Minuto 113. Domagoj Kramaric encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Torpedo-BelAZ passou do ponto ao nada num só movimento.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Slutsk, e não vai ser retirado.
Adam Ibrahim Ahmed esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sebastian Zalewski será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Slutsk as despedidas começaram em silêncio.
Jogo25/07/2043
Não se vê o fim da espera do Slutsk por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Slutsk tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel27/07/2043
Steven Hunter desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Plantel27/07/2043
Vladislav Kibak tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Slutsk dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Adam Ibrahim Ahmed esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Notas dos jogadoresA única coisa que Peter Duda não conseguiu
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Angelo Lombardo marcou, foi avaliado com 7.95 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Arda Tuncay será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Slutsk as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Johannes Rogne Fjærvik está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Ihar Hleb treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Slutsk está a esgotar-se.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 25 ações, 6.53, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
A proposta do Volna Pinsk por Hans Albrecht foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A ordem veio de cima e não do banco, que é a versão desta conversa de que nenhum treinador gosta. Alguém daquele plantel está agora disponível, ache o homem que faz o onze o que achar.
Jogo04/07/2043
Não se vê o fim da espera do Slutsk por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Slutsk tem de arrancar um resultado de algum lado.
Adam Ibrahim Ahmed esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
20 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Slutsk perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Slutsk ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Johannes Rogne Fjærvik está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Slutsk perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Slutsk, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Aliaksandr Hryshyn tem a sua resposta do Slutsk; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
34 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Slutsk perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sebastian Zalewski está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O golo que pôs o Volna Pinsk na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o Slutsk empatou, 3 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
41 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Slutsk perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
7.78, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
David Bolataev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Steven Hunter tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
49 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Slutsk perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
David Bolataev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
56 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Slutsk perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Slutsk, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Timofey Kuksa, e o treinador deixou.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Ficar 2 atrás faz algo a uma equipa, e normalmente o que faz é acabar com ela. Aqui não. O Slutsk reconstruiu a tarde golo a golo, e o Dnepr Mogilev não teve resposta para nada disso.
Adam Ibrahim Ahmed esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Stanislau Signevich está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel11/05/2043
Vladislav Kibak tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Slutsk dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Timofey Kuksa assinar alguma coisa — um contrato no Slutsk ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Gabriele Canapa e o Slutsk acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Slutsk, mais uma semana sem a assinatura de Rodrigo Reis.
Em resumo
MercadoContinua sem haver assinatura de Peter Duda
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Pedro Oliveira
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 17 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Johannes Rogne Fjærvik está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Marco Ferilli. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
David Bolataev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Domagoj Kramaric, e o treinador deixou.
O Smorgon segurou a vantagem 1 minutos, que não chega para a desfrutar. O Slutsk respondeu antes de o festejo terminar, e com isso mudou a forma da tarde.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sebastian Zalewski, e o treinador deixou.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Slutsk foi explícito quanto à situação de Henri Perrot, o que é mais do que muitos recebem.
Plantel13/04/2043
Vladislav Kibak tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Slutsk dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Timofey Kuksa assinar alguma coisa — um contrato no Slutsk ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Peter Duda
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Timofey Kuksa: 3 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Rodrigo Reis agarrou este contra o Lida. 2‑2 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Slutsk.
Notas dos jogadores06/04/2043
Uma estreia que Rodrigo Reis não vai esquecer — 8.37
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 1 no marcador, 8.37 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
100 jogos ao longo de 13 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
A ordem veio de cima e não do banco, que é a versão desta conversa de que nenhum treinador gosta. Alguém daquele plantel está agora disponível, ache o homem que faz o onze o que achar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Adam Ibrahim Ahmed e o Slutsk acertam mais 2 anos.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 17 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabriele Canapa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Dinamo Minsk segurou a vantagem 2 minutos, que não chega para a desfrutar. O Slutsk respondeu antes de o festejo terminar, e com isso mudou a forma da tarde.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Jogo21/03/2043
Peter Duda ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 94. Peter Duda encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Ostrovets passou do ponto ao nada num só movimento.
David Bolataev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As contas são de leitura incómoda. Primeiro os salários, depois a ambição: é essa a ordem no Slutsk.
Plantel23/03/2043
Gabriele Canapa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Slutsk perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel16/03/2043
Steven Hunter desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
39 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Slutsk perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sebastian Zalewski será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Slutsk as despedidas começaram em silêncio.
Jogo07/03/2043
Não se vê o fim da espera do Slutsk por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Slutsk tem de arrancar um resultado de algum lado.
O negócio que levaria Arda Tuncay para o Bumprom Gomel caiu na fase final e ele reapresenta-se no Slutsk com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Vladislav Kibak e o Slutsk acertam mais 2 anos.
Adam Ibrahim Ahmed esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 47 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Marco Ferilli regressa a Slutsk com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Os balanços não querem saber de forma nem de à volta de quem o treinador tencionava construir. A direção decidiu que é precisa uma venda, e só falta saber que nome acaba por carregá-la.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Vladislav Kibak e o Slutsk acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Direção02/03/2043
9 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Slutsk
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
A formação existe exatamente para esta manhã. Ruslan Yablonski passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Hleb Arlouski passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
55 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Slutsk perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Adam Ibrahim Ahmed esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As contas são de leitura incómoda. Primeiro os salários, depois a ambição: é essa a ordem no Slutsk.
Plantel23/02/2043
Gabriele Canapa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 63 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Slutsk, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Johannes Rogne Fjærvik está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 70 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Slutsk, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sebastian Zalewski será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Slutsk as despedidas começaram em silêncio.
O negócio que levaria Hans Albrecht para o Ostrovets caiu na fase final e ele reapresenta-se no Slutsk com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
78 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Slutsk perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
424 jogos ao longo de 14 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Slutsk ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» David Bolataev e o Slutsk acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Slutsk sabem-no.
85 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Slutsk perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Adam Ibrahim Ahmed esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel26/01/2043
Gabriele Canapa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Slutsk foi explícito quanto à situação de Pedro Oliveira, o que é mais do que muitos recebem.
92 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Slutsk perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Slutsk ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tamás Ekbauer está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel19/01/2043
Vladislav Kibak tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Slutsk dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
99 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Slutsk perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Slutsk ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
106 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Slutsk perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Slutsk toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nikita Bazilevskiy e o Slutsk acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabriele Canapa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Marco Ferilli. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
MercadoEduard Bykau colocado na lista de transferências
Matvey Lastochkin lesiona os ligamentos do joelho — 114 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 114 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Adam Ibrahim Ahmed esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nicola Caputo, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelTamás Ekbauer desentende-se com um colega por causa das exigências
122 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Slutsk perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hans Albrecht será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Slutsk as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabriele Canapa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
129 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Slutsk perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sebastian Zalewski será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Slutsk as despedidas começaram em silêncio.
David Bolataev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel15/12/2042
Gabriele Canapa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tamás Ekbauer será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Slutsk as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Domagoj Kramaric está a viver essa versão no Slutsk, e costuma notar-se no primeiro mês.
Adam Ibrahim Ahmed esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Slutsk não o segura a fingir o contrário.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Slutsk disse a Peter Duda que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Slutsk ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabriele Canapa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Posição 13 e 24 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Adam Ibrahim Ahmed esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelTamás Ekbauer desentende-se com um colega por causa das exigências
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tamás Ekbauer será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Slutsk as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Slutsk sabem-no.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabriele Canapa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Adam Ibrahim Ahmed esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tamás Ekbauer está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sebastian Zalewski será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Slutsk as despedidas começaram em silêncio.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Slutsk ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Johannes Rogne Fjærvik está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Slutsk toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Gabriele Canapa e o Slutsk acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
David Bolataev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel06/10/2042
Tamás Ekbauer desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Silvio Coppola tem a sua resposta do Slutsk; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hans Albrecht será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Slutsk as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabriele Canapa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Posição 13 e 24 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Slutsk ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
1 para Vladislav Kibak, avaliado com 7.63, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Jogo20/09/2042
Não se vê o fim da espera do Slutsk por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Slutsk tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabriele Canapa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Notas dos jogadoresSteven Hunter encarou-os todo o jogo
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Mercado15/09/2042
Tão perto: a transferência de Henri Perrot morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Volna Pinsk seguiu em frente, Henri Perrot apresenta-se de volta no Slutsk, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Adam Ibrahim Ahmed esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Slutsk sabem-no.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Nikita Bazilevskiy produziu-o, e o 8.01 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O negócio que levaria Nikita Tiutiunnyk para o Dnepr Mogilev caiu na fase final e ele reapresenta-se no Slutsk com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Adam Ibrahim Ahmed e o Slutsk acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Slutsk e do Minsk por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Johannes Rogne Fjærvik está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; David Bolataev chama-lhe outra coisa em privado.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Steven Hunter
MercadoA história de Timofey Kuksa recusa-se a morrer
A proposta do Baranovichi por Darko Radonjic foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Slutsk ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
David Bolataev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/09/2042
Gabriele Canapa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 91. O Ostrovets vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Slutsk ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Slutsk, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Johannes Rogne Fjærvik está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
David Bolataev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel18/08/2042
Gabriele Canapa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Nicola Caputo tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Slutsk ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabriele Canapa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
É sentimental, é completamente sincero e é o princípio de uma saída que ninguém anunciou. O clube pode ser elegante quanto a isso ou pode fingir que não ouviu.
165 jogos ao longo de 13 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Mais um nome na lista: o Slavia Mozyr fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Sebastian Zalewski. A resposta do Slutsk não mudou — para já.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Vladislav Kibak e o Slutsk acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Adam Ibrahim Ahmed esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Toda a gente deixou de fingir: o Baranovichi vai fazer a chamada por Darko Radonjic esta semana. O Slutsk tem um número em mente, e o número não é tímido.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Posição 14 e 15 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Johannes Rogne Fjærvik está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Toda a gente deixou de fingir: o Dnepr Mogilev vai fazer a chamada por Tamás Ekbauer esta semana. O Slutsk tem um número em mente, e o número não é tímido.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Steven Hunter não precisou: 8.26, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Slutsk ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
David Bolataev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel21/07/2042
Gabriele Canapa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Steven Hunter. 2‑1 sobre o Orsha, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Slutsk, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Darko Radonjic será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Slutsk as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Johannes Rogne Fjærvik está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Ihar Hleb treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Slutsk, e não vai ser retirado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” David Bolataev e o Slutsk acertam mais 2 anos.
Adam Ibrahim Ahmed esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
MercadoVolna Pinsk estão prestes a pegar no telefone
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Slutsk, e não vai ser retirado.
A proposta do Volna Pinsk por Nikita Tiutiunnyk foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabriele Canapa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
MercadoOstrovets estão prestes a pegar no telefone
PlantelVladislav Kibak tornou-se um homem de confiança do treinador
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Steven Hunter tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao BATE deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
3 golos numa tarde, todos do mesmo homem. Os restantes jogadores também estiveram presentes, confirmou uma testemunha.
Notas dos jogadores23/06/2042
Steven Hunter, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 9.23
Um 9.23 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
David Bolataev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
A proposta do Ostrovets por Hans Albrecht foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Johannes Rogne Fjærvik está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Steven Hunter não precisou: 7.72, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nikita Tiutiunnyk será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Slutsk as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Nikita Bazilevskiy e o Slutsk acertam mais 2 anos.
Adam Ibrahim Ahmed esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel09/06/2042
Gabriele Canapa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.06 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Nikita Bazilevskiy e o Slutsk acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Johannes Rogne Fjærvik está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Adam Ibrahim Ahmed esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Erling Normann, e o treinador deixou.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.99 para o resto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabriele Canapa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Johannes Rogne Fjærvik, e o treinador deixou.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Slutsk ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Slutsk, e não vai ser retirado.
David Bolataev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Timofey Kuksa, e o treinador deixou.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Slutsk, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Slutsk ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Johannes Rogne Fjærvik está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Darko Radonjic será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Slutsk as despedidas começaram em silêncio.
Adam Ibrahim Ahmed esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel28/04/2042
Gabriele Canapa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Johannes Rogne Fjærvik está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.80 para o resto.
David Bolataev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Vitória por 2‑1 sobre o Ostrovets, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Slutsk marcou aos 118, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Slutsk, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Pedro Oliveira e o Slutsk acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabriele Canapa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Steven Hunter tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Adam Ibrahim Ahmed esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Johannes Rogne Fjærvik está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Toda a carreira longa chega à semana em que o jogador começa a pensar na última. Gostaria que fosse no clube que o pôs pela primeira vez num campo, e no Slutsk já sabem disso.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gabriele Canapa, e o treinador deixou.
David Bolataev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel17/03/2042
Gabriele Canapa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Marco Ferilli assinar alguma coisa — um contrato no Slutsk ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Slutsk, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Johannes Rogne Fjærvik está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Slutsk ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Gabriele Canapa e o Slutsk acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Adam Ibrahim Ahmed esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Direção03/03/2042
10 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Slutsk
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Vitaliy Rios é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Mercado24/02/2042
Tão perto: a transferência de Tamás Ekbauer morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Niva seguiu em frente, Tamás Ekbauer apresenta-se de volta no Slutsk, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabriele Canapa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Slutsk, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A proposta do Dnepr Mogilev por Darko Radonjic foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Slutsk, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nikita Tiutiunnyk será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Slutsk as despedidas começaram em silêncio.
Adam Ibrahim Ahmed esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Slutsk sabem-no.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Johannes Rogne Fjærvik está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Slutsk está a esgotar-se.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Adam Ibrahim Ahmed e o Slutsk acertam mais 2 anos.
David Bolataev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Haverá conversa esta semana. Slutsk vão pôr um número, e a partir daí deixa de ser futebol e passa a ser aritmética.
Plantel03/02/2042
Gabriele Canapa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Johannes Rogne Fjærvik está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Henri Perrot tem a sua resposta do Slutsk; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Adam Ibrahim Ahmed esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabriele Canapa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Slutsk está a esgotar-se.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Johannes Rogne Fjærvik está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Slutsk, e não vai ser retirado.
Adam Ibrahim Ahmed esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabriele Canapa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hans Albrecht será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Slutsk as despedidas começaram em silêncio.
David Bolataev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Toda a carreira longa chega à semana em que o jogador começa a pensar na última. Gostaria que fosse no clube que o pôs pela primeira vez num campo, e no Slutsk já sabem disso.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Slutsk, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» David Bolataev e o Slutsk acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Adam Ibrahim Ahmed esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelGabriele Canapa desentende-se com um colega por causa das exigências
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Johannes Rogne Fjærvik está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Slutsk ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
David Bolataev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabriele Canapa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 19 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Slutsk falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Slutsk perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Slutsk falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Slutsk sobre quem trabalha
34 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Slutsk perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Slutsk falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
David Bolataev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
41 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Slutsk perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Slutsk falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Slutsk sobre quem trabalha
MercadoA história de Timofey Kuksa recusa-se a morrer
MercadoYauhen Laptev colocado na lista de transferências
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 49 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Slutsk falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Slutsk, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Slutsk ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Timofey Kuksa e o Slutsk acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
57 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Slutsk perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 51 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Slutsk sobre quem trabalha
64 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Slutsk perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Slutsk falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Slutsk ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Adam Ibrahim Ahmed esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 72 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Slutsk falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slutsk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Johannes Rogne Fjærvik está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 79 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
1‑4 para o Dinamo Brest, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 74 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jogo07/09/2041
Não se vê o fim da espera do Slutsk por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Slutsk tem de arrancar um resultado de algum lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sebastian Zalewski será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Slutsk as despedidas começaram em silêncio.
David Bolataev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.