Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
DireçãoOs salários levam 87% do que Shakhter recebem
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Maksim Galkin, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Shakhter sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Edmilson assinar alguma coisa — um contrato no Shakhter ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Shakhter sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Denis Mitrofanov fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Edmilson e o Shakhter acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Toda a gente deixou de fingir: o Zhetysu vai fazer a chamada por Rinat Nuserbayev esta semana. O Shakhter tem um número em mente, e o número não é tímido.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Shakhter sabem-no, e também todos os que o veem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Shakhter sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Dias Qalybaev. 3‑2 sobre o Akzhaiyk, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Alen Aimanov e o Shakhter acertam mais 3 anos.
Toda a gente deixou de fingir: o Akzhaiyk vai fazer a chamada por Rinat Nuserbayev esta semana. O Shakhter tem um número em mente, e o número não é tímido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Shakhter ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 18 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Ordabasy? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 12 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Shakhter ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Shakhter, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 18 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Aktobe pagou $170.0K e o Shakhter aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Shakhter ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Igor' Shatskii e o Shakhter acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bohdan Savkiv, e o treinador deixou.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 18 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tim Colvey, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Shakhter, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Shakhter sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm dia para esquecer de Edmilson
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Igor' Shatskii sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Aleksandr Migunov assinar alguma coisa — um contrato no Shakhter ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Wasiu Falolu
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 16 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Atyrau? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Edmilson. 3‑1 sobre o Akzhaiyk, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Arman Nusip, e o treinador deixou.
Uma média de 7.24 na época, com 2 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Shakhter têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Edmilson. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 25 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Edmilson, e o treinador deixou.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Irtysh defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Shakhter, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
MercadoA história de Bohdan Savkiv recusa-se a morrer
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Uälikhan Mūkhametzhanov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Shakhter as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
PlantelMaksim Galkin pede uma conversa com o treinador
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Shakhter ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tair Nurseitov, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Edmilson. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 11 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
O Okzhetpes segue em frente e o Shakhter vai para casa, com um 0‑1 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
As bancadas09/04/2029
As bancadas já chegaram ao limite
«Andamos atrás de vocês por todo o lado e recebemos isto.» 8 dos 34 jogadores do plantel principal ouviram-no ao sair, e quem não ouviu é porque não jogou.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Uälikhan Mūkhametzhanov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Shakhter as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rifat Nurmugamet será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Shakhter as despedidas começaram em silêncio.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Igor' Shatskii sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Artem Litosh, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Shakhter têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Edmilson. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Aibol Nurgaliev volta a ser jogador do Shakhter, e a cidade tem a sua história do verão.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Mercado12/03/2029
Como se nunca tivesse saído: Erbol Orazov regressa
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Erbol Orazov volta a ser jogador do Shakhter, e a cidade tem a sua história do verão.
A camisola ainda lhe serve. Marat Taykenov está de volta ao Shakhter, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A proposta do Atyrau por Uälikhan Mūkhametzhanov foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Shakhter, e não vai ser retirado.
O negócio que levaria Nikita Kildzhiev para o Aktobe caiu na fase final e ele reapresenta-se no Shakhter com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Lisav Eissat treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Edmilson. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no Shakhter a diferença vê-se da última fila.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Atyrau pagou $520.0K e o Shakhter aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Merei Zhambyl, e o treinador deixou.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Shakhter sabem-no, e também todos os que o veem.
O Shakhter fez saber ao mercado que Rifat Nurmugamet está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Georgii Zhukov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Royce Malatji tem 20 anos, e o Shakhter contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Shakhter não o segura a fingir o contrário.
A proposta do Astana por Rifat Nurmugamet foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Shakhter sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Lisav Eissat tem de reconquistar o que julgava seu. O Shakhter não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Edmilson. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Lisav Eissat treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Georgii Zhukov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Shakhter estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Edmilson. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Igor' Shatskii e o Shakhter acertam mais 2 anos.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Shakhter sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Shakhter beneficiou disso.
Georgii Zhukov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 18 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Elliot Collier. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma média de 7.19 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Shakhter sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Com 39 anos, Igor' Shatskii passou por todos os escalões do clube e vê um jogador emprestado de nível semelhante ser titular todas as semanas. Na formação reparam nestas coisas — e nas bancadas também.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Shakhter sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
3 golos em 22 jogos no Akzhaiyk — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Shakhter alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Edmilson. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Elliot Collier. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Shakhter ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Uma média de 7.19 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Shakhter sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Rafkat Aslan e o Shakhter acertam mais 1 anos.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Shakhter sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Shakhter que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Vejo todos os jogos do Shakhter daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Hapoel Kiryat Shmona segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Elliot Collier. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma média de 7.19 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Shakhter sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Bohdan Savkiv. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Shakhter que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
Uma época a olhar para o jogador de outro: Shon Cohen chega do Maccabi Tel Aviv com algo a provar e um bilhete de volta na gaveta. Os bons empréstimos enriquecem toda a gente; este começa no sábado.
O Shakhter passou o mercado a tentar colocar Älikhan Israilov e não apareceu ninguém. Treina com um plantel que já lhe disse que não conta com ele, e ambas as partes esperam agora pela próxima janela.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Aleksandr Migunov agarrou este contra o Irtysh. 2‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Shakhter.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 24 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Georgii Zhukov e o Shakhter acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do Shakhter daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Hapoel Kiryat Shmona segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Uma média de 7.19 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Shakhter sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Shakhter sabem-no, e também todos os que o veem.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Shakhter, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tair Nurseitov, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Bohdan Savkiv. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma audição de uma época inteira: o passe continua a ser do Hapoel Haifa, mas a camisola e os minutos são do Shakhter. Um empréstimo é uma aposta que ambos os clubes acreditam estar a ganhar.
“Pela primeira vez em anos jogo porque alguém me quer na equipa.” O Akzhaiyk assenta-lhe bem; a conversa incómoda pertence ao Shakhter, e o verão vai forçá-la.
Em resumo
MercadoRafkat Aslan colocado na lista de transferências
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A história preferida de qualquer jornal e a menos preferida de qualquer treinador. O sucedido «está a ser tratado internamente», expressão que os clubes usam quando preferiam que ninguém voltasse a perguntar.
4 golos e uma média de 7.42 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 20 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Maksim Galkin.
0‑3 para o Irtysh, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do Shakhter daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Hapoel Kiryat Shmona segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Shakhter sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Shakhter, e não vai ser retirado.
Uma média de 7.20 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Shakhter têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Jogo15/07/2028
Não se vê o fim da espera do Shakhter por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Shakhter tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A perseguição a Sūltan Būsyrmanov terminou com $100.0K a mudar de mãos e o Tobol sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Shakhter sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Wasiu Falolu
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
3 golos e uma média de 7.34 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Um toque que não queria, um ressalto impossível de ler e o seu nome na coluna errada. Depois disto não há consolo, e no Shakhter não o vão tentar esta noite.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
39 anos, todos os escalões desta casa às costas e, todos os sábados, um emprestado de nível parecido à frente. Os pais na bancada repararam, e os miúdos abaixo dele também.
Vitória por 2‑1 sobre o Tobol, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Kairat pagou $330.0K e o Shakhter aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Uma média de 7.20 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Shakhter sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.29 na época, com 2 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Elliot Collier. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
As bancadasA imprensa encontrou o seu homem em Edmilson
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma média de 7.22 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Shakhter sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rustam Zhankhaev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Shakhter as despedidas começaram em silêncio.
Georgii Zhukov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rifat Nurmugamet, e o treinador deixou.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Artem Litosh, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Shakhter sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O prémio é pouca coisa com um significado pesado: durante quatro semanas ninguém neste escalão fez melhor o seu trabalho. Shakhter têm o troféu numa prateleira e o jogador na equipa.
Em resumo
Notas dos jogadoresA única coisa que Edmilson não conseguiu
Notas dos jogadoresA única coisa que Aleksandr Migunov não conseguiu
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 21 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
1 golos e uma média de 7.20 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Georgii Zhukov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O Taraz vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Shakhter foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Uma média de 7.22 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Shakhter têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rustam Zhankhaev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Shakhter as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Igor' Shatskii, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Shakhter, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Denis Mitrofanov e o Shakhter acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Shakhter têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ikenna John, e o treinador deixou.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Temirlan Erlanov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Shakhter têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Yeldos Orazov volta a ser jogador do Shakhter, e a cidade tem a sua história do verão.
A camisola ainda lhe serve. Ordabasy Orazov está de volta ao Shakhter, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
A camisola ainda lhe serve. Rinat Beysebekov está de volta ao Shakhter, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Maksim Galkin e o Shakhter acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Amir Hossein Nikpour regressa a Shakhter com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rustam Zhankhaev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Shakhter as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Georgii Zhukov assinar alguma coisa — um contrato no Shakhter ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Shakhter sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Shakhter não o segura a fingir o contrário.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Elliot Collier tem de reconquistar o que julgava seu. O Shakhter não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Shakhter ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 18 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Shakhter sabem-no, e também todos os que o veem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Shakhter sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Sūltan Shymyrkhan tem a sua resposta do Shakhter; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Georgii Zhukov assinar alguma coisa — um contrato no Shakhter ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Artem Litosh pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Shakhter, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no Shakhter a diferença vê-se da última fila.
Em resumo
PlantelO treinador crava a sua bandeira em Bohdan Savkiv
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Shakhter sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Um treinador perdoa um mau sábado muito mais depressa do que uma má terça, porque um explica-se e o outro escolheu-o. Os relatos desta semana não foram bons.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Shakhter estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Georgii Zhukov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
Em resumo
PlantelO treinador crava a sua bandeira em Georgii Zhukov
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Shakhter sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
A mensagem era tanto para as bancadas como para o balneário: Abdullah Al-Shamekh joga, e a discussão fica encerrada até o treinador decidir o contrário.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tair Nurseitov, e o treinador deixou.