Dribles concretizados: 42. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O River Plate segue em frente e o Tacuary vai para casa, com um 1‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tacuary coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Herminio Vera tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Dribles concretizados: 27. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Jogo08/05/2027
Não se vê o fim da espera do Tacuary por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Tacuary tem de arrancar um resultado de algum lado.
Julio González esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aldo González está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A formação existe exatamente para esta manhã. Fernando Gamarra passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gary Tello, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Julio González e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aldo González está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
15 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tacuary perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Julio González e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Empate aos 88 minutos, depois de uma tarde que o Tacuary tinha praticamente arrumada. O Guarani vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
O banco26/04/2027
Mario Barrios tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Tacuary dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Christian Cepeda lesiona os ligamentos do joelho — 22 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 22 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Julio González e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel19/04/2027
Héctor Lezcano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mario Barrios, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
30 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tacuary perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 8 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tacuary coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 1‑2, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.
O banco12/04/2027
Víctor Barrios tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Tacuary dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Martín Espinoza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém no Tacuary sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Notas dos jogadoresA tarde passou toda por Héctor Lezcano
36Edição
A Sentinela de Tacuary
05/04/2027
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel05/04/2027
Christian Cepeda lesiona os ligamentos do joelho — 37 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 37 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Julio González esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Christian Martínez e o Tacuary acertam mais 2 anos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: David Fleitas. 1‑0 sobre o Sportivo Trinidense, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
7.88, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Tacuary tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.
O banco05/04/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Diego Cardozo foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
44 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tacuary perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tacuary coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Héctor Lezcano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Toda a gente no Tacuary viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 34 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Christian Martínez, e o treinador deixou.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mario Barrios está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Christian Cepeda treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Alexis Rojas. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Christian Cepeda lesiona os ligamentos do joelho — 51 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 51 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Julio González e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Héctor Lezcano estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Christian Cepeda lesiona os ligamentos do joelho — 58 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 58 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 11 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Julio González e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kevin Lezcano, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Víctor Barrios está nela.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Em resumo
O bancoA vista do banco
PlantelPalavras no treino do Tacuary sobre quem trabalha
Christian Cepeda lesiona os ligamentos do joelho — 65 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 65 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ariel Schuartzman e o Tacuary acertam mais 4 anos.
Julio González esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel08/03/2027
Aldo González desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Héctor Lezcano. 2‑1 sobre o Sportivo Luqueno, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Martín Espinoza tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
73 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tacuary perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tacuary coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel01/03/2027
Aldo González desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Augusto Giménez, e o treinador deixou.
O banco01/03/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Diego Cardozo, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Ações defensivas: 15, e a baliza a zero no final. As melhores tardes de um central parecem não ter nada dentro, e é exatamente esse o ponto.
O banco01/03/2027
Kevin Lezcano tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Tacuary dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
80 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tacuary perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel22/02/2027
14 dias de fora para Hugo Flores depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Tacuary vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Alexis Rojas esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel22/02/2027
6 caras novas e o Tacuary ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O banco22/02/2027
Gustavo Manzur tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Tacuary dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
87 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tacuary perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 21 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Tacuary marcou aos 91, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Julio González e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Héctor Lezcano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma nota de 7.68, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.
O banco15/02/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Diego Cardozo foi breve depois da vitória por 2‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
94 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tacuary perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tacuary falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Contrato novo para o homem do banco, e a coisa mais clara que uma direcção pode dizer sem convocar uma conferência de imprensa. Prometer estabilidade é barato; entregá-la não é.
Julio González esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Víctor Barrios está nela.
101 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tacuary perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tacuary falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tacuary, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tacuary coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Tacuary, mais uma semana sem a assinatura de Julio González.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kevin Lezcano está nela.
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Julio González
26Edição
A Sentinela de Tacuary
25/01/2027
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel25/01/2027
Christian Cepeda lesiona os ligamentos do joelho — 108 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 108 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 43 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Julio González e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
117 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tacuary perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel18/01/2027
51 dias de fora para Hugo Flores depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Tacuary vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Julio González e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Aldo González está nela.
125 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tacuary perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 58 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Julio González esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Guarani fica com o seu homem, e o Tacuary volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Diego Acosta é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Cristian Alderete é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Hugo Peralta está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Hugo Barrios é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Víctor Barrios está nela.
108 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tacuary perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tacuary falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alexis Rojas e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel04/01/2027
Héctor Lezcano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 72 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Tacuary fez a parte difícil com o Libertad, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Julio González e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Olimpia fica com o seu homem, e o Tacuary volta a uma lista com um nome riscado.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Tacuary vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
O banco28/12/2026
Gustavo Manzur tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Tacuary dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Tacuary sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 80 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Julio González e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Hugo Gaona acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Tacuary substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mauro Gómez e o Tacuary acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel21/12/2026
8 caras novas e o Tacuary ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Perguntou-se ao Rosario Central se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Confirmado, matemático, e uma cidade acordada a noite inteira. Fosse o que fosse que a época teve, acaba uma divisão acima de onde começou.
Plantel14/12/2026
88 dias de fora para Hugo Flores depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Tacuary vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Julio González esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Héctor Lezcano estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
49 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tacuary perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel07/12/2026
110 dias de fora para Oscar Murillo depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Tacuary vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tacuary coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Francisco Mongelos acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Tacuary substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Héctor Lezcano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Libertad fica com o seu homem, e o Tacuary volta a uma lista com um nome riscado.
O Tacuary já telefonou ao Sol de America. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
DireçãoAberto para negócios: o Tacuary entra no mercado
18Edição
A Sentinela de Tacuary
30/11/2026
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel30/11/2026
Carlos Servín lesiona os ligamentos do joelho — 59 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 59 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel30/11/2026
104 dias de fora para Hugo Flores depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Tacuary vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Carlos Servín e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gustavo Manzur está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Tacuary sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tacuary falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Carlos Servín e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel23/11/2026
Héctor Lezcano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Julio González compromete-se com o Tacuary por mais 1 anos.
O banco23/11/2026
Aldo González tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Tacuary dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 41 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Carlos Servín esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Víctor Barrios está nela.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tacuary falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tacuary coisas que levam mais de uma semana a retirar.
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kevin Lezcano está nela.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tacuary falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Carlos Servín e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Héctor Lezcano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
DireçãoOs salários engolem 108% das receitas do Tacuary
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Héctor Lezcano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Tacuary sabem-no, e também todos os que o veem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Aldo González está nela.
Carlos Servín esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Tacuary não o segura a fingir o contrário.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Víctor Barrios está nela.
Gary Tello tem 33 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Tacuary sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Luis Franco apontou a data.
Alexis Rojas e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel12/10/2026
Héctor Lezcano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 34 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
23 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco12/10/2026
Kevin Lezcano tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Tacuary dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Carlos Servín e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Toda a gente no Tacuary viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 34 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Tacuary não o segura a fingir o contrário.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Tacuary, mais uma semana sem a assinatura de Carlos Servín.
O banco05/10/2026
Gustavo Manzur tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Tacuary dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tacuary coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A enfermaria confirma 14 dias de paragem para Christian Martínez, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.
O banco28/09/2026
Aldo González tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Tacuary dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Héctor Lezcano estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Carlos Servín esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco21/09/2026
Víctor Barrios tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Tacuary dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Hugo Acosta é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Javier Vallejos, e o treinador deixou.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: David Fleitas. 1‑0 sobre o 12 de Junio, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
22 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Ariel Schuartzman sai dessa comparação dentro da equipa, e o Tacuary beneficiou de cada uma dessas tardes.
O banco07/09/2026
Gustavo Manzur tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Tacuary dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Tacuary não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
13.º lugar para os anfitriões, uma viagem longa para a bancada visitante, e um jogo que vai parecer banal no papel até ao momento em que deixar de o ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. David Fleitas produziu-o, e o 8.95 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Héctor Lezcano está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Aldo González está nela.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Javier Aquino. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Alexis Rojas e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Héctor Lezcano estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Aldo González produziu-o, e o 8.36 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Os reforços chegam com uma imagem do clube na cabeça, e a deste era maior do que o edifício. Vai jogar bem e vai-se embora, por essa ordem, e toda a gente o sabe.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Tacuary não o segura a fingir o contrário.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Aldo González agiu, no Tacuary, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» David Fleitas e o Tacuary acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tacuary coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel10/08/2026
Héctor Lezcano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Angel Romero é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Oscar Enciso é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Carlos Gonzalez é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Aldo González no seu melhor
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Tacuary e o Deportivo Capiata, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
O banco03/08/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 3‑4 Diego Cardozo saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Bernardo Medina deixa o Tacuary pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Jonatan Blanco deixa o Tacuary pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Marcelo Estigarribia deixa o Tacuary pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.