Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Alexey Larin produziu-o, e o 8.65 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Maxim Tarasov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torpedo Miass as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo Miass coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Nikita Khlynov. 2‑1 sobre o Avangard, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Torpedo Miass
2 atrás e sem rumo, até Alexey Larin decidir o contrário. O Kaluga tinha feito a parte difícil e depois viu-a desfazer-se, e o barulho no apito final foi daqueles que um estádio guarda.
Alexandr Balakhonov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Torpedo Miass podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torpedo Miass ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alexey Larin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Torpedo Miass e o Murom, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Arnur Sagalbaev, e o treinador deixou.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Maxim Tarasov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torpedo Miass as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo Miass coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Kuban levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel02/08/2027
Palavras no treino do Torpedo Miass sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alexandr Balakhonov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Evgeni Alexandrov depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Em resumo
Notas dos jogadoresDmitry Kuzmin encarou-os todo o jogo
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torpedo Miass, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torpedo Miass ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Torpedo Miass fez a parte difícil com o Sevastopol, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Arnur Sagalbaev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dinamo Vladivostok fica com o seu homem, e o Torpedo Miass volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Evgeny Ibragimov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco26/07/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Evgeni Alexandrov saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Arnur Sagalbaev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Direção19/07/2027
3 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Torpedo Miass
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
$3.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Leningradets pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dinamo Vologda fica com o seu homem, e o Torpedo Miass volta a uma lista com um nome riscado.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Gennady Krasnov está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Yefim Solovyov está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Gavriil Raspopin é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
O Torpedo Miass já telefonou ao Mashuk. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Torpedo Miass já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Torpedo Miass e o Spartak Tambov acertaram em $38.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Nikita Khlynov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alexandr Balakhonov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Direção12/07/2027
Os salários engolem 94% das receitas do Torpedo Miass
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
O Torpedo Miass já telefonou ao Dinamo Vladivostok. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Vyacheslav Bezzubov pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Torpedo Miass, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Evgeni Alexandrov treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Torpedo Miass podem fingir não ter ouvido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Ufa fica com o seu homem, e o Torpedo Miass volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alexandr Balakhonov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Torpedo Miass já telefonou ao Spartak Tambov. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo Miass coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A proposta do Kvant por Alexey Larin foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Ufa fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Alexandr Balakhonov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Torpedo Miass perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Direção21/06/2027
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Torpedo Miass
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Torpedo Miass podem fingir não ter ouvido.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma sondagem ao Volna para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O mercado está aberto, e com ele o único mês do ano em que as esperanças de um adepto só são limitadas pela aritmética. A direção conhece a aritmética; os adeptos conhecem as esperanças.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Grigory Borisenko pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vyacheslav Bezzubov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torpedo Miass as despedidas começaram em silêncio.
Alexey Larin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Innokentiy Mikhaylov é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Gleb Vinogradov está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Direção14/06/2027
Os salários engolem 94% das receitas do Torpedo Miass
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Grigory Borisenko treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vasily Yakovlev, e o treinador deixou.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Em resumo
As bancadasOs adeptos dizem o que pensam sobre Dmitry Pavlov
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Torpedo Miass toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torpedo Miass ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vladimir Uljanovskiy e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Semyon Stolbov, e o treinador deixou.
«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.
O banco07/06/2027
Arnur Sagalbaev tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Torpedo Miass dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os melhores negócios são aqueles em que os contabilistas nem reparam. Maxim Podluzhny chega ao Torpedo Miass com o ordenado como único custo e algo a provar como única cláusula.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Torpedo Miass terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo Miass coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Vladimir Uljanovskiy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/05/2027
Palavras no treino do Torpedo Miass sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evgeny Ibragimov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vyacheslav Bezzubov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torpedo Miass as despedidas começaram em silêncio.
Plantel17/05/2027
Vitaly Tsikishev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alexey Larin, e o treinador deixou.
Direção17/05/2027
Em Torpedo Miass, 95% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
O Torpedo Miass fez saber ao mercado que Grigory Borisenko está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Nikita Khlynov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Torpedo Miass, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no Torpedo Miass a diferença vê-se da última fila.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Torpedo Miass podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Maxim Tarasov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torpedo Miass as despedidas começaram em silêncio.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Maksim Tsaryov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Makar Makarov, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Torpedo Miass, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Evgeni Alexandrov treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Alexandr Balakhonov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel03/05/2027
Evgeny Ibragimov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Semyon Stolbov: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
5.º lugar, 16 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Torpedo Miass, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Dados como perdidos há quinze dias, o plantel fechou fileiras e respondeu no relvado. Alguma coisa se disse atrás daquela porta e, por enquanto, está a aguentar.
16 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Torpedo Miass perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torpedo Miass, e não vai ser retirado.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Torpedo Miass está a esgotar-se.
Denis Zamyatin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Grigory Borisenko treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Torpedo Miass perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torpedo Miass ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vladimir Uljanovskiy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Direção19/04/2027
Os salários engolem 89% das receitas do Torpedo Miass
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Torpedo Miass, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Torpedo Miass sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Torpedo Miass. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Em resumo
PlantelOs relatórios de treino sobre Alexandr Belyaev não são bons
30 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Torpedo Miass perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo Miass coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Evgeny Ibragimov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Semyon Stolbov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Torpedo Miass sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
37 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Torpedo Miass perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Vladimir Uljanovskiy e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Torpedo Miass disse a Gelani Khashtyrov que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
5.º lugar, 16 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
28 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.
Plantel29/03/2027
Palavras no treino do Torpedo Miass sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alexandr Balakhonov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nikita Khlynov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vyacheslav Bezzubov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torpedo Miass as despedidas começaram em silêncio.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Direção22/03/2027
Em Torpedo Miass, 94% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Maksim Tsaryov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torpedo Miass, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Maxim Tarasov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torpedo Miass as despedidas começaram em silêncio.
Alexandr Balakhonov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Torpedo Miass sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Arnur Sagalbaev está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Makar Makarov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Torpedo Miass. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Roman Kovalev e o Torpedo Miass acertam mais 2 anos.
Denis Zamyatin e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Torpedo Miass ficou sem tempo com o Sokol. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alexandr Balakhonov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Torpedo Miass disse a Dmitry Kuzmin que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Grigory Borisenko treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
5.º lugar com 16 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Semyon Cherepanov apontou a data.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Torpedo Miass podem fingir não ter ouvido.
O negócio que levaria Grigory Borisenko para o Kolomna caiu na fase final e ele reapresenta-se no Torpedo Miass com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Torpedo Miass está a esgotar-se.
Direção01/03/2027
Fecha o mercado: 0 entradas, 0 saídas no Torpedo Miass
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 0, saíram 0, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Vladimir Uljanovskiy e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Torpedo Miass vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Alania pode já não estar a vender.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Evgeny Ibragimov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Alania aceitou o dinheiro. O que o Torpedo Miass ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vyacheslav Bezzubov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torpedo Miass as despedidas começaram em silêncio.
Vladimir Uljanovskiy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Direção22/02/2027
Os salários engolem 95% das receitas do Torpedo Miass
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Semyon Stolbov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torpedo Miass, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Torpedo Miass fez a parte difícil com o Dinamo St Petersburg, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo Miass coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O SKA Khabarovsk fica com o seu homem, e o Torpedo Miass volta a uma lista com um nome riscado.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Torpedo Miass, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Verba acordada, salário acordado, e o Kvant à espera com uma camisola. No Torpedo Miass ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Torpedo Miass ofereceu $340.0K; o Spartak Kostroma disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Torpedo Miass já telefonou ao Dinamo St Petersburg. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O Torpedo Miass fez saber ao mercado que Alexey Larin está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Alexey Larin treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
5.º lugar, 16 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Torpedo Miass terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Semyon Cherepanov apontou a data.
Verba acordada, salário acordado, e o Zvezda à espera com uma camisola. No Torpedo Miass ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Haverá conversa esta semana. Torpedo Miass vão pôr um número, e a partir daí deixa de ser futebol e passa a ser aritmética.
Plantel01/02/2027
Palavras no treino do Torpedo Miass sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vitaly Tsikishev está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo Miass coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma sondagem ao Kaluga para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Disseram uma coisa a Alexey Larin e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
DireçãoAberto para negócios: o Torpedo Miass entra no mercado
26Edição
O Arauto de Torpedo Miass
25/01/2027
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel25/01/2027
Palavras no treino do Torpedo Miass sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alexandr Balakhonov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Maxim Tarasov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Direção25/01/2027
Os salários engolem 99% das receitas do Torpedo Miass
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Torpedo Miass podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo Miass coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel18/01/2027
Evgeny Ibragimov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.
O banco18/01/2027
Arnur Sagalbaev tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Torpedo Miass dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Vladimir Uljanovskiy e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Torpedo Miass, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
5.º lugar com 16 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no Torpedo Miass a diferença vê-se da última fila.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Torpedo Miass podem fingir não ter ouvido.
Vladimir Uljanovskiy e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Torpedo Miass. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Vladimir Uljanovskiy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Direção28/12/2026
Em Torpedo Miass, 183% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Torpedo Miass. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Torpedo Miass, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torpedo Miass, e não vai ser retirado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alexey Larin, e o treinador deixou.
O banco21/12/2026
Arnur Sagalbaev tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Torpedo Miass dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torpedo Miass, e não vai ser retirado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Semyon Stolbov, e o treinador deixou.
Maksim Tsaryov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Torpedo Miass podem fingir não ter ouvido.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Maxim Tarasov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Semyon Stolbov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Denis Zamyatin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel30/11/2026
Evgeny Ibragimov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Torpedo Miass, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Torpedo Miass vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Torpedo Miass podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo Miass coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Grigory Borisenko treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O Torpedo Miass fez saber ao mercado que Grigory Borisenko está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torpedo Miass, e não vai ser retirado.
Vladimir Uljanovskiy e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alexandr Balakhonov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Torpedo Miass. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Torpedo Miass podem fingir não ter ouvido.
Vladimir Uljanovskiy e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel09/11/2026
Evgeny Ibragimov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Torpedo Miass. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torpedo Miass, e não vai ser retirado.
Direção02/11/2026
Os salários engolem 185% das receitas do Torpedo Miass
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Plantel02/11/2026
Uma lesão muscular afasta Maksim Tsaryov durante 14 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Torpedo Miass vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Dmitry Kuzmin treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torpedo Miass, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alexandr Balakhonov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel26/10/2026
No Torpedo Miass ainda são estranhos uns para os outros
11 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Maksim Tsaryov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Makar Makarov, e o treinador deixou.
«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.
O banco26/10/2026
Arnur Sagalbaev tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Torpedo Miass dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O Torpedo Miass fez saber ao mercado que Grigory Borisenko está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo Miass coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco19/10/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Evgeni Alexandrov foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Dmitry Pavlov chama-lhe outra coisa em privado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torpedo Miass, e não vai ser retirado.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Denis Zamyatin e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Vladimir Uljanovskiy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
1‑3 para o Kaluga, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Direção05/10/2026
Em Torpedo Miass, 242% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dois clubes atolados, um jogo entre eles, e um estádio que vai estar mais barulhento e mais assustado do que em qualquer outro momento da época. O Torpedo Miass sabe o que está em jogo, e toda a gente na bancada visitante também.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo Miass coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Evgeny Ibragimov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel28/09/2026
11 caras novas e o Torpedo Miass ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torpedo Miass, e não vai ser retirado.
Vladimir Uljanovskiy e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
O Torpedo Miass ficou sem tempo com o Spartak Kostroma. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Evgeni Alexandrov depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Dos campos da formação para uma ficha de jogo da equipa principal aos 17 anos. A estreia é a parte fácil; o segundo jogo é o que todos os jovens têm de merecer.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Torpedo Miass podem fingir não ter ouvido.
Jogo14/09/2026
Para o Torpedo Miass, cada ponto é agora uma discussão
Posição 6 e 7 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Direção14/09/2026
O prazo passa com 17 contratações e 4 saídas
Está feito o negócio no Torpedo Miass até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Torpedo Miass fez a parte difícil com o Spartak Kostroma, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
A formação existe exatamente para esta manhã. Yuri Konovalov passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Mark Zaitsev é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel14/09/2026
Palavras no treino do Torpedo Miass sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alexandr Balakhonov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Torpedo Miass perguntou e o Saturn disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel07/09/2026
Palavras no treino do Torpedo Miass sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alexandr Balakhonov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Maksim Tsaryov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Grigory Borisenko está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
O treinador reorganizou as ideias e Gelani Khashtyrov saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Evgeni Alexandrov depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Em resumo
O bancoDmitry Kuzmin pede uma conversa com o treinador
AntevisãoO líder é o próximo adversário do Torpedo Miass
JogoPonto ganho ou dois perdidos para o Torpedo Miass?
Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Gelani Khashtyrov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Spartak Nalchik fica com o seu homem, e o Torpedo Miass volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel31/08/2026
Demasiada mudança demasiado depressa no Torpedo Miass
11 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Avaliado com 7.53. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Foi preciso Alexey Larin marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Irtysh, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
O banco31/08/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Evgeni Alexandrov não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Torpedo Miass também ninguém o escondia.
Plantel31/08/2026
O melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Torpedo Miass
É uma honra pequena e não é coisa nenhuma: alguém viu todos os jogos da divisão e decidiu que Grigory Borisenko foi o melhor de qualquer um deles.
O Murom segue em frente e o Torpedo Miass vai para casa, com um 1‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torpedo Miass, e não vai ser retirado.
Denis Zamyatin e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Vladimir Uljanovskiy e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Evgeny Ibragimov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco17/08/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑3, ditas por Evgeni Alexandrov a uma sala que já as tinha ouvido.
O Torpedo Miass já telefonou ao Sibir. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Torpedo Miass podem fingir não ter ouvido.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo Miass coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Arnur Sagalbaev acabou de assinar pelo Torpedo Miass e, por uma vez, a resposta importava.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Volna fica com o seu homem, e o Torpedo Miass volta a uma lista com um nome riscado.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Alexey Larin tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Evgeni Chizhov é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Dmitri Melnikov é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Roman Kovalev e o Torpedo Miass acertam mais 2 anos.
Vladimir Uljanovskiy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Luki-Energiya fica com o seu homem, e o Torpedo Miass volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel03/08/2026
Palavras no treino do Torpedo Miass sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alexandr Balakhonov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel03/08/2026
8 caras novas e o Torpedo Miass ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Roman Kovalev continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Vitaly Tsikishev tem a sua resposta do Torpedo Miass; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Foi preciso Alexey Larin marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Rodina 2, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
O banco03/08/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Evgeni Alexandrov não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Torpedo Miass também ninguém o escondia.