A série sem derrotas chega aos 17 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
32 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Stade Lausanne-Ouchy perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 88 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Stade Lausanne-Ouchy já se começa a dizer o nome dele no passado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Stade Lausanne-Ouchy ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lausanne-Ouchy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Stade Lausanne-Ouchy perguntou e o Sion disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Stade Lausanne-Ouchy já telefonou ao Basel. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
39 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Stade Lausanne-Ouchy perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A série sem derrotas chega aos 16 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Stade Lausanne-Ouchy nada responderam, o que também é uma resposta.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Jonathan Fontana e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Ferreira está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Stade Lausanne-Ouchy ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
A primeira derrota em 4 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Rapperswil-Jona; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
46 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Stade Lausanne-Ouchy perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
O Stade Lausanne-Ouchy tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Young Boys, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jonathan Fontana estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Stade Lausanne-Ouchy perguntou e o Servette disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Cédric Brunner lesiona os ligamentos do joelho — 53 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 53 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Stade Lausanne-Ouchy nada responderam, o que também é uma resposta.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade Lausanne-Ouchy, e não vai ser retirado.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Bernard Faye e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Plantel29/07/2030
Lucas Ferreira desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
60 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Stade Lausanne-Ouchy perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A série sem derrotas chega aos 13 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Stade Lausanne-Ouchy pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade Lausanne-Ouchy, e não vai ser retirado.
Verba acordada, salário acordado, e o Bellinzona à espera com uma camisola. No Stade Lausanne-Ouchy ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Xhan Aliu será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Stade Lausanne-Ouchy as despedidas começaram em silêncio.
Jonathan Fontana e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
67 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Stade Lausanne-Ouchy perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Posição 3, 32 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stade Lausanne-Ouchy podem fingir não ter ouvido.
Lucas Ferreira esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jonathan Fontana está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lucas Ferreira, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Stade Lausanne-Ouchy, mais uma semana sem a assinatura de Lucas Ferreira.
Perguntou-se ao Young Boys se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Silas Huber está em marcha
Cédric Brunner lesiona os ligamentos do joelho — 74 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 74 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stade Lausanne-Ouchy podem fingir não ter ouvido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Stade Lausanne-Ouchy já se começa a dizer o nome dele no passado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Stade Lausanne-Ouchy fez a parte difícil com o Lausanne-Sport, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Young Boys fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Christian Günter e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Ferreira está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Perguntou-se ao Lausanne-Sport se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
82 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Stade Lausanne-Ouchy perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade Lausanne-Ouchy, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Stade Lausanne-Ouchy ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jonathan Fontana esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Ferreira está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Cédric Brunner lesiona os ligamentos do joelho — 90 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 90 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade Lausanne-Ouchy, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Xhan Aliu será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Stade Lausanne-Ouchy as despedidas começaram em silêncio.
Tudo acordado com o Sion, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.
Mercado24/06/2030
Tão perto: a transferência de Mattia Buniotto morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Winterthur seguiu em frente, Mattia Buniotto apresenta-se de volta no Stade Lausanne-Ouchy, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lausanne-Ouchy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jonathan Fontana está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Stade Lausanne-Ouchy perguntou e o Zurich disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Stefan Knežević, e o treinador deixou.
97 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Stade Lausanne-Ouchy perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Stade Lausanne-Ouchy perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Bastien Conus e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Stade Lausanne-Ouchy lida com um homem que quer outro país.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Ferreira está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Stade Lausanne-Ouchy foi explícito quanto à situação de Nicholas Ammeter, o que é mais do que muitos recebem.
105 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Stade Lausanne-Ouchy perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A proposta do Grasshopper por Filipe de Carvalho foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Stade Lausanne-Ouchy perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lausanne-Ouchy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lucas Ferreira estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Young Boys fica com o seu homem, e o Stade Lausanne-Ouchy volta a uma lista com um nome riscado.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Stefan Knežević tem a sua resposta do Stade Lausanne-Ouchy; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Stade Lausanne-Ouchy vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Cédric Brunner lesiona os ligamentos do joelho — 113 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 113 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade Lausanne-Ouchy, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Stade Lausanne-Ouchy ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Lucas Ferreira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jonathan Fontana estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Stade Lausanne-Ouchy lida com um homem que quer outro país.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
121 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Stade Lausanne-Ouchy perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Stade Lausanne-Ouchy estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Gabriel Sigua esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
129 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Stade Lausanne-Ouchy perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Posição 3, 32 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade Lausanne-Ouchy, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lausanne-Ouchy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Herold está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para João Gabriel, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Stade Lausanne-Ouchy, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Gabriel Sigua e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel13/05/2030
David Herold desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Stade Lausanne-Ouchy, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thomas Leggio será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Stade Lausanne-Ouchy as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e David Herold estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lausanne-Ouchy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alberto Trapero, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Herold está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Toda a gente no Stade Lausanne-Ouchy viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 37 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Posição 3, 32 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Bastien Conus e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Herold está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para João Gabriel, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Alfie Dorrington treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Stade Lausanne-Ouchy. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Gabriel Sigua e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel15/04/2030
David Herold desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Stade Lausanne-Ouchy lida com um homem que quer outro país.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Alfie Dorrington treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Stade Lausanne-Ouchy admitiria. Nota-se aos sábados.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stade Lausanne-Ouchy podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thomas Leggio será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Stade Lausanne-Ouchy as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Herold está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Stade Lausanne-Ouchy sabem-no.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thomas Leggio, e o treinador deixou.
Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Stade Lausanne-Ouchy gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.
Gabriel Sigua esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/04/2030
David Herold desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lucas Ferreira, e o treinador deixou.
O treinador reorganizou as ideias e Pedro Chirivella saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stade Lausanne-Ouchy podem fingir não ter ouvido.
Cédric Brunner e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel25/03/2030
Pedro Chirivella desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Nicholas Ammeter apontou a data.
Cédric Brunner esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pedro Chirivella está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade Lausanne-Ouchy, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Stade Lausanne-Ouchy ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lausanne-Ouchy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Herold está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Stade Lausanne-Ouchy, mais uma semana sem a assinatura de Lucas Ferreira.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para João Gabriel, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Stade Lausanne-Ouchy, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stade Lausanne-Ouchy podem fingir não ter ouvido.
Cédric Brunner e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel04/03/2030
Pedro Chirivella desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
Mercado04/03/2030
Um empréstimo que não serviu de nada a Ellis Lehane
3 jogos e 0 golos não são uma época fora, são um ano perdido. Está de volta ao Stade Lausanne-Ouchy sem ter avançado um passo, e todos os envolvidos vão explicar por que razão a culpa não foi deles.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. David Herold subiu nela.
O passado entrou à frente dele. Os jogadores que estiveram onde ele esteve são ouvidos num balneário antes de o merecerem, e ele será ouvido enquanto a forma durar.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 17 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Cédric Brunner e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel25/02/2030
Pedro Chirivella desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Stade Lausanne-Ouchy, e 3 jogos em 29 dizem que merece ser ouvido.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thomas Leggio, e o treinador deixou.
24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Stade Lausanne-Ouchy perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Stade Lausanne-Ouchy ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Cédric Brunner esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Stade Lausanne-Ouchy sabem-no.
Plantel18/02/2030
Jonathan Fontana desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Faltam 7 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Stade Lausanne-Ouchy pode pedir e sobe o salário que Alfie Dorrington pode exigir.
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Stade Lausanne-Ouchy perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thomas Leggio será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Stade Lausanne-Ouchy as despedidas começaram em silêncio.
Cédric Brunner e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Johan Murillo agiu, no Stade Lausanne-Ouchy, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pedro Chirivella estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Pedro Chirivella treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
39 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Stade Lausanne-Ouchy perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Stade Nyonnais à espera com uma camisola. No Stade Lausanne-Ouchy ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Direção04/02/2030
O prazo passa com 0 contratações e 6 saídas
Está feito o negócio no Stade Lausanne-Ouchy até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
O negócio que levaria Valerio Aureli para o Thun caiu na fase final e ele reapresenta-se no Stade Lausanne-Ouchy com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lausanne-Ouchy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Valy Konaté e o Stade Lausanne-Ouchy acertam mais 4 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alfie Dorrington estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
48 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Stade Lausanne-Ouchy perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Stade Lausanne-Ouchy já se começa a dizer o nome dele no passado.
Cédric Brunner esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 37 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Plantel28/01/2030
Jonathan Fontana desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
21 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Stade Lausanne-Ouchy perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade Lausanne-Ouchy, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Juan David Benavides será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Stade Lausanne-Ouchy as despedidas começaram em silêncio.
Não há pior forma de perder um futebolista. Valerio Aureli pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Cédric Brunner e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel21/01/2030
Alfie Dorrington desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Stade Lausanne-Ouchy perguntou e o Como disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
28 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Stade Lausanne-Ouchy perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Stade Lausanne-Ouchy perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stade Lausanne-Ouchy podem fingir não ter ouvido.
Cédric Brunner e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alfie Dorrington estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Stade Lausanne-Ouchy perguntou e o Sigma Olomouc disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Uma sondagem ao Servette para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
35 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Stade Lausanne-Ouchy perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o Stade Nyonnais à espera com uma camisola. No Stade Lausanne-Ouchy ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Stade Lausanne-Ouchy aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
A proposta do Sabail por Valerio Aureli foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lausanne-Ouchy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel07/01/2030
Jonathan Fontana desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma sondagem ao Zurich para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
43 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Stade Lausanne-Ouchy perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Stade Lausanne-Ouchy nada responderam, o que também é uma resposta.
Cédric Brunner esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alfie Dorrington estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Stade Lausanne-Ouchy, e 3 jogos em 21 dizem que merece ser ouvido.
51 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Stade Lausanne-Ouchy perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Stade Lausanne-Ouchy nada responderam, o que também é uma resposta.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Juan David Benavides será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Stade Lausanne-Ouchy as despedidas começaram em silêncio.
Cédric Brunner e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alfie Dorrington estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Felipe Borges, e o treinador deixou.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 60 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Cédric Brunner e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jonathan Fontana está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ruben Macedo Da Costa, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Stade Lausanne-Ouchy, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Stade Lausanne-Ouchy, mais uma semana sem a assinatura de Alberto Trapero.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Stade Lausanne-Ouchy. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
68 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Stade Lausanne-Ouchy perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Stade Lausanne-Ouchy pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade Lausanne-Ouchy, e não vai ser retirado.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.98 para o resto.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mattia Buniotto será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Stade Lausanne-Ouchy as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lausanne-Ouchy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Stade Lausanne-Ouchy lida com um homem que quer outro país.
Em resumo
PlantelAlfie Dorrington desentende-se com um colega por causa das exigências
75 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Stade Lausanne-Ouchy perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Posição 3, 29 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Stade Lausanne-Ouchy ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Cédric Brunner esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
9 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.
Plantel03/12/2029
Alfie Dorrington desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Stade Lausanne-Ouchy, e 2 jogos em 17 dizem que merece ser ouvido.
82 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Stade Lausanne-Ouchy perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Cédric Brunner e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jonathan Fontana está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Avaliado com 7.51. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
90 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Stade Lausanne-Ouchy perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Cédric Brunner e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel19/11/2029
Alfie Dorrington desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Valy Konaté, e o treinador deixou.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Stade Lausanne-Ouchy, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Segue-se o Lugano, e há um homem no balneário do Stade Lausanne-Ouchy que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 98 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Yverdon vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Stade Lausanne-Ouchy foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade Lausanne-Ouchy, e não vai ser retirado.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Gabriel Sigua marcou, foi avaliado com 7.52 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mattia Buniotto será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Stade Lausanne-Ouchy as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lausanne-Ouchy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alfie Dorrington está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Stade Lausanne-Ouchy ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Cédric Brunner esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jonathan Fontana está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
7.87, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Stade Lausanne-Ouchy ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Cédric Brunner e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel29/10/2029
Fabian Schär desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Fabian Schär produziu-o, e o 8.40 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stade Lausanne-Ouchy podem fingir não ter ouvido.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Fabian Schär e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alfie Dorrington estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Cedric Steffen sobre uma tarde de 2‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade Lausanne-Ouchy, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mattia Buniotto será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Stade Lausanne-Ouchy as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lausanne-Ouchy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fabian Schär estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Stefan Knežević, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Alfie Dorrington treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Stade Lausanne-Ouchy gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stade Lausanne-Ouchy podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Stade Lausanne-Ouchy ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Liridon Mulaj e o Stade Lausanne-Ouchy acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Cédric Brunner esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fabian Schär está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Stade Lausanne-Ouchy sabem-no.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Stade Lausanne-Ouchy, e 0 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Filipe de Carvalho, e o treinador deixou.
Posição 2, 18 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Beer Vijfhuizen agiu, no Stade Lausanne-Ouchy, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Cédric Brunner e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel01/10/2029
Alfie Dorrington desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Segue-se o Luzern, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
Cédric Brunner e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel24/09/2029
Fabian Schär desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um ponto arrancado aos 87 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Stade Lausanne-Ouchy vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Avaliado com 7.56. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O Stade Lausanne-Ouchy tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Neuchâtel Xamax, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lausanne-Ouchy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel17/09/2029
Fabian Schär desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Felipe Borges, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém em campo chegou perto de Lucas Ferreira
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Stade Lausanne-Ouchy ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Cédric Brunner esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Filipe de Carvalho, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Stefan Knežević está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Stade Lausanne-Ouchy sabem-no, e também todos os que o veem.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Stade Lausanne-Ouchy nada responderam, o que também é uma resposta.
21 entradas e 14 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Juan David Benavides será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Stade Lausanne-Ouchy as despedidas começaram em silêncio.
Cédric Brunner e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fabian Schär está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Basel fica com o seu homem, e o Stade Lausanne-Ouchy volta a uma lista com um nome riscado.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Em resumo
Notas dos jogadoresLucas Ferreira jogou uma tarde diferente da de toda a gente
O Wil segue em frente e o Stade Lausanne-Ouchy vai para casa, com um 1‑3 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade Lausanne-Ouchy, e não vai ser retirado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Basel fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Cédric Brunner e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fabian Schär está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Young Boys fica com o seu homem, e o Stade Lausanne-Ouchy volta a uma lista com um nome riscado.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Stade Lausanne-Ouchy foi explícito quanto à situação de Cédric Brunner, o que é mais do que muitos recebem.
O clube procurou lá fora durante um mês, não encontrou nada de que gostasse mais e entregou o cargo a quem já o estava a fazer. Conhece a casa; falta provar que conhece o resto.
Verba acordada, salário acordado, e o Luzern à espera com uma camisola. No Stade Lausanne-Ouchy ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lausanne-Ouchy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Stade Lausanne-Ouchy perguntou e o Partizani Tirana disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Stefan Knežević estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Stade Lausanne-Ouchy já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stade Lausanne-Ouchy podem fingir não ter ouvido.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Stade Lausanne-Ouchy vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Cédric Brunner esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel13/08/2029
Fabian Schär desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
19 dias de fora para Cédric Brunner depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Stade Lausanne-Ouchy vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Notas dos jogadores06/08/2029
Fabian Schär, 37 anos, faz recuar o relógio — 8.24
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.24 aos 37, e ninguém no campo esteve melhor.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Stade Lausanne-Ouchy pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Stade Lausanne-Ouchy lida com um homem que quer outro país.
O Stade Lausanne-Ouchy perguntou e o Lausanne-Sport disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Stade Lausanne-Ouchy falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Stade Lausanne-Ouchy nada responderam, o que também é uma resposta.
Cédric Brunner e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lucas Ferreira estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Filipe de Carvalho, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Stade Lausanne-Ouchy falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não penso para lá de sábado, e não aconselharia ninguém a fazê-lo.” A primeira regra do interino é fingir que o trabalho é pequeno; Cedric Steffen recitou-a na perfeição.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Stade Lausanne-Ouchy nada responderam, o que também é uma resposta.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Basel fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lausanne-Ouchy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/07/2029
Fabian Schär desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Stade Lausanne-Ouchy falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Stade Lausanne-Ouchy perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Cédric Brunner esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fabian Schär está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sion fica com o seu homem, e o Stade Lausanne-Ouchy volta a uma lista com um nome riscado.
Uma sondagem ao Zurich para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Filipe de Carvalho está nela.
49 dias de fora para Cédric Brunner depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Stade Lausanne-Ouchy vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade Lausanne-Ouchy, e não vai ser retirado.
Cédric Brunner e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Denis Shaqiri está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Edimilson Embolo passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Admir Fassnacht é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Plantel09/07/2029
Valy Konaté desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Stade Lausanne-Ouchy já telefonou ao Sion. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 57 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Renato Okafor treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stade Lausanne-Ouchy, e não vai ser retirado.
Cédric Brunner e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel02/07/2029
Fabian Schär desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Young Boys fica com o seu homem, e o Stade Lausanne-Ouchy volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma sondagem ao Basel para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Stade Lausanne-Ouchy falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Stade Lausanne-Ouchy já se começa a dizer o nome dele no passado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Stade Lausanne-Ouchy fez a parte difícil com o Zurich, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lausanne-Ouchy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lucas Ferreira estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 71 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Fabian Schär esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Valy Konaté estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Stade Lausanne-Ouchy, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Filipe de Carvalho está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
80 dias de fora para Cédric Brunner depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Stade Lausanne-Ouchy vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Cédric Brunner e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fabian Schär estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Stade Lausanne-Ouchy sabem-no.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma sondagem ao Zurich para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 88 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Stade Lausanne-Ouchy toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Plantel04/06/2029
Xhan Aliu consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Xhan Aliu acabou de assinar pelo Stade Lausanne-Ouchy e, por uma vez, a resposta importava.
Cédric Brunner e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fabian Schär estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Stade Lausanne-Ouchy foi explícito quanto à situação de Luis Seifert, o que é mais do que muitos recebem.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Stade Lausanne-Ouchy, mais uma semana sem a assinatura de Fabian Schär.
O Stade Lausanne-Ouchy já telefonou ao Zurich. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
95 dias de fora para Cédric Brunner depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Stade Lausanne-Ouchy vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Cédric Brunner esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Valy Konaté está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para João Gabriel, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 102 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lausanne-Ouchy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fabian Schär está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Filipe de Carvalho está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nicholas Ammeter treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Stade Lausanne-Ouchy falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
18 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Stade Lausanne-Ouchy perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Cédric Brunner e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel14/05/2029
Fabian Schär desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Stade Lausanne-Ouchy falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Stade Lausanne-Ouchy perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Miguel Reichmuth estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Tiemoko Ouattara foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Stade Lausanne-Ouchy falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel30/04/2029
Albian Widmer lesiona os ligamentos do joelho — 33 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 33 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Stade Lausanne-Ouchy está a esgotar-se.
Cédric Brunner esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel30/04/2029
Fabian Schär desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ivann Strohbach, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
131 dias de fora para Cédric Brunner depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Stade Lausanne-Ouchy vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lausanne-Ouchy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fabian Schär está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Felipe Borges, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Filipe de Carvalho está nela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 138 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Cédric Brunner e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel16/04/2029
Miguel Reichmuth desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
O bancoThomas Leggio tornou-se um homem de confiança do treinador
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Stade Lausanne-Ouchy falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Cédric Brunner e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fabian Schär está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco09/04/2029
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de João Gabriel
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Pedro Chirivella treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Stade Lausanne-Ouchy, mais uma semana sem a assinatura de Juan David Benavides.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 152 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Renato Okafor treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Cédric Brunner esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fabian Schär está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Stade Lausanne-Ouchy sabem-no.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Juan-José Perea foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nolan Ferro, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lausanne-Ouchy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel26/03/2029
Miguel Reichmuth desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
9 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Stade Lausanne-Ouchy, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Filipe de Carvalho está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mattia Buniotto será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Stade Lausanne-Ouchy as despedidas começaram em silêncio.
Cédric Brunner e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fabian Schär está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Stade Lausanne-Ouchy, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rafael Venâncio, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Thomas Leggio está nela.
Cédric Brunner e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fabian Schär está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Stade Lausanne-Ouchy, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Stade Lausanne-Ouchy vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Cédric Brunner esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Miguel Reichmuth estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Stef Schreuders está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
O dinheiro que disseram ao treinador que tinha é agora dinheiro que o treinador tinha. $37.3K desaparecidos da mesa sem comunicado, e um balneário que percebe o que isso quer dizer.
O banco05/03/2029
Loïc Socka tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Stade Lausanne-Ouchy dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Stade Lausanne-Ouchy terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Itaitinga lesiona os ligamentos do joelho — 104 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 104 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lausanne-Ouchy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel26/02/2029
Fabian Schär desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém no Stade Lausanne-Ouchy dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
111 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Stade Lausanne-Ouchy perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Stade Lausanne-Ouchy ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Cédric Brunner e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fabian Schär estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Stade Lausanne-Ouchy vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Fabio Martínez
133Edição
A Crónica de Stade Lausanne-Ouchy
12/02/2029
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel12/02/2029
Itaitinga lesiona os ligamentos do joelho — 119 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 119 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Cédric Brunner e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Juan David Benavides acabou de assinar pelo Stade Lausanne-Ouchy e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel12/02/2029
Miguel Reichmuth desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ruben Macedo Da Costa, e o treinador deixou.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Os melhores negócios são aqueles em que os contabilistas nem reparam. Juan David Benavides chega ao Stade Lausanne-Ouchy com o ordenado como único custo e algo a provar como única cláusula.
Os melhores negócios são aqueles em que os contabilistas nem reparam. Fabio Martínez chega ao Stade Lausanne-Ouchy com o ordenado como único custo e algo a provar como única cláusula.
127 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Stade Lausanne-Ouchy perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Stade Lausanne-Ouchy perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Direção05/02/2029
O prazo passa com 6 contratações e 5 saídas
Está feito o negócio no Stade Lausanne-Ouchy até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Cédric Brunner esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 36 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Stade Lausanne-Ouchy é como lidar com um homem a quem deve muito.
Plantel05/02/2029
Fabian Schär desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nicholas Ammeter treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Loïc Socka está nela.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Stade Lausanne-Ouchy fez a parte difícil com o Lausanne-Sport, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lausanne-Ouchy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel29/01/2029
Uma transferência que Massimo Sandi teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Massimo Sandi está a viver essa versão no Stade Lausanne-Ouchy, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Miguel Reichmuth estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Stade Lausanne-Ouchy perguntou e o Sion disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Fabian Schär treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Cédric Brunner e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Stade Lausanne-Ouchy perguntou e o Lausanne-Sport disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Stefan Knežević estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Perguntou-se ao Lausanne-Sport se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Stade Lausanne-Ouchy, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Stef Schreuders, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Frank Ronstadt agiu, no Stade Lausanne-Ouchy, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Cédric Brunner e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Miguel Reichmuth está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Stade Lausanne-Ouchy perguntou e o Young Boys disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Uma sondagem ao Lausanne-Sport para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Stade Lausanne-Ouchy, mais uma semana sem a assinatura de Frank Ronstadt.
Cédric Brunner esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fabian Schär está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Thun fica com o seu homem, e o Stade Lausanne-Ouchy volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Stade Lausanne-Ouchy já telefonou ao Sion. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Stade Lausanne-Ouchy vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Stade Lausanne-Ouchy vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Loïc Socka está nela.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lausanne-Ouchy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel01/01/2029
Fabian Schär desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O treinador reorganizou as ideias e Itaitinga saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thomas Leggio, e o treinador deixou.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Nicholas Ammeter subiu nela.
Fabian Schär e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Lucas Fernandes dos Santos está a viver essa versão no Stade Lausanne-Ouchy, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel25/12/2028
Miguel Reichmuth desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Felipe Borges, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Thomas Leggio está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e João Gabriel treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Stade Lausanne-Ouchy terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Os melhores negócios são aqueles em que os contabilistas nem reparam. Lucas Fernandes dos Santos chega ao Stade Lausanne-Ouchy com o ordenado como único custo e algo a provar como única cláusula.
Cédric Brunner e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel18/12/2028
Fabian Schär desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco18/12/2028
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de João Gabriel
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
6.º lugar com 22 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
Cédric Brunner esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fabian Schär está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Ricardo Alves chama-lhe outra coisa em privado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kristers Penkevics e o Stade Lausanne-Ouchy acertam mais 3 anos.
1 para Miguel Reichmuth, avaliado com 7.59, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Cédric Brunner e o Stade Lausanne-Ouchy acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lausanne-Ouchy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel04/12/2028
Miguel Reichmuth desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco04/12/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Renato Okafor a uma sala que já as tinha ouvido.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Liridon Mulaj está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Cédric Brunner e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Miguel Reichmuth está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.
O banco27/11/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑4 Renato Okafor saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Stade Lausanne-Ouchy pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Cédric Brunner e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Stefan Knežević está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nolan Ferro, e o treinador deixou.
O Lugano chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Loïc Socka: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Stade Lausanne-Ouchy a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mattia Buniotto treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Cédric Brunner esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Miguel Reichmuth estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
O banco13/11/2028
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Renato Okafor escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
O banco13/11/2028
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de João Gabriel
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
4.º lugar com 22 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Stade Lausanne-Ouchy nada responderam, o que também é uma resposta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lausanne-Ouchy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Miguel Reichmuth estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Liridon Mulaj. 1‑0 sobre o Aarau, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Aos 21 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Stade Lausanne-Ouchy vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Bastien Conus está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Renato Okafor sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para João Gabriel, e o treinador deixou.
Cédric Brunner e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Lucas Ferreira tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Stefan Knežević está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Felix Platte marcou ao minuto 88, o Vaduz já pensava na viagem de regresso, e o Stade Lausanne-Ouchy levou tudo.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Stade Lausanne-Ouchy pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Cédric Brunner e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Miguel Reichmuth estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Disseram uma coisa a Stefan Knežević e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Cédric Brunner esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Miguel Reichmuth está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
O banco16/10/2028
Felix Platte tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Stade Lausanne-Ouchy dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Stade Lausanne-Ouchy terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Felix Platte assinar alguma coisa — um contrato no Stade Lausanne-Ouchy ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
A próxima visita é de uma equipa no 3.º lugar. O resultado não fará a época de ninguém e pode, em silêncio, estragar a forma de uma, e é por isso que o treinador vê vídeo desde domingo.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Tiemoko Ouattara produziu-o, e o 8.62 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stade Lausanne-Ouchy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ricardo Alves, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Stefan Knežević está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Stade Lausanne-Ouchy disse a Filipe de Carvalho que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Em resumo
Notas dos jogadoresVasco Tritten encarou-os todo o jogo
Cédric Brunner e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Miguel Reichmuth está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mattia Buniotto, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Stade Lausanne-Ouchy, mais uma semana sem a assinatura de Luis Seifert.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Lucas Ferreira está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Kevin Fassnacht lesiona os ligamentos do joelho — 21 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 21 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
1 para Jonathan Fontana, avaliado com 7.85, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Cédric Brunner e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel25/09/2028
Miguel Reichmuth desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Vasco Tritten tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Jonathan Fontana. 1‑0 sobre o Stade Nyonnais, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.