Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tobol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Tobol sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Barrientos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
247 jogos ao longo de 13 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alejandro Ospina será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tobol as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Haverá conversa esta semana. Tobol vão pôr um número, e a partir daí deixa de ser futebol e passa a ser aritmética.
Plantel06/07/2043
Lucas Barrientos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Barrientos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O treinador pode falar com quem quiser e não pode pagar a ninguém. Um plantel sobrevive a um mercado destes com empréstimos, com miúdos da casa e com a esperança de que as lesões caiam noutro sítio.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Isaiah David está a chegar
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Lior Revivo agarrou este contra o Shakhter. 3‑2 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Tobol.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Lior Revivo produziu-o, e o 8.08 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.90 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
20 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.
Plantel22/06/2043
Lucas Barrientos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 16 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tobol, e não vai ser retirado.
Lucas Barrientos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Tobol sabem-no.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Martin Emilov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tobol falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
139 jogos ao longo de 13 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tobol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Lucas Barrientos e o Tobol acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tobol falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
139 jogos ao longo de 13 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dor Melikson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tobol as despedidas começaram em silêncio.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel01/06/2043
Ismail Bekbolat desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Tobol marcou aos 92, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tobol falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Ismail Bekbolat esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Barrientos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Duje Knezevic. 2‑1 sobre o Okzhetpes, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Ficar 3 atrás faz algo a uma equipa, e normalmente o que faz é acabar com ela. Aqui não. O Tobol reconstruiu a tarde golo a golo, e o Taraz não teve resposta para nada disso.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tobol falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ordabasy Shomko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tobol as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma exibição de 9.61 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
Plantel18/05/2043
Lucas Barrientos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Notas dos jogadoresVladimir Holes encarou-os todo o jogo
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 54 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Tobol sabem-no.
Ismail Bekbolat esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Barrientos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tobol falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Jogo02/05/2043
Não se vê o fim da espera do Tobol por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Tobol tem de arrancar um resultado de algum lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dor Melikson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tobol as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Vasilis Varsamis e o Tobol acertam mais 2 anos.
Plantel04/05/2043
Lucas Barrientos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vladimir Holes, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tobol falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Jogo25/04/2043
Não se vê o fim da espera do Tobol por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Tobol tem de arrancar um resultado de algum lado.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.03 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Shon Abada será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tobol as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Barrientos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 77 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.23 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
Duje Knezevic esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel20/04/2043
Lucas Barrientos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadores20/04/2043
Vladimir Holes jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.02. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
2‑2, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.
Plantel20/04/2043
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Martin Emilov
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 84 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tobol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jogo11/04/2043
Não se vê o fim da espera do Tobol por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Tobol tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Tobol sabem-no.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Barrientos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Martin Emilov, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Tobol, mais uma semana sem a assinatura de Martin Emilov.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Azat Kuat tem a sua resposta do Tobol; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 91 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
262 jogos ao longo de 16 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tobol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ismail Bekbolat e o Tobol acertam mais 2 anos.
Duje Knezevic esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Tobol foi explícito quanto à situação de Ordabasy Shomko, o que é mais do que muitos recebem.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Vladimir Holes
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 98 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Ismail Bekbolat esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Barrientos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes de futebol endividam-se; isso não é notícia. Endividarem-se acima do que lhes foi concedido é, porque a partir daqui é o dinheiro do dono ou a decisão de outra pessoa, e nenhuma das duas coisas pertence à direção.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ethan Garcia, e o treinador deixou.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 105 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
10 golos num jogo, Ben Shechter na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Tobol nem ao Ordabasy.
Plantel23/03/2043
Lucas Barrientos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tobol falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mate Gulacsi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tobol as despedidas começaram em silêncio.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.81 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Barrientos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tobol falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tobol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Tobol sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Direção09/03/2043
8 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Tobol
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Gilad Meltzer e o Tobol acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Samat Postnikov é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tobol falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta do Akzhaiyk por Duje Knezevic foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Lucas Barrientos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Gilad Meltzer e o Tobol acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ismail Bekbolat está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O buraco voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm direito a ficar aliviados e direito a perguntar o que acontece no mês em que não for tapado, e os dois sentimentos costumam chegar juntos.
17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tobol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tobol falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta do Atyrau por Hossein Nekounam foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Tobol nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel23/02/2043
Ismail Bekbolat desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Dor Melikson está a chegar
24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tobol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tobol falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
31 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tobol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tobol falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tobol, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Faisal Al-Subaie e o Tobol acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Lucas Barrientos lesiona os ligamentos do joelho — 39 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 39 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tobol falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tobol, e não vai ser retirado.
Lucas Barrientos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Faisal Al-Subaie e o Tobol acertam mais 2 anos.
O buraco voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm direito a ficar aliviados e direito a perguntar o que acontece no mês em que não for tapado, e os dois sentimentos costumam chegar juntos.
Lucas Barrientos lesiona os ligamentos do joelho — 46 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 46 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 110 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vladimir Holes está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
MercadoIsaiah David está livre para procurar outro sítio
Lucas Barrientos lesiona os ligamentos do joelho — 53 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 53 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 117 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
61 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tobol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tobol falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
68 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tobol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tobol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Lucas Barrientos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O buraco voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm direito a ficar aliviados e direito a perguntar o que acontece no mês em que não for tapado, e os dois sentimentos costumam chegar juntos.
Os clubes de futebol endividam-se; isso não é notícia. Endividarem-se acima do que lhes foi concedido é, porque a partir daqui é o dinheiro do dono ou a decisão de outra pessoa, e nenhuma das duas coisas pertence à direção.
75 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tobol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
82 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tobol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tobol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Lucas Barrientos lesiona os ligamentos do joelho — 90 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 90 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Doniyor Akhmedov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tobol as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
98 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tobol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Aibol Suyumbayev treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tobol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Lucas Barrientos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Aslan Akhmedov e o Tobol acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
105 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tobol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tobol falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
242 jogos ao longo de 12 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tobol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Faltam 9 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.
112 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tobol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 28 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Lucas Barrientos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/11/2042
Vladimir Holes desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Vladimir Holes
119 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tobol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 15 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
126 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tobol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 24 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Shon Abada será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tobol as despedidas começaram em silêncio.
Lucas Barrientos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes de futebol endividam-se; isso não é notícia. Endividarem-se acima do que lhes foi concedido é, porque a partir daqui é o dinheiro do dono ou a decisão de outra pessoa, e nenhuma das duas coisas pertence à direção.
133 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tobol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tobol falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tobol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Tobol sabem-no.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tobol falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tobol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Barrientos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tobol falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Doniyor Akhmedov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tobol as despedidas começaram em silêncio.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tobol falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Barrientos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes de futebol endividam-se; isso não é notícia. Endividarem-se acima do que lhes foi concedido é, porque a partir daqui é o dinheiro do dono ou a decisão de outra pessoa, e nenhuma das duas coisas pertence à direção.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tobol falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tobol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Duje Knezevic esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Vasilis Varsamis e o Tobol acertam mais 2 anos.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Tobol sabem-no.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tobol falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 19 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 76 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tobol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Ismail Bekbolat esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O treinador pode falar com quem quiser e não pode pagar a ninguém. Um plantel sobrevive a um mercado destes com empréstimos, com miúdos da casa e com a esperança de que as lesões caiam noutro sítio.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 83 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel15/09/2042
Lucas Barrientos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Toda a carreira longa chega à semana em que o jogador começa a pensar na última. Gostaria que fosse no clube que o pôs pela primeira vez num campo, e no Tobol já sabem disso.
O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.
Toda a gente deixou de fingir: o Ordabasy vai fazer a chamada por Ordabasy Shomko esta semana. O Tobol tem um número em mente, e o número não é tímido.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Tobol, mais uma semana sem a assinatura de Lior Revivo.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 92 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 31 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Ordabasy Shomko marcou ao minuto 88, o Taraz já pensava na viagem de regresso, e o Tobol levou tudo.
A proposta do Atyrau por Mate Gulacsi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Doniyor Akhmedov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tobol as despedidas começaram em silêncio.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tobol falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Tobol está a esgotar-se.
334 jogos ao longo de 13 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tobol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tobol falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
46 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tobol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Collins Onovughe esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 54 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A proposta do Taraz por Duje Knezevic foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tobol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tobol, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelUma lesão muscular afasta Gilad Meltzer durante 16 dias
64 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tobol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Tobol vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
77 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tobol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.01 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Tobol sabem-no.
86 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tobol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tobol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Lucas Barrientos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ismail Bekbolat está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O treinador pode falar com quem quiser e não pode pagar a ninguém. Um plantel sobrevive a um mercado destes com empréstimos, com miúdos da casa e com a esperança de que as lesões caiam noutro sítio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Toda a gente deixou de fingir: o Akzhaiyk vai fazer a chamada por Collins Onovughe esta semana. O Tobol tem um número em mente, e o número não é tímido.
Plantel21/07/2042
Lucas Barrientos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Aslan Akhmedov chama-lhe outra coisa em privado.
Ninguém no Tobol dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Dor Melikson não podia pedir mais na estreia — 7.31
As estreias sobrevivem-se, não se desfrutam. Esta desfrutou-se: 7.31, 1 golos, e um treinador a quem já perguntam se ele é titular outra vez para a semana.
Collins Onovughe esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Barrientos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes de futebol endividam-se; isso não é notícia. Endividarem-se acima do que lhes foi concedido é, porque a partir daqui é o dinheiro do dono ou a decisão de outra pessoa, e nenhuma das duas coisas pertence à direção.
Em resumo
MercadoOkzhetpes estão prestes a pegar no telefone
A proposta do Atyrau por Collins Onovughe foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Walid Mabkhout será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tobol as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Mais um nome na lista: o Aktobe fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Shon Abada. A resposta do Tobol não mudou — para já.
Plantel07/07/2042
Ismail Bekbolat desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tobol, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Barrientos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O treinador pode falar com quem quiser e não pode pagar a ninguém. Um plantel sobrevive a um mercado destes com empréstimos, com miúdos da casa e com a esperança de que as lesões caiam noutro sítio.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Martin Emilov, e o treinador deixou.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ben Shechter produziu-o, e o 8.33 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Baktiyor Beysebekov produziu-o, e o 8.13 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 0 no marcador, 7.47 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
Haverá conversa esta semana. Tobol vão pôr um número, e a partir daí deixa de ser futebol e passa a ser aritmética.
Plantel23/06/2042
Lucas Barrientos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Lucas Barrientos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ismail Bekbolat está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes de futebol endividam-se; isso não é notícia. Endividarem-se acima do que lhes foi concedido é, porque a partir daqui é o dinheiro do dono ou a decisão de outra pessoa, e nenhuma das duas coisas pertence à direção.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tobol falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Participação em 2 golos, de um jogador que passou noventa minutos a fazer aquilo que um treinador quer mesmo: estar onde a bola ia acabar. 7.78 ao lado do nome.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel09/06/2042
Lucas Barrientos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Ordabasy Shomko tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ethan Garcia, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Tobol falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
247 jogos ao longo de 15 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Barrientos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O buraco voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm direito a ficar aliviados e direito a perguntar o que acontece no mês em que não for tapado, e os dois sentimentos costumam chegar juntos.
14 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tobol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.28 aos 37, e ninguém no campo esteve melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Walid Mabkhout será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tobol as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Três pontos para o Tobol: um 3‑2 diante do Okzhetpes num duelo decidido por pormenores.
Plantel26/05/2042
Ismail Bekbolat desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vladimir Holes, e o treinador deixou.
Gilad Meltzer lesiona os ligamentos do joelho — 22 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 22 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Collins Onovughe tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Taraz deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tobol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Collins Onovughe esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Barrientos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes de futebol endividam-se; isso não é notícia. Endividarem-se acima do que lhes foi concedido é, porque a partir daqui é o dinheiro do dono ou a decisão de outra pessoa, e nenhuma das duas coisas pertence à direção.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aslan Akhmedov, e o treinador deixou.
Gilad Meltzer lesiona os ligamentos do joelho — 29 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 29 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ordabasy Shomko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tobol as despedidas começaram em silêncio.
Toda a carreira longa chega à semana em que o jogador começa a pensar na última. Gostaria que fosse no clube que o pôs pela primeira vez num campo, e no Tobol já sabem disso.
Duje Knezevic esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel12/05/2042
Lucas Barrientos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Gilad Meltzer lesiona os ligamentos do joelho — 36 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 36 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
137 jogos ao longo de 12 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
O buraco voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm direito a ficar aliviados e direito a perguntar o que acontece no mês em que não for tapado, e os dois sentimentos costumam chegar juntos.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
44 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tobol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/04/2042
Lucas Barrientos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Martin Emilov, e o treinador deixou.
Shoya Hasebe tem 19 anos, e o Tobol contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Gilad Meltzer lesiona os ligamentos do joelho — 52 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 52 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.80 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tobol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Collins Onovughe esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Barrientos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes de futebol endividam-se; isso não é notícia. Endividarem-se acima do que lhes foi concedido é, porque a partir daqui é o dinheiro do dono ou a decisão de outra pessoa, e nenhuma das duas coisas pertence à direção.
Gilad Meltzer lesiona os ligamentos do joelho — 61 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 61 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel14/04/2042
Ismail Bekbolat desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Dostonbek Ganiev tem a sua resposta do Tobol; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Collins Onovughe. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Gilad Meltzer lesiona os ligamentos do joelho — 68 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 68 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.94 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Lucas Barrientos e o Tobol acertam mais 2 anos.
Collins Onovughe esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Barrientos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O buraco voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm direito a ficar aliviados e direito a perguntar o que acontece no mês em que não for tapado, e os dois sentimentos costumam chegar juntos.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
DireçãoEm Tobol, 92% das receitas vão para salários
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Ismail Bekbolat
818Edição
O Diário de Tobol
31/03/2042
Do nosso correspondente de futebolCrise
Plantel31/03/2042
Gilad Meltzer lesiona os ligamentos do joelho — 75 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 75 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tobol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Tobol sabem-no.
Gilad Meltzer lesiona os ligamentos do joelho — 84 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 84 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Shon Abada será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tobol as despedidas começaram em silêncio.
Lucas Barrientos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ismail Bekbolat está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes de futebol endividam-se; isso não é notícia. Endividarem-se acima do que lhes foi concedido é, porque a partir daqui é o dinheiro do dono ou a decisão de outra pessoa, e nenhuma das duas coisas pertence à direção.
92 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tobol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.15 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ordabasy Shomko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tobol as despedidas começaram em silêncio.
Plantel17/03/2042
Lucas Barrientos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Gilad Meltzer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 16 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Collins Onovughe. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Rinat Nurgaliev
99 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tobol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tobol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Collins Onovughe esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ismail Bekbolat. 4‑3 sobre o Okzhetpes, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
16 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Barrientos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Serikzhan Tagybergen está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Gilad Meltzer lesiona os ligamentos do joelho — 107 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 107 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/03/2042
Ismail Bekbolat desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Alejandro Ospina e o Tobol acertam mais 3 anos.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
Gilad Meltzer lesiona os ligamentos do joelho — 114 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 114 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Collins Onovughe regressa a Tobol com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tobol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ismail Bekbolat esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tobol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Mais um nome na lista: o Aktobe fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Shon Abada. A resposta do Tobol não mudou — para já.
Plantel17/02/2042
Lucas Barrientos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
PlantelLucas Barrientos tornou-se um homem de confiança do treinador
A proposta do Akzhaiyk por Collins Onovughe foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Lucas Barrientos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ismail Bekbolat está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ismail Bekbolat e o Tobol acertam mais 2 anos.
Duje Knezevic esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Toda a gente deixou de fingir: o Akzhaiyk vai fazer a chamada por Collins Onovughe esta semana. O Tobol tem um número em mente, e o número não é tímido.
Plantel03/02/2042
Jasur Ganiev consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Jasur Ganiev acabou de assinar pelo Tobol e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel03/02/2042
Lucas Barrientos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Tobol foi explícito quanto à situação de Doniyor Akhmedov, o que é mais do que muitos recebem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tobol, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Erbol Logvinenko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tobol as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Barrientos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alex Amaefula está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tobol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ismail Bekbolat esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Barrientos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
14 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tobol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Tobol beneficiou disso.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Shon Abada será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tobol as despedidas começaram em silêncio.
Ismail Bekbolat esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Isaiah David e o Tobol acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O buraco voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm direito a ficar aliviados e direito a perguntar o que acontece no mês em que não for tapado, e os dois sentimentos costumam chegar juntos.
Collins Onovughe lesiona os ligamentos do joelho — 22 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 22 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
PlantelLucas Barrientos tornou-se um homem de confiança do treinador
804Edição
O Diário de Tobol
23/12/2041
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel23/12/2041
Collins Onovughe lesiona os ligamentos do joelho — 29 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 29 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Collins Onovughe será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tobol as despedidas começaram em silêncio.
Collins Onovughe esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Tobol sobre quem trabalha
Collins Onovughe lesiona os ligamentos do joelho — 38 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Omer Atzili será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tobol as despedidas começaram em silêncio.
Duje Knezevic esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelLucas Barrientos desentende-se com um colega por causa das exigências
Collins Onovughe lesiona os ligamentos do joelho — 45 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 45 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tobol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Lucas Barrientos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Faisal Al-Subaie e o Tobol acertam mais 2 anos.
Plantel09/12/2041
Alex Amaefula desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Collins Onovughe lesiona os ligamentos do joelho — 52 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 52 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ordabasy Shomko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tobol as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Faisal Al-Subaie e o Tobol acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel02/12/2041
Lucas Barrientos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Collins Onovughe lesiona os ligamentos do joelho — 59 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 59 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Tobol beneficiou disso.
Collins Onovughe lesiona os ligamentos do joelho — 66 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 66 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelÄdilet Sadybekov desentende-se com um colega por causa das exigências
74 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tobol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Shon Abada será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tobol as despedidas começaram em silêncio.
Collins Onovughe esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Tobol sobre quem trabalha
83 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tobol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
235 jogos ao longo de 11 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
90 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tobol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Collins Onovughe será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tobol as despedidas começaram em silêncio.
Lucas Barrientos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Tobol sobre quem trabalha
97 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tobol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Omer Atzili será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tobol as despedidas começaram em silêncio.
104 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tobol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
111 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tobol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel07/10/2041
Ädilet Sadybekov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tobol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Collins Onovughe esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ädilet Sadybekov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mate Gulacsi e o Tobol acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tobol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelÄdilet Sadybekov desentende-se com um colega por causa das exigências
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Lucas Barrientos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ädilet Sadybekov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Irtysh segue em frente e o Tobol vai para casa, com um 0‑1 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
O negócio que levaria Alex Amaefula para o Atyrau caiu na fase final e ele reapresenta-se no Tobol com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
A proposta do Okzhetpes por Omer Atzili foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Lucas Barrientos e o Tobol acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Duje Knezevic esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel09/09/2041
Ädilet Sadybekov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Lucas Barrientos e o Tobol acertam mais 2 anos.
A proposta do Okzhetpes por Walid Mabkhout foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Tobol sobre quem trabalha
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tobol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel26/08/2041
Ädilet Sadybekov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Collins Onovughe esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ädilet Sadybekov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.