Kazuhiro Sato lesiona os ligamentos do joelho — 33 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 33 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Ventforet Kofu pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Kotatsu Kumakura e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Ventforet Kofu. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
40 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ventforet Kofu perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Kotatsu Kumakura esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
O bancoYamato Naito pede uma conversa com o treinador
Kazuhiro Sato lesiona os ligamentos do joelho — 48 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 48 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Toshikazu Teruuchi agiu, no Ventforet Kofu, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ventforet Kofu coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel09/11/2026
Rintaro Yajima desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 20 anos e ninguém em Ventforet Kofu o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Régis, e o treinador deixou.
57 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ventforet Kofu perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.82 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ventforet Kofu coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel02/11/2026
7 caras novas e o Ventforet Kofu ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Plantel02/11/2026
Palavras no treino do Ventforet Kofu sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Koya Hayashida está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Miki Mitoma depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Iwana Kobayashi
Kazuhiro Sato lesiona os ligamentos do joelho — 66 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 66 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Kotatsu Kumakura e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Rintaro Yajima e o Ventforet Kofu acertam mais 2 anos.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco26/10/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Miki Mitoma não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Ventforet Kofu também ninguém o escondia.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
74 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Ventforet Kofu perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Kotatsu Kumakura esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
O banco19/10/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Miki Mitoma escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
81 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ventforet Kofu perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Takumi Tsuchiya e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Takumi Tsuchiya, e o treinador deixou.
Kazuhiro Sato lesiona os ligamentos do joelho — 89 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 89 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. NaberuYoshitaka Furusawa acabou de assinar pelo Ventforet Kofu e, por uma vez, a resposta importava.
Kotatsu Kumakura e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kohei Kawata, e o treinador deixou.
13 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O banco05/10/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Miki Mitoma a uma sala que já as tinha ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Iwana Kobayashi está nela.
96 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ventforet Kofu perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Kotatsu Kumakura e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑1, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.
O banco28/09/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Akito Mukai
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém no Ventforet Kofu sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
104 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ventforet Kofu perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Kotatsu Kumakura esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É o negócio menos glamoroso que um clube faz e a razão por que as épocas não desabam em fevereiro. Taiki Yamada está cá para as semanas em que há três lesionados e alguém tem de jogar na mesma.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Kohei Kawata tem de reconquistar o que julgava seu. O Ventforet Kofu não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Kazuhiro Sato lesiona os ligamentos do joelho — 111 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 111 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 9.85 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.
Takumi Tsuchiya e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
2 golos antes de o estádio acabar de chegar. O Omiya Ardija passou o resto da tarde a jogar um jogo já decidido, e toda a gente nas bancadas sabia disso.
Notas dos jogadores14/09/2026
Keita Suzuki jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.31. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yuta Koide estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Notas dos jogadoresKotatsu Kumakura passa por eles um de cada vez
Kotatsu Kumakura e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A enfermaria confirma 17 dias de paragem para Lee Min Ki, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.
Plantel07/09/2026
10 caras novas e o Ventforet Kofu ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Koya Hayashida, e o treinador deixou.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Seigo Takei está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
MercadoLee Min Ki colocado na lista de transferências
Não se vê o fim da espera do Ventforet Kofu por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Ventforet Kofu tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Basel fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Kotatsu Kumakura e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel31/08/2026
Taisei Kuwata consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Taisei Kuwata acabou de assinar pelo Ventforet Kofu e, por uma vez, a resposta importava.
O relógio fez o que o Yokohama F. Marinos não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kotatsu Kumakura, e o treinador deixou.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
O Urawa Reds fechou tudo por 1‑2. A época reduz-se ao campeonato, e no estádio já se sabia muito antes do apito final.
Jogo22/08/2026
Não se vê o fim da espera do Ventforet Kofu por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Ventforet Kofu tem de arrancar um resultado de algum lado.
O negócio com o Yokohama F. Marinos está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Direção24/08/2026
Fecha o mercado: 19 entradas, 1 saídas no Ventforet Kofu
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 19, saíram 1, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $920.0K — um clube que quer Takuto Kimura ao ponto de perguntar duas vezes.
Kotatsu Kumakura esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/08/2026
Uma transferência que Yudai Tanaka teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Yudai Tanaka está a viver essa versão no Ventforet Kofu, e costuma notar-se no primeiro mês.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dribles concretizados: 39. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
$800.0K em cima da mesa do Yokohama F. Marinos. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ventforet Kofu coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yuto Hiratsuka, e o treinador deixou.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o outro clube fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Kotatsu Kumakura e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Ventforet Kofu ofereceu $270.0K; o Yokohama F. Marinos disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Ventforet Kofu perguntou e o Vissel Kobe disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Sho Osako está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Sho Doan é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Kento Suzuki está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Junya Inoue passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Kohei Kawata e o Ventforet Kofu acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Kotatsu Kumakura e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
500 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Kotatsu Kumakura continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Miki Mitoma depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.