É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Matías Pérez quer futebol continental; se o Cerro Porteno o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Porteno coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Vejo todos os jogos do Cerro Porteno daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Caracas segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cerro Porteno falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta do Sol de America por Lucas Quintana foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Porteno coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cerro Porteno podem fingir não ter ouvido.
Jogo26/06/2027
Ninguém quer jogar contra o Cerro Porteno neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Jogo26/06/2027
O Cerro Porteno torna a sua casa um sítio difícil de visitar
12 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Gustavo Velázquez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.34 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ignacio Aliseda. 3‑1 sobre o Guarani, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
O telefone voltou a tocar por causa de Wílder Viera, e desta vez do outro lado está o General Diaz. No Cerro Porteno ouvem com educação e não prometem nada.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.11 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
A proposta do Hapoel Kiryat Shmona por Tobías Portillo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Porteno coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Sergio Araujo. 2‑0 sobre o Sportivo Luqueno, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Notas dos jogadores21/06/2027
Alan Soñora jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.06. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Haverá conversa esta semana. Cerro Porteno vão pôr um número, e a partir daí deixa de ser futebol e passa a ser aritmética.
Plantel21/06/2027
Palavras no treino do Cerro Porteno sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gastón Giménez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Gustavo Velázquez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Plantel31/05/2027
Gastón Giménez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Libertad? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Porteno coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 17 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel17/05/2027
Palavras no treino do Cerro Porteno sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateo Klimowicz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém no Cerro Porteno sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Porteno coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gastón Giménez, e o treinador deixou.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cerro Porteno falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Gustavo Velázquez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 17. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel15/03/2027
Gastón Giménez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Avaliado com 7.38. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gastón Giménez, e o treinador deixou.
Em resumo
JogoPonto ganho ou dois perdidos para o Cerro Porteno?