“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Atletico Goianiense pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Atletico Goianiense, mais uma semana sem a assinatura de Bruno José.
63 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atletico Goianiense perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marrony está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Léo Jacó sai dessa comparação dentro da equipa, e o Atletico Goianiense beneficiou de cada uma dessas tardes.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vladimir, e o treinador deixou.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Santa Cruz? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Paulo Vitor, e o treinador deixou.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Em resumo
PlantelIgor Henrique pede uma conversa com o treinador
Vitória por 0‑0 sobre o São Paulo, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Adriano Mina esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel17/08/2026
Marrony desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Guilherme Marques e o Atletico Goianiense acertam mais 2 anos.
Guilherme Marques esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Leandro Vilela quer futebol continental; se o Atletico Goianiense o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marrony está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Ezequiel Ham continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.