“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sydney FC, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sydney FC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑2, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.
Plantel22/11/2032
Daniel Mjengu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O Sydney FC fecha o mercado com um plantel feito por si
2 entradas e 7 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Takahiro Sekine e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 26 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Plantel06/09/2032
Palavras no treino do Sydney FC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Mjengu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Al Hassan Touré está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Víctor Campuzano assinar alguma coisa — um contrato no Sydney FC ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Verba acordada, salário acordado, e o Adelaide United à espera com uma camisola. No Sydney FC ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sydney FC, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sydney FC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniel Mjengu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Apostolos Stamatelopoulos está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Wataru Kamijo treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Takahiro Sekine esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Takahiro Sekine, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniel Mjengu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Takahiro Sekine está nela.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sydney FC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Takahiro Sekine esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel26/07/2032
Palavras no treino do Sydney FC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Mjengu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco26/07/2032
Takahiro Sekine tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sydney FC dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Josh Brillante, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sydney FC, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Daniel Wilmering pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 29 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o Perth Glory à espera com uma camisola. No Sydney FC ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sydney FC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Sydney FC perguntou e o Mamelodi Sundowns disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniel Mjengu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
36 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sydney FC perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sydney FC, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mitchell Glasson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sydney FC as despedidas começaram em silêncio.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Kifisia ninguém diz, e no Sydney FC ninguém gosta de estar a adivinhar.
Takahiro Sekine esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dinamo Brest fica com o seu homem, e o Sydney FC volta a uma lista com um nome riscado.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Sydney FC nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel28/06/2032
Kelly Madada melhorou aos 25, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lawrence Wong estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ethan Evans lesiona os ligamentos do joelho — 25 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Sydney FC fez a parte difícil com o Kifisia, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Takahiro Sekine e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lawrence Wong estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém no Sydney FC dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lawrence Wong, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sydney FC sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sydney FC podem fingir não ter ouvido.
Takahiro Sekine esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Noah McCann acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Sydney FC substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Plantel31/05/2032
Rhys Youlley desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Disseram uma coisa a Jordi Valadon e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
O banco31/05/2032
Takahiro Sekine tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sydney FC dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Sydney FC, mais uma semana sem a assinatura de Jordi Valadon.
Takahiro Sekine e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcel Tisserand estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco17/05/2032
Al Hassan Touré tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sydney FC dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mitchell Glasson, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Víctor Campuzano assinar alguma coisa — um contrato no Sydney FC ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sydney FC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel10/05/2032
Palavras no treino do Sydney FC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marcel Tisserand está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Takahiro Sekine e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel19/04/2032
Marcel Tisserand desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Al Hassan Touré está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Víctor Campuzano assinar alguma coisa — um contrato no Sydney FC ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sydney FC, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
0‑1 frente ao Newcastle Jets, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Takahiro Sekine e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcel Tisserand estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Ninguém no Sydney FC dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sydney FC, e não vai ser retirado.
7 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Auckland FC foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Takahiro Sekine esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel15/03/2032
Marcel Tisserand desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Apostolos Stamatelopoulos. 1‑0 sobre o Auckland FC, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sydney FC podem fingir não ter ouvido.
Takahiro Sekine e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel01/03/2032
Marcel Tisserand desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Perth Glory levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
O banco01/03/2032
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Cooper Mason saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Ninguém no Sydney FC dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Takahiro Sekine esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcel Tisserand estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Ben Garuccio chama-lhe outra coisa em privado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sydney FC, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sydney FC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel09/02/2032
Palavras no treino do Sydney FC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marcel Tisserand está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O banco09/02/2032
Neste momento há alguém melhor do que Ben Garuccio
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sydney FC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alex Gordon será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sydney FC as despedidas começaram em silêncio.
Plantel15/12/2031
Palavras no treino do Sydney FC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marcel Tisserand está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Sydney FC disse a Daniel Wilmering que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Em resumo
O bancoVíctor Campuzano tornou-se um homem de confiança do treinador
Notas dos jogadoresBen Gibson encarou-os todo o jogo
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sydney FC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Takahiro Sekine esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/11/2031
Marcel Tisserand desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no Sydney FC dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sydney FC, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sydney FC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alex Gordon será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sydney FC as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcel Tisserand estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 26 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 4 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Ninguém no Sydney FC dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Al Hassan Touré assinar alguma coisa — um contrato no Sydney FC ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Daniel Wilmering apontou a data.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sydney FC, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Takahiro Sekine esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/09/2031
Marcel Tisserand desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma sondagem ao Central Coast Mariners para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O Sydney FC já telefonou ao HNK Rijeka. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Al Hassan Touré está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Sydney FC. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sydney FC perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Takahiro Sekine e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel21/07/2031
Palavras no treino do Sydney FC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marcel Tisserand está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Sydney FC perguntou e o Auckland City disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel21/07/2031
Daniel Mjengu melhorou aos 29, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
O Sydney FC já telefonou ao Legia. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O banco21/07/2031
Takahiro Sekine tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sydney FC dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mitchell Glasson, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sydney FC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel26/05/2031
Uma transferência que Bryton Onyona teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Bryton Onyona está a viver essa versão no Sydney FC, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel26/05/2031
Palavras no treino do Sydney FC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marcel Tisserand está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco26/05/2031
Takahiro Sekine tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sydney FC dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sydney FC, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Takahiro Sekine tem de reconquistar o que julgava seu. O Sydney FC não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Sydney FC. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Os melhores negócios são aqueles em que os contabilistas nem reparam. Bryton Onyona chega ao Sydney FC com o ordenado como único custo e algo a provar como única cláusula.
Em resumo
MercadoO Sydney FC faz compras onde não custa nada
Takahiro Sekine e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel12/05/2031
Víctor Campuzano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
O bancoAl Hassan Touré tornou-se um homem de confiança do treinador
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sydney FC podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sydney FC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 21 anos, média de 7.04, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Craig Goodwin estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco28/04/2031
Takahiro Sekine tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sydney FC dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sydney FC, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Takahiro Sekine esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel21/04/2031
Víctor Campuzano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no Sydney FC dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hosine Bility, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sydney FC sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Takahiro Sekine e o Sydney FC acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Takahiro Sekine e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel07/04/2031
Craig Goodwin desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Sydney FC sabe em que fase está.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A primeira derrota em 9 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Perth Glory; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sydney FC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 21 anos, média de 7.02, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Plantel03/03/2031
Palavras no treino do Sydney FC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marcel Tisserand está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Sydney FC torna a sua casa um sítio difícil de visitar
14 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Mercado10/02/2031
Tão perto: a transferência de Hassan El Hattab morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Brisbane Roar seguiu em frente, Hassan El Hattab apresenta-se de volta no Sydney FC, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Daniel Wilmering e o Sydney FC acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Filip Kurto e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel10/02/2031
Marcel Tisserand desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
44 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Sydney FC perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sydney FC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Jogo04/01/2031
O Sydney FC torna a sua casa um sítio difícil de visitar
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Plantel06/01/2031
Marcel Tisserand desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ben Gibson e o Sydney FC acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Mais um nome na lista: o Macarthur FC fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Mitchell Glasson. A resposta do Sydney FC não mudou — para já.
Metade do calendário jogado, 7.º lugar, 13 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Sydney FC, mais uma semana sem a assinatura de Daniel Wilmering.