Não se vê o fim da espera do Sydney FC por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Sydney FC tem de arrancar um resultado de algum lado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Sydney FC fez a parte difícil com o Adelaide United, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Takahiro Sekine e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Adam Bugarija e o Sydney FC acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Melbourne City fica com o seu homem, e o Sydney FC volta a uma lista com um nome riscado.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Em resumo
JogoA meio da época: o Sydney FC está no 6.º lugar
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sydney FC podem fingir não ter ouvido.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Takahiro Sekine e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Sydney FC perguntou e o Perth Glory disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Mitchell Glasson sai dessa comparação dentro da equipa, e o Sydney FC beneficiou de cada uma dessas tardes.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Wataru Kamijo tem a sua resposta do Sydney FC; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sydney FC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel28/12/2026
Palavras no treino do Sydney FC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Apostolos Stamatelopoulos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Notas dos jogadoresMarcel Tisserand na corda bamba a tarde inteira
21Edição
A Gazeta de Sydney FC
21/12/2026
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel21/12/2026
Palavras no treino do Sydney FC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Apostolos Stamatelopoulos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
Minuto 92, frente ao Perth Glory, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Newcastle Jets com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Ninguém no Sydney FC sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sydney FC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
7.53, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Sydney FC tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.
O banco14/12/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Aidan Palmer não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Sydney FC também ninguém o escondia.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Gabriel Popovic: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Sydney FC a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Sydney FC marcou aos 90, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um 2‑1 sobre o Western Sydney Wanderers, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Sydney FC ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sydney FC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel30/11/2026
Palavras no treino do Sydney FC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Apostolos Stamatelopoulos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Filip Kurto, e o treinador deixou.
6 remates, uma contagem que parece uma boa tarde até se olhar para a outra coluna. Os avançados sobrevivem a semanas destas partindo do princípio de que as ocasiões continuam; o dia em que param torna-se um problema.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Rhys Youlley não precisou: 7.71, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Takahiro Sekine esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Aidan Palmer sobre uma tarde de 2‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hugh Reid, e o treinador deixou.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o Macarthur FC.
Todos os reforços esperam por ele e todas as conferências de imprensa perguntam por ele até chegar. Chegou, o Sydney FC tem o seu homem a marcar, e o segundo é sempre mais fácil.
Takahiro Sekine e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Brisbane Roar com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Sydney FC. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Takahiro Sekine e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Henry Blackledge está a viver essa versão no Sydney FC, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel09/11/2026
Palavras no treino do Sydney FC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Apostolos Stamatelopoulos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Ninguém no Sydney FC sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Rhys Youlley está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.
O banco02/11/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Aidan Palmer escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Sydney FC do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Sydney FC marcou aos 95, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
2 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Plantel26/10/2026
Palavras no treino do Sydney FC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Apostolos Stamatelopoulos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Liam Johnson está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Noah Taylor é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sydney FC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Filip Kurto e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Plantel12/10/2026
No Sydney FC ainda são estranhos uns para os outros
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Sydney FC ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sydney FC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Takahiro Sekine esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Apostolos Stamatelopoulos estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
MercadoWataru Kamijo colocado na lista de transferências
Takahiro Sekine e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sydney FC podem fingir não ter ouvido.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
Em resumo
PlantelOs relatórios de treino sobre Gus Hoefsloot não são bons
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Gabriel Popovic não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sydney FC podem fingir não ter ouvido.
Direção07/09/2026
O prazo passa com 13 contratações e 1 saídas
Está feito o negócio no Sydney FC até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Apostolos Stamatelopoulos estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sydney FC podem fingir não ter ouvido.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Takahiro Sekine e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Mais um nome na lista: o Auckland City fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Gabriel Popovic. A resposta do Sydney FC não mudou — para já.
Plantel17/08/2026
Palavras no treino do Sydney FC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Apostolos Stamatelopoulos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Takahiro Sekine esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Riley O'Neill está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Callum Bennett passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Callum Ward está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Flynn Gordon está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Em resumo
Plantel6 caras novas e o Sydney FC ainda se está a conhecer
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Takahiro Sekine e o Sydney FC acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sydney FC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Apostolos Stamatelopoulos estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Sydney FC, mais uma semana sem a assinatura de Filip Kurto.