Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 34 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Agustín Luna Semino e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Posição 18 e 8 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 41 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fernando Bobadilla será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Siracusa as despedidas começaram em silêncio.
Jogo08/12/2029
Não se vê o fim da espera do Siracusa por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Siracusa tem de arrancar um resultado de algum lado.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Christian Bonacchi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dalmiro Ruscitti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fernando Bobadilla, e o treinador deixou.
A raiva no Siracusa transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Siracusa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Siracusa está a esgotar-se.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Federico Pacciardi e o Siracusa acertam mais 2 anos.
Plantel03/12/2029
Palavras no treino do Siracusa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Christian Patitucci está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bryan Bonucci, e o treinador deixou.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Siracusa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Derrota por 1‑3, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel26/11/2029
Palavras no treino do Siracusa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Christian Bonacchi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Siracusa ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Siracusa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 1‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Diogo Martins, e o treinador deixou.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 62 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Plantel19/11/2029
Palavras no treino do Siracusa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Christian Bonacchi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Rostyslav Baran esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Siracusa ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o Benevento.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Siracusa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Lautaro Jaimes e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lautaro Jaimes, e o treinador deixou.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Siracusa disse a Michael Biritwum Foh que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 76 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Christian Bonacchi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Siracusa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Siracusa podem fingir não ter ouvido.
Plantel29/10/2029
Palavras no treino do Siracusa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Christian Bonacchi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Siracusa ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Siracusa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Christian Patitucci estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Alessandro Farroni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rostyslav Baran, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Siracusa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Christian Bonacchi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Lautaro Jaimes e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fernando Bobadilla, e o treinador deixou.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Siracusa
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Christian Bonacchi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Alessandro Farroni esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Assinou à espera de um palco maior do que o que encontrou. Não demorou muito, e o balneário também não demorou muito a reparar.
Plantel08/10/2029
8 caras novas e o Siracusa ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Lautaro Jaimes está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Etienne Catena estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Siracusa ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Alessandro Farroni e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Siracusa joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
0-3, e muito antes do fim a bancada visitante tinha passado do incentivo para algo bastante mais afiado. Ninguém liga para um programa de rádio por perder por pouco.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Christian Bonacchi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Alessandro Farroni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Siracusa ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O banco24/09/2029
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
O Trapani levou os pontos após um 1‑3 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel17/09/2029
Palavras no treino do Siracusa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Christian Bonacchi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 1‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jacopo Di Pierdomenico, e o treinador deixou.
Dos campos da formação para uma ficha de jogo da equipa principal aos 17 anos. A estreia é a parte fácil; o segundo jogo é o que todos os jovens têm de merecer.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Angelo Guida assinar alguma coisa — um contrato no Siracusa ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Notas dos jogadoresLautaro Jaimes passa por eles um de cada vez
163Edição
O Correio de Siracusa
10/09/2029
Do nosso correspondente de futebolEstável
As bancadas10/09/2029
A raiva no Siracusa transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Bari ninguém diz, e no Siracusa ninguém gosta de estar a adivinhar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Ignatiy Sidor agiu, no Siracusa, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Agustín Luna Semino esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Siracusa, mais uma semana sem a assinatura de Fernando Bobadilla.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Siracusa foi explícito quanto à situação de Gonzalo Coronel, o que é mais do que muitos recebem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Siracusa podem fingir não ter ouvido.
Direção03/09/2029
O Siracusa fecha o mercado com um plantel feito por si
11 entradas e 12 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Atalanta ninguém diz, e no Siracusa ninguém gosta de estar a adivinhar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Christian Bonacchi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Ascoli fica com o seu homem, e o Siracusa volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bryan Bonucci, e o treinador deixou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Siracusa ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O Siracusa tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Salernitana, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
Direção27/08/2029
5 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Siracusa
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Christian Bonacchi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Danilo Fiorini está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Elia Villa passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Dalmiro Ruscitti e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Siracusa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel20/08/2029
Palavras no treino do Siracusa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Federico Pacciardi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Padova fica com o seu homem, e o Siracusa volta a uma lista com um nome riscado.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Siracusa ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O Siracusa já telefonou ao Crotone. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Siracusa está a esgotar-se.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Siracusa perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Siracusa, e não vai ser retirado.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 4 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
O Siracusa perguntou e o Sorrento disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Siracusa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Siracusa já telefonou ao Cremonese. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Posição 17 e 26 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
O telefone voltou a tocar por causa de Alessandro Farroni, e desta vez do outro lado está o Giana Erminio. No Siracusa ouvem com educação e não prometem nada.
O Siracusa ofereceu $56.0K; o Vis Pesaro disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Christian Bonacchi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Siracusa perguntou e o Benevento disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Siracusa, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Christian Raggioli será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Siracusa as despedidas começaram em silêncio.
Alessandro Farroni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Sorrento queria mais do que $94.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Siracusa sabem-no.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Federico Pacciardi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Siracusa, e não vai ser retirado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Inter fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Etienne Catena e o Siracusa acertam mais 3 anos.
$94.0K em cima da mesa do Sorrento. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Plantel23/07/2029
Gianluca Contini desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Siracusa perguntou e o Padova disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel23/07/2029
Hamza Yacoub melhorou aos 26, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 4 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Direção16/07/2029
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Siracusa
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Siracusa fez a parte difícil com o Bologna, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Christian Patitucci e o Siracusa acertam mais 4 anos.
Alessandro Farroni esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 25 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Latina fica com o seu homem, e o Siracusa volta a uma lista com um nome riscado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Siracusa, e não vai ser retirado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Maiko Candiano e o Siracusa acertam mais 2 anos.
O Siracusa foi ao Pergolettese com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A proposta seguiu esta semana para o Sambenedettese, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Siracusa, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Christian Raggioli será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Siracusa as despedidas começaram em silêncio.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Siracusa fez a parte difícil com o Giana Erminio, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Siracusa, e não vai ser retirado.
Luciano Romano foi-se, as contas têm $1.8M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Siracusa fez a parte difícil com o Bra, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O Sorrento queria mais do que $94.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Plantel25/06/2029
Gianluca Contini desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dalmiro Ruscitti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Siracusa ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O Siracusa já telefonou ao Guidonia Montecelio. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Siracusa
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Verba acordada, salário acordado, e o Südtirol à espera com uma camisola. No Siracusa ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Siracusa, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o Sorrento, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Federico Pacciardi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A proposta do Pro Vercelli por Cristian Samaritani foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alessandro Farroni e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gianluca Contini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma sondagem ao Empoli para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Gianluca Mazzi está em marcha
DireçãoEm Siracusa, 89% das receitas vão para salários
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Siracusa fez a parte difícil com o Campobasso, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Plantel04/06/2029
Palavras no treino do Siracusa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gianluca Contini está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O telefone voltou a tocar por causa de Cristian Samaritani, e desta vez do outro lado está o Pro Vercelli. No Siracusa ouvem com educação e não prometem nada.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Siracusa ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Matías Acosta Roth e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alessandro Farroni esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel28/05/2029
Palavras no treino do Siracusa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Federico Pacciardi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para León Astrada, e o treinador deixou.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Luciano Romano pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Isto não é rotação. Luciano Romano está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Siracusa finge o contrário.
Plantel21/05/2029
Gianluca Contini desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Lautaro Jaimes e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Siracusa sabem-no.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Diogo Martins e o Siracusa acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Angelo Guida assinar alguma coisa — um contrato no Siracusa ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Posição 17 e 26 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Siracusa, e não vai ser retirado.
Alessandro Farroni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gianluca Contini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Siracusa ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Siracusa, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Maiko Candiano anda nisto há tempo suficiente para saber como se sente uma primavera que corre mal, e está a senti-lo. Um vestiário com medo joga como um vestiário com medo.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Federico Pacciardi compromete-se com o Siracusa por mais 2 anos.
Plantel07/05/2029
Palavras no treino do Siracusa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Federico Pacciardi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Christian Raggioli esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Maiko Candiano está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
Minuto 93. Gianluca Contini encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Giugliano passou do ponto ao nada num só movimento.
Uma média de 7.24 na época, com 22 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gianluca Contini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Gianluca Contini. 1‑0 sobre o Giugliano, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ernestas Gudelevicius, e o treinador deixou.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Siracusa ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
A raiva no Siracusa transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Siracusa está a esgotar-se.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Siracusa, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Siracusa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/04/2029
Gianluca Contini desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Posição 17 e 23 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Uma média de 7.23 na época, com 21 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Siracusa sabem-no.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Siracusa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alessandro Farroni e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel09/04/2029
Gianluca Contini desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Alessandro Farroni.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Siracusa toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Siracusa podem fingir não ter ouvido.
Plantel02/04/2029
Gianluca Contini desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Siracusa ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Siracusa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Alessandro Farroni treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Christian Patitucci foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
A raiva no Siracusa transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 12 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Siracusa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 37 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.18 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
21 golos e uma média de 7.24 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
O Altamura obrigou o Siracusa a suar, mas no fim o marcador dizia 3‑2 e a tabela não pergunta como.
Plantel19/03/2029
Palavras no treino do Siracusa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gianluca Contini está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
0‑3 para o Salernitana, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Siracusa, e não vai ser retirado.
Christian Raggioli esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Alessandro Farroni esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Siracusa e do Benevento por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm daqueles dias de Angelo Guida
Os adeptos organizam-se contra a direção do Siracusa
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Direção26/02/2029
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Siracusa
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel26/02/2029
Palavras no treino do Siracusa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Federico Pacciardi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Alessandro Farroni chama-lhe outra coisa em privado.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Siracusa ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Alessandro Farroni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Virtus Verona queria mais do que $72.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gianluca Contini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Siracusa perguntou e o Ascoli disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Siracusa ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Uma média de 7.25 na época, com 19 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Siracusa sabem-no.
O Udinese queria mais do que $310.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gianluca Contini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Crotone fica com o seu homem, e o Siracusa volta a uma lista com um nome riscado.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Gianluca Contini produziu-o, e o 8.79 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 1, saíram 1, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Fiorentina fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Uma média de 7.22 na época, com 18 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Siracusa, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o Empoli, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Siracusa ofereceu $46.0K; o Crotone disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gianluca Contini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Siracusa ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Dalmiro Ruscitti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Posição 17 e 15 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Gianluca Contini produziu-o, e o 8.90 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
$500.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Empoli pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
A proposta seguiu esta semana para o Virtus Verona, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Salernitana fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
O Siracusa foi ao Empoli com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Alessandro Farroni e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Virtus Verona queria mais do que $72.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Siracusa toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Fiorentina ninguém diz, e no Siracusa ninguém gosta de estar a adivinhar.
A proposta seguiu esta semana para o Virtus Verona, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Plantel08/01/2029
Gianluca Contini desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Siracusa perguntou e o Genoa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alessandro Farroni, e o treinador deixou.
16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Siracusa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
As bancadas01/01/2029
Os adeptos organizam-se contra a direção do Siracusa
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Siracusa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Siracusa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Gianluca Contini. 2‑0 sobre o Sorrento, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Christian Raggioli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dalmiro Ruscitti e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Siracusa ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
31 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Siracusa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Federico Pacciardi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gianluca Contini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
38 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Siracusa perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Aos 37 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.16 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Siracusa ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Plantel11/12/2028
Gianluca Contini desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
45 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Siracusa perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
As bancadas04/12/2028
Os adeptos organizam-se contra a direção do Siracusa
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Posição 19 e 4 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
0‑3 para o Cosenza, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Jogo02/12/2028
Não se vê o fim da espera do Siracusa por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Siracusa tem de arrancar um resultado de algum lado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Maiko Candiano e o Siracusa acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Ernestas Gudelevicius e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Siracusa sobre quem trabalha
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de Siracusa
54 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Siracusa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Alessandro Farroni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel27/11/2028
Gianluca Contini desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Christian Raggioli, e o treinador deixou.
62 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Siracusa perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 20 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gianluca Contini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Luca Davis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Segue-se o Salernitana, e há um homem no balneário do Siracusa que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Gianluca Contini. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
69 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Siracusa perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 27 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alessandro Farroni esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 77 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
As bancadas06/11/2028
A raiva no Siracusa transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 34 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Siracusa, e não vai ser retirado.
Jogo04/11/2028
Não se vê o fim da espera do Siracusa por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Siracusa tem de arrancar um resultado de algum lado.
Já vão 5 jogos com pelo menos dois sofridos. A defesa foi reorganizada, o guarda-redes foi apoiado publicamente, e os golos continuam a entrar.
Plantel06/11/2028
Palavras no treino do Siracusa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gianluca Contini está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
84 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Siracusa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Etienne Catena não será o apontado, mas ninguém no Siracusa escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Siracusa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.26 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.76 para o resto.
Jogo28/10/2028
Não se vê o fim da espera do Siracusa por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Siracusa tem de arrancar um resultado de algum lado.
Alessandro Farroni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel30/10/2028
Palavras no treino do Siracusa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gianluca Contini está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
91 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Siracusa perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Siracusa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco23/10/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑3, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Siracusa, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
98 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Siracusa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Siracusa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gianluca Contini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Siracusa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Diego Vianello, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Siracusa, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Siracusa foi explícito quanto à situação de Maxim Rusinov, o que é mais do que muitos recebem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Luciano Romano. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
105 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Siracusa perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
As bancadas09/10/2028
A raiva no Siracusa transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Siracusa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Federico Pacciardi e o Siracusa acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Siracusa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ernestas Gudelevicius, e o treinador deixou.
O banco09/10/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑3, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
113 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Siracusa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Siracusa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Federico Pacciardi e o Siracusa acertam mais 2 anos.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Siracusa ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
120 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Siracusa perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O clube procurou lá fora durante um mês, não encontrou nada de que gostasse mais e entregou o cargo a quem já o estava a fazer. Conhece a casa; falta provar que conhece o resto.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Siracusa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alessandro Farroni e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel25/09/2028
Gianluca Contini desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 127 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.91 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Jogo16/09/2028
Não se vê o fim da espera do Siracusa por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Siracusa tem de arrancar um resultado de algum lado.
O Siracusa ofereceu $580.0K; o Lecce disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
2‑4 para o Foggia, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel18/09/2028
Gianluca Contini desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A raiva no Siracusa transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel11/09/2028
Etienne Catena sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Alessandro Farroni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O relógio fez o que o Parma não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Tem 17 anos e ninguém em Siracusa o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
O Siracusa e o Parma acertaram em $220.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Direção04/09/2028
O prazo passa com 10 contratações e 7 saídas
Está feito o negócio no Siracusa até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Notas dos jogadores04/09/2028
Um golo e uma assistência para Angelo Guida — 7.89
Participação em 2 golos, de um jogador que passou noventa minutos a fazer aquilo que um treinador quer mesmo: estar onde a bola ia acabar. 7.89 ao lado do nome.
O Hellas Verona aceitou o dinheiro. O que o Siracusa ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Christian Bonacchi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
$6.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Empoli pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gianluca Contini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Quatro parágrafos no site do clube, nenhum deles sobre futebol. A direção agradeceu, desejou-lhe felicidades e já tinha a procura em marcha antes de a página ir para o ar.
A equipa técnica esvaziou-se por completo e não havia ninguém internamente para promover, por isso o clube nomeou um nome que quase nenhum adepto reconhecerá. Recupera-se disto; ninguém gosta de o explicar.
«Alguém tem de fazer a equipa no sábado. Esta semana sou eu, e não pensei mais longe do que isso.» Não houve promessas de parte a parte, que é como estas coisas costumam começar.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
A proposta do Madura United por Cristian Samaritani foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
$580.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Lecce pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Alessandro Farroni e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Direção3 jogadores da formação sobem à equipa principal do Siracusa
107Edição
O Correio de Siracusa
14/08/2028
Do nosso correspondente de futebolInquietação
As bancadas14/08/2028
Os adeptos organizam-se contra a direção do Siracusa
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Posição 19 e 24 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gianluca Contini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Siracusa entrevistou o mercado e nomeou o corredor: Interim Coach fica com o trabalho que já fazia em tudo menos no título. Às vezes as mãos mais seguras são as que já seguram o volante.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Siracusa, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o Modena, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Cristian Samaritani regressa a Siracusa com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Siracusa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel07/08/2028
Palavras no treino do Siracusa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gianluca Contini está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Siracusa perguntou e o Pisa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
17 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Siracusa perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Siracusa ofereceu $520.0K; o Modena disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Alessandro Farroni esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Siracusa perguntou e o Pisa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Luciano Romano. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
MercadoLuca Davis colocado na lista de transferências
Nicola Valente lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Siracusa, e não vai ser retirado.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
$580.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Lecce pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Alessandro Farroni e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Uma sondagem ao Guidonia Montecelio para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma sondagem ao Pisa para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Angelo Guida não desaparece
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Siracusa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Posição 19 e 24 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Alvos de mercado17/07/2028
$560.0K põem os clubes de acordo sobre Daniele Bleve
O Lecce aceitou o dinheiro. O que o Siracusa ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
O Hellas Verona queria mais do que $1.1M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Toda a gente deixou de fingir: o Ospitaletto vai fazer a chamada por Alessandro Farroni esta semana. O Siracusa tem um número em mente, e o número não é tímido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Siracusa ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Em resumo
PlantelGianluca Contini desentende-se com um colega por causa das exigências
O Siracusa ofereceu $2.0M; o Bologna disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Federico Pacciardi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 26 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Diego Vianello estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Quatro parágrafos no site do clube, nenhum deles sobre futebol. A direção agradeceu, desejou-lhe felicidades e já tinha a procura em marcha antes de a página ir para o ar.
Direção03/07/2028
O Siracusa não tem ninguém para dirigir os treinos
Não é uma nomeação interina — é uma instituição com o gabinete técnico vazio. Esta semana as sessões serão dirigidas por alguém desconhecido, e a pergunta de como um clube chega a este estado será feita à direção e ficará sem resposta.
O Siracusa e o Bologna acertaram em $2.0M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
«Alguém tem de fazer a equipa no sábado. Esta semana sou eu, e não pensei mais longe do que isso.» Não houve promessas de parte a parte, que é como estas coisas costumam começar.
$2.3M era o máximo que o clube pagaria, e o Fiorentina pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Alessandro Farroni esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/07/2028
Palavras no treino do Siracusa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gianluca Contini está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Giugliano tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
O Siracusa foi ao Fiorentina com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Siracusa, e não vai ser retirado.
Alessandro Farroni e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gianluca Contini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
DireçãoOs salários levam 91% do que Siracusa recebem
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
24 pontos e um calendário a esgotar-se. As contas ainda não são cruéis, mas já não são simpáticas.
As bancadas19/06/2028
Os adeptos revoltam-se com a venda de Mattia Puzone por $3.5M
Vai para o Cardiff City, o clube tem $3.5M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Siracusa, e não vai ser retirado.
Alessandro Farroni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel19/06/2028
Palavras no treino do Siracusa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Federico Pacciardi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Cremonese fica com o seu homem, e o Siracusa volta a uma lista com um nome riscado.
Perguntou-se ao Virtus Entella se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O aperto de mão com o Latina está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Salernitana fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Siracusa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ambas as partes esperam falar nos próximos dias. O Siracusa vai pedir um valor, e tudo o que vier depois é aritmética.
Plantel12/06/2028
Palavras no treino do Siracusa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gianluca Contini está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Siracusa perguntou e o Hellas Verona disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Siracusa ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O Siracusa já telefonou ao Mantova. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Dalmiro Ruscitti acabou de assinar pelo Siracusa e, por uma vez, a resposta importava.
Alessandro Farroni esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gianluca Contini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Dalmiro Ruscitti e o Siracusa acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O Siracusa já telefonou ao Carrarese. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Christian Raggioli esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
43 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.
Plantel29/05/2028
Matteo Zanini desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Gianluca Contini. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Posição 19 e 24 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Lazar Jovanović e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel22/05/2028
Gianluca Contini desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Siracusa ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Disseram uma coisa a Mateo Fernández e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matías Acosta Roth, e o treinador deixou.
18 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Siracusa perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Lazar Jovanović esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gianluca Contini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
25 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Siracusa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Siracusa toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Siracusa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Siracusa ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Maiko Candiano: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Siracusa, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
32 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Siracusa perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Siracusa está a esgotar-se.
Lazar Jovanović e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Tem 21 anos, média de 7.02, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gianluca Contini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Maiko Candiano foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Siracusa, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
41 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Siracusa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
1‑7 para o Cavese, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Siracusa, e não vai ser retirado.
Alessandro Farroni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
8 golos num jogo, Gianluca Contini na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Siracusa nem ao Cavese.
Plantel24/04/2028
Palavras no treino do Siracusa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gianluca Contini está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Se a responsabilidade foi do guarda-redes ou dos dez à frente dele é a discussão que vai encher as conversas da cidade esta semana. E 4 defesas não a resolvem para nenhum dos lados.
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de Siracusa
90Edição
O Correio de Siracusa
17/04/2028
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel17/04/2028
Maxim Rusinov lesiona os ligamentos do joelho — 48 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 48 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
500 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Três pontos para o Siracusa: um 2‑1 diante do Sorrento num duelo decidido por pormenores.
Plantel17/04/2028
Palavras no treino do Siracusa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matteo Zanini está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gianluca Contini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Siracusa sabem-no.
O banco10/04/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Mariano Peretti a uma sala que já as tinha ouvido.
Maxim Rusinov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Siracusa entrevistou o mercado e nomeou o corredor: Mariano Peretti fica com o trabalho que já fazia em tudo menos no título. Às vezes as mãos mais seguras são as que já seguram o volante.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Lazar Jovanović e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma média de 7.02 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Siracusa têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Plantel03/04/2028
Palavras no treino do Siracusa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gianluca Contini está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Em resumo
O bancoO veredicto do treinador
DireçãoEm Siracusa, 91% das receitas vão para salários
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Lazar Jovanović
87Edição
O Correio de Siracusa
27/03/2028
Do nosso correspondente de futebolInquietação
As bancadas27/03/2028
A raiva no Siracusa transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Lazar Jovanović e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matteo Zanini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Gianluca Contini assinar alguma coisa — um contrato no Siracusa ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Alessandro Sbaffo treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Siracusa terá de responder com minutos ou com uma transferência.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Julani Archibald pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Siracusa, e não vai ser retirado.
Jogo18/03/2028
Não se vê o fim da espera do Siracusa por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Siracusa tem de arrancar um resultado de algum lado.
Lazar Jovanović esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gianluca Contini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 20 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Siracusa ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Siracusa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gianluca Contini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luciano Romano, e o treinador deixou.
Quatro parágrafos no site do clube, nenhum deles sobre futebol. A direção agradeceu, desejou-lhe felicidades e já tinha a procura em marcha antes de a página ir para o ar.
“Não penso para lá de sábado, e não aconselharia ninguém a fazê-lo.” A primeira regra do interino é fingir que o trabalho é pequeno; Mariano Peretti recitou-a na perfeição.
Alessandro Farroni e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Tem 21 anos, média de 7.02, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Chegou a conta da demissão. Flavio Romano sai com $57.3K pelo tempo que restava de contrato, e esse dinheiro não compra ao clube nada que possa pôr em campo.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Siracusa
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Siracusa está a esgotar-se.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gianluca Contini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O golo que pôs o Benevento na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o Siracusa empatou, 2 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco28/02/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Flavio Romano a uma sala que já as tinha ouvido.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Lazar Jovanović
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gianluca Contini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Siracusa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Christian Raggioli.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Em resumo
Notas dos jogadoresLuciano Romano ganha o jogo a partir do banco
7 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Latina foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Siracusa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Siracusa vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Vicenza pode já não estar a vender.
O Siracusa perguntou e o Mantova disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Siracusa, e não vai ser retirado.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Siracusa nada responderam, o que também é uma resposta.
Direção07/02/2028
O Siracusa fecha o mercado com um plantel feito por si
0 entradas e 0 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Lazar Jovanović e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Siracusa e o Casarano, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
PlantelPalavras no treino do Siracusa sobre quem trabalha
79Edição
O Correio de Siracusa
31/01/2028
Do nosso correspondente de futebolCrise
As bancadas31/01/2028
A raiva no Siracusa transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Posição 18 e 17 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Notas dos jogadores31/01/2028
Lazar Jovanović, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.16
Um 8.16 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Jogo29/01/2028
Não se vê o fim da espera do Siracusa por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Siracusa tem de arrancar um resultado de algum lado.
Lazar Jovanović e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gianluca Contini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Abdoulaye Sall fica onde está
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Siracusa, e não vai ser retirado.
Lazar Jovanović esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matteo Zanini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Siracusa, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.