Youssouf Fofana esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Solly March está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Youssouf Fofana está nela.
O Sevilla perguntou e o Valencia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
$14.8M era o máximo que o clube pagaria, e o Villarreal pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 4, saíram 1, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Rubén Vargas esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
17 golos em 20 jogos no Aris Thessaloniki — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Sevilla alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Nada na semana que aí vem é normal. O Betis no sábado, uma cidade que já começou a falar disso, e um balneário a quem não é preciso explicar o que significa.
O Real Sociedad queria mais do que $31.1M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Endrick produziu-o, e o 9.12 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O Cultural Leonesa pagou $3.7M e o Sevilla aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Youssouf Fofana e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
19 jogos no Aris Thessaloniki e os golos não param. No Sevilla acompanham isto mais de perto do que o clube que o tem gostaria.
Plantel25/01/2027
Solly March desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Sevilla ofereceu $37.8M; o River Plate disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Sevilla foi ao Villarreal com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Sevilla perguntou e o Granada disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Sevilla foi ao Lecce com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sevilla perdeu-o em tudo menos nos papéis.
14 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Youssouf Fofana e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Solly March está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Real Madrid queria mais do que $60.7M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
A perseguição a Enric Franquesa terminou com $7.3M a mudar de mãos e o Leganés sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Leganés fica com o seu homem, e o Sevilla volta a uma lista com um nome riscado.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Enric Franquesa agiu, no Sevilla, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sevilla coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pablo García tem 20 anos, e o Sevilla contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Eduardo Ruiz está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Víctor Soto está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 85. O Osasuna tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Em resumo
Notas dos jogadoresChidera Ejuke encarou-os todo o jogo
PlantelAs defesas já dobram a marcação a Chidera Ejuke
A proposta seguiu esta semana para o Real Madrid, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A proposta seguiu esta semana para o Leganés, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A proposta seguiu esta semana para o Getafe, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sevilla, e não vai ser retirado.
Rubén Vargas esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel04/01/2027
Solly March desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Endrick não precisou: 8.06, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Jogo26/12/2026
O Sevilla torna a sua casa um sítio difícil de visitar
12 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Youssouf Fofana e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Solly March está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Jogo19/12/2026
O Sevilla torna a sua casa um sítio difícil de visitar
11 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Youssouf Fofana e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
O banco21/12/2026
Solly March tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sevilla dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Youssouf Fofana esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sevilla ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Solly March estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Pedro Santos está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Enrique Rojas passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Em resumo
MercadoA história de Dani Vivian recusa-se a morrer
PlantelUm jovem do Sevilla leva o prémio de melhor sub-21
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sevilla coisas que levam mais de uma semana a retirar.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Rubén Vargas. 2‑1 sobre o Rayo Vallecano, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Em resumo
Notas dos jogadoresRubén Vargas jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Notas dos jogadoresUm daqueles dias de Chidera Ejuke
A primeira derrota em 15 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Real Madrid; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Youssouf Fofana e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Sevilla e o Real Madrid, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Sevilla disse a Solly March que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Já são 15 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Youssouf Fofana e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel23/11/2026
Solly March desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
O banco23/11/2026
Solly March tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sevilla dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Marc González depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sevilla coisas que levam mais de uma semana a retirar.
8 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
5 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Posição 2, 30 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Endrick não precisou: 8.36, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sevilla coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A formação existe exatamente para esta manhã. Álvaro Moreno passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Notas dos jogadores09/11/2026
Chidera Ejuke jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.15. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Em resumo
Notas dos jogadoresSolly March jogou uma tarde diferente da de toda a gente
A série sem derrotas chega aos 11 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Chidera Ejuke e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel02/11/2026
Solly March desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
O treinador reorganizou as ideias e Neal Maupay saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
O banco02/11/2026
Youssouf Fofana tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sevilla dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Endrick está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Dribles concretizados: 41. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Youssouf Fofana e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Solly March estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Jogo24/10/2026
Mais uma trazida de fora
3 seguidas na estrada para o Sevilla. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Solly March está nela.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Youssouf Fofana esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Isaac Romero. 3‑1 sobre o Getafe, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Um toque que não queria, um ressalto impossível de ler e o seu nome na coluna errada. Depois disto não há consolo, e no Sevilla não o vão tentar esta noite.
O banco19/10/2026
Isaac Romero tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sevilla dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sevilla coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Solly March está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Gabriel Gallardo está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 5 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
Em resumo
PlantelNo Sevilla ainda são estranhos uns para os outros
O bancoDani Vivian tornou-se um homem de confiança do treinador
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Aitor Fernández e o Sevilla acertam mais 2 anos.
Youssouf Fofana e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Solly March está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Quatro semanas em que ninguém na divisão fez melhor o seu trabalho. O prémio vai para uma prateleira e o jogador volta para a equipa, que é a ordem que o Sevilla prefere.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Contra qualquer outro seriam três pontos e pouco mais. Contra eles, e com o nome dele no golo, é um ano de conversa garantida para o Sevilla e uma história que vai sobreviver ao contrato dele.
Solly March e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Peque treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O Oviedo vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Sevilla foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Youssouf Fofana esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Solly March estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Notas dos jogadores21/09/2026
Chidera Ejuke jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.33. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Segue-se o Betis, o que significa uma semana que começa na segunda-feira. Tudo o resto nesta página estará esquecido até sábado; este jogo não se esquece durante um ano.
Dribles concretizados: 28. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.01 aos 37, e ninguém no campo esteve melhor.
Chidera Ejuke esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sevilla ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Solly March está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Carlos Cruz está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Alejandro Castro passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Um 1‑0 sobre o Athletic Bilbao, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Sevilla vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Valencia pode já não estar a vender.
Direção07/09/2026
O prazo passa com 24 contratações e 0 saídas
Está feito o negócio no Sevilla até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sevilla ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Endrick acabou de assinar pelo Sevilla e, por uma vez, a resposta importava.
Youssouf Fofana e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 87. O Villarreal tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Faltam 12 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Sevilla fez a parte difícil com o Valencia, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Athletic Bilbao fica com o seu homem, e o Sevilla volta a uma lista com um nome riscado.
$7.3M era o máximo que o clube pagaria, e o Las Palmas pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Aitor Fernández está a viver essa versão no Sevilla, e costuma notar-se no primeiro mês.
Youssouf Fofana e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Chidera Ejuke. 2‑0 sobre o Osasuna, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel31/08/2026
Solly March desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadores31/08/2026
Isaac Romero jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.56. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Paris Saint-Germain fica com o seu homem, e o Sevilla volta a uma lista com um nome riscado.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 86, e o Alavés passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Youssouf Fofana esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/08/2026
Solly March desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Rubén Vargas. 1‑0 sobre o Alavés, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Marc González podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Em resumo
Notas dos jogadoresSolly March deixa-as todas atrás
O Sevilla perguntou e o Manchester City disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A perseguição a Dani Vivian terminou com $34.6M a mudar de mãos e o Athletic Bilbao sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Plantel17/08/2026
Uma transferência que Dani Vivian teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Dani Vivian está a viver essa versão no Sevilla, e costuma notar-se no primeiro mês.
O Barcelona queria mais do que $4.7M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sevilla coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Direção17/08/2026
O estádio vai crescer
Os planos estão aprovados para uma lotação de 49378. Decisões destas julgam-se vinte anos depois, por gente que não estava na sala.
10 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
A proposta seguiu esta semana para o Barcelona, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Solly March agiu, no Sevilla, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Youssouf Fofana e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Há um alívio muito próprio quando um clube trata exatamente daquilo por que a sua própria bancada anda a gritar. Ignacio Chicco chega precisamente para esse trabalho, e agora tem de o fazer.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Villarreal fica com o seu homem, e o Sevilla volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Solly March estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Izei Sánchez está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
O Sevilla foi ao Aldosivi com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Chidera Ejuke e o Sevilla acertam mais 4 anos.
Youssouf Fofana e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Faltam 49 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.