A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Unión de Santa Fe perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Unión de Santa Fe e o Tristán Suárez acertaram em $68.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
O Alvarado vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Valentino Crivelli pré-acordou a mudança para o Unión de Santa Fe, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
O Unión de Santa Fe perguntou e o Estudiantes disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unión de Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Franco Ramos e o Unión de Santa Fe acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Unión de Santa Fe foi explícito quanto à situação de Nahuel Albano, o que é mais do que muitos recebem.
Em resumo
PlantelNão há lugar para Patrick Addo no desenho novo
Verba acordada, salário acordado, e o Quilmes à espera com uma camisola. No Unión de Santa Fe ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Unión de Santa Fe podem fingir não ter ouvido.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Racing Club ninguém diz, e no Unión de Santa Fe ninguém gosta de estar a adivinhar.
A perseguição a Francisco Fraga terminou com $510.0K a mudar de mãos e o Instituto sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Danilo Ruiz Díaz e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Estudiantes fica com o seu homem, e o Unión de Santa Fe volta a uma lista com um nome riscado.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Unión de Santa Fe, mais uma semana sem a assinatura de Thiago Cardozo.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Thiago Cardozo: 2 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Unión de Santa Fe perdeu-o em tudo menos nos papéis.
0‑0 frente ao Defensa y Justicia, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Unión de Santa Fe, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Unión de Santa Fe pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Unión de Santa Fe ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Racing Club fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Unión de Santa Fe, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unión de Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma sondagem ao Estudiantes para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Perguntou-se ao Gimnasia La Plata se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Perguntou-se ao Racing Club se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Alexis Prado tem a sua resposta do Unión de Santa Fe; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Danilo Ruiz Díaz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jerónimo Álvarez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco26/05/2031
Misael Aguirre tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Unión de Santa Fe dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Dylan Greco pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Disseram uma coisa a Manuel Brondo e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Francisco Mancinelli esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Manuel Brondo
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Juan Andrada, e o treinador deixou.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Unión de Santa Fe, mais uma semana sem a assinatura de Juan Andrada.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Defensa y Justicia com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Em resumo
Notas dos jogadoresDo banco e decisivo: Manuel Brondo
Ignacio Rodríguez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Central Córdoba SdE? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Dribles concretizados: 50. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e José Capponi agarrou este contra o Colón. 2‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Unión de Santa Fe.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.85 para o resto.
Danilo Ruiz Díaz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Manuel Brondo, e o treinador deixou.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Misael Aguirre tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Manuel Brondo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ignacio Rodríguez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Lanús? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Rafael Sangiovani treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Já são 10 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Unión de Santa Fe tem de arrancar um resultado de algum lado.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Manuel Brondo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Danilo Ruiz Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thiago Cardozo, e o treinador deixou.
Notas dos jogadores14/04/2031
Agustín Colazo jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.21. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Unión de Santa Fe tem de arrancar um resultado de algum lado.
9 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unión de Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.
O banco07/04/2031
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Thiago Cardozo
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Um erro de guarda-redes não tem defesa atrás que o limpe. Soube-o antes de a bola passar a linha, o estádio soube-o um segundo depois, e esta noite não há nada que alguém possa dizer.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Manuel Brondo, e o treinador deixou.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unión de Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Santiago Cuellar tem a sua resposta do Unión de Santa Fe; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
O Boca Juniors chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
8 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Unión de Santa Fe sabe dizer em que semana.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Nahuel Albano esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco24/03/2031
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
7 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Unión de Santa Fe sabe dizer em que semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thiago Cardozo, e o treinador deixou.
Ignacio Rodríguez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
“Não peço a ninguém que seja melhor do que é. Peço a todos que sejam tão bons como são, todas as semanas.” Dito em voz alta, à frente de todos, e o balneário do Unión de Santa Fe ficou diferente depois.
Em resumo
O bancoAlexis Prado pede uma conversa com o treinador
PlantelAlguém anda atrás da camisola de Alexis Prado
O Unión de Santa Fe entrevistou o mercado e nomeou o corredor: Interim Coach fica com o trabalho que já fazia em tudo menos no título. Às vezes as mãos mais seguras são as que já seguram o volante.
6 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Unión de Santa Fe sabe dizer em que semana.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dylan Greco será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Unión de Santa Fe as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Manuel Brondo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unión de Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Unión de Santa Fe pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Plantel03/03/2031
Manuel Brondo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unión de Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Dylan Greco tem a sua resposta do Unión de Santa Fe; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Unión de Santa Fe, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 5 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Danilo Ruiz Díaz e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Juan Andrada treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Interim Coach depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Unión de Santa Fe tem de arrancar um resultado de algum lado.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Danilo Ruiz Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Interim Coach depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Independiente com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Manuel Brondo tem de reconquistar o que julgava seu. O Unión de Santa Fe não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Manuel Brondo, e o treinador deixou.
Francisco Mancinelli e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Quatro parágrafos no site do clube, nenhum deles sobre futebol. A direção agradeceu, desejou-lhe felicidades e já tinha a procura em marcha antes de a página ir para o ar.
A equipa técnica esvaziou-se por completo e não havia ninguém internamente para promover, por isso o clube nomeou um nome que quase nenhum adepto reconhecerá. Recupera-se disto; ninguém gosta de o explicar.
«Alguém tem de fazer o onze no sábado, e esta semana sou eu.» Uma nomeação interina sem promessa nenhuma, que é como quase todas começam.
Direção03/02/2031
13 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Unión de Santa Fe
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
A formação existe exatamente para esta manhã. Juan Figueroa passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Loco é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Gustavo Ruiz está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Benjamín Flores passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Juan Blas Samán lesiona os ligamentos do joelho — 15 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 15 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Ignacio Rodríguez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Unión de Santa Fe foi explícito quanto à situação de Jeremias Vazquez, o que é mais do que muitos recebem.
Ninguém no Unión de Santa Fe dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Martín Korsunsky treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
22 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Unión de Santa Fe perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Unión de Santa Fe podem fingir não ter ouvido.
Danilo Ruiz Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Unión de Santa Fe perguntou e o Atlético Tucumán disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Sebastián Sime e o Unión de Santa Fe acertam mais 3 anos.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Martín Korsunsky treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Ninguém no Unión de Santa Fe dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Unión de Santa Fe. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Agustín Benavidez deixa o Unión de Santa Fe pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
31 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Unión de Santa Fe perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Boca Juniors queria mais do que $3.1M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dylan Greco será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Unión de Santa Fe as despedidas começaram em silêncio.
O Unión de Santa Fe perguntou e o Belgrano disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unión de Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Unión de Santa Fe, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kevin Lezcano, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
38 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Unión de Santa Fe perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o Central Córdoba SdE à espera com uma camisola. No Unión de Santa Fe ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Valentino Chiarotti e o Unión de Santa Fe acertam mais 3 anos.
O treinador reorganizou as ideias e Alexis Prado saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
46 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Unión de Santa Fe perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Danilo Ruiz Díaz e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Uma sondagem ao Boca Juniors para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Perguntou-se ao Atlético Tucumán se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Ninguém no Unión de Santa Fe dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O Unión de Santa Fe perguntou e o Boca Juniors disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Valentino Chiarotti será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Unión de Santa Fe as despedidas começaram em silêncio.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Leandro Zeballos acabou de assinar pelo Unión de Santa Fe e, por uma vez, a resposta importava.
Francisco Mancinelli e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Uma cláusula em que alguém insistiu há anos, numa negociação de que ninguém se lembra, acaba de pagar $333.3K ao Unión de Santa Fe. Junior Marabel saiu há muito tempo; o papel ficou.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Unión de Santa Fe joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Unión de Santa Fe perdeu-o em tudo menos nos papéis.
$3.2M era o máximo que o clube pagaria, e o Boca Juniors pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dylan Greco será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Unión de Santa Fe as despedidas começaram em silêncio.
Sebastián Sime e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Perguntou-se ao River Plate se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Unión de Santa Fe já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Estudiantes aceitou o dinheiro. O que o Unión de Santa Fe ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
A proposta do San Martín SJ por Agustín Benavidez foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Cristian Toledo acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Unión de Santa Fe substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unión de Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Unión de Santa Fe já telefonou ao Independiente. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Em resumo
O bancoDylan Greco tornou-se um homem de confiança do treinador
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Unión de Santa Fe podem fingir não ter ouvido.
Danilo Ruiz Díaz e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Universitario fica com o seu homem, e o Unión de Santa Fe volta a uma lista com um nome riscado.
Disseram uma coisa a Manuel Brondo e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
O Unión de Santa Fe já telefonou ao Gimnasia La Plata. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O banco02/12/2030
Yahir Jalin tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Unión de Santa Fe dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Unión de Santa Fe do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Agustín Benavidez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Unión de Santa Fe as despedidas começaram em silêncio.
Martín Korsunsky esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Manuel Brondo apontou a data.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Unión de Santa Fe ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unión de Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Unión de Santa Fe. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Agustín Benavidez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Plantel18/11/2030
Os relatórios de treino sobre Luka Gutiérrez não são bons
Um sábado mau perdoa-se; uma terça-feira má é uma escolha. O nível baixou, e numa casa onde toda a gente observa toda a gente, deu-se por isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unión de Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Diego Armando Díaz, e o treinador deixou.
Alguém viu todos os jogos da divisão no fim de semana e decidiu que ele foi o melhor que havia em qualquer deles. Uma honra pequena, e a maioria das carreiras acaba sem uma.
Em resumo
O bancoDylan Greco tornou-se um homem de confiança do treinador
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Unión de Santa Fe ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Manuel Brondo. 2‑1 sobre o Gimnasia y Esgrima, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Francisco Mancinelli esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Manuel Brondo, e o treinador deixou.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Unión de Santa Fe, mais uma semana sem a assinatura de Thiago Cardozo.
O banco04/11/2030
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Lucas Ferreyra, sobre uma vitória por 2‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Sebastián Sime e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Lucas Ferreyra depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Diego Toma, e o treinador deixou.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Central Córdoba SdE defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Juan Pablo Valdez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O banco21/10/2030
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Lucas Ferreyra saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Um descuido, um golo, e noventa minutos de trabalho honesto que não valem nada. É esse o ofício no Unión de Santa Fe, e é cruel.
O banco21/10/2030
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Danilo Ruiz Díaz
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Segue-se o Central Córdoba SdE, e há um homem no balneário do Unión de Santa Fe que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Danilo Ruiz Díaz e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Estudiantes com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
O banco14/10/2030
Dylan Greco tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Unión de Santa Fe dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Unión de Santa Fe terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Unión de Santa Fe não tem uma boa resposta.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Unión de Santa Fe, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 21 anos do Unión de Santa Fe que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
Martín Korsunsky e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Rafael Sangiovani está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Unión de Santa Fe ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unión de Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Julián Palacios. 2‑0 sobre o San Lorenzo, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Unión de Santa Fe ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Francisco Mancinelli e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Yahir Jalin e o Unión de Santa Fe acertam mais 4 anos.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Unión de Santa Fe, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma cláusula em que alguém insistiu há anos, numa negociação de que ninguém se lembra, acaba de pagar $290.0K ao Unión de Santa Fe. Junior Marabel saiu há muito tempo; o papel ficou.
Segue-se o San Lorenzo, e há um homem no balneário do Unión de Santa Fe que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Diego Armando Díaz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Francisco Mancinelli esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Colocado numa posição que não é a sua, ou substituído antes da hora uma vez de mais: Rafael Sangiovani deixou claro que não gosta da forma como o Unión de Santa Fe o está a utilizar. Os treinadores sabem destas coisas muito antes da imprensa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Valentino Chiarotti será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Unión de Santa Fe as despedidas começaram em silêncio.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unión de Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Disseram uma coisa a Santiago Cuellar e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Unión de Santa Fe, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Segue-se o Talleres, e há um homem no balneário do Unión de Santa Fe que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Ninguém no Unión de Santa Fe dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Dribles concretizados: 34. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Unión de Santa Fe pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
6 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Deportivo Riestra foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thiago Cardozo, e o treinador deixou.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Lucas Flores tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Juan Pablo Valdez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Unión de Santa Fe tem de arrancar um resultado de algum lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dylan Greco será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Unión de Santa Fe as despedidas começaram em silêncio.
Danilo Ruiz Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 17. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
O banco26/08/2030
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Lucas Ferreyra saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Lorenzo Corral: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Unión de Santa Fe a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
O banco26/08/2030
Misael Aguirre tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Unión de Santa Fe dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Martín Korsunsky e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Segue-se o Independiente Rivadavia, e há um homem no balneário do Unión de Santa Fe que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dylan Greco está nela.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Rafael Sangiovani fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Juan Pablo Valdez pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Valentino Chiarotti será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Unión de Santa Fe as despedidas começaram em silêncio.
Danilo Ruiz Díaz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Unión de Santa Fe perguntou e o Estudiantes disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Um ponto arrancado aos 88 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Unión de Santa Fe tem de arrancar um resultado de algum lado.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Plantel05/08/2030
Uma transferência que Matías Salgado teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Matías Salgado está a viver essa versão no Unión de Santa Fe, e costuma notar-se no primeiro mês.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Talleres fica com o seu homem, e o Unión de Santa Fe volta a uma lista com um nome riscado.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Alexis Prado tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Gonzalo Ontivero e o Unión de Santa Fe acertam mais 1 anos.
0‑2 frente ao River Plate, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
A proposta do Philadelphia Union por Manuel Brondo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Unión de Santa Fe vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Boca Juniors pode já não estar a vender.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
O Unión de Santa Fe perguntou e o Estudiantes disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Unión de Santa Fe já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Direção22/07/2030
O prazo passa com 4 contratações e 6 saídas
Está feito o negócio no Unión de Santa Fe até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
O Unión de Santa Fe perguntou e o Racing Club disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Sebastián Sime esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Verba acordada, salário acordado, e o San Martín à espera com uma camisola. No Unión de Santa Fe ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Unión de Santa Fe ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O Unión de Santa Fe perguntou e o San Martín SJ disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unión de Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Perguntou-se ao Racing Club se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Unión de Santa Fe, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
O bancoMisael Aguirre tornou-se um homem de confiança do treinador
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Unión de Santa Fe, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Agustín Benavidez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Unión de Santa Fe as despedidas começaram em silêncio.
O Unión de Santa Fe perguntou e o Huracán disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unión de Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Unión de Santa Fe, mais uma semana sem a assinatura de David Mejía.
Uma sondagem ao Boca Juniors para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 23 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Unión de Santa Fe ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O negócio com o Argentinos Juniors está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Danilo Ruiz Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Nahuel González e o Unión de Santa Fe acertam mais 3 anos.
Perguntou-se ao Gimnasia La Plata se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
30 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Unión de Santa Fe perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Unión de Santa Fe, e não vai ser retirado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Unión de Santa Fe já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Plantel24/06/2030
Nahuel Albano consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Nahuel Albano acabou de assinar pelo Unión de Santa Fe e, por uma vez, a resposta importava.
O negócio com o Central Córdoba SdE está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Nahuel Albano e o Unión de Santa Fe acertam mais 3 anos.
Danilo Ruiz Díaz e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Unión de Santa Fe perguntou e o Boca Juniors disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
37 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Unión de Santa Fe perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Posição 13 e 9 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
O Unión de Santa Fe foi ao Huracán com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Thiago Omar Pérez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma sondagem ao Boca Juniors para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Diego Encinas estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
44 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Unión de Santa Fe perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Vitória por 2‑1 sobre o Talleres, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Unión de Santa Fe já se começa a dizer o nome dele no passado.
As regras permitem-no e dói na mesma. Thiago Omar Pérez acertou condições com o Lanús para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Huracán fica com o seu homem, e o Unión de Santa Fe volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unión de Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Yahir Jalin tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
51 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Unión de Santa Fe perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Ignacio Rodríguez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jeremias Vazquez, e o treinador deixou.
O Unión de Santa Fe já telefonou ao Independiente. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Unión de Santa Fe, e não vai ser retirado.
Danilo Ruiz Díaz e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Leandro Aldeco treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O banco27/05/2030
Misael Aguirre tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Unión de Santa Fe dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Posição 13 e 9 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Danilo Ruiz Díaz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 18. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
O banco20/05/2030
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Lucas Ferreyra saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alexis Prado, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Manuel Brondo treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dylan Greco está nela.
15 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Unión de Santa Fe perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Agustín Benavidez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Unión de Santa Fe as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unión de Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Thiago Omar Pérez tem a sua resposta do Unión de Santa Fe; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Unión de Santa Fe, mais uma semana sem a assinatura de David Mejía.
22 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Unión de Santa Fe perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Unión de Santa Fe ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. David Mejía acertou condições com o Sarmiento para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unión de Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Facundo Di Biasi acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Unión de Santa Fe substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Um 1‑0 sobre o Central Córdoba SdE, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Alexis Prado e o Unión de Santa Fe acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
30 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Unión de Santa Fe perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Unión de Santa Fe podem fingir não ter ouvido.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Benjamín Blanco lesiona os ligamentos do joelho — 37 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 37 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Unión de Santa Fe tem de arrancar um resultado de algum lado.
Posição 13 e 6 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Unión de Santa Fe pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
44 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Unión de Santa Fe perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Agustín Benavidez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Unión de Santa Fe as despedidas começaram em silêncio.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Ignacio Rodríguez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leandro Aldeco, e o treinador deixou.
O banco15/04/2030
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Lucas Ferreyra a uma sala que já as tinha ouvido.
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Unión de Santa Fe tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Unión de Santa Fe ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Danilo Ruiz Díaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Ignacio Rodríguez tem a sua resposta do Unión de Santa Fe; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ignacio Rodríguez, e o treinador deixou.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Unión de Santa Fe, mais uma semana sem a assinatura de Jeremias Vazquez.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Julián Palacios: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Unión de Santa Fe a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Danilo Ruiz Díaz e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Unión de Santa Fe foi explícito quanto à situação de Leandro Aldeco, o que é mais do que muitos recebem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jeremias Vazquez, e o treinador deixou.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Unión de Santa Fe disse a David Mejía que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Segue-se o Boca Juniors, e há um homem no balneário do Unión de Santa Fe que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Yahir Jalin está nela.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unión de Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco25/03/2030
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Lucas Ferreyra saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thiago Omar Pérez, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Ninguém no Unión de Santa Fe sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Aos 24 anos conquistou um lugar em vez de o receber, e outro tem de arranjar alguma coisa para dizer sobre isso. O Unión de Santa Fe tem uma decisão que se tomou sozinha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Unión de Santa Fe ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unión de Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Manuel Brondo, e o treinador deixou.
O banco18/03/2030
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 Lucas Ferreyra saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Cada toque pesado, cada frase dissecada, cada erro repetido. Há jogadores que crescem com isso; há outros que acabam com isso, sem alarido; e só depois se sabe quais.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Franco Fragapane será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Unión de Santa Fe as despedidas começaram em silêncio.
Ignacio Rodríguez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Independiente Rivadavia marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Agustín Colazo e o Unión de Santa Fe acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
David Mejía e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Jerónimo Álvarez está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Rafael Sangiovani subiu nela.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Rafael Sangiovani: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Unión de Santa Fe a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Unión de Santa Fe. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 19 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Thiago Omar Pérez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco25/02/2030
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Lucas Ferreyra escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Independiente defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Ninguém no Unión de Santa Fe dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Manuel Brondo apontou a data.
27 dias de fora para Yahir Jalin depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Unión de Santa Fe vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Unión de Santa Fe ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unión de Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Unión de Santa Fe, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Yahir Jalin está nela.
Um 0‑3 imposto pelo Vélez é o tipo de resultado que esvazia o estádio muito antes do apito final.
Plantel11/02/2030
34 dias de fora para Yahir Jalin depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Unión de Santa Fe vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Unión de Santa Fe ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Danilo Ruiz Díaz e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco11/02/2030
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑3 Lucas Ferreyra saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Juan Blas Samán: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Unión de Santa Fe a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Unión de Santa Fe falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Unión de Santa Fe pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unión de Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
7 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A formação existe exatamente para esta manhã. Luis Quiroga passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Zorro é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 50 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unión de Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Agustín Benavidez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Unión de Santa Fe as despedidas começaram em silêncio.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Barracas Central fica com o seu homem, e o Unión de Santa Fe volta a uma lista com um nome riscado.
Thiago Omar Pérez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Unión de Santa Fe pode pedir e sobe o salário que Franco Fragapane pode exigir.
O relógio fez o que o Talleres não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Thiago Omar Pérez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Unión de Santa Fe terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
O banco14/01/2030
Dylan Greco tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Unión de Santa Fe dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Thiago Cardozo fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Unión de Santa Fe. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Unión de Santa Fe perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Unión de Santa Fe vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Racing Club pode já não estar a vender.
Thiago Omar Pérez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O treinador reorganizou as ideias e Ignacio Rodríguez saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ignacio Rodríguez, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Unión de Santa Fe, mais uma semana sem a assinatura de Jeremias Vazquez.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Unión de Santa Fe perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Talleres aceitou o dinheiro. O que o Unión de Santa Fe ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Fernando Díaz foi-se, as contas têm $5.6M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
O Estudiantes pagou $5.6M e o Unión de Santa Fe aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Ignacio Rodríguez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Argentinos Juniors fica com o seu homem, e o Unión de Santa Fe volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Unión de Santa Fe, e não vai ser retirado.
O Independiente Rivadavia paga $2.3M, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Santiago Cuellar agiu, no Unión de Santa Fe, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Não há pior forma de perder um futebolista. Franco Fragapane pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
A perseguição a Santiago Cuellar terminou com $79.0K a mudar de mãos e o Central Norte sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O Unión de Santa Fe perguntou e o Quilmes disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kevin Lezcano e o Unión de Santa Fe acertam mais 3 anos.
Danilo Ruiz Díaz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Unión de Santa Fe perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Unión de Santa Fe, e não vai ser retirado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o River Plate fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Junior Marabel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Unión de Santa Fe perguntou e o Gimnasia La Plata disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Unión de Santa Fe ofereceu $23.0K; o Sarmiento disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Verba acordada, salário acordado, e o Temperley à espera com uma camisola. No Unión de Santa Fe ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Unión de Santa Fe fez a parte difícil com o Banfield, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Junior Marabel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Lautaro Díaz acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Unión de Santa Fe substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
O Unión de Santa Fe perguntou e o Flamengo disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O que era notícia de canto de página passou a ser assunto das bancadas, e as bancadas não fazem nuances. Unión de Santa Fe gostariam de resolver isto antes de ser a única pergunta.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Unión de Santa Fe, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Unión de Santa Fe ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Junior Marabel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Unión de Santa Fe perguntou e o Cagliari disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Unión de Santa Fe disse a Thiago Cardozo que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Rafael Sangiovani está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
O Unión de Santa Fe já telefonou ao Huracán. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
18 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Unión de Santa Fe perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Unión de Santa Fe pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Thiago Omar Pérez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Diego Armando Díaz apontou a data.
Jeremias Vazquez lesiona os ligamentos do joelho — 25 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Unión de Santa Fe podem fingir não ter ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Agustín Benavidez e o Unión de Santa Fe acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Agustín Benavidez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Unión de Santa Fe. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Unión de Santa Fe, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Jeremias Vazquez lesiona os ligamentos do joelho — 32 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 32 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Unión de Santa Fe vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Junior Marabel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Lucas Ferreyra depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Unión de Santa Fe, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 23 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Unión de Santa Fe ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Junior Marabel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Unión de Santa Fe tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Unión de Santa Fe falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. David Mejía marcou, foi avaliado com 7.83 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unión de Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um ponto arrancado aos 86 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Unión de Santa Fe, e não vai ser retirado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Unión de Santa Fe falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Junior Marabel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Tomás Torres e o Unión de Santa Fe acertam mais 3 anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tobías Astorga, e o treinador deixou.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Lucas Ferreyra depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Junior Marabel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jeremias Vazquez, e o treinador deixou.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o Estudiantes.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Diego Armando Díaz apontou a data.
Faltam 7 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Unión de Santa Fe pode pedir e sobe o salário que Franco Fragapane pode exigir.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Juan Kuverling será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Unión de Santa Fe as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unión de Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Unión de Santa Fe, mais uma semana sem a assinatura de Thiago Cardozo.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Martín Korsunsky, e o treinador deixou.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Em resumo
Notas dos jogadoresJulián Palacios passa por eles um de cada vez
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Unión de Santa Fe tem de arrancar um resultado de algum lado.
Thiago Omar Pérez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O banco01/10/2029
Lautaro Vargas tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Unión de Santa Fe dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 2‑2, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Em resumo
Notas dos jogadoresDanilo Ruiz Díaz passa por eles um de cada vez
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Unión de Santa Fe tem de arrancar um resultado de algum lado.
Junior Marabel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco24/09/2029
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Lucas Ferreyra escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Boca Juniors? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Julián Palacios: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Unión de Santa Fe a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Unión de Santa Fe, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
0‑3 para o Talleres, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Junior Marabel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O banco17/09/2029
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑3 Lucas Ferreyra saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Juan Kuverling será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Unión de Santa Fe as despedidas começaram em silêncio.
Junior Marabel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lautaro Vargas assinar alguma coisa — um contrato no Unión de Santa Fe ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Franco Fragapane: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Unión de Santa Fe a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Yahir Jalin está nela.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Fernando Torrent apontou a data.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Martín Díaz treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no Unión de Santa Fe a diferença vê-se da última fila.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Unión de Santa Fe, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unión de Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Dylan Greco e o Unión de Santa Fe acertam mais 3 anos.
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O banco03/09/2029
Lautaro Vargas tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Unión de Santa Fe dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi preciso Diego Armando Díaz marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Deportivo Riestra, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
Junior Marabel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thiago Cardozo, e o treinador deixou.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Thiago Omar Pérez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Patronato com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
O banco20/08/2029
Dylan Greco tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Unión de Santa Fe dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Unión de Santa Fe essa pergunta é mais difícil de responder.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Fernando Torrent apontou a data.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no Unión de Santa Fe a diferença vê-se da última fila.
Está no 15.º lugar e vai estar à espera. É fora de casa que uma época mostra o seu verdadeiro carácter, e esta equipa tem alguma coisa a provar sobre o seu.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Lionel Verde
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Juan Kuverling será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Unión de Santa Fe as despedidas começaram em silêncio.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jeremias Vazquez, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Unión de Santa Fe, mais uma semana sem a assinatura de Diego Armando Díaz.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unión de Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco13/08/2029
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Lucas Ferreyra não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Unión de Santa Fe também ninguém o escondia.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Independiente defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lautaro Vargas assinar alguma coisa — um contrato no Unión de Santa Fe ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Unión de Santa Fe coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Rafael Sangiovani e o Unión de Santa Fe acertam mais 3 anos.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Martín Naser acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Unión de Santa Fe substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Lionel Verde. 1‑0 sobre o Newell's Old Boys, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Avaliado com 7.97. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O treinador reorganizou as ideias e Franco Fragapane saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
O banco06/08/2029
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Lucas Ferreyra foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
1‑1 frente ao Boca Juniors, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Verba acordada, condições acordadas, e um exame que disse o contrário. Ele volta para o Gimnasia y Tiro; o Unión de Santa Fe volta ao mercado; e ambos vão insistir que aqui não há história nenhuma.
Junior Marabel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Thiago Ocampo acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Unión de Santa Fe substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
O Unión de Santa Fe perguntou e o Atletico Nacional disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Boca Juniors marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.