“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torres, e não vai ser retirado.
Ante Rebić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giacomo Zecca está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torres ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Karlo Habijanec acertou condições com o Monza para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Stepan Bobechko está a viver essa versão no Torres, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolò Antonelli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Ante Rebić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel17/09/2029
Nicolò Antonelli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O relógio fez o que o Empoli não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Fabrizio Bellucci sobre uma tarde de 3‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 18 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Palermo fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.59 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torres ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torres coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Torres vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Empoli pode já não estar a vender.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 25 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O aperto de mão com o Palermo está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
O Torres tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Napoli, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
Jogo01/09/2029
O Torres torna a sua casa um sítio difícil de visitar
12 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 32 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O Torres e o Torino acertaram em $4.5M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Ante Rebić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Direção27/08/2029
5 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Torres
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolò Antonelli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Andrea Parisi é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Sandro Lombardo está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Torres vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Ante Rebić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel20/08/2029
Giacomo Zecca desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gianmaria Zanandrea, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Torres sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Torres falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Posição 2, 74 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Verba acordada, salário acordado, e o SJK à espera com uma camisola. No Torres ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Torino fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torres, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Matias Emilio Casarosa será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torres as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torres coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolò Antonelli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Vincenzo Basile está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Torres vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Torres perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Napoli fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Ante Rebić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolò Antonelli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tommaso Silvestri, e o treinador deixou.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Torres ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Faltam 36 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andrea Zaccagno está nela.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Torres vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Verba acordada, salário acordado, e o Inter Turku à espera com uma camisola. No Torres ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Monza fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
O Casertana queria mais do que $2.2M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sampdoria fica com o seu homem, e o Torres volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Giacomo Zecca estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Torres falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Monza fica com o seu homem, e o Torres volta a uma lista com um nome riscado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Ante Rebić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Torres vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Verba acordada, salário acordado, e o Port Vale à espera com uma camisola. No Torres ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Casertana ninguém diz, e no Torres ninguém gosta de estar a adivinhar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Matias Emilio Casarosa será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torres as despedidas começaram em silêncio.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 82 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O Torres e o Casertana acertaram em $2.1M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Torres já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Napoli fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nicolò Antonelli e o Torres acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ante Rebić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Torres vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Monza fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
$2.2M era o máximo que o clube pagaria, e o Casertana pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nicolò Antonelli e o Torres acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Torres vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Napoli aceitou o dinheiro. O que o Torres ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Ante Rebić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Torres vai falar em 16 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nicolò Antonelli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Triestina fica com o seu homem, e o Torres volta a uma lista com um nome riscado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Francesco Corsinelli está nela.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Torres falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Khazar à espera com uma camisola. No Torres ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torres coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Giacomo Zecca estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Torres perguntou e o Salernitana disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Cristian Fabriani está nela.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Napoli ninguém diz, e no Torres ninguém gosta de estar a adivinhar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Monza fica com o seu homem, e o Torres volta a uma lista com um nome riscado.
Ante Rebić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel11/06/2029
Nicolò Antonelli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Alberto Lunghi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A proposta do Estudiantes de Merida por Brandon Gómez foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Torres a ouviu como outra coisa.
Ante Rebić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel04/06/2029
Nicolò Antonelli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Torres sabem-no.
Direção04/06/2029
A direção do Torres arranja $841.1K para o treinador
Dinheiro, não palavras, e é a única resposta que um treinador quer alguma vez ouvir. Gastar bem $841.1K passa a ser inteiramente problema dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torres coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giacomo Zecca está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel28/05/2029
Uma lesão muscular afasta Mateo Reynoso durante 16 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Torres vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Francesco Corsinelli está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Torres, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Posição 2, 74 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Ante Rebić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel21/05/2029
Nicolò Antonelli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Torres sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Torres não tem uma boa resposta.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Torres. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
A enfermaria confirma 25 dias de paragem para Cristian Colurciello, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.
Plantel14/05/2029
Nicolò Antonelli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Torres, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Ante Rebić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giacomo Zecca está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torres, e não vai ser retirado.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Torres estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torres coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nicolò Antonelli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Stefano Bonaiti, e o treinador deixou.
Ninguém no Torres dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Simone Pontisso treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Daniele Sorrentino assinar alguma coisa — um contrato no Torres ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Torres não tem uma boa resposta.
Posição 2, 74 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Ante Rebić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel23/04/2029
Nicolò Antonelli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Giacomo Zecca não desaparece
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Giacomo Zecca estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Torres disse a Daniele Giorico que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
O banco16/04/2029
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Fabrizio Bellucci a uma sala que já as tinha ouvido.
Em resumo
O bancoAndrea Zaccagno tornou-se um homem de confiança do treinador
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ante Rebić produziu-o, e o 9.25 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Jogo07/04/2029
O Torres torna a sua casa um sítio difícil de visitar
11 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Ante Rebić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolò Antonelli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
9 golos e uma média de 7.20 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torres, e não vai ser retirado.
Verba acordada, salário acordado, e o FH à espera com uma camisola. No Torres ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.15 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ante Rebić e o Torres acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torres coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolò Antonelli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Daniele Giorico.
O Guidonia Montecelio vai querer esquecer isto depressa: 5‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Torres foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.12 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Uma média de 7.32 na época, com 16 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Ante Rebić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Minuto 93. Lorenzo Di Stefano encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Perugia passou do ponto ao nada num só movimento.
Uma média de 7.39 na época, com 15 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nicolò Antonelli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aarón Martínez, e o treinador deixou.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.85 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Uma média de 7.37 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Ante Rebić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolò Antonelli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torres, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Andrea Zaccagno e o Torres acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torres coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Giacomo Zecca estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrea Zaccagno, e o treinador deixou.
A primeira derrota em 16 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Ascoli; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Ante Rebić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel26/02/2029
Nicolò Antonelli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Nicolò Antonelli chama-lhe outra coisa em privado.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco26/02/2029
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Fabrizio Bellucci a uma sala que já as tinha ouvido.
A série sem derrotas chega aos 16 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolò Antonelli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma média de 7.22 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Torres não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Ante Rebić.
Já são 15 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Ante Rebić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Torres perguntou e o Genoa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
7 jogos sem perder, e depois o Sambenedettese. No estádio ninguém fingia que ia durar para sempre; também ninguém esperava que acabasse aqui.
Plantel12/02/2029
Hjalte Lærke consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Hjalte Lærke acabou de assinar pelo Torres e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel12/02/2029
Giacomo Zecca desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Torres não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Em resumo
Notas dos jogadoresSimone Pontisso jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Já são 7 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Verba acordada, salário acordado, e o Casertana à espera com uma camisola. No Torres ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 1, saíram 3, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O AC Milan fica com o seu homem, e o Torres volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torres coisas que levam mais de uma semana a retirar.
13 golos e uma média de 7.34 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Plantel05/02/2029
Nicolò Antonelli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
10 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torres, e não vai ser retirado.
Posição 2, 56 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Torres já se começa a dizer o nome dele no passado.
Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no AC Milan ninguém diz, e no Torres ninguém gosta de estar a adivinhar.
Ante Rebić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ante Rebić lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Napoli ninguém diz, e no Torres ninguém gosta de estar a adivinhar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Giacomo Zecca estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
12 golos e uma média de 7.24 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Daniele Sorrentino. 2‑0 sobre o Carpi, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Ante Rebić lesiona os ligamentos do joelho — 25 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Genoa ninguém diz, e no Torres ninguém gosta de estar a adivinhar.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torres ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ante Rebić lesiona os ligamentos do joelho — 33 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 33 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 12 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Verba acordada, salário acordado, e o UTC à espera com uma camisola. No Torres ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.21 aos 37, e ninguém no campo esteve melhor.
O Torres perguntou e o Napoli disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Torres foi ao Bari com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
40 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Torres perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Posição 2, 44 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Torres estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torres coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vincenzo Troise será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torres as despedidas começaram em silêncio.
PlantelMichele Carboni desentende-se com um colega por causa das exigências
Notas dos jogadoresSimone Pontisso fez o trabalho que ninguém conta — 7.54
126Edição
A Sentinela de Torres
25/12/2028
Do nosso correspondente de futebolTriunfo
Plantel25/12/2028
Ante Rebić lesiona os ligamentos do joelho — 47 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 47 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolò Antonelli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Lorenzo Di Stefano. 1‑0 sobre o Ternana, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
54 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Torres perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torres ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Ante Rebić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel18/12/2028
Nicolò Antonelli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 6 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aarón Martínez, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torres coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giacomo Zecca está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Nicolò Antonelli e o Torres acertam mais 2 anos.
Ante Rebić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vincenzo Troise será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torres as despedidas começaram em silêncio.
5 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolò Antonelli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um 2‑1 sobre o Guidonia Montecelio, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Disseram uma coisa a Cristian Colurciello e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 9 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ante Rebić produziu-o, e o 9.49 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Ante Rebić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Três pontos para o Torres: um 3‑2 diante do Perugia num duelo decidido por pormenores.
Plantel20/11/2028
Giacomo Zecca desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrea Mussini, e o treinador deixou.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 97. O Arezzo vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Lorenzo Di Stefano produziu-o, e o 9.25 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Simone Pontisso marcou, foi avaliado com 7.88 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torres coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Jogo11/11/2028
Mais uma trazida de fora
4 seguidas na estrada para o Torres. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nicolò Antonelli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Torres marcou aos 92, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Ante Rebić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vincenzo Troise será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torres as despedidas começaram em silêncio.
Plantel06/11/2028
Nicolò Antonelli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Cristian Colurciello tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Dribles concretizados: 33. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Ante Rebić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel30/10/2028
Giacomo Zecca desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrea Zaccagno, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Godknows Dzakpasu será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torres as despedidas começaram em silêncio.
Ante Rebić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolò Antonelli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
As regras permitem-no e dói na mesma. Vincenzo Troise acertou condições com o Union Brescia para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torres coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A enfermaria confirma 34 dias de paragem para Michele Carboni, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.
Plantel16/10/2028
Nicolò Antonelli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
11 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco16/10/2028
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Fabrizio Bellucci, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torres, e não vai ser retirado.
Ante Rebić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torres ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Giacomo Zecca estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Giuseppe Mastinu, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nicolò Antonelli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniele Giorico, e o treinador deixou.
O Giana Erminio segue em frente e o Torres vai para casa, com um 0‑1 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Dribles concretizados: 31. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torres ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ante Rebić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Plantel25/09/2028
Uma transferência que Hayden Bullas teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Hayden Bullas está a viver essa versão no Torres, e costuma notar-se no primeiro mês.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Torres sobre quem trabalha
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torres coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Sean Somade agiu, no Torres, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Giacomo Zecca estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O banco18/09/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Fabrizio Bellucci saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torres, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolò Antonelli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 94. O Forli tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Torres não o segura a fingir o contrário.
Um 2‑2 com o Forli deixa o balneário entre o alívio e a frustração.
O banco11/09/2028
Andrea Zaccagno tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Torres dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 2‑2, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Verba acordada, salário acordado, e o FK Senica à espera com uma camisola. No Torres ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
$3.2M em cima da mesa do Hellas Verona. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Direção04/09/2028
O Torres fecha o mercado com um plantel feito por si
16 entradas e 7 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Ante Rebić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ante Rebić era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $2.3M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolò Antonelli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O AS Roma aceitou o dinheiro. O que o Torres ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Torres já se começa a dizer o nome dele no passado.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Hellas Verona ninguém diz, e no Torres ninguém gosta de estar a adivinhar.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Michael Brentan e o Torres acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Simone Pontisso esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Torres perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Stefano Bonaiti está a viver essa versão no Torres, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Simone Pontisso e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Direção21/08/2028
2 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Torres
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Giuseppe Montanari é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Luigi Marini é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torres coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 4 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Cristian Fabriani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torres, e não vai ser retirado.
O Juventus queria mais do que $660.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torres coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 25 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 4 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Plantel07/08/2028
Kristian Lonebu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Simone Pontisso esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 36 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolò Antonelli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco31/07/2028
Aarón Martínez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Torres dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 15 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A proposta do Khazar por Brandon Gómez foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Simone Pontisso e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 22 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Simone Pontisso e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel17/07/2028
Giacomo Zecca desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco17/07/2028
Andrea Zaccagno tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Torres dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Torres vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Torres vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
$660.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Juventus pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torres coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Simone Pontisso esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Cristian Fabriani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
4 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Simone Pontisso treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Torres terá de responder com minutos ou com uma transferência.
«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Michele Marano foi informado de que não entra nos planos do treinador do Torres.
O banco03/07/2028
Aarón Martínez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Torres dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Nicolò Antonelli esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Giacomo Zecca estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém no Torres dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Giacomo Zecca assinar alguma coisa — um contrato no Torres ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Torres. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Simone Pontisso e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel19/06/2028
Giacomo Zecca desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco19/06/2028
Andrea Zaccagno tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Torres dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Torres, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Torres sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Verba acordada, salário acordado, e o Macarthur FC à espera com uma camisola. No Torres ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Torres ofereceu $660.0K; o Juventus disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torres coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Cristian Fabriani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torres, e não vai ser retirado.
Simone Pontisso esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel05/06/2028
Nicolò Antonelli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Respeito o treinador e não vou ficar aqui a fingir que estou contente.» É a frase mais repetida do futebol e nunca foi o fim de uma história.
O banco05/06/2028
Aarón Martínez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Torres dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
DireçãoTorres assinam um acordo de $699.1K por ano
Matematicamente garantida, e esta noite ninguém nesta cidade se deita cedo. Tenha acontecido o que tiver acontecido nesta época, ela acaba um escalão acima de onde começou.
Simone Pontisso e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel29/05/2028
Nicolò Antonelli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Cristian Fabriani está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Giacomo Zecca assinar alguma coisa — um contrato no Torres ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Antonino Musso apontou a data.
Simone Pontisso e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel22/05/2028
Cristian Fabriani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Simone Pontisso, e o treinador deixou.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Torres ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O banco22/05/2028
Andrea Zaccagno tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Torres dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Torres sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
73 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torres coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/05/2028
Nicolò Antonelli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrea Mussini, e o treinador deixou.
Ninguém no Torres dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Torres, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Simone Pontisso esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolò Antonelli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O prémio é pouca coisa com um significado pesado: durante quatro semanas ninguém neste escalão fez melhor o seu trabalho. Torres têm o troféu numa prateleira e o jogador na equipa.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Aarón Martínez está nela.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Torres beneficiou disso.
Simone Pontisso e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kristian Lonebu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Disseram uma coisa a Kristian Lonebu e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Ninguém no Torres dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Simone Pontisso e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel24/04/2028
Nicolò Antonelli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Torres disse a Daniele Giorico que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Torres foi explícito quanto à situação de Godknows Dzakpasu, o que é mais do que muitos recebem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 73 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torres coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolò Antonelli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Posição 2, 70 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
1 para Simone Pontisso, avaliado com 7.99, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Simone Pontisso esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel10/04/2028
Cristian Fabriani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
11 golos e uma média de 7.24 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Em resumo
Notas dos jogadoresGiacomo Zecca em notas de excelência
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Daniele Sorrentino produziu-o, e o 8.73 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Simone Pontisso e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nicolò Antonelli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Daniele Sorrentino. 3‑1 sobre o Pianese, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Giuseppe Mastinu chama-lhe outra coisa em privado.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Giacomo Zecca
24 golos e uma média de 7.33 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Simone Pontisso e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Jogo25/03/2028
O Torres torna a sua casa um sítio difícil de visitar
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolò Antonelli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Notas dos jogadores27/03/2028
Giacomo Zecca jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.48. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 5‑0, Fabrizio Bellucci podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 11 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torres coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Cristian Fabriani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Torres sabem-no.
O banco20/03/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Fabrizio Bellucci saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Torres
Posição 2, 61 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
A série sem derrotas chega aos 11 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Uma média de 7.30 na época, com 21 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Simone Pontisso esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Jogo11/03/2028
O Torres torna a sua casa um sítio difícil de visitar
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nicolò Antonelli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Giacomo Zecca e o Torres acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Simone Pontisso e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolò Antonelli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Torres não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Em resumo
Notas dos jogadoresKristian Lonebu jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Simone Pontisso e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel28/02/2028
Cristian Fabriani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
“Vejo todos os jogos do Torres daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Persik segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torres coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel21/02/2028
Nicolò Antonelli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
Uma média de 7.23 na época, com 10 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Simone Pontisso esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolò Antonelli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Empate aos 92 minutos, depois de uma tarde que o Torres tinha praticamente arrumada. O Sambenedettese vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Andrea Mussini agiu, no Torres, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
19 golos e uma média de 7.32 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Direção07/02/2028
O Torres fecha o mercado com um plantel feito por si
9 entradas e 3 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Simone Pontisso e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Cristian Fabriani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.23 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Simone Pontisso e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nicolò Antonelli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Sambenedettese vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Sergio Cerilli pré-acordou a mudança para o Torres, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torres coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel24/01/2028
Nicolò Antonelli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Carpi segurou a vantagem 4 minutos, que não chega para a desfrutar. O Torres respondeu antes de o festejo terminar, e com isso mudou a forma da tarde.
Acabou 2‑2, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
O banco24/01/2028
Andrea Zaccagno tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Torres dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 2‑2, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Em resumo
MercadoMateo Reynoso colocado na lista de transferências
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Torres perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Posição 2, 45 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Daniele Sorrentino produziu-o, e o 8.86 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
18 golos e uma média de 7.32 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Simone Pontisso esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Torres sabem-no.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Simone Cortese acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Torres substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
O Torres perguntou e o Cremonese disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Uma média de 7.28 na época, com 16 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O Torres perguntou e o Venezia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Simone Pontisso e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel10/01/2028
Nicolò Antonelli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Torres beneficiou disso.
Simone Pontisso e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Uma média de 7.24 na época, com 15 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolò Antonelli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Empoli fica com o seu homem, e o Torres volta a uma lista com um nome riscado.
“Vejo todos os jogos do Torres daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Persik segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Simone Pontisso esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
500 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alessandro Masala, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 13 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
0-4, e muito antes do fim a bancada visitante tinha passado do incentivo para algo bastante mais afiado. Ninguém liga para um programa de rádio por perder por pouco.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Michael Brentan marcou, foi avaliado com 7.76 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Daniele Giorico esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Francesco Corsinelli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Daniele Giorico e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
14 golos e uma média de 7.25 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Francesco Corsinelli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Simone Pontisso e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mateo Reynoso, e o treinador deixou.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Pianese tentou reorganizar-se, o Torres não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
7.99, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Simone Pontisso esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torres coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Francesco Corsinelli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Disseram uma coisa a Daniele Giorico e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Fabrizio Bellucci podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Andrea Zaccagno. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Simone Pontisso e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andrea Zaccagno está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Torres, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O banco15/11/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Fabrizio Bellucci não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Torres também ninguém o escondia.
Plantel15/11/2027
O melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Torres
É uma honra pequena e não é coisa nenhuma: alguém viu todos os jogos da divisão e decidiu que Antonino Musso foi o melhor de qualquer um deles.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Lorenzo Di Stefano e o Torres acertam mais 4 anos.
Simone Pontisso e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.