As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 100 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sepahan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Em resumo
PlantelRicardo Alves desentende-se com um colega por causa das exigências
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 107 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sepahan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sepahan, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Erfan Yousefzadeh será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sepahan as despedidas começaram em silêncio.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sepahan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sepahan ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel08/07/2030
Ricardo Alves desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
PlantelDiego Arroyo melhorou aos 27, o que ninguém esperava
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sepahan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Abel Bustos quer futebol continental; se o Sepahan o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ricardo Alves está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sepahan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mehdi Shojaei será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sepahan as despedidas começaram em silêncio.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mohammad Reza Bordbar e o Sepahan acertam mais 4 anos.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelOmid Hosseini é melhor futebolista do que era
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sepahan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sepahan, e não vai ser retirado.
Ashkan Alijani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sepahan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sepahan, e não vai ser retirado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Sepahan a ouviu como outra coisa.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ashkan Alijani e o Sepahan acertam mais 3 anos.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sepahan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Sepahan beneficiou disso.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sepahan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel27/05/2030
Ricardo Alves desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Abbas Habibi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sepahan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sepahan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 141 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sepahan, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ricardo Alves está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 148 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
19 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel29/04/2030
Ricardo Alves desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 155 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Sepahan sobre quem trabalha
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 164 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sepahan, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Sepahan sobre quem trabalha
MercadoContinua sem haver assinatura de Majid Aliyari
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Adib Zarei, e o treinador deixou.
Plantel01/04/2030
Abel Bustos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Sepahan daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Malavan segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Abbas Habibi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ricardo Alves está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sepahan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 25 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Diego Arroyo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abel Bustos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 34 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Abbas Habibi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sepahan as despedidas começaram em silêncio.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel04/03/2030
Ricardo Alves desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Sepahan daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Malavan segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Abel Bustos quer futebol continental; se o Sepahan o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ricardo Alves está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Mehdi Sorkhi tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Um 2‑0 sobre o Naft Tehran, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel18/02/2030
Abel Bustos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
19 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Diego Sánchez. 3‑2 sobre o Esteghlal Khuzestan, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel11/02/2030
Ricardo Alves desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Esteghlal Khuzestan segurou a vantagem 3 minutos, que não chega para a desfrutar. O Sepahan respondeu antes de o festejo terminar, e com isso mudou a forma da tarde.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Milad Zakipour, e o treinador deixou.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Abbas Habibi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sepahan as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ricardo Alves está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do Sepahan daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Malavan segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
9 remates, uma contagem que parece uma boa tarde até se olhar para a outra coluna. Os avançados sobrevivem a semanas destas partindo do princípio de que as ocasiões continuam; o dia em que param torna-se um problema.
2 atrás e sem rumo, até Diego Sánchez decidir o contrário. O Zob Ahan tinha feito a parte difícil e depois viu-a desfazer-se, e o barulho no apito final foi daqueles que um estádio guarda.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Plantel28/01/2030
Abel Bustos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Avaliado com 8.09. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Sepahan.
Plantel28/01/2030
5 caras novas e o Sepahan ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ricardo Alves está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Abel Bustos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel14/01/2030
Ricardo Alves desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Sepahan beneficiou disso.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sepahan podem fingir não ter ouvido.
Plantel07/01/2030
Alejo Mainero consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Alejo Mainero acabou de assinar pelo Sepahan e, por uma vez, a resposta importava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Culpa de ninguém e inteiramente sua: um golo que entra na ficha com o seu nome sem que nada nele fosse intencional. O Sepahan merecia melhor, e ele também.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel31/12/2029
Ricardo Alves desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Iván Sánchez, e o treinador deixou.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
10 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Abel Bustos quer futebol continental; se o Sepahan o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ricardo Alves está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Jonás Miszczuk. 3‑1 sobre o Siah Jamegan, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Shahzod Azmiddinov acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Sepahan substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ricardo Alves está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abel Bustos, e o treinador deixou.
Eliminado, 0‑0 com o Gostaresh Foulad, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Amir Mehdi Maghsoudi: 1 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Jonás Miszczuk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/12/2029
Ricardo Alves desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Iván Sánchez, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ricardo Alves, e o treinador deixou.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Plantel26/11/2029
Iván Sánchez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sepahan dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
9 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel19/11/2029
Ricardo Alves desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mehdi Limouchi, e o treinador deixou.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Sepahan sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Diego Arroyo quer futebol continental; se o Sepahan o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ricardo Alves está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Notas dos jogadores05/11/2029
Mehdi Limouchi jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.37. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Mohammad Mehdi Mohebi está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Ashkan Alijani
As bancadasA imprensa encontrou o seu homem em Mehdi Limouchi
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ricardo Alves está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 18 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel22/10/2029
Ricardo Alves desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 25 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Amir Mehdi Maghsoudi tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mohammad Mehdi Mohebi. 1‑0 sobre o Zob Ahan, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 34 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel08/10/2029
Ricardo Alves desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sepahan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ricardo Alves está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
6 remates, uma contagem que parece uma boa tarde até se olhar para a outra coluna. Os avançados sobrevivem a semanas destas partindo do princípio de que as ocasiões continuam; o dia em que param torna-se um problema.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm dia para esquecer de Iván Sánchez
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sepahan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Diego Sánchez, e o treinador deixou.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Sepahan sabem-no.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 57 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
21 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
“Vejo todos os jogos do Sepahan daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Malavan segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 66 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Mehdi Ebrahimi não precisou: 8.24, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Jonás Miszczuk tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Em resumo
Notas dos jogadoresReza Vafaei jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 73 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jogo01/09/2029
Não se vê o fim da espera do Sepahan por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Sepahan tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Reza Vafaei, e o treinador deixou.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 80 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jonás Miszczuk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
5 jogos, dois ou mais sofridos em todos eles. Equipas que criam tanto podem viver com isso durante algum tempo. Ninguém vive com isso para sempre.
Plantel27/08/2029
Ricardo Alves desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 87 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Abel Bustos quer futebol continental; se o Sepahan o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ricardo Alves está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 94 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Iván Sánchez pôs o Sepahan de novo em igualdade em 3 minutos, e o Esteghlal Ahvaz nunca chegou a jogar com vantagem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
13 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ricardo Alves está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A formação existe exatamente para esta manhã. Omid Dejagah passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Hossein Gholizadeh está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel30/07/2029
Ricardo Alves desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Sepahan foi explícito quanto à situação de Majid Aliyari, o que é mais do que muitos recebem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Abdul Razak Yusif acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Sepahan substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel16/07/2029
Ricardo Alves desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Sepahan sabem-no.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sepahan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Iván Sánchez e o Sepahan acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel09/07/2029
Reza Vafaei melhorou aos 26, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sina Asadbeigi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sepahan as despedidas começaram em silêncio.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Iván Sánchez e o Sepahan acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
10 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Rashed Mohamed pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sepahan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ricardo Alves está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém no Sepahan dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sepahan, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A perseguição a Rashed Mohamed terminou com $140.0K a mudar de mãos e o Tractor sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel18/06/2029
Ricardo Alves desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A perseguição a Reza Vafaei terminou com $3.6M a mudar de mãos e o Saipa sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Saeid Yazdani será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sepahan as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As bancadas11/06/2029
O Sepahan gasta $3.6M na contratação que a cidade queria
É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $3.6M por Reza Vafaei, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ashkan Alijani e o Sepahan acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Em resumo
PlantelO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Jonás Miszczuk
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Sepahan estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Não há pior forma de perder um futebolista. Sina Asadbeigi pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
A camisola ainda lhe serve. Morteza Pouraliganji está de volta ao Sepahan, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel04/06/2029
Ricardo Alves desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
Mercado04/06/2029
Mehdi Sorkhi regressa de um empréstimo que não lhe deu nada
2 jogos e 0 golos não são uma época: são um ano que alguém perdeu. Se a culpa é dele, do clube que o acolheu ou de quem tratou do assunto é a discussão das próximas semanas.
O Esteghlal segue em frente e o Sepahan vai para casa, com um 0‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mohammad Cheshmi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sepahan as despedidas começaram em silêncio.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Ricardo Alves chama-lhe outra coisa em privado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Saeid Yazdani será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sepahan as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Aref Haji Eydi e o Sepahan acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mohammad Cheshmi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sepahan as despedidas começaram em silêncio.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelAbel Bustos desentende-se com um colega por causa das exigências
Omid Hosseini lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Sepahan sobre quem trabalha
Omid Hosseini lesiona os ligamentos do joelho — 33 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 33 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sepahan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jonás Miszczuk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel16/04/2029
Ricardo Alves desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Sepahan daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Al Jazira segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
20 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não há pior forma de perder um futebolista. Saeid Yazdani pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ricardo Alves está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Jonás Miszczuk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
“Vejo todos os jogos do Sepahan daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Rah Ahan segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Aria Shafiedoost será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sepahan as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ricardo Alves está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sepahan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel19/03/2029
Ricardo Alves desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abel Bustos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Sepahan e lutar pelo meu lugar.» 2 jogos em 35 no Al Jazira dizem o resto.
Plantel12/03/2029
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Jonás Miszczuk
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.69 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Mohammad Daneshgar compromete-se com o Sepahan por mais 2 anos.
Plantel05/03/2029
Ricardo Alves desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Erfan Bahri acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Sepahan substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Em resumo
Notas dos jogadoresMohammad Mehdi Mohebi jogou uma tarde diferente da de toda a gente
O Saipa vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Sepahan foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ricardo Alves está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sepahan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Plantel19/02/2029
Abel Bustos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma média de 7.22 na época, com 6 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Em resumo
Notas dos jogadoresAbbas Habibi encarou-os todo o jogo
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel12/02/2029
Borys Manko consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Borys Manko acabou de assinar pelo Sepahan e, por uma vez, a resposta importava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ricardo Alves está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Sepahan, e 1 jogos em 31 dizem que merece ser ouvido.
Tem 20 anos e ninguém em Sepahan o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Milad Zakipour e o Sepahan acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Jonás Miszczuk tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Aria Shafiedoost será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sepahan as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abel Bustos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Aref Haji Eydi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sepahan as despedidas começaram em silêncio.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel22/01/2029
Ricardo Alves desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Persepolis vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Morteza Pouraliganji pré-acordou a mudança para o Sepahan, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
«Andamos atrás de vocês por todo o lado e recebemos isto.» 8 dos 36 jogadores do plantel principal ouviram-no ao sair, e quem não ouviu é porque não jogou.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Matías Pagliaricci está a viver essa versão no Sepahan, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Tractor vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Ahmad Abdollahzadeh pré-acordou a mudança para o Sepahan, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Sepahan, e 0 jogos em 27 dizem que merece ser ouvido.
A proposta do Tractor por Aref Haji Eydi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mehdi Limouchi e o Sepahan acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Adib Zarei esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O telefone voltou a tocar por causa de Mohammad Cheshmi, e desta vez do outro lado está o Naft Tehran. No Sepahan ouvem com educação e não prometem nada.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Sepahan, e 5 jogos em 25 dizem que merece ser ouvido.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Sepahan beneficiou disso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
16 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sepahan, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.81 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Aria Shafiedoost será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sepahan as despedidas começaram em silêncio.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.72 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Ricardo Alves esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do Sepahan daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Al Jazira segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não há pior forma de perder um futebolista. Aref Haji Eydi pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Mohammad Daneshgar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Vejo todos os jogos do Sepahan daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Al-Khaleej segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
1 erro, um golo e uma noite à frente dos mesmos três segundos. Vai vê-lo hoje, amanhã e provavelmente em fevereiro, e quem já jogou sabe em que fotograma ele para.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 111. O Esteghlal Khuzestan vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
7.69, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Iván Sánchez e o Sepahan acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ricardo Alves, e o treinador deixou.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Abbas Habibi tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Em resumo
Notas dos jogadoresAbbas Habibi jogou uma tarde diferente da de toda a gente
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de Sepahan
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Aria Shafiedoost será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sepahan as despedidas começaram em silêncio.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um 1‑0 sobre o Esteghlal Ahvaz, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Sepahan vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Em resumo
Notas dos jogadoresA única coisa que Diego Sánchez não conseguiu
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Iván Sánchez, e o treinador deixou.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Ninguém no Sepahan sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Iván Sánchez, 36 anos, faz recuar o relógio — 8.84
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.84 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
28 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
25 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Mohammad Reza Bordbar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do Sepahan daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Al-Khaleej segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Plantel13/11/2028
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Arash Rezavand
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Milad Zakipour esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Emiliano Daghero tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Vejo todos os jogos do Sepahan daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Rah Ahan segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sepahan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um 1‑0 sobre o Esteghlal Khuzestan, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Nota 7.97 numa tarde que correu do primeiro ao último apito. Falhasse o que falhasse ao Sepahan, o melhor em campo era deles.
Plantel30/10/2028
5 caras novas e o Sepahan ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mehdi Limouchi produziu-o, e o 8.29 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Iván Sánchez, e o treinador deixou.
“Vejo todos os jogos do Sepahan daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Al Jazira segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
A história da ambição ao contrário, a que ninguém conta: um futebolista a pedir um palco mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vire. Não é fraqueza e é quase sempre contada como se fosse.
33 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Jogo14/10/2028
Não se vê o fim da espera do Sepahan por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Sepahan tem de arrancar um resultado de algum lado.
Mohammad Daneshgar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Sepahan, e 2 jogos em 13 dizem que merece ser ouvido.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
40 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Arash Rezavand lesiona os ligamentos do joelho — 48 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 48 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sepahan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Adib Zarei esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
56 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Sepahan, e 0 jogos em 11 dizem que merece ser ouvido.
Avaliado com 5.46. Nada do que tentou resultou e a partir da hora deixou de tentar grande coisa, que é a parte em que um treinador repara, mais do que nos erros.
65 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Arash Rezavand lesiona os ligamentos do joelho — 72 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 72 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Vitória por 2‑0 sobre o Gostaresh Foulad, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 1 no marcador, 7.85 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 120. O Gostaresh Foulad vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.34 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
Notas dos jogadoresMohammad Amin Hazbavi jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Arash Rezavand lesiona os ligamentos do joelho — 79 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 79 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.31 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Aria Shafiedoost será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sepahan as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Emiliano Daghero tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Arash Rezavand lesiona os ligamentos do joelho — 88 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 88 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sepahan, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Sina Asadbeigi tem a sua resposta do Sepahan; o que fizer com ela é a história da próxima janela.