Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
O banco15/10/2035
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Lucio Latorre
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Nicolás Henry assinar alguma coisa — um contrato no Tristán Suárez ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O banco15/10/2035
Agustín Bruno tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Tristán Suárez dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Tristán Suárez, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Cristian Arias pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Segue-se, fora, o Güemes, 16.º classificado. Os adeptos que vão falarão disso a semana inteira, e os que ficam vão espreitar o telemóvel perto do apito final.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tristán Suárez, e não vai ser retirado.
Luciano Arcuri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Tristán Suárez e o Real Pilar, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 34 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de Tristán Suárez
Não se vê o fim da espera do Tristán Suárez por uma vitória
Já são 13 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Tristán Suárez tem de arrancar um resultado de algum lado.
Um 7.66 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Luciano Arcuri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Ações defensivas: 21, e a baliza a zero no final. As melhores tardes de um central parecem não ter nada dentro, e é exatamente esse o ponto.
Plantel01/10/2035
Pedro Ramos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ricardo Aguirre e o Tristán Suárez acertam mais 3 anos.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Gimnasia y Esgrima defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
MercadoA conversa sobre Brian Aguilar não desaparece
478Edição
O Correio de Tristán Suárez
24/09/2035
Do nosso correspondente de futebolCrise
Jogo22/09/2035
Não se vê o fim da espera do Tristán Suárez por uma vitória
Já são 11 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Tristán Suárez tem de arrancar um resultado de algum lado.
Direção24/09/2035
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Tristán Suárez
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tristán Suárez, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tristán Suárez coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel24/09/2035
Pedro Ramos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.94 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tristán Suárez coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Brian Aguilar e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Eduardo Álvarez e o Tristán Suárez acertam mais 3 anos.
O banco10/09/2035
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Nicolás Henry
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lucio Latorre assinar alguma coisa — um contrato no Tristán Suárez ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gustavo Flores está nela.
Não se vê o fim da espera do Tristán Suárez por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Tristán Suárez tem de arrancar um resultado de algum lado.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
5 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Tristán Suárez sabe dizer em que semana.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Bruno Ponce e o Tristán Suárez acertam mais 2 anos.
16 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Luciano Arcuri: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
O banco03/09/2035
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Interim Coach escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 9 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
0‑3 para o Fénix, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Tristán Suárez podem fingir não ter ouvido.
Jogo25/08/2035
Não se vê o fim da espera do Tristán Suárez por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Tristán Suárez tem de arrancar um resultado de algum lado.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Tristán Suárez está a esgotar-se.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luciano Arcuri, e o treinador deixou.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
A raiva no Tristán Suárez transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tristán Suárez ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jogo18/08/2035
Não se vê o fim da espera do Tristán Suárez por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Tristán Suárez tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Plantel20/08/2035
Nicolás Henry sofre uma lesão muscular — 16 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 16 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Luciano Arcuri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cristian Arias, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoA vista do banco
O bancoLucio Latorre tornou-se um homem de confiança do treinador
Um 7.65 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
7.92, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Jogo11/08/2035
Não se vê o fim da espera do Tristán Suárez por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Tristán Suárez tem de arrancar um resultado de algum lado.
Gonzalo Melgarejo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 36 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Luis Alberto Moreno produziu-o, e o 8.66 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Notas dos jogadores06/08/2035
Agustín Bruno, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.91
Um 7.91 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tristán Suárez coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Tristán Suárez e o Central Norte, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Uma média de 7.03 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Tristán Suárez têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nicolás Henry, e o treinador deixou.
Faz o seu trabalho e não se está a instalar. O Tristán Suárez devia ser um passo em frente nas contas dele, e as contas dele foram revistas desde que chegou.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Tristán Suárez vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Defensa y Justicia pode já não estar a vender.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Luis Alberto Moreno produziu-o, e o 8.87 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Tristán Suárez está a esgotar-se.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tristán Suárez, e não vai ser retirado.
O negócio que levaria Cristian Arias para o Racing caiu na fase final e ele reapresenta-se no Tristán Suárez com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.21 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Jogo28/07/2035
Ninguém quer jogar contra o Tristán Suárez neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Brian Aguilar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Sheikh Jaw fica onde está
Os adeptos organizam-se contra a direção do Tristán Suárez
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.08 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Direção23/07/2035
O Tristán Suárez fecha o mercado com um plantel feito por si
0 entradas e 7 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tristán Suárez coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Tristán Suárez perguntou e o Villa San Carlos disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Valentino Luna tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Roberto Arce, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.95
Um 7.95 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Roberto Arce. 1‑0 sobre o Almagro, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pedro Ramos estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Notas dos jogadoresBruno Ponce fez o trabalho que ninguém conta — 7.23
Notas dos jogadoresUma tarde de defesa para Brian Aguilar
O aperto de mão com o Defensa y Justicia está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Tristán Suárez podem fingir não ter ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pedro Ramos estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Roberto Arce e o Tristán Suárez acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Minuto 90, frente ao Deportivo Merlo, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Tristán Suárez já se começa a dizer o nome dele no passado.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Tristán Suárez está a esgotar-se.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tristán Suárez, e não vai ser retirado.
Jogo30/06/2035
Não se vê o fim da espera do Tristán Suárez por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Tristán Suárez tem de arrancar um resultado de algum lado.
O Tristán Suárez e o River Plate acertaram em $84.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Luciano Arcuri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Tristán Suárez podem fingir não ter ouvido.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tristán Suárez ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O Tristán Suárez perguntou e o Villa San Carlos disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Cristian Arias não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Luciano Arcuri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Uma sondagem ao Brown de Adrogué para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Cristian Arias será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tristán Suárez as despedidas começaram em silêncio.
O Defensa y Justicia aceitou o dinheiro. O que o Tristán Suárez ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
1 para Brian Aguilar, avaliado com 7.84, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tristán Suárez coisas que levam mais de uma semana a retirar.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Tristán Suárez e do Alvarado por igual; os restantes divertiram-se imenso.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Tristán Suárez podem fingir não ter ouvido.
Um 7.96 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.06 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Brian Aguilar marcou, foi avaliado com 7.88 e voltou antes de alguém dar pela falta.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Luciano Arcuri e o Tristán Suárez acertam mais 2 anos.
Nicolás Henry esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Tristán Suárez
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Luis Alberto Moreno produziu-o, e o 8.62 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 2‑2, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Não se vê o fim da espera do Tristán Suárez por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Tristán Suárez tem de arrancar um resultado de algum lado.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 36 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tristán Suárez coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Tristán Suárez já falam dele no passado.
Notas dos jogadores14/05/2035
Agustín Bruno, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.87
Um 7.87 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Jogo12/05/2035
Não se vê o fim da espera do Tristán Suárez por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Tristán Suárez tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tristán Suárez coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Luis Silva e o Tristán Suárez acertam mais 3 anos.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tristán Suárez, e não vai ser retirado.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Luciano Arcuri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cristian Arias, e o treinador deixou.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O San Miguel defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Brian Aguilar não desaparece
Os adeptos organizam-se contra a direção do Tristán Suárez
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Tristán Suárez podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tristán Suárez ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Luciano Arcuri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Brian Aguilar e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Luis Alberto Moreno. 1‑0 sobre o Liniers, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Interim Coach podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tristán Suárez ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Tristán Suárez sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O banco16/04/2035
Gustavo Flores tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Tristán Suárez dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 9 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
0‑3 para o Villa San Carlos, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 36 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel09/04/2035
Pedro Ramos desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Álvaro Dionisio e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel02/04/2035
Palavras no treino do Tristán Suárez sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pedro Ramos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Francisco Hernández sai dessa comparação dentro da equipa, e o Tristán Suárez beneficiou de cada uma dessas tardes.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Agustín Bruno está nela.
Luciano Arcuri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Interim Coach depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Nicolás Henry assinar alguma coisa — um contrato no Tristán Suárez ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Agustín Bruno produziu-o, e o 8.79 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Tristán Suárez já falam dele no passado.
Notas dos jogadores19/03/2035
Gustavo Flores, 18 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.70
Um 7.70 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Tristán Suárez pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tristán Suárez coisas que levam mais de uma semana a retirar.
14 ações combinadas e 6.77. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Tristán Suárez podem fingir não ter ouvido.
Luciano Arcuri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 36 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Tristán Suárez é como lidar com um homem a quem deve muito.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
O banco12/03/2035
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Interim Coach escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
A raiva no Tristán Suárez transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tristán Suárez ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Lucio Latorre e o Tristán Suárez acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tristán Suárez coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
O clube procurou lá fora durante um mês, não encontrou nada de que gostasse mais e entregou o cargo a quem já o estava a fazer. Conhece a casa; falta provar que conhece o resto.
Nicolás Henry e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Aos 20 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Brian Aguilar assinar alguma coisa — um contrato no Tristán Suárez ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
A próxima visita é de uma equipa no 22.º lugar. O resultado não fará a época de ninguém e pode, em silêncio, estragar a forma de uma, e é por isso que o treinador vê vídeo desde domingo.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tristán Suárez ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
O banco19/02/2035
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Interim Coach foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Tristán Suárez foi explícito quanto à situação de Martin Sanchez, o que é mais do que muitos recebem.
Plantel19/02/2035
Um jovem do Tristán Suárez leva o prémio de melhor sub-21
Luis Alberto Moreno tem 20 anos e, por um fim de semana, foi o melhor de todos os da sua idade na divisão. Ninguém devia construir uma carreira sobre isso, e toda a gente o faz em silêncio.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Francisco Hernández não precisou: 7.78, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
11 dias com a cadeira livre, uma lista de nomes que cresce e encolhe todos os dias, e nem uma assinatura. Cada semana que passa retira dela os melhores candidatos.
Álvaro Dionisio e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
O comunicado agradeceu o trabalho e desejou sorte, por esta ordem e mais ou menos com estas palavras. A procura começa de imediato.
As bancadas05/02/2035
A raiva no Tristán Suárez transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Não sobra ninguém para promover nem ninguém para dirigir um treino. A direção trouxe um nome que os adeptos não conhecem, e a pergunta de como um clube chega aqui vai durar mais do que quem lhe responder.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Pedro Ramos será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tristán Suárez as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Nicolás Henry e o Tristán Suárez acertam mais 3 anos.
Luciano Arcuri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Raúl Lombardi e o Tristán Suárez acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Brian Aguilar assinar alguma coisa — um contrato no Tristán Suárez ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Raúl Lombardi, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoPedro Núñez tornou-se um homem de confiança do treinador
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Vélez ninguém diz, e no Tristán Suárez ninguém gosta de estar a adivinhar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tristán Suárez coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Nicolás Henry. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Tristán Suárez, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tristán Suárez, e não vai ser retirado.
Brian Aguilar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O River Plate fica com o seu homem, e o Tristán Suárez volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Rafa é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Raúl Lombardi passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Benjamín Ibáñez está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Pedro Varela e o Tristán Suárez acertam mais 3 anos.
Agora é aritmética, e a aritmética está feita. Um verão de perguntas difíceis começa mais cedo no Tristán Suárez, e o calendário da próxima época lê-se de outra maneira.
As bancadas08/01/2035
A raiva no Tristán Suárez transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Tristán Suárez podem fingir não ter ouvido.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no San Lorenzo ninguém diz, e no Tristán Suárez ninguém gosta de estar a adivinhar.
Nicolás Henry esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Uma sondagem ao Villa Dálmine para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Luciano Arcuri está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Tristán Suárez do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Posição 11 e 7 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Tristán Suárez ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Vélez ninguém diz, e no Tristán Suárez ninguém gosta de estar a adivinhar.
Luciano Arcuri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 36 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
O Tristán Suárez perguntou e o Newell's Old Boys disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Agustín Bruno e o Tristán Suárez acertam mais 3 anos.
Luciano Arcuri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Tristán Suárez já telefonou ao Newell's Old Boys. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O Tristán Suárez já telefonou ao Vélez. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O Tristán Suárez fez saber ao mercado que Álvaro Dionisio está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Leonardo Castro está nela.
Faltam 5 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Tristán Suárez pode pedir e sobe o salário que Álvaro Dionisio pode exigir.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Pedro Ramos será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tristán Suárez as despedidas começaram em silêncio.
O Defensa y Justicia aceitou o dinheiro. O que o Tristán Suárez ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Tristán Suárez podem fingir não ter ouvido.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o San Lorenzo fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Luciano Arcuri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Tristán Suárez perguntou e o Estudiantes disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Tristán Suárez, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Tristán Suárez podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tristán Suárez coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Tigre fica com o seu homem, e o Tristán Suárez volta a uma lista com um nome riscado.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Álvaro Dionisio tem a sua resposta do Tristán Suárez; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Eduardo Álvarez e o Tristán Suárez acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Cristian Arias será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tristán Suárez as despedidas começaram em silêncio.
Brian Aguilar e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 36 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tristán Suárez coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ricardo Domínguez e o Tristán Suárez acertam mais 3 anos.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Tristán Suárez, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Leonardo Castro está nela.
A raiva no Tristán Suárez transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Tristán Suárez podem fingir não ter ouvido.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 37 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Tristán Suárez é como lidar com um homem a quem deve muito.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Tristán Suárez sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O banco13/11/2034
Alejandro Rey tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Tristán Suárez dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A tabela consulta-se antes de os resultados estarem fechados, o que é sempre o sinal. No Tristán Suárez ninguém diz a palavra e todos os jogadores seniores da casa a pensam.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Leonardo Castro treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Brian Aguilar e o Tristán Suárez acertam mais 4 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tristán Suárez coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Toda a gente no Tristán Suárez viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 33 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Luciano Arcuri: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Cristian Arias será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tristán Suárez as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Tristán Suárez podem fingir não ter ouvido.
Luciano Arcuri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Tristán Suárez podem fingir não ter ouvido.
Luciano Arcuri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Tristán Suárez, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Leonardo Castro está nela.
A raiva no Tristán Suárez transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Luciano Arcuri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Tristán Suárez sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O banco16/10/2034
Alejandro Rey tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Tristán Suárez dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
O bancoRoberto Arce pede uma conversa com o treinador
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Valentino Luna e o Tristán Suárez acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alejandro Molina assinar alguma coisa — um contrato no Tristán Suárez ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O banco09/10/2034
Pedro Núñez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Tristán Suárez dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A tabela consulta-se antes de os resultados estarem fechados, o que é sempre o sinal. No Tristán Suárez ninguém diz a palavra e todos os jogadores seniores da casa a pensam.
Posição 11 e 7 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Cristian Arias será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tristán Suárez as despedidas começaram em silêncio.
Nicolás Henry e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 18 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Valentino Luna e o Tristán Suárez acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Tristán Suárez podem fingir não ter ouvido.
Aos 36 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
O nome de Brian Aguilar não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Tristán Suárez nada diz, o que já diz muito.
O banco25/09/2034
Leonardo Castro tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Tristán Suárez dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Pedro Ramos será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tristán Suárez as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Tristán Suárez podem fingir não ter ouvido.
Luciano Arcuri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Tristán Suárez sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Tristán Suárez podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tristán Suárez coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alejandro Molina assinar alguma coisa — um contrato no Tristán Suárez ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Pedro Ramos treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Pedro Núñez está nela.
O que era uma notícia de última página virou cântico, e o cântico não é simpático. O Tristán Suárez preferia resolver isto em silêncio, e o silêncio acabou.
O Tristán Suárez fez saber ao mercado que Federico Vega está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Posição 11 e 7 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Tristán Suárez toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Tristán Suárez podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Cristian Arias será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tristán Suárez as despedidas começaram em silêncio.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Alejandro Molina e o Tristán Suárez acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Luciano Arcuri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Luciano Arcuri está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Roberto Arce, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tristán Suárez, e não vai ser retirado.
Luciano Arcuri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniel Domínguez, e o treinador deixou.
O nome de Brian Aguilar não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Tristán Suárez nada diz, o que já diz muito.
O banco28/08/2034
Leonardo Castro tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Tristán Suárez dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Tristán Suárez pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Tristán Suárez podem fingir não ter ouvido.
Brian Aguilar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Tristán Suárez vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Tristán Suárez sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O banco21/08/2034
Alejandro Rey tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Tristán Suárez dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Um treinador perdoa um mau sábado muito mais depressa do que uma má terça, porque um explica-se e o outro escolheu-o. Os relatos desta semana não foram bons.
Toda a gente no Tristán Suárez viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 37 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
O Tristán Suárez perguntou e o Lanús disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nicolás Henry treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alejandro Molina assinar alguma coisa — um contrato no Tristán Suárez ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O banco14/08/2034
Pedro Núñez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Tristán Suárez dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Alejandro Molina anda nisto há tempo suficiente para saber como se sente uma primavera que corre mal, e está a senti-lo. Um vestiário com medo joga como um vestiário com medo.
Posição 11 e 7 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Instituto fica com o seu homem, e o Tristán Suárez volta a uma lista com um nome riscado.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 36 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Tristán Suárez é como lidar com um homem a quem deve muito.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Tristán Suárez, mais uma semana sem a assinatura de Nicolás Henry.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Brian Aguilar sai dessa comparação dentro da equipa, e o Tristán Suárez beneficiou de cada uma dessas tardes.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Tristán Suárez podem fingir não ter ouvido.
O Tristán Suárez perguntou e o Racing Club disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Luciano Arcuri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O Tristán Suárez passou o mercado a tentar colocar Julio Villalba e não apareceu ninguém. Treina com um plantel que já lhe disse que não conta com ele, e ambas as partes esperam agora pela próxima janela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Tristán Suárez, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 0, saíram 4, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Newell's Old Boys fica com o seu homem, e o Tristán Suárez volta a uma lista com um nome riscado.
Luciano Arcuri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O relógio fez o que o Defensa y Justicia não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Uma sondagem ao Lanús para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tristán Suárez, e não vai ser retirado.
O Tristán Suárez perguntou e o Racing Club disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tristán Suárez coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Disseram uma coisa a Roberto Arce e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alejandro Molina assinar alguma coisa — um contrato no Tristán Suárez ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
O bancoPedro Ramos pede uma conversa com o treinador
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Tristán Suárez já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Cristian Arias será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Tristán Suárez as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tristán Suárez, e não vai ser retirado.
Aos 35 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
O Tristán Suárez perguntou e o Deportivo Merlo disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Luciano Arcuri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Direção03/07/2034
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Tristán Suárez
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tristán Suárez, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Tristán Suárez fez a parte difícil com o Deportivo Merlo, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Mais um nome na lista: o Central Norte fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Pedro Ramos. A resposta do Tristán Suárez não mudou — para já.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tristán Suárez coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Tristán Suárez perguntou e o River Plate disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Tristán Suárez já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Tristán Suárez podem fingir não ter ouvido.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Independiente Rivadavia fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Brian Aguilar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Tristán Suárez perguntou e o Newell's Old Boys disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O bancoMeio satisfeito: Interim Coach sobre o empate
412Edição
O Correio de Tristán Suárez
19/06/2034
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Alvos de mercado19/06/2034
$600.0K põem os clubes de acordo sobre Agustín Pérez
O River Plate aceitou o dinheiro. O que o Tristán Suárez ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Tristán Suárez podem fingir não ter ouvido.
O telefone voltou a tocar por causa de Cristian Arias, e desta vez do outro lado está o Madryn. No Tristán Suárez ouvem com educação e não prometem nada.
O Tristán Suárez perguntou e o Villa Dálmine disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tristán Suárez coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Tristán Suárez já telefonou ao Instituto. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O Tristán Suárez já telefonou ao Independiente Rivadavia. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Tristán Suárez podem fingir não ter ouvido.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Tristán Suárez fez a parte difícil com o Instituto, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Luciano Arcuri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Notas dos jogadores12/06/2034
Nicolás Henry fez o trabalho que ninguém conta — 6.83
12 ações combinadas e 6.83. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Alvos de mercadoUm empréstimo de Benjamín Sand está em marcha
410Edição
O Correio de Tristán Suárez
05/06/2034
Do nosso correspondente de futebolCrise
Jogo03/06/2034
Não se vê o fim da espera do Tristán Suárez por uma vitória
Já são 19 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Tristán Suárez tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tristán Suárez, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Tristán Suárez fez a parte difícil com o Defensa y Justicia, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Mais um nome na lista: o Central Norte fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Pedro Ramos. A resposta do Tristán Suárez não mudou — para já.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Tristán Suárez e o All Boys, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
A série chega a 18 e as perguntas em torno do Tristán Suárez já não são delicadas.
As bancadas29/05/2034
Os adeptos organizam-se contra a direção do Tristán Suárez
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
19 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tristán Suárez perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Luciano Arcuri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Interim Coach depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Não se vê o fim da espera do Tristán Suárez por uma vitória
Já são 17 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Tristán Suárez tem de arrancar um resultado de algum lado.
Plantel22/05/2034
Julio Villalba lesiona os ligamentos do joelho — 26 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 26 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
1 para Luciano Arcuri, avaliado com 7.53, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tristán Suárez coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alejandro Molina assinar alguma coisa — um contrato no Tristán Suárez ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Não se vê o fim da espera do Tristán Suárez por uma vitória
Já são 16 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Tristán Suárez tem de arrancar um resultado de algum lado.
Plantel15/05/2034
Julio Villalba lesiona os ligamentos do joelho — 33 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 33 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
3 pontos e um calendário a esgotar-se. As contas ainda não são cruéis, mas já não são simpáticas.
Notas dos jogadores15/05/2034
Agustín Bruno, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.61
Um 7.61 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Brian Aguilar e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
40 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tristán Suárez perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
0‑3 para o San Martín, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tristán Suárez coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Álvaro Dionisio e o Tristán Suárez acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Brian Aguilar, e o treinador deixou.
A série chega a 14 e as perguntas em torno do Tristán Suárez já não são delicadas.
Plantel01/05/2034
Julio Villalba lesiona os ligamentos do joelho — 47 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 47 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
As bancadas01/05/2034
A raiva no Tristán Suárez transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Brian Aguilar marcou, foi avaliado com 7.39 e voltou antes de alguém dar pela falta.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tristán Suárez, e não vai ser retirado.
Brian Aguilar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
8 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Tristán Suárez e do Nueva Chicago por igual; os restantes divertiram-se imenso.
54 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tristán Suárez perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Jogo22/04/2034
Não se vê o fim da espera do Tristán Suárez por uma vitória
Já são 13 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Tristán Suárez tem de arrancar um resultado de algum lado.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 5 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Luciano Arcuri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o Nueva Chicago.
Julio Villalba lesiona os ligamentos do joelho — 61 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 61 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Luciano Arcuri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Um erro de guarda-redes não tem defesa atrás que o limpe. Soube-o antes de a bola passar a linha, o estádio soube-o um segundo depois, e esta noite não há nada que alguém possa dizer.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Em resumo
As bancadasToda a gente tem uma opinião sobre Lucio Latorre
Julio Villalba lesiona os ligamentos do joelho — 68 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 68 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Luciano Arcuri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Isto não é rotação. Luis Alberto Herrera está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Tristán Suárez finge o contrário.
O banco10/04/2034
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Álvaro Dionisio treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
MercadoA história de Lucio Latorre recusa-se a morrer
Julio Villalba lesiona os ligamentos do joelho — 75 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 75 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
As bancadas03/04/2034
Os adeptos organizam-se contra a direção do Tristán Suárez
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tristán Suárez, e não vai ser retirado.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 35 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Tristán Suárez é como lidar com um homem a quem deve muito.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Luciano Arcuri e o Tristán Suárez acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tristán Suárez coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Alejandro Rey tem a sua resposta do Tristán Suárez; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Brian Aguilar. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
82 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tristán Suárez perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brian Aguilar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 35 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniel Domínguez, e o treinador deixou.
O nome de Alejandro Molina não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Tristán Suárez nada diz, o que já diz muito.
O banco27/03/2034
Leonardo Castro tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Tristán Suárez dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Alejandro Rey treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Julio Villalba lesiona os ligamentos do joelho — 89 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 89 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Posição 11 e 2 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tristán Suárez coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém no Tristán Suárez sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
96 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tristán Suárez perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Jogo11/03/2034
Não se vê o fim da espera do Tristán Suárez por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Tristán Suárez tem de arrancar um resultado de algum lado.
O Defensores Unidos segue em frente e o Tristán Suárez vai para casa, com um 2‑3 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Álvaro Dionisio esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
103 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tristán Suárez perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 13 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 36 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tristán Suárez coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Benjamín Arias pôs o Tristán Suárez de novo em igualdade em 4 minutos, e o Colegiales nunca chegou a jogar com vantagem.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
110 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tristán Suárez perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Luciano Arcuri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Martin Sanchez foi informado de que não entra nos planos do treinador do Tristán Suárez.
Plantel27/02/2034
Um jovem do Tristán Suárez leva o prémio de melhor sub-21
Luis Alberto Moreno tem 19 anos e, por um fim de semana, foi o melhor de todos os da sua idade na divisão. Ninguém devia construir uma carreira sobre isso, e toda a gente o faz em silêncio.
117 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Tristán Suárez perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Luis Alberto Moreno não precisou: 7.82, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Luciano Arcuri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 19 anos que sente como seu. Luis Alberto Moreno tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Interim Coach depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Julio Villalba lesiona os ligamentos do joelho — 124 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 124 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Pedro Ramos e o Tristán Suárez acertam mais 3 anos.
Luciano Arcuri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
131 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tristán Suárez perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Tristán Suárez pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Tristán Suárez, e não vai ser retirado.
Notas dos jogadores06/02/2034
Uma estreia para esquecer para Roberto Arce — 5.80
Toda a estreia é uma de duas histórias, e esta foi a mais difícil: 5.80, e um caminho longo até ao túnel. É o segundo jogo que decide o que o primeiro quis dizer.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Alejandro Molina e o Tristán Suárez acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Brian Aguilar e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Direção06/02/2034
5 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Tristán Suárez
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Julio Villalba lesiona os ligamentos do joelho — 138 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 138 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brian Aguilar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
145 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Tristán Suárez perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Álvaro Dionisio e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Tristán Suárez está a esgotar-se.
Aos 35 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Luciano Arcuri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O relógio fez o que o Boca Juniors não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Tristán Suárez, mais uma semana sem a assinatura de Álvaro Dionisio.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Nicolás Henry assinar alguma coisa — um contrato no Tristán Suárez ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O banco16/01/2034
Bautista Costa tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Tristán Suárez dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
MercadoAlejandro Rey colocado na lista de transferências
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Tristán Suárez podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Tristán Suárez coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Ricardo Aguirre está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Carlos Benítez passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Maximiliano De Luca está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco09/01/2034
Leonardo Castro tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Tristán Suárez dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
O Tristán Suárez foi ao Boca Juniors com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Luciano Arcuri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O treinador reorganizou as ideias e Luciano Arcuri saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Uma sondagem ao Newell's Old Boys para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Luciano Arcuri foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
O aperto de mão com o Estudiantes está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Luciano Arcuri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 36 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Tristán Suárez é como lidar com um homem a quem deve muito.
A raiva no Tristán Suárez transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Direção19/12/2033
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Tristán Suárez
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Brian Aguilar e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Tristán Suárez já telefonou ao Banfield. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Em resumo
MercadoA história de Lucio Latorre recusa-se a morrer
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Central Norte tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
O negócio com o Unión de Santa Fe está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
O Tristán Suárez perguntou e o Gimnasia y Esgrima disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Álvaro Dionisio e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma sondagem ao Newell's Old Boys para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Tristán Suárez, mais uma semana sem a assinatura de Álvaro Dionisio.
O mercado está aberto, e com ele o único mês do ano em que as esperanças de um adepto só são limitadas pela aritmética. A direção conhece a aritmética; os adeptos conhecem as esperanças.
Em resumo
O bancoTomás Romano pede uma conversa com o treinador
Luciano Arcuri e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
A raiva no Tristán Suárez transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Direção21/11/2033
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Tristán Suárez
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Luciano Arcuri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ricardo Domínguez e o Tristán Suárez acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Álvaro Dionisio treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lucio Latorre assinar alguma coisa — um contrato no Tristán Suárez ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
O bancoBautista Costa tornou-se um homem de confiança do treinador