Fabian Frei e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel16/11/2026
Kéassé Bah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ivann Strohbach, e o treinador deixou.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Stade Lausanne-Ouchy disse a Kevin Bua que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
O banco16/11/2026
Kéassé Bah tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Stade Lausanne-Ouchy dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Segue-se o Neuchâtel Xamax, e há um homem no balneário do Stade Lausanne-Ouchy que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kevin Bua estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Simon Enzler, e o treinador deixou.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
O banco09/11/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Enoch Owusu
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
O Zurich está fora e o Stade Lausanne-Ouchy segue em frente, com um 3‑3 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Stade Lausanne-Ouchy tem de arrancar um resultado de algum lado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kéassé Bah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Kéassé Bah tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Loïc Socka, e o treinador deixou.
Liridon Mulaj esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kevin Bua está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Stade Lausanne-Ouchy sabe dizer em que semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Patrick Sutter, e o treinador deixou.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 9 ações, 6.60, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Stade Lausanne-Ouchy, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
16 pontos somados e um lugar no grupo da frente. No estádio ainda ninguém diz a palavra em voz alta.
Plantel19/10/2026
David Jaćović sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lausanne-Ouchy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 33 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Stade Lausanne-Ouchy é como lidar com um homem a quem deve muito.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kevin Bua estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Stade Lausanne-Ouchy, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Serhat-Semih Güler esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kéassé Bah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Disseram uma coisa a Piet Scobel e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Stade Lausanne-Ouchy sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dany Da Silva está nela.
4.º lugar com 15 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Stade Lausanne-Ouchy. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lausanne-Ouchy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kevin Bua está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Simon Enzler, e o treinador deixou.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
O prémio é pouca coisa com um significado pesado: durante quatro semanas ninguém neste escalão fez melhor o seu trabalho. Stade Lausanne-Ouchy têm o troféu numa prateleira e o jogador na equipa.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Piet Scobel não precisou: 7.81, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Fabian Frei esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kevin Bua está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Nico Rodriguez sobre uma tarde de 3‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 11 ações combinadas e uma nota de 6.60, e nenhuma delas entrará num resumo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kéassé Bah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Nico Rodriguez depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Houve um erro e acabou lá dentro. Os defesas são julgados pela pior coisa que fizeram e não pelos oitenta e nove minutos à volta: é injusto e é também o ofício.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Em resumo
Notas dos jogadoresLoïc Socka encarou-os todo o jogo
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Stade Lausanne-Ouchy e do Bellinzona por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 9.81, e nem uma objeção no estádio.
Plantel14/09/2026
Kevin Bua desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Está feito o negócio no Stade Lausanne-Ouchy até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Dany Da Silva regressa a Stade Lausanne-Ouchy com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lausanne-Ouchy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Guillermo Maidana acabou de assinar pelo Stade Lausanne-Ouchy e, por uma vez, a resposta importava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kevin Bua estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Piet Scobel está nela.
Minuto 85, meio estádio já a caminho da saída, e Alexis Charveys decidiu que ninguém ia a lado nenhum. O Neuchâtel Xamax não teve tempo para responder.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o outro clube fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Alexis Charveys e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $550.0K por Enoch Owusu, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O WSG Tirol fica com o seu homem, e o Stade Lausanne-Ouchy volta a uma lista com um nome riscado.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Vasco Tritten agarrou este contra o Vaduz. 2‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Stade Lausanne-Ouchy.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade Lausanne-Ouchy, e não vai ser retirado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.86 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Alexis Charveys esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kevin Bua estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Stade Lausanne-Ouchy perguntou e o Vaduz disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
O Darmstadt 98 não queria vender e o número é a razão por que o fez. $3.2M por Serhat-Semih Güler, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $614.2K — um clube que quer Enoch Owusu ao ponto de perguntar duas vezes.
A proposta seguiu esta semana para o St. Gallen, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Fabian Frei e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sion fica com o seu homem, e o Stade Lausanne-Ouchy volta a uma lista com um nome riscado.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Stade Lausanne-Ouchy joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
O aperto de mão com o Darmstadt 98 está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Plantel10/08/2026
David Jaćović consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. David Jaćović acabou de assinar pelo Stade Lausanne-Ouchy e, por uma vez, a resposta importava.
O Stade Lausanne-Ouchy tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Karlsruher SC, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Grasshopper fica com o seu homem, e o Stade Lausanne-Ouchy volta a uma lista com um nome riscado.
Fabian Frei esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
A camisola ainda lhe serve. Liridon Mulaj está de volta ao Stade Lausanne-Ouchy, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Notas dos jogadores10/08/2026
Fabian Frei fez o trabalho que ninguém conta — 6.58
15 ações combinadas e 6.58. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
A formação existe exatamente para esta manhã. Cedric Schär passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
O Stade Lausanne-Ouchy foi ao Darmstadt 98 com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Loïc Socka e o Stade Lausanne-Ouchy acertam mais 4 anos.
O Stade Lausanne-Ouchy já telefonou ao Karlsruher SC. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O Stade Lausanne-Ouchy já telefonou ao Nürnberg. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rayan Kadima estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Stade Lausanne-Ouchy ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.