Juan Iturbe lesiona os ligamentos do joelho — 66 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 66 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cerro Porteno ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Fabricio Domínguez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel08/11/2027
Franco Alfonso desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Cerro Porteno daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Nacional segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O banco08/11/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Jose Almiron saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Em resumo
O bancoA ficha de jogo disse tudo sobre Alan Soñora
Plantel5 caras novas e o Cerro Porteno ainda se está a conhecer
74 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Porteno perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cerro Porteno, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Porteno coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel01/11/2027
Palavras no treino do Cerro Porteno sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateo Klimowicz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Cerro Porteno terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jonatan Torres está nela.
82 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cerro Porteno perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
2‑0 frente ao Nacional, e uma exibição que será descrita durante o resto da época a quem não esteve lá. Ariel Gamarra está no centro dessa descrição.
Jogo21/10/2027
O Cerro Porteno torna a sua casa um sítio difícil de visitar
18 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
19 golos e uma média de 7.30 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Manuel Roffo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
91 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cerro Porteno perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel18/10/2027
15 dias de fora para Alan Soñora depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cerro Porteno vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Manuel Roffo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel18/10/2027
Franco Alfonso desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Emprestados18/10/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Mauro Bogado
11 golos em 30 jogos no 12 de Junio — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Cerro Porteno alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Cerro Porteno, e 4 jogos em 18 dizem que merece ser ouvido.
Ninguém no Cerro Porteno dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cerro Porteno, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
101 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cerro Porteno perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 23 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Juan Giménez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cerro Porteno as despedidas começaram em silêncio.
Manuel Roffo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel11/10/2027
Mateo Klimowicz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Cerro Porteno sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
108 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Porteno perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
2‑1 frente ao Deportivo Riestra, e uma exibição que será descrita durante o resto da época a quem não esteve lá. Jonatan Torres está no centro dessa descrição.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cerro Porteno falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Alcides Ávalos agarrou este contra o Guarani. 1‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Cerro Porteno.
Dribles concretizados: 34. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Jogo03/10/2027
O Cerro Porteno torna a sua casa um sítio difícil de visitar
17 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cerro Porteno podem fingir não ter ouvido.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Cerro Porteno pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
117 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cerro Porteno perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 37 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Manuel Roffo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel27/09/2027
Palavras no treino do Cerro Porteno sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Franco Alfonso está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Cerro Porteno, e 13 jogos em 40 dizem que merece ser ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
8 golos em 21 jogos no Rubio Nu — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Cerro Porteno alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
125 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cerro Porteno perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel20/09/2027
47 dias de fora para Alan Soñora depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cerro Porteno vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
1‑0 frente ao Universitario, e uma exibição que será descrita durante o resto da época a quem não esteve lá. Jonatan Torres está no centro dessa descrição.
16 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
135 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cerro Porteno perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel13/09/2027
55 dias de fora para Alan Soñora depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cerro Porteno vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cerro Porteno podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Juan Giménez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cerro Porteno as despedidas começaram em silêncio.
Manuel Roffo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Roberto Ramírez e o Cerro Porteno acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Roberto Ramírez, e o treinador deixou.
“Vejo todos os jogos do Cerro Porteno daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Nacional segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O banco13/09/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Gastón Giménez
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Juan Iturbe lesiona os ligamentos do joelho — 144 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 144 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 63 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Posição 3, 48 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cerro Porteno ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Porteno coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel06/09/2027
Franco Alfonso desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Cerro Porteno daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Sportivo Luqueno segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O banco06/09/2027
Iván Ramírez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cerro Porteno dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
71 dias de fora para Alan Soñora depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cerro Porteno vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cerro Porteno, e não vai ser retirado.
Manuel Roffo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateo Klimowicz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Alan Soñora está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cerro Porteno, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
8 golos em 29 jogos no Fernando de la Mora — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Cerro Porteno alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
79 dias de fora para Alan Soñora depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cerro Porteno vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Manuel Roffo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel23/08/2027
Palavras no treino do Cerro Porteno sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Carlos Arrúa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Emprestados23/08/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Mauro Bogado
11 golos em 28 jogos no 12 de Junio — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Cerro Porteno alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ariel Gamarra, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ariel Gamarra está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Manuel Roffo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 87 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cerro Porteno ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Fabricio Domínguez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel16/08/2027
Franco Alfonso desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel16/08/2027
No Cerro Porteno ainda são estranhos uns para os outros
10 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Cerro Porteno, e 1 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
94 dias de fora para Alan Soñora depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cerro Porteno vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gabriel Aguayo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cerro Porteno as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Porteno coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Tobías Gavilán e o Cerro Porteno acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel09/08/2027
Palavras no treino do Cerro Porteno sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateo Klimowicz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco09/08/2027
Iván Ramírez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cerro Porteno dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tobías Gavilán, e o treinador deixou.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Cerro Porteno pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Cerro Porteno vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Juan Iturbe regressa a Cerro Porteno com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Manuel Roffo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Guarani fica com o seu homem, e o Cerro Porteno volta a uma lista com um nome riscado.
O telefone voltou a tocar por causa de Gabriel Aguayo, e desta vez do outro lado está o Resistencia. No Cerro Porteno ouvem com educação e não prometem nada.
Plantel02/08/2027
Carlos Arrúa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O treinador reorganizou as ideias e Gastón Giménez saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Cerro Porteno já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cerro Porteno, e não vai ser retirado.
Jogo21/07/2027
O Cerro Porteno torna a sua casa um sítio difícil de visitar
16 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
3 golos numa tarde, todos do mesmo homem. Os restantes jogadores também estiveram presentes, confirmou uma testemunha.
Direção26/07/2027
O Cerro Porteno fecha o mercado com um plantel feito por si
7 entradas e 16 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Verba acordada, salário acordado, e o Tacuary à espera com uma camisola. No Cerro Porteno ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Cerro Porteno pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Ignacio Aliseda era uma das razões por que as pessoas vinham, e $5.5M não substitui isso sozinho.
Mais um nome na lista: o Olimpia fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Cecilio Domínguez. A resposta do Cerro Porteno não mudou — para já.
Manuel Roffo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Cerro Porteno perguntou e o Leganés disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateo Klimowicz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Gastón Giménez
PlantelNo Cerro Porteno ainda são estranhos uns para os outros
Verba acordada, salário acordado, e o Libertad à espera com uma camisola. No Cerro Porteno ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cerro Porteno podem fingir não ter ouvido.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 48 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
A primeira derrota em 12 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Olimpia; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Porteno coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Sportivo Trinidense pagou $200.0K e o Cerro Porteno aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Libertad fica com o seu homem, e o Cerro Porteno volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Cerro Porteno já se começa a dizer o nome dele no passado.
15 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cerro Porteno, e não vai ser retirado.
19 golos e uma média de 7.31 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Cerro Porteno ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Manuel Roffo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Cerro Porteno perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cerro Porteno podem fingir não ter ouvido.
Já são 11 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
A proposta do Guarani por Ignacio Aliseda foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Libertad fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Fabricio Domínguez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Juan Iturbe não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cerro Porteno, e não vai ser retirado.
14 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
18 golos e uma média de 7.31 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Manuel Roffo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Matías Rojas fica onde está
Verba acordada, salário acordado, e o 2 de Mayo à espera com uma camisola. No Cerro Porteno ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cerro Porteno podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Libertad por Jonatan Torres foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Cerro Porteno fez a parte difícil com o Olimpia, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Libertad ninguém diz, e no Cerro Porteno ninguém gosta de estar a adivinhar.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 8 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Porteno coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Ariel Gamarra quer futebol continental; se o Cerro Porteno o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Já são 8 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cerro Porteno podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Guarani por Cecilio Domínguez foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Verba acordada, salário acordado, e o Fernando de la Mora à espera com uma camisola. No Cerro Porteno ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Jogo05/06/2027
O Cerro Porteno torna a sua casa um sítio difícil de visitar
13 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.16 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Franco Ibarra marcou, foi avaliado com 7.81 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Dribles concretizados: 41. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Cerro Porteno marcou aos 90, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
39 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
O Sportivo Trinidense vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Cerro Porteno foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cerro Porteno, e não vai ser retirado.
Jogo22/05/2027
Ninguém quer jogar contra o Cerro Porteno neste momento
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Jogo22/05/2027
O Cerro Porteno torna a sua casa um sítio difícil de visitar
12 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Manuel Roffo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Vitória por 4‑1 sobre o Deportivo Capiata, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cerro Porteno, e não vai ser retirado.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Gastón Giménez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Fabricio Domínguez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
13 golos e uma média de 7.22 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Gabriel Aguayo e o Cerro Porteno acertam mais 4 anos.
Posição 2, 27 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Fabricio Domínguez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Fabricio Domínguez. 2‑0 sobre o Pastoreo, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Gabriel Aguayo e o Cerro Porteno acertam mais 4 anos.
Plantel03/05/2027
Mateo Klimowicz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Cerro Porteno daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Rubio Nu segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Em resumo
O bancoA vista do banco
O bancoGastón Giménez tornou-se um homem de confiança do treinador
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Manuel Roffo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gastón Giménez, e o treinador deixou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cerro Porteno podem fingir não ter ouvido.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Manuel Roffo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Cerro Porteno não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Dribles concretizados: 18. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
O banco19/04/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 2‑3 Jose Almiron saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Plantel19/04/2027
Iván Morel desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Sportivo Luqueno vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Cerro Porteno foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cerro Porteno podem fingir não ter ouvido.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Cerro Porteno, e 4 jogos em 16 dizem que merece ser ouvido.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Cerro Porteno não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Em resumo
Notas dos jogadoresBlás Riveros em notas de excelência
Posição 2, 18 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Cerro Porteno pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Manuel Roffo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
Quatro semanas em que ninguém na divisão fez melhor o seu trabalho. O prémio vai para uma prateleira e o jogador volta para a equipa, que é a ordem que o Cerro Porteno prefere.
“Vejo todos os jogos do Cerro Porteno daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Resistencia segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O banco05/04/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Jose Almiron a uma sala que já as tinha ouvido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cerro Porteno, e não vai ser retirado.
A proposta do IF Gnistan por Lucas Quintana foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Franco Ibarra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Disseram uma coisa a Manuel Roffo e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Cristhian Paredes estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Jogo20/03/2027
Ninguém quer jogar contra o Cerro Porteno neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Cerro Porteno lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Fabricio Domínguez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
Notas dos jogadoresFranco Ibarra jogou uma tarde diferente da de toda a gente
PlantelCristhian Paredes desentende-se com um colega por causa das exigências
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Cerro Porteno e do 2 de Mayo por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Fabricio Domínguez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Já são 50 pelo clube, cada um arquivado na memória de alguém com uma data e um resultado. É sobre números assim que os adeptos vão discutir daqui a vinte anos.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cerro Porteno podem fingir não ter ouvido.
7.95, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Manuel Roffo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fabrizio Peralta, e o treinador deixou.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Cerro Porteno ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Plantel08/03/2027
Palavras no treino do Cerro Porteno sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Cristhian Paredes está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Cerro Porteno, e 3 jogos em 12 dizem que merece ser ouvido.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cerro Porteno podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Porteno coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ariel Gamarra e o Cerro Porteno acertam mais 3 anos.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Cerro Porteno ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O treinador reorganizou as ideias e Gustavo Velázquez saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Manuel Roffo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Juan Iturbe, e o treinador deixou.
“Vejo todos os jogos do Cerro Porteno daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no 12 de Junio segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Gustavo Aguilar produziu-o, e o 8.99 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cerro Porteno, e não vai ser retirado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Cerro Porteno lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
O Nacional segurou a vantagem 4 minutos, que não chega para a desfrutar. O Cerro Porteno respondeu antes de o festejo terminar, e com isso mudou a forma da tarde.
Plantel15/02/2027
Palavras no treino do Cerro Porteno sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Cristhian Paredes está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cerro Porteno, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Porteno coisas que levam mais de uma semana a retirar.
4 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Diego Gomez é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Gustavo Gomez passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Diego Barrios passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cerro Porteno podem fingir não ter ouvido.
Franco Ibarra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/02/2027
Palavras no treino do Cerro Porteno sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Freddy Noguera está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Cerro Porteno, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mateo Klimowicz está nela.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Cerro Porteno ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Freddy Noguera pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Cerro Porteno lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Fabricio Domínguez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel25/01/2027
Palavras no treino do Cerro Porteno sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Cristhian Paredes está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do Cerro Porteno daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no 12 de Junio segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jorge Peralta e o Cerro Porteno acertam mais 4 anos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ariel Gamarra está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Manuel Roffo assinar alguma coisa — um contrato no Cerro Porteno ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O Guarani queria mais do que $2.1M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Fabricio Domínguez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Cerro Porteno e lutar pelo meu lugar.» 0 jogos em 5 no Independiente CG dizem o resto.
Plantel18/01/2027
Palavras no treino do Cerro Porteno sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateo Klimowicz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cerro Porteno, e não vai ser retirado.
O Olimpia queria mais do que $3.6M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O Cerro Porteno perguntou e o Libertad disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A proposta do Libertad por Gabriel Aguayo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Manuel Roffo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A formação existe exatamente para esta manhã. Jose Barrios passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Jorge Peralta está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cerro Porteno, e não vai ser retirado.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $9.1M porque Gustavo Aguilar é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
$11.1M era o máximo que o clube pagaria, e o Boca Juniors pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Encarnacion tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Fluminense fica com o seu homem, e o Cerro Porteno volta a uma lista com um nome riscado.
A proposta seguiu esta semana para o Olimpia, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $2.3M — um clube que quer Diego Fernández ao ponto de perguntar duas vezes.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Porteno coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cerro Porteno vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cerro Porteno, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o Boca Juniors, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A proposta seguiu esta semana para o Libertad, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
$8.5M era o máximo que o clube pagaria, e o Gil Vicente pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Orenburg fica com o seu homem, e o Cerro Porteno volta a uma lista com um nome riscado.
A proposta do Libertad por Lucas Quintana foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cerro Porteno ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Manuel Roffo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
PlantelFabricio Domínguez desentende-se com um colega por causa das exigências
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cerro Porteno vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $11.1M porque Franco Ibarra é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
O Cerro Porteno foi ao Gil Vicente com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Cerro Porteno perguntou e o Sport Recife disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Manuel Roffo quer futebol continental; se o Cerro Porteno o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $136.5K — um clube que quer Denis Acosta ao ponto de perguntar duas vezes.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Porteno coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Rosario Central aceitou o dinheiro. O que o Cerro Porteno ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Cerro Porteno vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
$94.0K em cima da mesa do Sportivo Trinidense. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
O Sportivo Trinidense queria mais do que $120.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Fabricio Domínguez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cerro Porteno falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Guarani aceitou o dinheiro. O que o Cerro Porteno ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $352.6K — um clube que quer Erik López ao ponto de perguntar duas vezes.
O Cerro Porteno foi ao Olimpia com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Gastón Giménez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Cerro Porteno foi ao Sportivo Trinidense com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Blás Riveros quer futebol continental; se o Cerro Porteno o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Junior Barreto acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Cerro Porteno substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Em resumo
MercadoJorge Morel está livre para procurar outro sítio
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 56 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Carlos Zárate será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cerro Porteno as despedidas começaram em silêncio.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Cecilio Domínguez quer futebol continental; se o Cerro Porteno o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Fabricio Domínguez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Plantel30/11/2026
Palavras no treino do Cerro Porteno sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateo Klimowicz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cerro Porteno falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não há pior forma de perder um futebolista. Luis Olmedo pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Manuel Roffo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel23/11/2026
Palavras no treino do Cerro Porteno sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Cristhian Paredes está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco23/11/2026
Alan Soñora tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cerro Porteno dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Gustavo Velázquez apontou a data.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 74 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cerro Porteno, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cerro Porteno ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Manuel Roffo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Juan Iturbe, e o treinador deixou.
O banco16/11/2026
Iván Ramírez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cerro Porteno dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Cerro Porteno sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Gustavo Velázquez apontou a data.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Jorge Morel
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Enzo Cabrera será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cerro Porteno as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Porteno coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel09/11/2026
Palavras no treino do Cerro Porteno sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fabricio Domínguez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jonatan Torres. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Carlos Zárate será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cerro Porteno as despedidas começaram em silêncio.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Cerro Porteno vai falar em 15 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Fabricio Domínguez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel26/10/2026
10 caras novas e o Cerro Porteno ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O banco26/10/2026
Ariel Gamarra tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cerro Porteno dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cerro Porteno, e não vai ser retirado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Fabricio Domínguez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.
Plantel19/10/2026
Mateo Klimowicz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Alan Soñora está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Cerro Porteno sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Blás Riveros quer futebol continental; se o Cerro Porteno o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Porteno coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Cerro Porteno ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gastón Giménez está nela.
«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.
Plantel12/10/2026
Cristhian Paredes desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
2 defendidos dos onze metros, e um estádio que vai descrever cada um deles durante vinte anos. Um guarda-redes precisa de uma noite assim numa carreira, e foi esta.
1‑1 frente ao Guarani, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cerro Porteno podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cerro Porteno ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Manuel Roffo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Robert Piris Da Motta quer futebol continental; se o Cerro Porteno o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fabricio Domínguez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Cerro Porteno lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Manuel Roffo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel28/09/2026
Demasiada mudança demasiado depressa no Cerro Porteno
10 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateo Klimowicz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco28/09/2026
Tobías Gavilán tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cerro Porteno dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Cerro Porteno. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
As regras permitem-no e dói na mesma. Enzo Cabrera acertou condições com o 12 de Junio para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Manuel Roffo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel21/09/2026
Palavras no treino do Cerro Porteno sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Iván Morel está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco21/09/2026
Mateo Klimowicz tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cerro Porteno dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco14/09/2026
Ariel Gamarra tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cerro Porteno dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jonatan Torres. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cerro Porteno, e não vai ser retirado.
As bancadas07/09/2026
Os adeptos revoltam-se com a venda de Luis Amarilla por $4.6M
Vai para o Zaglebie, o clube tem $4.6M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
Fabricio Domínguez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Alguém lhe passou à frente. Não é ficar de fora, e é pior do que isso, porque ficar de fora é sobre um sábado e isto é sobre o lugar que ocupa.
Plantel07/09/2026
Mateo Klimowicz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Cerro Porteno do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Vitória por 4‑2 sobre o Sportivo Trinidense, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cerro Porteno, e não vai ser retirado.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Gabriel Aguayo não precisou: 8.16, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Cerro Porteno e o Sportivo Trinidense, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Fabricio Domínguez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Gabriel Aguayo não precisou: 7.94, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Manuel Roffo quer futebol continental; se o Cerro Porteno o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Nota de 7.89. Há um tipo de avançado cujo valor só aparece quando se conta aquilo em que participou em vez daquilo que finalizou, e este é o dia em que esse argumento se demonstra sozinho.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Cerro Porteno e do Independiente CG por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Em resumo
PlantelFabricio Domínguez desentende-se com um colega por causa das exigências
Não há pior forma de perder um futebolista. Tobías Marecos pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tobías Marecos será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cerro Porteno as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cerro Porteno coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel17/08/2026
Mateo Klimowicz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jonatan Torres. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Kozármisleny tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Não há pior forma de perder um futebolista. Edgar Páez pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
A formação existe exatamente para esta manhã. Cristian Almiron passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Iván Morel estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Cerro Porteno ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Em resumo
O bancoAriel Gamarra pede uma conversa com o treinador
A proposta do Oviedo por Manuel Roffo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Pablo Vegetti e o Cerro Porteno acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Manuel Roffo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pablo Vegetti estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.