«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Sliema Wanderers lida com um homem que quer outro país.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sliema Wanderers sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Sliema Wanderers gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Murilo Henrique treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sliema Wanderers, e não vai ser retirado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ruslan Buriak, e o treinador deixou.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Sliema Wanderers tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sliema Wanderers, e não vai ser retirado.
Juan Mezú esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sliema Wanderers, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sliema Wanderers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Sliema Wanderers, e 1 jogos em 17 dizem que merece ser ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Sliema Wanderers tem de arrancar um resultado de algum lado.
Ruslan Buriak esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marcelo, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sliema Wanderers sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Sliema Wanderers tem de arrancar um resultado de algum lado.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sliema Wanderers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sliema Wanderers, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Sliema Wanderers sabem-no.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Zulfiqor Akbarov e o Sliema Wanderers acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Sliema Wanderers pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Sliema Wanderers sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sliema Wanderers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Juan Mezú esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 18 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Sliema Wanderers pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sliema Wanderers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Wescley. 2‑0 sobre o Valletta, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 18 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nikolai Micallef e o Sliema Wanderers acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Murilo Henrique esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sliema Wanderers sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sliema Wanderers, e não vai ser retirado.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ruslan Buriak, e o treinador deixou.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Sliema Wanderers têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sliema Wanderers podem fingir não ter ouvido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Sliema Wanderers sabem-no.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Roko Prša assinar alguma coisa — um contrato no Sliema Wanderers ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
PlantelRoko Prša quer um papel a sério nesta equipa
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Sliema Wanderers sabem-no.
Juan Mezú esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
0‑4 para o Mosta, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Sliema Wanderers lida com um homem que quer outro país.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sliema Wanderers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Juan Mezú, e o treinador deixou.
Ruslan Buriak esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sliema Wanderers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ruslan Buriak, e o treinador deixou.
Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Sliema Wanderers gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Roko Prša assinar alguma coisa — um contrato no Sliema Wanderers ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Dribles concretizados: 27. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
As bancadas14/09/2026
As bancadas já chegaram ao limite
«Andamos atrás de vocês por todo o lado e recebemos isto.» 5 dos 24 jogadores do plantel principal ouviram-no ao sair, e quem não ouviu é porque não jogou.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para René Zia, e o treinador deixou.
Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Sliema Wanderers gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.
O negócio que levaria Sylvester Siaw para o Tarxien Rainbows caiu na fase final e ele reapresenta-se no Sliema Wanderers com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Sliema Wanderers têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Uroš Đuranović. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Tem 16 anos e ninguém em Sliema Wanderers o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Fabian Debono tem 16 anos, e o Sliema Wanderers contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Tem 17 anos e ninguém em Sliema Wanderers o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Valletta? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
«Se nos vão ganhar, que não seja porque alguém aqui não se quis chatear.» Levantou-se e disse-o à frente de todos, e isso é algo que um grupo recorda de um homem durante anos.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sliema Wanderers, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sliema Wanderers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O telefone voltou a tocar por causa de Steve Pisani, e desta vez do outro lado está o Marsaxlokk. No Sliema Wanderers ouvem com educação e não prometem nada.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Sliema Wanderers não o segura a fingir o contrário.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Steve Pisani tem a sua resposta do Sliema Wanderers; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Juan Mezú esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Sliema Wanderers não o segura a fingir o contrário.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Sliema Wanderers, mais uma semana sem a assinatura de Ruslan Buriak.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nicholas Strickland e o Sliema Wanderers acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Murilo Henrique esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Sliema Wanderers gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Fabian Lauri tem a sua resposta do Sliema Wanderers; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Roko Prša e o Sliema Wanderers acertam mais 3 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sliema Wanderers coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Sliema Wanderers, mais uma semana sem a assinatura de Rashed Al-Tumi.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Sliema Wanderers foi explícito quanto à situação de Sylvester Siaw, o que é mais do que muitos recebem.