um homem que quer outro país.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shuto Nakano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sanfrecce Hiroshima perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Yutaka Michiwaki produziu-o, e o 8.96 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Sanfrecce Hiroshima nada responderam, o que também é uma resposta.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.34 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ricardo Ndoye será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sanfrecce Hiroshima as despedidas começaram em silêncio.
Plantel11/07/2039
Shuto Nakano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
30 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sanfrecce Hiroshima perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
16 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
A proposta do Olympique Lyonnais por Lee Hyun-Ju foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.21 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shuto Nakano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Cailen Hill lesiona os ligamentos do joelho — 37 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 37 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.93 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Sanfrecce Hiroshima nada responderam, o que também é uma resposta.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sanfrecce Hiroshima ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel27/06/2039
Shuto Nakano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
14 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
45 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sanfrecce Hiroshima perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sanfrecce Hiroshima podem fingir não ter ouvido.
15 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Sanfrecce Hiroshima pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Keisuke Miyoshi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sanfrecce Hiroshima as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shuto Nakano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
52 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sanfrecce Hiroshima perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Sanfrecce Hiroshima pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ricardo Ndoye será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sanfrecce Hiroshima as despedidas começaram em silêncio.
Plantel13/06/2039
Shuto Nakano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
59 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sanfrecce Hiroshima perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
558 jogos ao longo de 23 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
14 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.11 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A série sem derrotas chega aos 24 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Plantel30/05/2039
Cailen Hill lesiona os ligamentos do joelho — 67 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 67 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Avispa Fukuoka está fora e o Sanfrecce Hiroshima segue em frente, com um 2‑1 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Sanfrecce Hiroshima marcou aos 101, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Sanfrecce Hiroshima nada responderam, o que também é uma resposta.
13 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Amir Hajsafi
Já são 22 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel23/05/2039
Cailen Hill lesiona os ligamentos do joelho — 74 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 74 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.13 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sanfrecce Hiroshima, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Já são 21 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel16/05/2039
Cailen Hill lesiona os ligamentos do joelho — 81 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 81 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Sanfrecce Hiroshima sabem-no.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ricardo Ndoye será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sanfrecce Hiroshima as despedidas começaram em silêncio.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 20 jogos sem derrota são uma base que o Sanfrecce Hiroshima não tinha no outono.
Plantel09/05/2039
Cailen Hill lesiona os ligamentos do joelho — 90 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 90 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Sanfrecce Hiroshima pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Já são 19 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sanfrecce Hiroshima falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
98 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sanfrecce Hiroshima perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sanfrecce Hiroshima, e não vai ser retirado.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.91 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Andrés Monsalve será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sanfrecce Hiroshima as despedidas começaram em silêncio.
11 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Keisuke Goto
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 31 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Plantel25/04/2039
Cailen Hill lesiona os ligamentos do joelho — 108 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 108 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sanfrecce Hiroshima ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
14 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sanfrecce Hiroshima sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sanfrecce Hiroshima falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel18/04/2039
Cailen Hill lesiona os ligamentos do joelho — 115 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 115 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Keisuke Goto produziu-o, e o 9.00 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sanfrecce Hiroshima, e não vai ser retirado.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sanfrecce Hiroshima ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Plantel18/04/2039
Shuto Nakano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sanfrecce Hiroshima falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A série sem derrotas chega aos 16 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
123 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sanfrecce Hiroshima perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A bola do jogo é de Keisuke Goto, cujos 4 golos transformaram uma tarde difícil num passeio.
Notas dos jogadores11/04/2039
Keisuke Goto, 33 anos, faz recuar o relógio — 9.94
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 9.94 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sanfrecce Hiroshima falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
130 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sanfrecce Hiroshima perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A série sem derrotas chega aos 15 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Andrés Monsalve será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sanfrecce Hiroshima as despedidas começaram em silêncio.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Asahi Uenaka tem a sua resposta do Sanfrecce Hiroshima; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 61 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
137 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sanfrecce Hiroshima perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sanfrecce Hiroshima, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Keisuke Miyoshi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sanfrecce Hiroshima as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shuto Nakano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Notas dos jogadores28/03/2039
Lee Hyun-Ju fez o trabalho que ninguém conta — 6.79
9 ações combinadas e 6.79. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
14 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sanfrecce Hiroshima falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sanfrecce Hiroshima perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A desvantagem de 2 golos foi real e a recuperação também. Yotaro Nakajima esteve no centro, o Kashima Antlers no fim, e quem saiu cedo vai ouvir falar desta tarde durante anos.
A série sem derrotas chega aos 13 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Yotaro Nakajima produziu-o, e o 8.22 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.01 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ricardo Ndoye será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sanfrecce Hiroshima as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shuto Nakano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sanfrecce Hiroshima falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel14/03/2039
Gaku Inoue lesiona os ligamentos do joelho — 35 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 35 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sanfrecce Hiroshima, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Takashi Uchino será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sanfrecce Hiroshima as despedidas começaram em silêncio.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 14 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sanfrecce Hiroshima falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Daniel Cortes regressa a Sanfrecce Hiroshima com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sanfrecce Hiroshima podem fingir não ter ouvido.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Sanfrecce Hiroshima a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sanfrecce Hiroshima falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sanfrecce Hiroshima podem fingir não ter ouvido.
Notas dos jogadores28/02/2039
Mateo Lisica, 35 anos, faz recuar o relógio — 7.94
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.94 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
7.63, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
A proposta do Sagan Tosu por Warren Mountsangui foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sanfrecce Hiroshima falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shuto Nakano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
10 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
A formação existe exatamente para esta manhã. Wataru Inoue passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sanfrecce Hiroshima falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sanfrecce Hiroshima ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel14/02/2039
Shuto Nakano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sanfrecce Hiroshima falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Sota Nakamura e o Sanfrecce Hiroshima acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Takashi Uchino será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sanfrecce Hiroshima as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
Em resumo
MercadoJubilo Iwata estão prestes a pegar no telefone
Kadir Seven lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sanfrecce Hiroshima falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sanfrecce Hiroshima podem fingir não ter ouvido.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
MercadoA conversa sobre Keisuke Osako não desaparece
652Edição
A Gazeta de Sanfrecce Hiroshima
24/01/2039
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel24/01/2039
Kadir Seven lesiona os ligamentos do joelho — 25 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 125 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sanfrecce Hiroshima podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sanfrecce Hiroshima coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Kadir Seven lesiona os ligamentos do joelho — 32 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 32 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 132 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sanfrecce Hiroshima, e não vai ser retirado.
Keisuke Goto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.