Vitória por 3‑0 sobre o Sibir, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Spartak Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alexandr Maximenko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Anton Zinkovskiy e o Spartak Moscow acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Eduard Pugachev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Spartak Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Plantel30/09/2030
Alexander Djiku desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Sergey Pinyaev. 1‑0 sobre o Torpedo Moscow, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Notas dos jogadores30/09/2030
Sergey Pinyaev jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.21. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Segue-se o CSKA Moscow, o que significa uma semana que começa na segunda-feira. Tudo o resto nesta página estará esquecido até sábado; este jogo não se esquece durante um ano.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Dmitriy Laptev sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Spartak Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alexander Djiku estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Simone Panada e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Dmitriy Laptev depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ruslan Litvinov assinar alguma coisa — um contrato no Spartak Moscow ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Stanislav Magkeev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Spartak Moscow as despedidas começaram em silêncio.
As regras permitem-no e dói na mesma. Nikita Razdorskikh acertou condições com o Baltika para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Alexandr Maximenko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A primeira derrota em 8 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Zenit; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Plantel16/09/2030
Palavras no treino do Spartak Moscow sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bojan Roganović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Spartak Moscow
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Spartak Moscow falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Direção09/09/2030
Fecha o mercado: 32 entradas, 12 saídas no Spartak Moscow
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 32, saíram 12, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Spartak Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Jairo O'Neill pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Alexander Djiku esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O jogo à volta do qual se organiza o calendário. A forma vai pela janela, a tabela não se consulta, e durante noventa minutos o Spartak Moscow será julgado por uma única coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bojan Roganović estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
O bancoAlexander Djiku tornou-se um homem de confiança do treinador
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Spartak Moscow vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Verba acordada, salário acordado, e o Kuban Holding à espera com uma camisola. No Spartak Moscow ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Spartak Moscow podem fingir não ter ouvido.
7.68, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Spartak Moscow ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Alexander Djiku e o Spartak Moscow acertam mais 1 anos.
Jhon Córdoba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
Alvos de mercadoNão há negócio por Alexey Kenyaikin a esse preço
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Spartak Moscow vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Spartak Moscow, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Spartak Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Spartak Moscow vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Spartak Moscow já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Spartak Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Niccolò Pietra acabou de assinar pelo Spartak Moscow e, por uma vez, a resposta importava.
As regras permitem-no e dói na mesma. Ahmed Asiri acertou condições com o Ural para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Alexandr Maximenko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Verba acordada, salário acordado, e o Neman à espera com uma camisola. No Spartak Moscow ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Abdelkarim Mammar Chaouche acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Spartak Moscow substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Maxim Voronov tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.99 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.82 para o resto.
Não há pior forma de perder um futebolista. Timur Ayupov pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
O Spartak Moscow perguntou e o Orenburg disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ruslan Litvinov. 1‑0 sobre o Ural, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Spartak Moscow já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Spartak Moscow podem fingir não ter ouvido.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Spartak Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sergey Pinyaev, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jhon Córdoba está nela.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Spartak Moscow vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Jhon Córdoba produziu-o, e o 8.83 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Luca Chierico não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Verba acordada, salário acordado, e o Volna à espera com uma camisola. No Spartak Moscow ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.80 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Spartak Moscow vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Spartak Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Spartak Moscow perguntou e o Rubin disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
11 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Alexandr Maximenko está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Spartak Moscow sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 37 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Spartak Moscow já se começa a dizer o nome dele no passado.
Não há pior forma de perder um futebolista. Vitaly Stezhko pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Mutalip Alibekov está a viver essa versão no Spartak Moscow, e costuma notar-se no primeiro mês.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Sergey Petrov acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Spartak Moscow substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
O Spartak Moscow perguntou e o Rostov disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 46 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Kuban Holding tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Spartak Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Lokomotiv Moscow vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Vadim Lukjanov pré-acordou a mudança para o Spartak Moscow, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
O Spartak Moscow perguntou e o Dinamo Makhachkala disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O treinador reorganizou as ideias e Luca Chierico saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Luca Chierico tem a sua resposta do Spartak Moscow; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
O banco01/07/2030
Jhon Córdoba tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Spartak Moscow dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Plantel01/07/2030
Palavras no treino do Spartak Moscow sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ruslan Pichienko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Spartak Moscow falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Spartak Moscow ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não há pior forma de perder um futebolista. Martin Lukov pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Shinnik fica com o seu homem, e o Spartak Moscow volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel24/06/2030
Ruslan Pichienko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Sergey Pinyaev está nela.
Em resumo
DireçãoO Spartak Moscow arrecada $276.7K de um negócio antigo
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Spartak Moscow vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A proposta do Rotor por Ruslan Pichienko foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Spartak Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Spartak Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Artem Lavrenkov está a viver essa versão no Spartak Moscow, e costuma notar-se no primeiro mês.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel17/06/2030
9 caras novas e o Spartak Moscow ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Uma sondagem ao Nizhniy Novgorod para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Em resumo
O bancoRuslan Litvinov tornou-se um homem de confiança do treinador
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Spartak Moscow vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Alexandr Maximenko esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ruslan Pichienko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Artem Ismagilov e o Spartak Moscow acertam mais 3 anos.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Spartak Moscow, mais uma semana sem a assinatura de Luca Chierico.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 79 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Spartak Moscow a ouviu como outra coisa.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Artem Ismagilov está a viver essa versão no Spartak Moscow, e costuma notar-se no primeiro mês.
Sergey Pinyaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Spartak Moscow, mais uma semana sem a assinatura de Redman Evans.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jhon Córdoba está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Spartak Moscow, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Spartak Moscow vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Spartak Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Danil Prutsev está nela.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Faltam 5 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Spartak Moscow pode pedir e sobe o salário que Vitaly Stezhko pode exigir.
Ninguém faz um título sobre um explicador. Também não é preciso explicar a ninguém o que acontece a um reforço que passa dois anos a ser o homem com quem ninguém pode falar ao almoço.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Spartak Moscow falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Vitaly Stezhko esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Emprestados20/05/2030
10 balizas a zeros por empréstimo para Redman Evans
33 jogos no Yenisey e os golos deixaram de entrar. O Spartak Moscow emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
O banco20/05/2030
Ruslan Litvinov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Spartak Moscow dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Spartak Moscow vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Spartak Moscow sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Spartak Moscow, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Spartak Moscow vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Alexandr Maximenko esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Yegor Pogostnov e o Spartak Moscow acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel13/05/2030
No Spartak Moscow ainda são estranhos uns para os outros
8 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Ninguém no Spartak Moscow dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Simone Panada treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 41 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Spartak Moscow pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
O sistema mudou e a posição dele não. Um futebolista pode melhorar a forma; não pode melhorar o sistema do treinador, e o problema é todo esse.
O banco06/05/2030
Jhon Córdoba tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Spartak Moscow dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Spartak Moscow falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alexandr Maximenko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco29/04/2030
Danil Prutsev tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Spartak Moscow dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Spartak Moscow, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Spartak Moscow não tem uma boa resposta.
Faltam 6 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Spartak Moscow pode pedir e sobe o salário que Vitaly Stezhko pode exigir.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Spartak Moscow falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alexandr Maximenko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ilja Berkovskiy e o Spartak Moscow acertam mais 3 anos.
Emprestados22/04/2030
O empréstimo de Redman Evans mede-se pelo que não acontece
10 balizas a zeros em 33 jogos no Yenisey. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ruslan Litvinov está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Sergey Pinyaev treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Alexandr Maximenko: 2 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Plantel15/04/2030
64 dias de fora para Sonny Perkins depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Spartak Moscow vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Vitaly Stezhko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
11 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 16 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Ninguém no Spartak Moscow dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Sergey Pinyaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Rifat Zhemaletdinov agiu, no Spartak Moscow, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Filippo Lorenzini e o Spartak Moscow acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Spartak Moscow ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jhon Córdoba está nela.
Rifat Zhemaletdinov tem 33 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Spartak Moscow, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Spartak Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Filippo Lorenzini e o Spartak Moscow acertam mais 1 anos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Sergey Pinyaev está nela.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Spartak Moscow ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Spartak Moscow, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Alexandr Maximenko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Emprestados25/03/2030
O empréstimo de Redman Evans mede-se pelo que não acontece
10 balizas a zeros em 32 jogos no Yenisey. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Danil Prutsev está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Spartak Moscow vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Spartak Moscow. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Nikita Razdorskikh fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Danil Prutsev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Alexandr Melikhov e o Spartak Moscow acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O banco18/03/2030
Ruslan Litvinov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Spartak Moscow dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Emprestados18/03/2030
9 balizas a zeros por empréstimo para Redman Evans
31 jogos no Yenisey e os golos deixaram de entrar. O Spartak Moscow emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ruslan Litvinov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Spartak Moscow, mais uma semana sem a assinatura de Donaldo Açka.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Spartak Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Rostov fica com o seu homem, e o Spartak Moscow volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel11/03/2030
No Spartak Moscow ainda são estranhos uns para os outros
17 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco11/03/2030
Jhon Córdoba tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Spartak Moscow dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Emprestados11/03/2030
8 balizas a zeros por empréstimo para Redman Evans
30 jogos no Yenisey e os golos deixaram de entrar. O Spartak Moscow emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 44 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Dribles concretizados: 30. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Spartak Moscow ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
As regras permitem-no e dói na mesma. Victor Solopov acertou condições com o Leningradets para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Alexandr Maximenko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Yelisey Syrov agiu, no Spartak Moscow, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Anton Zinkovskiy e o Spartak Moscow acertam mais 2 anos.
400 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
3 defendidos dos onze metros, e um estádio que vai descrever cada um deles durante vinte anos. Um guarda-redes precisa de uma noite assim numa carreira, e foi esta.
Vitória por 0‑0 sobre o Akhmat, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Direção25/02/2030
Fecha o mercado: 10 entradas, 5 saídas no Spartak Moscow
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 10, saíram 5, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Kirill Gluschenkov agiu, no Spartak Moscow, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Shinnik fica com o seu homem, e o Spartak Moscow volta a uma lista com um nome riscado.
Elba Rashani lesiona os ligamentos do joelho — 14 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 14 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Sergey Pinyaev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Mikhail Sukhoruchenko está a viver essa versão no Spartak Moscow, e costuma notar-se no primeiro mês.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
0‑1, e não há maneira de o disfarçar. Uma derrota no dérbi segue o adepto até ao trabalho na segunda-feira, e esta vai segui-lo a semana inteira.
Plantel11/02/2030
Elba Rashani lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Spartak Moscow pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
O telefone voltou a tocar por causa de Eduard Pugachev, e desta vez do outro lado está o Legion. No Spartak Moscow ouvem com educação e não prometem nada.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Sonny Perkins e o Spartak Moscow acertam mais 3 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ruslan Pichienko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
33 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Spartak Moscow perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Spartak Moscow já se começa a dizer o nome dele no passado.
Dribles concretizados: 30. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Nikita Razdorskikh agiu, no Spartak Moscow, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Spartak Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Alexander Djiku e o Spartak Moscow acertam mais 2 anos.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Vasco da Gama fica com o seu homem, e o Spartak Moscow volta a uma lista com um nome riscado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Spartak Moscow a ouviu como outra coisa.
Mais um nome na lista: o Shinnik fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Ruslan Pichienko. A resposta do Spartak Moscow não mudou — para já.
Sergey Pinyaev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Spartak Moscow perguntou e o Shinnik disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alexandr Maximenko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Krasnodar levou os pontos após um 1‑3 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel21/01/2030
Palavras no treino do Spartak Moscow sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ruslan Pichienko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel21/01/2030
No Spartak Moscow ainda são estranhos uns para os outros
13 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jhon Córdoba está nela.
Vitória por 1‑0 sobre o Shinnik, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
15 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Spartak Moscow perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Spartak Moscow já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Rodina vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Spartak Moscow foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Já são 13 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Danil Prutsev produziu-o, e o 8.45 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Alexandr Maximenko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Ruslan Chobanov acabou de assinar pelo Spartak Moscow e, por uma vez, a resposta importava.
Em resumo
JogoO Spartak Moscow torna a sua casa um sítio difícil de visitar
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Luca Chierico no seu melhor
PlantelPalavras no treino do Spartak Moscow sobre quem trabalha
26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Spartak Moscow perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Já são 11 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ivan Novichkov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Spartak Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Plantel07/01/2030
Uma transferência que Ilja Tuseev teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Ilja Tuseev está a viver essa versão no Spartak Moscow, e costuma notar-se no primeiro mês.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Spartak Moscow, e 8 jogos em 28 dizem que merece ser ouvido.
Vitaly Stezhko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Spartak Moscow, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ruslan Pichienko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Spartak Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Sergey Pinyaev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. David Byazrov agiu, no Spartak Moscow, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
11 ações combinadas e 7.12. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ruslan Pichienko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Vitaly Stezhko esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nada na semana que aí vem é normal. O Dinamo Moscow no sábado, uma cidade que já começou a falar disso, e um balneário a quem não é preciso explicar o que significa.
7.24, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Spartak Moscow tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.
O banco24/12/2029
Sergey Pinyaev tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Spartak Moscow dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O banco24/12/2029
Neste momento há alguém melhor do que Elba Rashani
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
O banco24/12/2029
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Dmitriy Laptev escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Alexandr Maximenko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Stanislav Magkeev está a viver essa versão no Spartak Moscow, e costuma notar-se no primeiro mês.
Nada na semana que aí vem é normal. O Lokomotiv Moscow no sábado, uma cidade que já começou a falar disso, e um balneário a quem não é preciso explicar o que significa.
O banco17/12/2029
Jhon Córdoba tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Spartak Moscow dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luca Chierico, e o treinador deixou.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.32 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Spartak Moscow a ouviu como outra coisa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Spartak Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Sergey Pinyaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Spartak Moscow a ouviu como outra coisa.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Filippo Lorenzini agiu, no Spartak Moscow, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Alexandr Maximenko esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
4 jogos sem perder, e depois o Zenit. No estádio ninguém fingia que ia durar para sempre; também ninguém esperava que acabasse aqui.
Plantel03/12/2029
No Spartak Moscow ainda são estranhos uns para os outros
8 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ruslan Litvinov está nela.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Sonny Perkins agarrou este contra o Volga. 1‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Spartak Moscow.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Enrico Brignola será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Spartak Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Notas dos jogadores26/11/2029
Jhon Córdoba, 36 anos, faz recuar o relógio — 7.87
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.87 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
Jogo24/11/2029
Ninguém quer jogar contra o Spartak Moscow neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Alexandr Maximenko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Enrico Brignola estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sergey Pinyaev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Spartak Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Spartak Moscow, mais uma semana sem a assinatura de Ruslan Pichienko.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alexandr Maximenko assinar alguma coisa — um contrato no Spartak Moscow ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Spartak Moscow, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Spartak Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Sergey Pinyaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
7.º lugar, 24 pontos, e todos os resultados até aqui reduzidos a uma linha. A segunda volta começa com o mesmo plantel e outras expectativas.
O banco12/11/2029
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Dmitriy Laptev, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
O banco12/11/2029
Sergey Pinyaev tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Spartak Moscow dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Spartak Moscow, mais uma semana sem a assinatura de Dan Happe.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Spartak Moscow pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ruslan Pichienko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Spartak Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Sergey Pinyaev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Spartak Moscow e lutar pelo meu lugar.» 6 jogos em 19 no Krasnodar dizem o resto.
Plantel05/11/2029
Palavras no treino do Spartak Moscow sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enrico Brignola está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Notas dos jogadores05/11/2029
Daniil Zorin jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.25. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
16 dias de fora para Elba Rashani depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Spartak Moscow vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Spartak Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alexandr Maximenko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel29/10/2029
Sergey Pinyaev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dan Happe, e o treinador deixou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Dmytro Ivanisenya e o Spartak Moscow acertam mais 1 anos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
0‑1, e não há maneira de o disfarçar. Uma derrota no dérbi segue o adepto até ao trabalho na segunda-feira, e esta vai segui-lo a semana inteira.
Plantel22/10/2029
24 dias de fora para Elba Rashani depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Spartak Moscow vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dan Happe será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Spartak Moscow as despedidas começaram em silêncio.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Spartak Moscow ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Danil Prutsev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alexandr Maximenko, e o treinador deixou.
O banco22/10/2029
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Dmitriy Laptev saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Dmytro Ivanisenya e o Spartak Moscow acertam mais 1 anos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
32 dias de fora para Elba Rashani depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Spartak Moscow vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Spartak Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/10/2029
Palavras no treino do Spartak Moscow sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enrico Brignola está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Segue-se o CSKA Moscow, o que significa uma semana que começa na segunda-feira. Tudo o resto nesta página estará esquecido até sábado; este jogo não se esquece durante um ano.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luca Chierico, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Sergey Pinyaev está nela.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Spartak Moscow ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ruslan Litvinov assinar alguma coisa — um contrato no Spartak Moscow ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 42 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Dribles concretizados: 30. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Jogo06/10/2029
O Spartak Moscow torna a sua casa um sítio difícil de visitar
14 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ruslan Pichienko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Spartak Moscow as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jhon Córdoba e o Spartak Moscow acertam mais 2 anos.
Alexandr Maximenko esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Notas dos jogadoresSergey Pinyaev jogou uma tarde diferente da de toda a gente
166Edição
A Gazeta de Spartak Moscow
01/10/2029
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel01/10/2029
51 dias de fora para Elba Rashani depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Spartak Moscow vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ruslan Litvinov e o Spartak Moscow acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alexandr Maximenko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Spartak Moscow falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dan Happe será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Spartak Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Spartak Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel24/09/2029
Palavras no treino do Spartak Moscow sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enrico Brignola está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Em resumo
PlantelO melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Spartak Moscow
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 67 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O Rodina vai querer esquecer isto depressa: 5‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Spartak Moscow foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Daniil Zorin não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Jogo15/09/2029
O Spartak Moscow torna a sua casa um sítio difícil de visitar
12 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Spartak Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
6 golos num jogo, Jhon Córdoba na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Spartak Moscow nem ao Rodina.
Plantel17/09/2029
Sergey Pinyaev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 76 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Spartak Moscow perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mattia Sandri será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Spartak Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Direção10/09/2029
Fecha o mercado: 16 entradas, 18 saídas no Spartak Moscow
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 16, saíram 18, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Spartak Moscow a ouviu como outra coisa.
Plantel10/09/2029
Sergey Pinyaev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Spartak Moscow perguntou e o Ufa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Ruslan Pichienko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 85 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o Dinamo Brest à espera com uma camisola. No Spartak Moscow ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Spartak Moscow, e não vai ser retirado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Spartak Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 19. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel03/09/2029
Palavras no treino do Spartak Moscow sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enrico Brignola está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
92 dias de fora para Elba Rashani depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Spartak Moscow vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Spartak Moscow perdeu-o em tudo menos nos papéis.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Alexandr Maximenko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel27/08/2029
Sergey Pinyaev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Spartak Moscow perguntou e o Rodina disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Spartak Moscow falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta do Dinamo Brest por Daniil Zorin foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Spartak Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O jogo à volta do qual se organiza o calendário. A forma vai pela janela, a tabela não se consulta, e durante noventa minutos o Spartak Moscow será julgado por uma única coisa.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Spartak Moscow falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Ruslan Pichienko não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Spartak Moscow perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Spartak Moscow podem fingir não ter ouvido.
Sergey Pinyaev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Spartak Moscow perguntou e o Shinnik disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Spartak Moscow perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Spartak Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Kosmos tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Bojan Roganović acabou de assinar pelo Spartak Moscow e, por uma vez, a resposta importava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sergey Pinyaev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Elba Rashani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Spartak Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A proposta do Neman por Daniil Zorin foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Krasnodar ninguém diz, e no Spartak Moscow ninguém gosta de estar a adivinhar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Spartak Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
O banco30/07/2029
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Dmitriy Laptev saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Spartak Moscow terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Spartak Moscow
O bancoJhon Córdoba tornou-se um homem de confiança do treinador
Gedson Fernandes foi-se, as contas têm $21.7M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Aos 26 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
O Spartak Moscow perguntou e o Rodina disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Ruslan Pichienko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Um 1‑0 sobre o Dinamo Makhachkala, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mattia Sandri será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Spartak Moscow as despedidas começaram em silêncio.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
As regras permitem-no e dói na mesma. Mattia Sandri acertou condições com o Baltika para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
8 jogadores da formação sobem à equipa principal do Spartak Moscow
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Plantel16/07/2029
Palavras no treino do Spartak Moscow sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergey Pinyaev está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Verba acordada, salário acordado, e o Dinamo Brest à espera com uma camisola. No Spartak Moscow ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Spartak Moscow podem fingir não ter ouvido.
Vladislav Saus foi-se, as contas têm $5.7M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Spartak Moscow fez a parte difícil com o Lokomotiv Moscow, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Gedson Fernandes e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Alexander Djiku e o Spartak Moscow acertam mais 2 anos.
Plantel09/07/2029
Palavras no treino do Spartak Moscow sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergey Pinyaev está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
PlantelDan Happe melhorou aos 30, o que ninguém esperava
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Spartak Moscow perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Spartak Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Krasnodar ninguém diz, e no Spartak Moscow ninguém gosta de estar a adivinhar.
Gedson Fernandes e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Aos 27 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel02/07/2029
Palavras no treino do Spartak Moscow sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enrico Brignola está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Spartak Moscow perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Spartak Moscow ofereceu $780.0K; o Torpedo Moscow disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Spartak Moscow perguntou e o Ural disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O telefone voltou a tocar por causa de Eduard Pugachev, e desta vez do outro lado está o Metallurg. No Spartak Moscow ouvem com educação e não prometem nada.
Plantel25/06/2029
Palavras no treino do Spartak Moscow sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enrico Brignola está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jhon Córdoba está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Spartak Moscow sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
O bancoLuca Chierico pede uma conversa com o treinador
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Spartak Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Rodina fica com o seu homem, e o Spartak Moscow volta a uma lista com um nome riscado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Spartak Moscow, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Um mês em que todos os rumores são possíveis e a maioria é disparate. O treinador tem uma lista, a direção tem um número, e nenhum conta ao outro a história toda.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Enrico Brignola será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Spartak Moscow as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Alexandr Pomalyuk e o Spartak Moscow acertam mais 5 anos.
Alexandr Pomalyuk e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Enrico Brignola estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Filippo Faggi, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ruslan Litvinov está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Redman Evans treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Alexandr Maximenko. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O veredicto de uma época sobre Alexandr Pomalyuk: o melhor da sua idade
O Spartak Moscow tem um jogador de 21 anos que a divisão acabou de eleger o seu melhor jovem. O próximo problema do clube é que agora toda a gente também sabe.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Spartak Moscow pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 15 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Spartak Moscow a ouviu como outra coisa.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Alexandr Pomalyuk e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
25 jogos e 7 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
Plantel04/06/2029
Palavras no treino do Spartak Moscow sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enrico Brignola está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Spartak Moscow vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ruslan Pichienko, e o treinador deixou.
O banco28/05/2029
Jhon Córdoba tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Spartak Moscow dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Spartak Moscow. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Spartak Moscow não tem uma boa resposta.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Spartak Moscow vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Gedson Fernandes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel21/05/2029
Sergey Pinyaev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco21/05/2029
Sergey Pinyaev tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Spartak Moscow dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
7 golos em 25 jogos no Chernomorets — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Spartak Moscow alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Dan Happe treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Spartak Moscow. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ruslan Pichienko. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Spartak Moscow vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Gedson Fernandes e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel14/05/2029
Sergey Pinyaev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco14/05/2029
Ruslan Litvinov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Spartak Moscow dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 126 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Elba Rashani e o Spartak Moscow acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Spartak Moscow lida com um homem que quer outro país.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gedson Fernandes está nela.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Spartak Moscow terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Alexandr Maximenko. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Spartak Moscow, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
As notícias comerciais não têm cânticos e é com elas que se paga tudo o resto. A direção vai chamar-lhe parceria; a contabilidade vai chamar-lhe a diferença entre este plantel e um mais pequeno.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Spartak Moscow falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel30/04/2029
Palavras no treino do Spartak Moscow sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergey Pinyaev está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Spartak Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jhon Córdoba está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Spartak Moscow, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Spartak Moscow. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Em resumo
Emprestados4 balizas a zeros por empréstimo para Redman Evans
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 142 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Sergey Pinyaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel23/04/2029
Enrico Brignola desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Sergey Pinyaev está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Dor Turgeman treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ruslan Pichienko. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
0‑1 frente ao Krasnodar, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ilja Samoshnikov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Spartak Moscow as despedidas começaram em silêncio.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel16/04/2029
Lesão muscular e 19 dias de fora para Jhon Córdoba
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Spartak Moscow vai falar em 19 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Spartak Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
8 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Dmitriy Laptev depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
As regras permitem-no e dói na mesma. Kirill Sechkin acertou condições com o Chernomorets para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Dor Turgeman esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel09/04/2029
Sergey Pinyaev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel09/04/2029
No Spartak Moscow ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gedson Fernandes está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Alexandr Maximenko. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Spartak Moscow, mais uma semana sem a assinatura de Mattia Sandri.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ruslan Pichienko treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Spartak Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Torpedo Moscow vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Bojan Roganović pré-acordou a mudança para o Spartak Moscow, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Enrico Brignola estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jhon Córdoba está nela.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Spartak Moscow, mais uma semana sem a assinatura de Enrico Brignola.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ruslan Pichienko treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Pela primeira vez em anos jogo porque alguém me quer na equipa.” O Chernomorets assenta-lhe bem; a conversa incómoda pertence ao Spartak Moscow, e o verão vai forçá-la.
Gedson Fernandes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco26/03/2029
Sergey Pinyaev tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Spartak Moscow dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
7 golos em 25 jogos no Chernomorets — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Spartak Moscow alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Dan Happe treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Spartak Moscow que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Spartak Moscow que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Spartak Moscow. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ruslan Pichienko. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
A coisa menos glamorosa que um reforço estrangeiro faz e a que decide a maioria deles. Um jogador que percebe o grito que vem atrás dele é outro futebolista diferente daquele que não percebe.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Spartak Moscow ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sergey Pinyaev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
É sentimental, é completamente sincero e é o princípio de uma saída que ninguém anunciou. O clube pode ser elegante quanto a isso ou pode fingir que não ouviu.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Spartak Moscow, e não vai ser retirado.
Elba Rashani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel12/03/2029
No Spartak Moscow ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Ninguém no Spartak Moscow dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniil Zorin, e o treinador deixou.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Spartak Moscow terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Mikhail Levashov tem 37 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Alexandr Maximenko. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
6 golos em 23 jogos no Chernomorets — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Spartak Moscow alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não há pior forma de perder um futebolista. Ilja Pomazun pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Sergey Pinyaev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Neftekhimik fica com o seu homem, e o Spartak Moscow volta a uma lista com um nome riscado.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Spartak Moscow sabem-no.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
O bancoJhon Córdoba tornou-se um homem de confiança do treinador
O Orenburg está fora e o Spartak Moscow segue em frente, com um 0‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
O Orenburg está fora e o Spartak Moscow segue em frente, com um 1‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Eduard Pugachev não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Direção26/02/2029
O Spartak Moscow fecha o mercado com um plantel feito por si
4 entradas e 5 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Não há pior forma de perder um futebolista. Victor Parada pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Ruslan Pichienko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
8 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Spartak Moscow, e não vai ser retirado.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Spartak Moscow ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Spartak Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Ufa fica com o seu homem, e o Spartak Moscow volta a uma lista com um nome riscado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Spartak Moscow fez a parte difícil com o New England Revolution, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Gedson Fernandes e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Artem Bykovskiy parte para o Nizhniy Novgorod num negócio de $670.0K. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.
Plantel12/02/2029
Uma transferência que Sonny Perkins teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Sonny Perkins está a viver essa versão no Spartak Moscow, e costuma notar-se no primeiro mês.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Independiente Medellin fica com o seu homem, e o Spartak Moscow volta a uma lista com um nome riscado.
Dribles concretizados: 16. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
O banco12/02/2029
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Dmitriy Laptev a uma sala que já as tinha ouvido.
2‑0 frente ao Lokomotiv Moscow, e os cânticos continuaram muito depois do apito. As classificações vêm e vão; dias assim contam-se aos jantares de família durante anos.
Verba acordada, salário acordado, e o Nizhniy Novgorod à espera com uma camisola. No Spartak Moscow ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Yenisey por Ruslan Pichienko foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Marcar a qualquer outro é um golo. Marcar-lhes a eles é uma história que leva o nome de quem marcou durante uma década, e os adeptos do Spartak Moscow já começaram a contá-la.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Spartak Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Enrico Brignola estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nada na semana que aí vem é normal. O Dinamo Moscow no sábado, uma cidade que já começou a falar disso, e um balneário a quem não é preciso explicar o que significa.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Spartak Moscow já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Spartak Moscow podem fingir não ter ouvido.
Jogo27/01/2029
Não se vê o fim da espera do Spartak Moscow por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Spartak Moscow tem de arrancar um resultado de algum lado.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
O Spartak Moscow perguntou e o Ural disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O jogo à volta do qual se organiza o calendário. A forma vai pela janela, a tabela não se consulta, e durante noventa minutos o Spartak Moscow será julgado por uma única coisa.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Spartak Moscow sabe dizer em que semana.
O jogo à volta do qual se organiza o calendário. A forma vai pela janela, a tabela não se consulta, e durante noventa minutos o Spartak Moscow será julgado por uma única coisa.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ruslan Litvinov está nela.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O banco22/01/2029
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Dmitriy Laptev não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Spartak Moscow também ninguém o escondia.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alexandr Maximenko assinar alguma coisa — um contrato no Spartak Moscow ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Artem Bykovskiy e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jhon Córdoba está nela.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Dmitriy Laptev depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Gedson Fernandes assinar alguma coisa — um contrato no Spartak Moscow ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
13 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Minuto 107. Artem Bykovskiy encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Ural passou do ponto ao nada num só movimento.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Spartak Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Anton Zinkovskiy e o Spartak Moscow acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alexandr Maximenko, e o treinador deixou.
O jogo à volta do qual se organiza o calendário. A forma vai pela janela, a tabela não se consulta, e durante noventa minutos o Spartak Moscow será julgado por uma única coisa.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Spartak Moscow, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ilja Samoshnikov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Spartak Moscow as despedidas começaram em silêncio.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Spartak Moscow ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
As regras permitem-no e dói na mesma. Ilja Samoshnikov acertou condições com o Lokomotiv Moscow para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Gedson Fernandes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Spartak Moscow ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
A primeira derrota em 4 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Akhmat; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gedson Fernandes está nela.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Spartak Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luca Chierico, e o treinador deixou.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Dmitriy Laptev podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Christopher Wooh e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Baltika vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Alexandr Filin pré-acordou a mudança para o Spartak Moscow, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O banco18/12/2028
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Dmitriy Laptev, sobre uma vitória por 2‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Spartak Moscow marcou aos 92, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Spartak Moscow a ouviu como outra coisa.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Jhon Córdoba. 1‑0 sobre o Rotor, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Dmitriy Laptev sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
O banco11/12/2028
Ruslan Litvinov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Spartak Moscow dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma cláusula em que alguém insistiu há anos, numa negociação de que ninguém se lembra, acaba de pagar $850.0K ao Spartak Moscow. Levi Garcia saiu há muito tempo; o papel ficou.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Enrico Brignola está a viver essa versão no Spartak Moscow, e costuma notar-se no primeiro mês.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Spartak Moscow a ouviu como outra coisa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Alexander Djiku e o Spartak Moscow acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Elba Rashani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Spartak Moscow, e 10 jogos em 12 dizem que merece ser ouvido.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Marat Shayakhmetov não precisou: 8.11, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Notas dos jogadores27/11/2028
Elba Rashani, 35 anos, faz recuar o relógio — 8.04
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.04 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
O Baltika segurou a vantagem 4 minutos, que não chega para a desfrutar. O Spartak Moscow respondeu antes de o festejo terminar, e com isso mudou a forma da tarde.
Gedson Fernandes e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Spartak Moscow vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Alexandr Maximenko. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Spartak Moscow, mais uma semana sem a assinatura de Dan Happe.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Spartak Moscow admitiria. Nota-se aos sábados.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Spartak Moscow, e não vai ser retirado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Spartak Moscow a ouviu como outra coisa.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Dmitriy Laptev depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Alexander Djiku está nela.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 13 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.