Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Universitario já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario podem fingir não ter ouvido.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Universitario beneficiou disso.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Universitario perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario podem fingir não ter ouvido.
Christian Makoun e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel10/12/2029
Palavras no treino do Universitario sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Damián Puebla está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
4‑1. É por noites destas que os clubes passam décadas a tentar qualificar-se para esta competição, e elas chegam talvez duas vezes nesse período. Quem esteve no estádio vai descrevê-la mal durante anos.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Damián Puebla produziu-o, e o 8.49 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario podem fingir não ter ouvido.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Martino Botti quer futebol continental; se o Universitario o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Valentín Fascendini quer futebol continental; se o Universitario o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Diego Romero e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel26/11/2029
Palavras no treino do Universitario sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Moreno está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel26/11/2029
5 caras novas e o Universitario ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Abiel Osorio está nela.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Universitario ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel19/11/2029
Damián Puebla desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no Universitario dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Juan Manuel Requena pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Diego Romero. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
1‑1 frente ao Deportivo Cali, e uma exibição que será descrita durante o resto da época a quem não esteve lá. Agustín Rodríguez está no centro dessa descrição.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Universitario ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Universitario, e não vai ser retirado.
Diego Romero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Alan Cantero quer futebol continental; se o Universitario o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel12/11/2029
Palavras no treino do Universitario sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Damián Puebla está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Universitario, e não vai ser retirado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Universitario a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Universitario coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel05/11/2029
Palavras no treino do Universitario sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Moreno está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Massimo Sandi quer futebol continental; se o Universitario o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Nazareno Colombo está nela.
Em resumo
DireçãoUniversitario assinam um acordo de $4.5M por ano
3‑0. É por noites destas que os clubes passam décadas a tentar qualificar-se para esta competição, e elas chegam talvez duas vezes nesse período. Quem esteve no estádio vai descrevê-la mal durante anos.
Uma média de 7.52 na época, com 19 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Angel Zamudio será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Universitario as despedidas começaram em silêncio.
Diego Romero e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel29/10/2029
Damián Puebla desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Christian Makoun esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Universitario a ouviu como outra coisa.
Plantel22/10/2029
Damián Puebla desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Universitario lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
O banco22/10/2029
Abiel Osorio tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Universitario dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Matías Lazo fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Universitario ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario podem fingir não ter ouvido.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel15/10/2029
Palavras no treino do Universitario sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Moreno está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Universitario sabe em que fase está.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Agustín Rodríguez está nela.
Uma noite europeia para esquecer para o Universitario
0‑3. O Lanús joga este futebol todos os anos, e notou-se em todas as zonas do campo. A lição é cara e, para um clube nesta fase, provavelmente necessária.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Universitario, e não vai ser retirado.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Universitario lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Universitario coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Isto não é rotação. Jairo Concha está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Universitario finge o contrário.
Plantel08/10/2029
Damián Puebla desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Universitario ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Universitario lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Diego Romero e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Damián Puebla estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Matías Moreno está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Plantel01/10/2029
9 caras novas e o Universitario ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Nazareno Colombo está nela.
Dribles concretizados: 30. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Jogo18/09/2029
Ninguém quer jogar contra o Universitario neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Alejandro Ramos quer futebol continental; se o Universitario o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel24/09/2029
Palavras no treino do Universitario sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Moreno está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Abiel Osorio agarrou este contra o Cienciano. 2‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Universitario.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Universitario ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Universitario, e não vai ser retirado.
Diego Romero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Jogo12/09/2029
Mais uma trazida de fora
4 seguidas na estrada para o Universitario. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Universitario sobre quem trabalha
Notas dos jogadoresDamián Puebla jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Universitario ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario podem fingir não ter ouvido.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Universitario coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Universitario lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Plantel10/09/2029
Damián Puebla desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Universitario não o segura a fingir o contrário.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Agustín Rodríguez está nela.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Universitario ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Tudo acordado com o outro clube, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.
Plantel03/09/2029
Matías Moreno desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Cienciano vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Gonzalo Falcón pré-acordou a mudança para o Universitario, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Universitario coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Universitario lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Plantel03/09/2029
4 jogadores do Universitario ao serviço das seleções
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 4 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Universitario coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel27/08/2029
Palavras no treino do Universitario sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Damián Puebla está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco27/08/2029
Diego Romero tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Universitario dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Universitario. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Felipe Vizeu será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Universitario as despedidas começaram em silêncio.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Universitario pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Diego Romero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Jairo Concha quer futebol continental; se o Universitario o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel20/08/2029
Damián Puebla desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel20/08/2029
No Universitario ainda são estranhos uns para os outros
12 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco20/08/2029
Damián Puebla tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Universitario dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Universitario. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Piero Quispe assinar alguma coisa — um contrato no Universitario ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Universitario ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Universitario, e não vai ser retirado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Universitario coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matías Moreno estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém no Universitario dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Jesús Castillo regressa a Universitario com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Roberto Pereyra agiu, no Universitario, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Universitario ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Diego Romero e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Verba acordada, salário acordado, e o Juan Aurich à espera com uma camisola. No Universitario ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Universitario, e não vai ser retirado.
O negócio que levaria Piero Quispe para o Deportivo Municipal caiu na fase final e ele reapresenta-se no Universitario com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Universitario nada responderam, o que também é uma resposta.
Plantel30/07/2029
Martín Río consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Martín Río acabou de assinar pelo Universitario e, por uma vez, a resposta importava.
A proposta do Alianza Lima por Felipe Vizeu foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Tudo acordado com o outro clube, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.
Plantel30/07/2029
Palavras no treino do Universitario sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Moreno está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Universitario já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario podem fingir não ter ouvido.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $543.2K do que o Universitario pagou por Angel De La Cruz é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Universitario pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Direção23/07/2029
Fecha o mercado: 8 entradas, 9 saídas no Universitario
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 8, saíram 9, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Diego Romero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Alan Cantero quer futebol continental; se o Universitario o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Felipe San Juan agiu, no Universitario, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Universitario perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Universitario pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario podem fingir não ter ouvido.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel16/07/2029
Palavras no treino do Universitario sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Damián Puebla está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
PlantelUma lesão muscular afasta Daniel Prieto durante 16 dias
PlantelAbiel Osorio já ficou grande para esta divisão
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Universitario pagou $13.6M por Abiel Osorio, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 59 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Universitario já se começa a dizer o nome dele no passado.
Plantel09/07/2029
Uma transferência que Abiel Osorio teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Abiel Osorio está a viver essa versão no Universitario, e costuma notar-se no primeiro mês.
19 golos e uma média de 7.52 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Damián Puebla produziu-o, e o 8.42 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A proposta do Iquique por Halam Loboa foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario podem fingir não ter ouvido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Agustín Rodríguez e o Universitario acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. David Martínez acabou de assinar pelo Universitario e, por uma vez, a resposta importava.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Universitario e o Deportivo Municipal, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Universitario perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Universitario, e não vai ser retirado.
O Sporting Cristal queria mais do que $1.5M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Universitario ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $1.6M — um clube que quer Zinadine Zidane Bedoya ao ponto de perguntar duas vezes.
Diego Romero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Damián Puebla
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Universitario já se começa a dizer o nome dele no passado.
Uma média de 7.51 na época, com 18 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario podem fingir não ter ouvido.
O Universitario foi ao Sporting Cristal com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Universitario lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
29 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Alianza Atletico tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Verba acordada, salário acordado, e o Paysandu à espera com uma camisola. No Universitario ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
50 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Universitario marcou aos 106, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Agustín Rodríguez produziu-o, e o 9.26 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A proposta do Olimpija Ljubljana por Halam Loboa foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario podem fingir não ter ouvido.
A proposta seguiu esta semana para o Deportivo Municipal, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Universitario lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Uma média de 7.39 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
$430.0K em cima da mesa do Sport Huancayo. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
27 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Damián Puebla estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Hugo Magallanes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Segue-se o Sport Huancayo, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
Notas dos jogadoresAlan Cantero encarou-os todo o jogo
147Edição
A Gazeta de Universitario
21/05/2029
Do nosso correspondente de futebolTriunfo
Jogo19/05/2029
O Universitario torna a sua casa um sítio difícil de visitar
26 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Já são 13 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Diego Romero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jorge Yriarte estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Notas dos jogadoresDéiber Caicedo em notas de excelência
Já são 12 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Diego Romero e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel14/05/2029
Palavras no treino do Universitario sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Damián Puebla está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Felipe Vizeu quer futebol continental; se o Universitario o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
O Universitario torna a sua casa um sítio difícil de visitar
25 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Jogo05/05/2029
Ninguém quer jogar contra o Universitario neste momento
10 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Agustín Rodríguez marcou ao minuto 85, o Juan Aurich já pensava na viagem de regresso, e o Universitario levou tudo.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Universitario pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Diego Romero e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Universitario lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Ninguém quer jogar contra o Universitario neste momento
9 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Universitario, e não vai ser retirado.
Luis Abram esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Universitario torna a sua casa um sítio difícil de visitar
24 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Já são 8 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Damián Puebla estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
10 golos e uma média de 7.26 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Já são 7 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Alan Cantero produziu-o, e o 9.27 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Lucas Martínez Quarta produziu-o, e o 8.39 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario podem fingir não ter ouvido.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Universitario lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Universitario sobre quem trabalha
Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Juan Manuel Requena será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Universitario as despedidas começaram em silêncio.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Nazareno Colombo quer futebol continental; se o Universitario o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Matías Moreno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Gaspar Gentile e o Universitario acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Universitario, e não vai ser retirado.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Universitario lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Angel De La Cruz será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Universitario as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Universitario coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel02/04/2029
Damián Puebla desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Universitario não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Disseram uma coisa a Déiber Caicedo e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Diego Romero está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
O Universitario torna a sua casa um sítio difícil de visitar
22 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Diego Romero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel26/03/2029
Damián Puebla desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Notas dos jogadoresDamián Puebla passa por eles um de cada vez
Dribles concretizados: 42. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
1‑0 frente ao Guarani, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
19 pontos e ninguém por cima. A palavra ainda não se diz à volta do estádio, e pensa-se em todas as cadeiras.
Jogo18/03/2029
Ninguém quer jogar contra o Universitario neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Universitario, e não vai ser retirado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Alejandro Ramos quer futebol continental; se o Universitario o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Minuto 96. Agustín Rodríguez encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Alianza Lima passou do ponto ao nada num só movimento.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Agustín Rodríguez produziu-o, e o 9.12 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Juan Manuel Requena será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Universitario as despedidas começaram em silêncio.
Dribles concretizados: 23. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel12/03/2029
Uma transferência que Joaquín Sosa teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Joaquín Sosa está a viver essa versão no Universitario, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel12/03/2029
Palavras no treino do Universitario sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Damián Puebla está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Universitario pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Universitario, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Universitario ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Hugo Magallanes está a viver essa versão no Universitario, e costuma notar-se no primeiro mês.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Alan Cantero quer futebol continental; se o Universitario o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Damián Puebla estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 94. O Sporting Cristal tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 35 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
1‑2 frente ao Guarani. O futebol continental não perdoa aquilo que uma liga interna deixa passar, e esta foi uma noite passada a descobrir quais dessas coisas o clube ainda arrasta.
Diego Romero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Angel Zamudio quer futebol continental; se o Universitario o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Níger Vega e o Universitario acertam mais 1 anos.
A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.
Em resumo
O bancoO veredicto do treinador
O bancoA ficha de jogo disse tudo sobre Luis Abram
PlantelPalavras no treino do Universitario sobre quem trabalha
134Edição
A Gazeta de Universitario
19/02/2029
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Jogo17/02/2029
O Universitario torna a sua casa um sítio difícil de visitar
19 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Damián Puebla estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Já são 34 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Universitario, e não vai ser retirado.
Diego Romero e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Luis Abram quer futebol continental; se o Universitario o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel12/02/2029
Palavras no treino do Universitario sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Damián Puebla está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario podem fingir não ter ouvido.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Nazareno Colombo quer futebol continental; se o Universitario o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Dribles concretizados: 23. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel05/02/2029
Uma transferência que Santiago Cena teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Santiago Cena está a viver essa versão no Universitario, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Universitario lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Diego Romero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel29/01/2029
Palavras no treino do Universitario sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Damián Puebla está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Matías Moreno está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Universitario, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Lucas Martínez Quarta apontou a data.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Universitario, mais uma semana sem a assinatura de Angel Zamudio.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Álvaro Rojas pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Universitario, e não vai ser retirado.
Plantel22/01/2029
Damián Puebla desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Universitario lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Nelson Cabanillas e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Universitario. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Universitario, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Universitario ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel15/01/2029
No Universitario ainda são estranhos uns para os outros
10 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Nelson Cabanillas e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e José Carabalí estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Universitario vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Em resumo
MercadoA história de Diego Romero recusa-se a morrer
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Universitario pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario podem fingir não ter ouvido.
O Universitario perguntou e o Melgar disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Angel De La Cruz será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Universitario as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Universitario coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Alan Cantero quer futebol continental; se o Universitario o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Lucio Falasco agiu, no Universitario, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Damián Puebla estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $8.8M porque Déiber Caicedo é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
Verba acordada, salário acordado, e o Deportivo Municipal à espera com uma camisola. No Universitario ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel01/01/2029
Uma transferência que Déiber Caicedo teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Déiber Caicedo está a viver essa versão no Universitario, e costuma notar-se no primeiro mês.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Universitario beneficiou disso.
A camisola ainda lhe serve. Nelson Cabanillas está de volta ao Universitario, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Universitario pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
O aperto de mão com o Junior está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Verba acordada, salário acordado, e o Ayacucho à espera com uma camisola. No Universitario ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Universitario perguntou e o Austin FC disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Diego Romero e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel25/12/2028
Uma transferência que Daniel Prieto teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Daniel Prieto está a viver essa versão no Universitario, e costuma notar-se no primeiro mês.
Em resumo
EmprestadosO empréstimo de Miguel Vargas mede-se pelo que não acontece
A série sem derrotas chega aos 32 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
0‑0 frente ao Atletico Venezuela, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
17 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario podem fingir não ter ouvido.
O Universitario perguntou e o Sion disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Universitario perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Deportivo Municipal por César Inga foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Alianza Lima não queria vender e o número é a razão por que o fez. $4.3M por Alan Cantero, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
A série sem derrotas chega aos 31 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
O Alianza Lima está fora e o Universitario segue em frente, com um 3‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Universitario perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Universitario, e não vai ser retirado.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Universitario pagou $8.9M por Agustín Rodríguez, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
15 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario podem fingir não ter ouvido.
A proposta seguiu esta semana para o Juventud, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Universitario foi ao Alianza Lima com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. César Inga será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Universitario as despedidas começaram em silêncio.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Matías Moreno quer futebol continental; se o Universitario o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Halam Loboa tem a sua resposta do Universitario; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Halam Loboa, e o treinador deixou.
O banco27/11/2028
Diego Romero tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Universitario dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Universitario. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Universitario ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Emprestados20/11/2028
O empréstimo de Miguel Vargas mede-se pelo que não acontece
14 balizas a zeros em 30 jogos no La Equidad. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
Angel Zamudio e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco20/11/2028
Felipe Vizeu tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Universitario dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Universitario, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Universitario. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Andy Polo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
A língua chegou, o encolher de ombros foi-se, e discute nos treinos como um homem que conta estar cá para o ano. Nada disto aparece num valor de transferência, e tudo isto aparece no relvado.
Já são 29 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Universitario, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Juan Manuel Requena será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Universitario as despedidas começaram em silêncio.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Alejandro Ramos quer futebol continental; se o Universitario o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 14 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
14 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Universitario perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Universitario, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jorge Murrugarra será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Universitario as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Universitario lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Diego Romero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lucas Martínez Quarta, e o treinador deixou.
A série sem derrotas chega aos 28 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 22 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
21 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Universitario perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Universitario pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Universitario, e não vai ser retirado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 31 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
29 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Universitario perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Universitario ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Diego Romero e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Emprestados23/10/2028
O empréstimo de Miguel Vargas mede-se pelo que não acontece
14 balizas a zeros em 30 jogos no La Equidad. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Universitario lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Universitario vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Plantel16/10/2028
Jefferson Polo lesiona os ligamentos do joelho — 36 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 36 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Universitario, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Universitario pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Universitario ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Universitario lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e José Carabalí estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Já são 27 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 46 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Universitario, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Universitario ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Universitario lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 53 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
48 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario podem fingir não ter ouvido.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Ninguém no Universitario dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A série sem derrotas chega aos 26 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Universitario falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hugo Ancajima será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Universitario as despedidas começaram em silêncio.
Matías Moreno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Universitario lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Em resumo
EmprestadosO empréstimo de Miguel Vargas mede-se pelo que não acontece
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Universitario pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
A bola do jogo é de Alex Bruno, cujos 3 golos transformaram uma tarde difícil num passeio.
Jogo13/09/2028
O Universitario torna a sua casa um sítio difícil de visitar
13 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Universitario ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Universitario coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Universitario, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Universitario ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Universitario coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Universitario não o segura a fingir o contrário.
Plantel11/09/2028
No Universitario ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Universitario, mais uma semana sem a assinatura de Leandro Sosa.
48 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Universitario ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Felipe Vizeu quer futebol continental; se o Universitario o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Diego Romero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Com 6 jogadores ao serviço das seleções, os treinos são pequenos e o treinador até consegue ouvir-se. É a única pausa da época, e nunca sabe bem a uma.
12 jogos sem sofrer em 26 partidas. O empréstimo de um guarda-redes julga-se pelas tardes em que não aconteceu nada, e Miguel Vargas tem tido muitas.
O banco04/09/2028
Piero Quispe tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Universitario dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Plantel04/09/2028
Palavras no treino do Universitario sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. José Carabalí está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Diego Romero não desaparece
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Universitario, e não vai ser retirado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Angel De La Cruz quer futebol continental; se o Universitario o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel28/08/2028
Palavras no treino do Universitario sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. José Carabalí está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco28/08/2028
Andy Polo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Universitario dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jesús Castillo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Universitario, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Juan Manuel Requena será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Universitario as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Universitario lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
O banco21/08/2028
Alejandro Ramos tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Universitario dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Andy Polo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
A língua chegou, o encolher de ombros foi-se, e discute nos treinos como um homem que conta estar cá para o ano. Nada disto aparece num valor de transferência, e tudo isto aparece no relvado.
Em resumo
PlantelNotícias do centro de treinos: Felipe Vizeu
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Universitario, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Universitario ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel14/08/2028
César Inga desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Universitario lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Emprestados14/08/2028
11 balizas a zeros por empréstimo para Miguel Vargas
23 jogos no La Equidad e os golos deixaram de entrar. O Universitario emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
Angel Zamudio e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel14/08/2028
No Universitario ainda são estranhos uns para os outros
8 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco14/08/2028
César Inga tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Universitario dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
48 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. César Inga será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Universitario as despedidas começaram em silêncio.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Jairo Concha quer futebol continental; se o Universitario o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e César Inga estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Quatro ou cinco fins de semana de regularidade, medidos contra todos os outros da divisão. Um elogio mais discreto do que um prémio, e mais fiável.
O banco07/08/2028
Piero Quispe tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Universitario dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario podem fingir não ter ouvido.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Universitario perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Universitario pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. José Villegas será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Universitario as despedidas começaram em silêncio.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Universitario coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Universitario não o segura a fingir o contrário.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andy Polo está nela.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Universitario já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Direção24/07/2028
O prazo passa com 7 contratações e 1 saídas
Está feito o negócio no Universitario até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
O Universitario perguntou e o Sport Huancayo disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
As regras permitem-no e dói na mesma. José Villegas acertou condições com o Melgar para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Universitario vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Sport Huancayo pode já não estar a vender.
Em resumo
EmprestadosO empréstimo de Miguel Vargas mede-se pelo que não acontece
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Universitario perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Universitario perguntou e o Alianza Lima disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Matías Lazo acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Universitario substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Universitario sabe em que fase está.
Em resumo
Plantel6 caras novas e o Universitario ainda se está a conhecer
Emprestados9 balizas a zeros por empréstimo para Miguel Vargas
PlantelPalavras no treino do Universitario sobre quem trabalha
A série sem derrotas chega aos 24 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
48 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
1.º lugar com 48 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Verba acordada, salário acordado, e o Deportivo Municipal à espera com uma camisola. No Universitario ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Universitario, e não vai ser retirado.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $1.2M porque Luis Abram é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 7 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Universitario perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Carlos Garcés produziu-o, e o 9.04 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Felipe Vizeu quer futebol continental; se o Universitario o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
O Universitario perguntou e o Leganés disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.14 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Universitario, e não vai ser retirado.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. César Inga não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
O Universitario perguntou e o Al-Nassr disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Orenburg não queria vender e o número é a razão por que o fez. $8.8M por Damián Puebla, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Damián Puebla do Orenburg por $8.8M, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Alex Bruno. 2‑0 sobre o Cienciano, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
O Universitario perguntou e o Al-Hilal disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 96. O UTC vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Universitario já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta seguiu esta semana para o Orenburg, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Alex Bruno produziu-o, e o 9.53 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario podem fingir não ter ouvido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Universitario já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Universitario foi ao Alianza Lima com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O aperto de mão com o Sporting Cristal está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Junior fica com o seu homem, e o Universitario volta a uma lista com um nome riscado.
Já são 17 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Universitario ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Universitario coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Jogo27/05/2028
O Universitario torna a sua casa um sítio difícil de visitar
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Terminou 2‑0, e a tarde foi de Jesús Castillo: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Universitario.
O banco29/05/2028
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Gianluca Farfan foi breve depois da vitória por 2‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
7.51, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Jogo20/05/2028
O Universitario torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Segue-se o Sporting Cristal, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 93. O Alianza Lima tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Alejandro Ramos está nela.
Já são 15 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Universitario ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
15 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
O banco15/05/2028
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Gianluca Farfan escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Em resumo
O bancoPiero Quispe tornou-se um homem de confiança do treinador
O Juan Aurich vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Universitario foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Andy Polo produziu-o, e o 8.44 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Alejandro Ramos quer futebol continental; se o Universitario o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Universitario coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Andy Polo está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑0, Gianluca Farfan podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que César Inga está nela.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Felipe Vizeu quer futebol continental; se o Universitario o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Angel Zamudio e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi preciso Alex Bruno marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o UTC, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
O banco01/05/2028
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Gianluca Farfan não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Universitario também ninguém o escondia.
O banco01/05/2028
Paolo Reyna tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Universitario dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A série sem derrotas chega aos 12 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Universitario, e não vai ser retirado.
Metade do calendário jogado, 1.º lugar, 23 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Leandro Sosa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
7.54, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Universitario tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.
O banco24/04/2028
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Gianluca Farfan escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Alex Bruno produziu-o, e o 8.97 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Angel De La Cruz quer futebol continental; se o Universitario o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Universitario, e não vai ser retirado.
Jogo08/04/2028
Ninguém quer jogar contra o Universitario neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Alex Bruno e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Universitario lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
16 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
O banco10/04/2028
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Gianluca Farfan, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hugo Ancajima será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Universitario as despedidas começaram em silêncio.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Jairo Concha quer futebol continental; se o Universitario o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Sékou Gassama e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Nazareno Colombo está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Gianluca Farfan podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Universitario lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Alejandro Ramos está nela.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Carlos Garcés: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Universitario a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kevin Quevedo treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Angel Zamudio apontou a data.
O Universitario fez saber ao mercado que Álvaro Rojas está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Andy Polo assinar alguma coisa — um contrato no Universitario ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario podem fingir não ter ouvido.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario podem fingir não ter ouvido.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario podem fingir não ter ouvido.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.34 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Universitario pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hugo Ancajima será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Universitario as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Universitario lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Felipe Vizeu. 2‑0 sobre o Sporting Cristal, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Em resumo
Notas dos jogadoresFelipe Vizeu em notas de excelência
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario podem fingir não ter ouvido.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Felipe Vizeu quer futebol continental; se o Universitario o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lisandro Alzugaray, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Alex Bruno treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
O banco28/02/2028
Andy Polo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Universitario dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Antevisão28/02/2028
O Universitario mede-se com a equipa que todos perseguem
O Sporting Cristal chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Alianza Lima? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Universitario pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Diego Romero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Notas dos jogadores21/02/2028
Piero Quispe jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.17. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Empate aos 95 minutos, depois de uma tarde que o Universitario tinha praticamente arrumada. O Alianza Atletico vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Universitario podem fingir não ter ouvido.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel14/02/2028
No Universitario ainda são estranhos uns para os outros
9 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que César Inga está nela.
O banco14/02/2028
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Gianluca Farfan escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel07/02/2028
15 dias de fora para Josué Estrada depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Universitario vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.25 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Universitario nada responderam, o que também é uma resposta.
Jogo05/02/2028
Não se vê o fim da espera do Universitario por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Universitario tem de arrancar um resultado de algum lado.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 22 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Nazareno Colombo quer futebol continental; se o Universitario o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andy Polo está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Andy Polo assinar alguma coisa — um contrato no Universitario ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Universitario, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no Universitario a diferença vê-se da última fila.
Em resumo
PlantelFelipe Vizeu é a conversa do centro de treinos
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Universitario falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Universitario ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Piero Quispe está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jesús Castillo assinar alguma coisa — um contrato no Universitario ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.