A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sevilla perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sevilla coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 4 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Plantel30/07/2029
Antoniu Roca desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Álex Calatrava e o Sevilla acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sevilla já se começa a dizer o nome dele no passado.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Grady Diangana quer futebol continental; se o Sevilla o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Sebastián Cáceres esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kevin Lomónaco estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel23/07/2029
8 caras novas e o Sevilla ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Barcelona fica com o seu homem, e o Sevilla volta a uma lista com um nome riscado.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sevilla lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Brahim Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 27 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
O telefone voltou a tocar por causa de Javi López, e desta vez do outro lado está o Granada. No Sevilla ouvem com educação e não prometem nada.
Plantel16/07/2029
Antoniu Roca desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sevilla, e não vai ser retirado.
Cristian Romero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 17 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
O Sevilla perguntou e o Barcelona disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Antoniu Roca está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kevin Lomónaco, e o treinador deixou.
O banco09/07/2029
Peque tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sevilla dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
MercadoA história de Isaac Romero recusa-se a morrer
O Barcelona aceitou o dinheiro. O que o Sevilla ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sevilla já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sevilla ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Brahim Díaz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Valentín Carboni quer futebol continental; se o Sevilla o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Iza está a viver essa versão no Sevilla, e costuma notar-se no primeiro mês.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Em resumo
PlantelKevin Lomónaco desentende-se com um colega por causa das exigências
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sevilla perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Ceuta por Roberto López foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sevilla lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Antoniu Roca está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Kevin Lomónaco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel25/06/2029
8 caras novas e o Sevilla ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Brahim Díaz está nela.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Barcelona fica com o seu homem, e o Sevilla volta a uma lista com um nome riscado.
A perseguição a Nelson Deossa terminou com $15.1M a mudar de mãos e o Córdoba sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Verba acordada, salário acordado, e o Castellón à espera com uma camisola. No Sevilla ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Chumi acabou de assinar pelo Sevilla e, por uma vez, a resposta importava.
A proposta seguiu esta semana para o Burgos, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Brahim Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel18/06/2029
Antoniu Roca desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Sevilla e o Almería acertaram em $20.5M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
O Sevilla perguntou e o Real Madrid disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
$43.2M era o máximo que o clube pagaria, e o Málaga pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Charlie Patiño agiu, no Sevilla, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sevilla lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Cristian Romero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sevilla ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Julio Soler quer futebol continental; se o Sevilla o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Antoniu Roca está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Kevin Lomónaco e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco04/06/2029
Chidera Ejuke tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sevilla dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A qualificação está garantida, e para a época que vem as grandes noites de holofotes são continentais. Para os jogadores é um palco; para as contas, uma tábua de salvação; para os adeptos, passaportes.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Sevilla estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Brahim Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A camisola ainda lhe serve. Luciano Vietto está de volta ao Sevilla, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Luciano Vietto agiu, no Sevilla, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Grady Diangana quer futebol continental; se o Sevilla o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Antoniu Roca estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
6.º lugar com 68 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sevilla coisas que levam mais de uma semana a retirar.
15 golos e uma média de 7.28 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sevilla lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Brahim Díaz quer futebol continental; se o Sevilla o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel14/05/2029
Uma transferência que Sergi Canós teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Sergi Canós está a viver essa versão no Sevilla, e costuma notar-se no primeiro mês.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Brahim Díaz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Renzo Malanca acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Sevilla substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Sevilla sobre quem trabalha
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sevilla ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Antoniu Roca estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Jon Pacheco e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O jogo à volta do qual se organiza o calendário. A forma vai pela janela, a tabela não se consulta, e durante noventa minutos o Sevilla será julgado por uma única coisa.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sevilla, e não vai ser retirado.
Brahim Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sevilla lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Orri Óskarsson, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kevin Lomónaco está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sevilla coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bruno Cabrera será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sevilla as despedidas começaram em silêncio.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Kevin Lomónaco quer futebol continental; se o Sevilla o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Antoniu Roca está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 15. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
O banco23/04/2029
Chidera Ejuke tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sevilla dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sevilla lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Plantel16/04/2029
Antoniu Roca desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Sebastián Cáceres e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Stefan Bajčetić, e o treinador deixou.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Valentín Carboni está a viver essa versão no Sevilla, e costuma notar-se no primeiro mês.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Álvaro Odriozola será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sevilla as despedidas começaram em silêncio.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sevilla, e não vai ser retirado.
Brahim Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» César Azpilicueta e o Sevilla acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sevilla lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Plantel02/04/2029
Antoniu Roca desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mario Soberón, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Peque treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sevilla coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sevilla ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
15 golos e uma média de 7.29 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sebastian Montes, e o treinador deixou.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Antoniu Roca estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Ismael Pascual depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sevilla, e não vai ser retirado.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sevilla lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kevin Lomónaco está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Ismael Pascual depois do 0‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sevilla, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Álvaro Odriozola será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sevilla as despedidas começaram em silêncio.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Uma média de 7.28 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel12/03/2029
Antoniu Roca desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sevilla ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Sebastian Montes e o Sevilla acertam mais 4 anos.
Brahim Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Antoniu Roca está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sevilla ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Sebastián Cáceres esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sevilla lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kevin Lomónaco estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑4, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Sevilla foi explícito quanto à situação de Valentin Rosier, o que é mais do que muitos recebem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 87, e o Gijón passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.96 para o resto.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sevilla lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Contra qualquer outro seriam três pontos e pouco mais. Contra eles, e com o nome dele no golo, é um ano de conversa garantida para o Sevilla e uma história que vai sobreviver ao contrato dele.
Brahim Díaz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sevilla, e não vai ser retirado.
Mercado12/02/2029
Tão perto: a transferência de Roberto López morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Atlético Madrid seguiu em frente, Roberto López apresenta-se de volta no Sevilla, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sevilla ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Sevilla a ouviu como outra coisa.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Barcelona fica com o seu homem, e o Sevilla volta a uma lista com um nome riscado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sevilla perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Mercado05/02/2029
Tão perto: a transferência de Peque morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O TSG Hoffenheim seguiu em frente, Peque apresenta-se de volta no Sevilla, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Granada fica com o seu homem, e o Sevilla volta a uma lista com um nome riscado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sevilla, e não vai ser retirado.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 6, saíram 6, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Sevilla a ouviu como outra coisa.
Brahim Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Verba acordada, salário acordado, e o Mirandés à espera com uma camisola. No Sevilla ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Sevilla perguntou e o Real Madrid disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A proposta do Casa Pia por Mario Soberón foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
O Racing Santander queria mais do que $1.8M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sevilla ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Real Madrid fica com o seu homem, e o Sevilla volta a uma lista com um nome riscado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sevilla, e não vai ser retirado.
O Sevilla foi ao Real Madrid com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A proposta do Real Madrid por Peque foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O negócio mais incómodo que um clube faz é contratar a resposta de amanhã enquanto a de hoje ainda está no edifício. Stefan Bajčetić vem do Red Bull Salzburg exatamente para isso, e da passagem de testemunho ninguém falará em público.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. José Ángel Carmona era uma das razões por que as pessoas vinham, e $44.3M não substitui isso sozinho.
O Sevilla ofereceu $2.3M; o Atlético Madrid disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Em resumo
PlantelUma transferência que Orri Óskarsson teria feito de graça
$47.0M era o máximo que o clube pagaria, e o Atlético Madrid pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sevilla perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Brahim Díaz produziu-o, e o 8.42 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Almería fica com o seu homem, e o Sevilla volta a uma lista com um nome riscado.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Mallorca tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
O negócio mais incómodo que um clube faz é contratar a resposta de amanhã enquanto a de hoje ainda está no edifício. Julio Soler vem do Cambridge United exatamente para isso, e da passagem de testemunho ninguém falará em público.
O Sevilla e o Cambridge United acertaram em $16.8M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
$44.2M em cima da mesa do Atlético Madrid. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
O Sevilla ofereceu $22.5M; o Celta disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sevilla já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta seguiu esta semana para o Real Sociedad, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sevilla coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Chidera Ejuke tem a sua resposta do Sevilla; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Plantel01/01/2029
Peque desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Raphinha e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Peque estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Notas dos jogadores25/12/2028
Brahim Díaz jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.01. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
O jogo à volta do qual se organiza o calendário. A forma vai pela janela, a tabela não se consulta, e durante noventa minutos o Sevilla será julgado por uma única coisa.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Raphinha está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Arouna Sanganté, e o treinador deixou.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bruno Cabrera será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sevilla as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sevilla lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Antoniu Roca estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sevilla ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Brahim Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Brahim Díaz. 2‑1 sobre o Villarreal, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Peque estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sevilla coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
“Vejo todos os jogos do Sevilla daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Granada segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Peque está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Raphinha e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel27/11/2028
Uma transferência que Mamadou Sylla teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Mamadou Sylla está a viver essa versão no Sevilla, e costuma notar-se no primeiro mês.
O Atlético Madrid levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel27/11/2028
Antoniu Roca desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Javi López, e o treinador deixou.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Peque estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Raphinha está nela.
Vitória por 2‑0 sobre o Alavés, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
0‑4 para o Barcelona, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Raphinha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Brahim Díaz quer futebol continental; se o Sevilla o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sevilla ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Em resumo
Notas dos jogadoresRaphinha encarou-os todo o jogo
PlantelPalavras no treino do Sevilla sobre quem trabalha
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sevilla, e não vai ser retirado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sevilla ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sevilla coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Antoniu Roca estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Rayo Vallecano vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Sevilla foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Raphinha e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Peque está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Peque está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Notas dos jogadores23/10/2028
Raphinha jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.35. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
O banco23/10/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑3, ditas por Ismael Pascual a uma sala que já as tinha ouvido.
O banco23/10/2028
Chidera Ejuke tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sevilla dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Raphinha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Kevin Lomónaco quer futebol continental; se o Sevilla o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
O Villarreal vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Dani Calvo pré-acordou a mudança para o Sevilla, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Antoniu Roca estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco16/10/2028
Raphinha tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sevilla dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Vejo todos os jogos do Sevilla daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Almería segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Cristian Romero quer futebol continental; se o Sevilla o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel09/10/2028
Uma transferência que Grady Diangana teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Grady Diangana está a viver essa versão no Sevilla, e costuma notar-se no primeiro mês.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Cristian Romero e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Peque estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Raphinha e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Peque está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Raphinha. 1‑0 sobre o Athletic Bilbao, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Notas dos jogadores02/10/2028
Raphinha jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.36. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Nemanja Radoja acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Sevilla substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Antoniu Roca estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Antoniu Roca agiu, no Sevilla, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Brahim Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sevilla, e não vai ser retirado.
Raphinha e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Sevilla a ouviu como outra coisa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sevilla ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Raúl Lizoáin acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Sevilla substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Peque estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A proposta do Castellón por Álvaro Odriozola foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Sevilla a ouviu como outra coisa.
Cristian Romero e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Raphinha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 30 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Gijón vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Gonzalo Errecalde pré-acordou a mudança para o Sevilla, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sevilla perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Cristian Romero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 28 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Direção21/08/2028
5 jogadores da formação sobem à equipa principal do Sevilla
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $472.5K do que o Sevilla pagou por Pablo Insua é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Granada fica com o seu homem, e o Sevilla volta a uma lista com um nome riscado.
Raphinha e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Aos 29 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Kevin Lomónaco quer futebol continental; se o Sevilla o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel14/08/2028
11 caras novas e o Sevilla ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sevilla ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Plantel07/08/2028
Uma transferência que Adu Ares teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Adu Ares está a viver essa versão no Sevilla, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sevilla coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Cristian Romero e o Sevilla acertam mais 3 anos.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gabriel Robledo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sevilla as despedidas começaram em silêncio.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Verba acordada, salário acordado, e o Castellón à espera com uma camisola. No Sevilla ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Zaragoza aceitou o dinheiro. O que o Sevilla ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
$3.8M era o máximo que o clube pagaria, e o Mallorca pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Álex Calatrava acabou de assinar pelo Sevilla e, por uma vez, a resposta importava.
Brahim Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sevilla perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Club Brugge por Sebastian Montes foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Qualquer balneário sabe ler uma contratação destas. Kevin Lomónaco não veio esperar indefinidamente, e o homem cujo lugar ele foi comprado para ocupar sabe-o melhor do que ninguém.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Álvaro Odriozola será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sevilla as despedidas começaram em silêncio.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Kevin Lomónaco agiu, no Sevilla, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Sevilla vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
O aperto de mão com o Elche está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
A proposta do Tottenham por Raphinha foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Sevilla foi ao Granada com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Ninguém no clube vai dizer em voz alta para quem é esta contratação, que é exatamente como se percebe para quem é. Javi López chegou para ficar com uma camisola que alguém ainda veste.
O Sevilla ofereceu $2.5M; o Deportivo La Coruña disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Mario Soberón agiu, no Sevilla, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O Sevilla ofereceu $118.9M; o Napoli disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Verba acordada, salário acordado, e o Feyenoord à espera com uma camisola. No Sevilla ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O aperto de mão com o Real Sociedad está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Sevilla a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sevilla coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sevilla lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Aos 16 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
O Sevilla foi ao Napoli com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Verba acordada, salário acordado, e o Eibar à espera com uma camisola. No Sevilla ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Ninguém no clube vai dizer em voz alta para quem é esta contratação, que é exatamente como se percebe para quem é. Dom Ballard chegou para ficar com uma camisola que alguém ainda veste.
$5.3M era o máximo que o clube pagaria, e o Albacete pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Ninguém no clube vai dizer em voz alta para quem é esta contratação, que é exatamente como se percebe para quem é. Jon Pacheco chegou para ficar com uma camisola que alguém ainda veste.
Plantel03/07/2028
Jon Pacheco consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Jon Pacheco acabou de assinar pelo Sevilla e, por uma vez, a resposta importava.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $5.7M — um clube que quer Mario Soberón ao ponto de perguntar duas vezes.
As regras permitem-no e dói na mesma. Jordi Osei-Tutu acertou condições com o Valencia para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sevilla já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Real Madrid pagou $15.5M e o Sevilla aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
O Levante queria mais do que $1.5M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Atlético Madrid fica com o seu homem, e o Sevilla volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel26/06/2028
Peque desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
O bancoRaphinha tornou-se um homem de confiança do treinador
Plantel8 caras novas e o Sevilla ainda se está a conhecer
O Sevilla e o Huesca acertaram em $23.3M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Atlético Madrid fica com o seu homem, e o Sevilla volta a uma lista com um nome riscado.
A proposta do Valencia por Javier Martínez foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Pablo Insua será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sevilla as despedidas começaram em silêncio.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel19/06/2028
Uma transferência que Juanmi Latasa teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Juanmi Latasa está a viver essa versão no Sevilla, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Peque está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Sevilla ofereceu $22.6M; o Valladolid disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Verba acordada, salário acordado, e o Castellón à espera com uma camisola. No Sevilla ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Valladolid aceitou o dinheiro. O que o Sevilla ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Alfon não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Rubén Vargas era uma das razões por que as pessoas vinham, e $54.9M não substitui isso sozinho.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $25.4M — um clube que quer Dean Huijsen ao ponto de perguntar duas vezes.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Sevilla a ouviu como outra coisa.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Cristian Romero quer futebol continental; se o Sevilla o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Raphinha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Peque estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O treinador reorganizou as ideias e Arouna Sanganté saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ayoze Pérez está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Chofis será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sevilla as despedidas começaram em silêncio.
Sebastián Cáceres e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel29/05/2028
Peque desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
40 jogos e 1 golos longe daqui, e um homem que o treinador não tinha no verão passado. O empréstimo fez o que os empréstimos devem fazer e quase nunca fazem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Raphinha está nela.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Adrià Pedrosa tem a sua resposta do Sevilla; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Plantel29/05/2028
7 caras novas e o Sevilla ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 68 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Pablo Insua será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sevilla as despedidas começaram em silêncio.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.88 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Raphinha e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma média de 7.47 na época, com 24 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sevilla, e não vai ser retirado.
Não há pior forma de perder um futebolista. Pablo Insua pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sevilla ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Peque está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Notas dos jogadoresRaphinha em notas de excelência
Notas dos jogadoresIlias Akhomach jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Sevilla marcou aos 92, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sevilla, e não vai ser retirado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sevilla ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Raphinha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mark Gillespie será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sevilla as despedidas começaram em silêncio.
Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» César Azpilicueta e o Sevilla acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel08/05/2028
Uma transferência que Bruno Cabrera teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Bruno Cabrera está a viver essa versão no Sevilla, e costuma notar-se no primeiro mês.
Uma média de 7.45 na época, com 23 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.00 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sevilla ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Rubén Vargas produziu-o, e o 8.48 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Uma média de 7.43 na época, com 22 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marc-Aurèle Caillard será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sevilla as despedidas começaram em silêncio.
Brahim Díaz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel24/04/2028
Ángel Recio consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Ángel Recio acabou de assinar pelo Sevilla e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel24/04/2028
Peque desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Las Palmas vai querer esquecer isto depressa: 6‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Sevilla foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
21 golos e uma média de 7.40 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Plantel17/04/2028
Lewis Travis consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Lewis Travis acabou de assinar pelo Sevilla e, por uma vez, a resposta importava.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sevilla ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sevilla coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Sevilla e o Las Palmas, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Notas dos jogadores17/04/2028
Rubén Vargas jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.46. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sevilla lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Raphinha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mark Gillespie será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sevilla as despedidas começaram em silêncio.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel10/04/2028
Carlos Franco consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Carlos Franco acabou de assinar pelo Sevilla e, por uma vez, a resposta importava.
A primeira derrota em 5 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Villarreal; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém em campo chegou perto de Cristian Romero
O bancoAyoze Pérez tornou-se um homem de confiança do treinador
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sevilla, e não vai ser retirado.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Cristian Romero quer futebol continental; se o Sevilla o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Chofis será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sevilla as despedidas começaram em silêncio.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sevilla ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
15 golos e uma média de 7.38 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Raphinha. 2‑0 sobre o Osasuna, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marc-Aurèle Caillard será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sevilla as despedidas começaram em silêncio.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Ben Wilmot quer futebol continental; se o Sevilla o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Rafa Mir e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco27/03/2028
Raphinha tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sevilla dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel27/03/2028
5 caras novas e o Sevilla ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Sevilla vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
15 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sevilla perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Alavés vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Sevilla foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sevilla falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Álvaro Odriozola será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sevilla as despedidas começaram em silêncio.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Óscar Rivas agiu, no Sevilla, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sevilla lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Ademir lesiona os ligamentos do joelho — 23 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 23 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 24 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Sevilla a ouviu como outra coisa.
Cristian Romero e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
As regras permitem-no e dói na mesma. Gabriel Robledo acertou condições com o Espanyol para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
32 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Sevilla perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Isaac Romero produziu-o, e o 9.27 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Sevilla vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sevilla ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sevilla ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Chofis acertou condições com o Betis para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
O Racing Santander vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Sevilla foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 42 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Raphinha e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sevilla ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Uma média de 7.28 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
5 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Racing Santander foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Dribles concretizados: 40. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 51 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Sebastián Cáceres agiu, no Sevilla, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Álvaro Odriozola será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sevilla as despedidas começaram em silêncio.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Raphinha quer futebol continental; se o Sevilla o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sevilla coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 60 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O relógio fez o que o Granada não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Raphinha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Mark Gillespie regressa a Sevilla com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Não há pior forma de perder um futebolista. Marc-Aurèle Caillard pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Peque estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Notas dos jogadoresRaúl Moro em notas de excelência
Notas dos jogadoresChidera Ejuke em notas de excelência
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sevilla falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sevilla ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Direção07/02/2028
O prazo passa com 2 contratações e 6 saídas
Está feito o negócio no Sevilla até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
O negócio que levaria Marc-Aurèle Caillard para o Valencia caiu na fase final e ele reapresenta-se no Sevilla com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sevilla falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Sevilla perguntou e o Granada disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.49 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sevilla podem fingir não ter ouvido.
Plantel24/01/2028
17 dias de fora para David González depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Sevilla vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Cristian Romero e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sevilla lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Dribles concretizados: 34. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel17/01/2028
25 dias de fora para David González depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Sevilla vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sevilla, e não vai ser retirado.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Valentin Rosier está a viver essa versão no Sevilla, e costuma notar-se no primeiro mês.
A perseguição a Valentin Rosier terminou com $900.0K a mudar de mãos e o Osasuna sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Brahim Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A proposta seguiu esta semana para o Atlético Madrid, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Celta vai querer esquecer isto depressa: 5‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Sevilla foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sevilla falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sevilla perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Sevilla perguntou e o Málaga disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 41 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Atlético Madrid fica com o seu homem, e o Sevilla volta a uma lista com um nome riscado.
Isaac Romero tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Mallorca deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sevilla, e não vai ser retirado.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sevilla lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Sevilla a ouviu como outra coisa.
O Deportivo La Coruña está fora e o Sevilla segue em frente, com um 1‑1 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Plantel27/12/2027
49 dias de fora para David González depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Sevilla vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sevilla, e não vai ser retirado.
Raphinha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
58 dias de fora para David González depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Sevilla vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sevilla, e não vai ser retirado.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Sevilla e o Real Madrid, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Uma média de 7.29 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sevilla falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Brahim Díaz produziu-o, e o 8.35 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Raphinha e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Em resumo
Notas dos jogadoresIsaac Romero encarou-os todo o jogo
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sevilla falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sevilla, e não vai ser retirado.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sevilla lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
O bancoBrahim Díaz tornou-se um homem de confiança do treinador
70Edição
O Correio de Sevilla
29/11/2027
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel29/11/2027
85 dias de fora para David González depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Sevilla vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Brahim Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rafa Mir, e o treinador deixou.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sevilla falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sevilla coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Jordi Osei-Tutu acabou de assinar pelo Sevilla e, por uma vez, a resposta importava.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Ben Wilmot quer futebol continental; se o Sevilla o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Raphinha. 3‑1 sobre o Alavés, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sevilla ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Raphinha e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sevilla lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ben Wilmot, e o treinador deixou.
«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Rafa Mir foi informado de que não entra nos planos do treinador do Sevilla.
O banco15/11/2027
Raphinha tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sevilla dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sevilla, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Sevilla admitiria. Nota-se aos sábados.
Vitória por 2‑1 sobre o Racing Santander, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
O Levante vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Sevilla foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Javier Martínez marcou ao minuto 87, o Racing Santander já pensava na viagem de regresso, e o Sevilla levou tudo.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
7.91, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sevilla lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sevilla, e não vai ser retirado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.08 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sevilla ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Raphinha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O bancoBrahim Díaz tornou-se um homem de confiança do treinador
65Edição
O Correio de Sevilla
25/10/2027
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel25/10/2027
Ben Wilmot consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Ben Wilmot acabou de assinar pelo Sevilla e, por uma vez, a resposta importava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sevilla coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um 2‑0 sobre o Racing Santander, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Sevilla joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Rubén Vargas está nela.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Álvaro Odriozola será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sevilla as despedidas começaram em silêncio.
Marcar a qualquer outro é um golo. Marcar-lhes a eles é uma história que leva o nome de quem marcou durante uma década, e os adeptos do Sevilla já começaram a contá-la.
Rafa Mir e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
MercadoRaúl Moro está livre para procurar outro sítio
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Peque, e o treinador deixou.
O jogo à volta do qual se organiza o calendário. A forma vai pela janela, a tabela não se consulta, e durante noventa minutos o Sevilla será julgado por uma única coisa.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Sevilla foi explícito quanto à situação de Álvaro Odriozola, o que é mais do que muitos recebem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sevilla, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Isaac Romero assinar alguma coisa — um contrato no Sevilla ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Segue-se o Betis, e há um homem no balneário do Sevilla que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Sevilla. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sevilla lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Raphinha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» César Azpilicueta e o Sevilla acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Raphinha pôs o Sevilla de novo em igualdade em 2 minutos, e o Real Sociedad nunca chegou a jogar com vantagem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sevilla coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Álvaro Odriozola será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sevilla as despedidas começaram em silêncio.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Joe Rothwell agiu, no Sevilla, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Raphinha e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel20/09/2027
Chidera Ejuke melhorou aos 29, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Sevilla ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Mallorca fica com o seu homem, e o Sevilla volta a uma lista com um nome riscado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sevilla ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Sevilla nada responderam, o que também é uma resposta.
Direção06/09/2027
O Sevilla fecha o mercado com um plantel feito por si
20 entradas e 8 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Raphinha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 25 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
O Sevilla ficou sem tempo com o Deportivo La Coruña. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.