24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Paide perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Daniel Cabral e o Paide acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Abdourahman Badamosi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniel Cabral estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Ebrima Jarju foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Paide, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
6 golos em 17 jogos no Elva — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Paide alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Paide, e não vai ser retirado.
279 jogos ao longo de 13 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Plantel08/10/2035
Daniel Cabral desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Ivan Shimakovich foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Paide sabem-no, e também todos os que o veem.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Giorgio Modonesi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Paide, e não vai ser retirado.
Daniel Cabral esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Evgeniy Tishkov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 33 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Ivan Shimakovich está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Paide, mais uma semana sem a assinatura de Adam Asfour.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Paide já se começa a dizer o nome dele no passado.
O negócio que levaria Rauno Puri para o Tallinna Kalev caiu na fase final e ele reapresenta-se no Paide com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Direção03/09/2035
O Paide fecha o mercado com um plantel feito por si
8 entradas e 19 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Paide fez a parte difícil com o Flora, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Daniel Cabral e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel03/09/2035
Evgeniy Tishkov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniel Cabral estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Paide foi explícito quanto à situação de Jude Jeremiah Ugbogo, o que é mais do que muitos recebem.
Uma sondagem ao Flora para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Paide já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Flora fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Cabral está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Paide perguntou e o Narva Trans disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Paide, mais uma semana sem a assinatura de Ebrima Jarju.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Paide já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Momodou Jobarteh não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Paide, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Luigi Baldini será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Paide as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Paide coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniel Cabral estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Paide disse a Ebrima Jarju que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Verba acordada, salário acordado, e o Kuressaare à espera com uma camisola. No Paide ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniel Cabral estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Paide sabem-no.
Avaliado com 7.48. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Paide perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Abdourahman Badamosi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniel Cabral estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ott Nõmm, e o treinador deixou.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Em resumo
O bancoNão há lugar para Ebrima Jarju no jogo grande
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Paide coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Cabral está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Isaac Annor, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Paide coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evgeniy Tishkov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 10 ações, 6.12, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Ott Nõmm sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniel Cabral estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Paide, mais uma semana sem a assinatura de Noé Gouleau.
O banco21/05/2035
Neste momento há alguém melhor do que Ebrima Jarju
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Paide coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Interim Coach depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Aos 19 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Marten Henrik Kelement: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Paide a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Em resumo
MercadoA história de Daniel Cabral recusa-se a morrer
Liliu Kallaste lesiona os ligamentos do joelho — 19 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 19 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jeroen Babel será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Paide as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniel Cabral estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
O banco14/05/2035
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Laurits Õunpuu
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Paide perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniel Cabral estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Liliu Kallaste lesiona os ligamentos do joelho — 33 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 33 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Plantel30/04/2035
Daniel Cabral desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Cada toque pesado, cada frase dissecada, cada erro repetido. Há jogadores que crescem com isso; há outros que acabam com isso, sem alarido; e só depois se sabe quais.
Em resumo
MercadoJeroen Babel está livre para procurar outro sítio
Abdourahman Badamosi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Cabral está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Momodou Jobarteh. 1‑0 sobre o Narva Trans, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Uma nota de 7.85, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.
O banco23/04/2035
Neste momento há alguém melhor do que Ebrima Jarju
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
O banco23/04/2035
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Interim Coach, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Liliu Kruglov: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Paide a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Abdourahman Badamosi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Rauno Puri treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Abdourahman Badamosi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Cabral está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ebrima Jarju, e o treinador deixou.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 36 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Paide é como lidar com um homem a quem deve muito.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Paide sabem-no.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Interim Coach depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Paide, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jeroen Babel será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Paide as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Cabral está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Cabral está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco12/03/2035
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑3, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Harju JK Laagri com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Plantel12/03/2035
Estreia na equipa principal aos 19 anos para Hendrik Pikk
Dos campos da formação para uma camisola de sénior, aos 19 anos. Os pais na bancada vão guardar o programa do jogo, e ele também.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Daniel Cabral não desaparece
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Evgeniy Tishkov
21 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Paide perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o FCI Levadia à espera com uma camisola. No Paide ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Paide coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Cabral está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma sondagem ao Vaprus para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Paide disse a Jude Jeremiah Ugbogo que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Virgil Thérésin lesiona os ligamentos do joelho — 28 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 28 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Paide já se começa a dizer o nome dele no passado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Paide coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniel Cabral estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Paide perguntou e o Flora disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Uma sondagem ao Vaprus para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Daniel Cabral e o Paide acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniel Cabral estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Vaprus fica com o seu homem, e o Paide volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Paide já se começa a dizer o nome dele no passado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 26 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Abdourahman Badamosi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel14/08/2034
Daniel Cabral desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Narva Trans fica com o seu homem, e o Paide volta a uma lista com um nome riscado.
Uma sondagem ao Flora para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ebrima Jarju está nela.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Paide vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A proposta do FCI Levadia por Momodou Jobarteh foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Paide, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evgeniy Tishkov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco17/07/2034
Ebrima Jarju tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Paide dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Toda a gente deixou de fingir: o Harju JK Laagri vai fazer a chamada por Joao Soares esta semana. O Paide tem um número em mente, e o número não é tímido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Paide falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Paide coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Paide sabem-no.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Paide falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Abdourahman Badamosi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Cabral está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ebrima Jarju, e o treinador deixou.
O banco22/05/2034
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ebrima Jarju está nela.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Paide, mais uma semana sem a assinatura de Michele Casali.
O Nõmme United vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Paide foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Abdourahman Badamosi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniel Cabral estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Segue-se o Tammeka, e as duas equipas sabem fazer a conta. Ganhar, e a tabela fica com outro aspeto; perder, e fica com o aspeto que toda a gente temia.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Paide coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniel Cabral estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco01/05/2034
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Interim Coach não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Paide também ninguém o escondia.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Jude Jeremiah Ugbogo compromete-se com o Paide por mais 3 anos.
Plantel24/04/2034
Evgeniy Tishkov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Elis Bergendal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Momodou Jobarteh pôs o Paide de novo em igualdade em 4 minutos, e o Harju JK Laagri nunca chegou a jogar com vantagem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Elis Bergendal, e o treinador deixou.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Paide terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ebrima Jarju está nela.
Em resumo
O bancoMeio satisfeito: Interim Coach sobre o empate
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Paide coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Cabral está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Paide, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Faltam 6 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Paide pode pedir e sobe o salário que Michele Casali pode exigir.
26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Paide perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
1 para Elis Bergendal, avaliado com 7.24, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Daniel Cabral e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Alfie Jones-Mellor e o Paide acertam mais 3 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Evgeniy Tishkov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco13/03/2034
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Em resumo
O bancoDaniel Cabral tornou-se um homem de confiança do treinador
40 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Paide perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Plantel27/02/2034
Daniel Cabral desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Elis Bergendal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco27/02/2034
Ebrima Jarju tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Paide dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Paide, e não vai ser retirado.
Daniel Cabral esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evgeniy Tishkov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ebrima Jarju está nela.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Paide estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Plantel02/01/2034
Daniel Cabral desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Perguntou-se ao Flora se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O banco02/01/2034
Ebrima Jarju tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Paide dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Marten Henrik Kelement e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.