72 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atlético Goianiense perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Goianiense podem fingir não ter ouvido.
O Maringá aceitou o dinheiro. O que o Atlético Goianiense ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
A perseguição a Magrão terminou com $1.5M a mudar de mãos e o Fortaleza sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Daniel Lima e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Sport Recife queria mais do que $92.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
79 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atlético Goianiense perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlético Goianiense, e não vai ser retirado.
Adriano Mina esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A proposta seguiu esta semana para o Sport Recife, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Ignacio Kalinger está a viver essa versão no Atlético Goianiense, e costuma notar-se no primeiro mês.
87 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atlético Goianiense perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thayllon, e o treinador deixou.
Toda a gente no Atlético Goianiense viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 36 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabriel Carrasco está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Atlético Goianiense foi explícito quanto à situação de Gustavo Maia, o que é mais do que muitos recebem.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Lucas Teixeira depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
94 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atlético Goianiense perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Vitória por 2‑1 sobre o Cascavel, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.20 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniel Lima, e o treinador deixou.
Jean Dias lesiona os ligamentos do joelho — 101 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 101 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Goianiense podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Goianiense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gabriel Carrasco estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Jean Dias lesiona os ligamentos do joelho — 108 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 108 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Adriano Mina esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Guilherme Marques e o Atlético Goianiense acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
117 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atlético Goianiense perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Atlético Goianiense nada responderam, o que também é uma resposta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thayllon está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Atlético Goianiense foi explícito quanto à situação de Chico Kim, o que é mais do que muitos recebem.
O treinador reorganizou as ideias e Guilherme Marques saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
38 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atlético Goianiense perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Goianiense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabriel Carrasco está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O banco24/04/2028
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Sidney Lima
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Lucas Teixeira sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
46 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atlético Goianiense perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlético Goianiense, e não vai ser retirado.
Sidney Lima esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matheus Frizzo, e o treinador deixou.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Lucas Oliveira é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
53 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atlético Goianiense perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Thayllon e o Atlético Goianiense acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Adriano Mina esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Atlético Goianiense sabem-no.
«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.
O banco10/04/2028
Gustavo Maia tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlético Goianiense dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Valentín Cerrudo
Vitinho lesiona os ligamentos do joelho — 62 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 62 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Gabriel Carrasco e o Atlético Goianiense acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabriel Carrasco está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlético Goianiense, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
71 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atlético Goianiense perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel27/03/2028
Gabriel Carrasco desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Atlético Goianiense terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Vitinho lesiona os ligamentos do joelho — 78 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 78 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Matheus Frizzo quer futebol continental; se o Atlético Goianiense o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Goianiense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matheus Alves, e o treinador deixou.
O banco20/03/2028
Vitinho tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlético Goianiense dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Valentín Cerrudo
85 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atlético Goianiense perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Adriano Mina esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gabriel Carrasco estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Vitinho lesiona os ligamentos do joelho — 92 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 92 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Daniel Lima esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabriel Carrasco está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
8 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Vitinho lesiona os ligamentos do joelho — 99 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 99 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Atlético Goianiense disse a Chico Kim que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
107 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atlético Goianiense perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Goianiense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel21/02/2028
Gabriel Carrasco desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Toda a carreira longa chega à semana em que o jogador começa a pensar na última. Gostaria que fosse no clube que o pôs pela primeira vez num campo, e no Atlético Goianiense já sabem disso.
O banco21/02/2028
Vitinho tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlético Goianiense dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
114 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atlético Goianiense perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlético Goianiense, e não vai ser retirado.
Chico Kim esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gabriel Carrasco estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Atlético Goianiense lida com um homem que quer outro país.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Vitinho lesiona os ligamentos do joelho — 121 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 121 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Sidney Lima e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gustavo Maia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O banco07/02/2028
Bernardo Valim tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlético Goianiense dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Matheus Frizzo apontou a data.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Atlético Goianiense sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlético Goianiense, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
MercadoMateus Macedo colocado na lista de transferências
129 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atlético Goianiense perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Adriano Mina e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel31/01/2028
Gabriel Carrasco desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Goianiense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Anthony e o Atlético Goianiense acertam mais 5 anos.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Atlético Goianiense vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlético Goianiense, e não vai ser retirado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Matheus Frizzo quer futebol continental; se o Atlético Goianiense o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlético Goianiense, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Plantel17/01/2028
Vitinho desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gustavo Maia está nela.
Gabriel Carrasco fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
O Atlético Goianiense perguntou e o Corinthians disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Atlético Goianiense vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Vila Nova pode já não estar a vender.
Plantel10/01/2028
Gabriel Carrasco desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlético Goianiense, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matheus Alves, e o treinador deixou.
O banco10/01/2028
Bernardo Valim tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlético Goianiense dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Atlético Goianiense não tem uma boa resposta.
O Atlético Goianiense foi ao Vila Nova com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
30 jogos, 0 golos e uma opção de plantel que chegou sem verba associada. A pergunta interessante no Atlético Goianiense já não é se joga, mas quem desloca.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gabriel Carrasco estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
10 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O treinador reorganizou as ideias e Mateus Macedo saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Adriano Mina esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O São Paulo fica com o seu homem, e o Atlético Goianiense volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bernardo Valim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Atlético Goianiense já telefonou ao Académico de Viseu. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kaique, e o treinador deixou.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Atlético Goianiense nada responderam, o que também é uma resposta.
A proposta do Newell's Old Boys por Valentín Cerrudo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $500.6K — um clube que quer Jhon Flor ao ponto de perguntar duas vezes.
O Joinville queria mais do que $450.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O Atlético Goianiense perguntou e o Palmeiras disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Daniel Lima e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel20/12/2027
Gabriel Carrasco desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luciano Guaycochea, e o treinador deixou.
Em resumo
MercadoJean Dias colocado na lista de transferências
O bancoJean Dias pede uma conversa com o treinador
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Atlético Goianiense fez a parte difícil com o CSA, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Adriano Mina e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Thayllon e o Atlético Goianiense acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O Atlético Goianiense perguntou e o Vasco da Gama disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel13/12/2027
Gabriel Carrasco desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Marcão tem a sua resposta do Atlético Goianiense; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
13.º lugar com 44 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Goianiense podem fingir não ter ouvido.
$83.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Grêmio pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Atlético Goianiense foi explícito quanto à situação de Jean Dias, o que é mais do que muitos recebem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
0‑3 para o Athletico Paranaense, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Goianiense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gabriel Carrasco estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Atlético Goianiense marcou aos 90, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Goianiense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabriel Carrasco está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco22/11/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Lucas Teixeira foi breve depois da vitória por 2‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Matheus Frizzo treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Atlético Goianiense lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matheus Frizzo, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bernardo Valim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Guilherme está nela.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Guilherme Romão: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Atlético Goianiense a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Valentín Cerrudo treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Brayann. 1‑0 sobre o Mirassol, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gabriel Carrasco estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Guilherme Romão está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Adriano Mina esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Guilherme Marques tem a sua resposta do Atlético Goianiense; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A carreira de um guarda-redes conta-se pelos jogos em que ninguém lhe marcou, e Paulo Vitor tem agora 25 deles em 319 partidas. Nada naquele número foi sorte.
Alguém lhe passou à frente. Não é ficar de fora, e é pior do que isso, porque ficar de fora é sobre um sábado e isto é sobre o lugar que ocupa.
Plantel01/11/2027
Gabriel Carrasco desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlético Goianiense, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Goianiense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel25/10/2027
Bernardo Valim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Igor Henrique está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Igor Henrique. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Adriano Mina e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
13 ações combinadas e 7.72. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Nota 8.31 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
Notas dos jogadores18/10/2027
Bruno José jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.25. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Plantel18/10/2027
Gabriel Carrasco desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco18/10/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Lucas Teixeira, sobre uma vitória por 4‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Guilherme Romão e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 36 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Atlético Goianiense é como lidar com um homem a quem deve muito.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gabriel Carrasco estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bernardo Valim, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Natã Felipe está nela.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.03 para o resto.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Guilherme Marques e o Atlético Goianiense acertam mais 2 anos.
A primeira derrota em 8 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o São Paulo; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Adriano Mina esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém lhe passou à frente. Não é ficar de fora, e é pior do que isso, porque ficar de fora é sobre um sábado e isto é sobre o lugar que ocupa.
O banco04/10/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 Lucas Teixeira saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Em resumo
PlantelBernardo Valim desentende-se com um colega por causa das exigências
Brayann esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
8 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Plantel27/09/2027
Gabriel Carrasco desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Atlético Goianiense disse a Jean Dias que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Atlético Goianiense vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Goianiense podem fingir não ter ouvido.
1 para Cristiano, avaliado com 7.53, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Adriano Mina e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Atlético Goianiense sabem-no.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Natã Felipe, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gabriel Carrasco estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Atlético Goianiense fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.80 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Atlético Goianiense, e 1 jogos em 10 dizem que merece ser ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Goianiense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bernardo Valim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco13/09/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Lucas Teixeira, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Goianiense podem fingir não ter ouvido.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Atlético Goianiense nada responderam, o que também é uma resposta.
Adriano Mina esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Atlético Goianiense, e 3 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gabriel Carrasco estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matheus Alves, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Igor Henrique está nela.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Atlético Goianiense admitiria. Nota-se aos sábados.
1 para Cristiano, avaliado com 7.77, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Goianiense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel30/08/2027
Bernardo Valim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
O banco30/08/2027
Guilherme tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlético Goianiense dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Guilherme Romão e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Atlético Goianiense disse a Brayann que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bernardo Valim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma nota de 7.43, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.
O banco23/08/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Lucas Teixeira foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Atlético Goianiense já se começa a dizer o nome dele no passado.
Brayann e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Atlético Goianiense sabe dizer em que semana.
9 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bernardo Valim, e o treinador deixou.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Lucas Teixeira depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
O banco16/08/2027
Natã Felipe tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlético Goianiense dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Atlético Goianiense joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Goianiense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Atlético Goianiense perguntou e o Nova Iguaçu disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Chico Kim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Valentín Cerrudo, e o treinador deixou.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Atlético Goianiense, e 1 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Goianiense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Chico Kim e o Atlético Goianiense acertam mais 2 anos.
O relógio fez o que o Guarani não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
“Vejo todos os jogos do Atlético Goianiense daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Inter de Limeira segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 5, saíram 14, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
A camisola ainda lhe serve. Chico Kim está de volta ao Atlético Goianiense, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Adriano Mina e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Coritiba fica com o seu homem, e o Atlético Goianiense volta a uma lista com um nome riscado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Atlético Goianiense fez a parte difícil com o Mirassol, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
$4.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Mirassol pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Atlético Goianiense sabe dizer em que semana.
O Atlético Goianiense perguntou e o Novorizontino disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A proposta do Internacional por Adriano Mina foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
As bancadas12/07/2027
Os adeptos revoltam-se com a venda de Kahiser Lenis por $7.1M
Vai para o Sport Recife, o clube tem $7.1M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Goianiense podem fingir não ter ouvido.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Igor Henrique regressa a Atlético Goianiense com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Guilherme Romão e o Atlético Goianiense acertam mais 4 anos.
Adriano Mina esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Atlético Goianiense foi ao Mirassol com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Atlético Goianiense perguntou e o Itabirito disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Atlético Goianiense perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O aperto de mão com o ABC está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Guilherme Romão esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ezequiel Ham estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Atlético Goianiense perguntou e o São Bernardo disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
33 jogos e 0 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
Verba acordada, salário acordado, e o União à espera com uma camisola. No Atlético Goianiense ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
O Atlético Goianiense perguntou e o Ceará disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 36 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Atlético Goianiense é como lidar com um homem a quem deve muito.
Jean Dias esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tito será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atlético Goianiense as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Goianiense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Avaliado com 7.71. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bernardo Valim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Verba acordada, salário acordado, e o Aparecidense à espera com uma camisola. No Atlético Goianiense ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
As bancadas14/06/2027
Os adeptos revoltam-se com a venda de Matheusinho por $3.1M
Vai para o Internacional, o clube tem $3.1M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
Adriano Mina esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ezequiel Ham. 1‑0 sobre o São Paulo, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Atlético Goianiense perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Atlético Goianiense pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gustavo Maia será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atlético Goianiense as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Goianiense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Chapecoense fica com o seu homem, e o Atlético Goianiense volta a uma lista com um nome riscado.
Jean Dias desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Adriano Mina e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matheusinho estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Lucas Teixeira depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Segue-se o América Mineiro, e há um homem no balneário do Atlético Goianiense que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Daniel Lima
O Uberlândia está fora e o Atlético Goianiense segue em frente, com um 1‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Jogo19/05/2027
Bernardo Valim ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 107. Bernardo Valim encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Uberlândia passou do ponto ao nada num só movimento.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Bernardo Valim não precisou: 7.93, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.21 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matheusinho está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Um 1‑0 sobre o Ferroviária, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel17/05/2027
Jean Dias desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Diego Morel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
7.84, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Atlético Goianiense tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.
O banco17/05/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Lucas Teixeira, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atlético Goianiense falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
21 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atlético Goianiense perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Atlético Goianiense tem de arrancar um resultado de algum lado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Matheus Frizzo quer futebol continental; se o Atlético Goianiense o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel10/05/2027
Matheusinho desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
22 dias de fora para Paulo Vitor depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atlético Goianiense vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
28 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atlético Goianiense perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Atlético Goianiense pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matheusinho estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Goianiense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matheus Frizzo, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atlético Goianiense falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel26/04/2027
Márcio Rangel lesiona os ligamentos do joelho — 35 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 35 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Atlético Goianiense pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel26/04/2027
Kahiser Lenis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 38 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
44 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atlético Goianiense perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Atlético Goianiense nada responderam, o que também é uma resposta.
Adriano Mina e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Direção19/04/2027
5 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Atlético Goianiense
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Plantel19/04/2027
Matheusinho desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A formação existe exatamente para esta manhã. Diego Peixoto passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Samuel Braga é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atlético Goianiense falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
53 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atlético Goianiense perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gustavo Maia será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atlético Goianiense as despedidas começaram em silêncio.
Adriano Mina e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.
O banco12/04/2027
Natã Felipe tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlético Goianiense dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 53 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Plantel05/04/2027
Márcio Rangel lesiona os ligamentos do joelho — 60 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 60 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Goianiense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jean Dias estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco05/04/2027
Ewerthon tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlético Goianiense dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Valentín Cerrudo treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Emprestados05/04/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Daniel Lima
5 golos em 22 jogos no ZTE — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Atlético Goianiense alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Bruno José assinar alguma coisa — um contrato no Atlético Goianiense ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Leandro Vilela
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atlético Goianiense falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
67 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atlético Goianiense perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matheusinho estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 36 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
68 dias de fora para Paulo Vitor depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atlético Goianiense vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
74 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atlético Goianiense perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel22/03/2027
Matheusinho desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Atlético Goianiense daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Nova Iguaçu segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Atlético Goianiense sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
O bancoGustavo Maia tornou-se um homem de confiança do treinador
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atlético Goianiense falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
81 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atlético Goianiense perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlético Goianiense, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gustavo Maia será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atlético Goianiense as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jean Dias estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Atlético Goianiense sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Matheus Índio fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 84 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Plantel08/03/2027
Márcio Rangel lesiona os ligamentos do joelho — 89 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 89 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Guilherme Marques e o Atlético Goianiense acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Atlético Goianiense ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Diego Morel apontou a data.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 92 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
96 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atlético Goianiense perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Atlético Goianiense sabem-no.
Toda a carreira longa chega à semana em que o jogador começa a pensar na última. Gostaria que fosse no clube que o pôs pela primeira vez num campo, e no Atlético Goianiense já sabem disso.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Atlético Goianiense, e 0 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
MercadoA história de Igor Henrique recusa-se a morrer
30Edição
O Arauto de Atlético Goianiense
22/02/2027
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel22/02/2027
100 dias de fora para Paulo Vitor depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atlético Goianiense vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
41 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atlético Goianiense perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Matheusinho quer futebol continental; se o Atlético Goianiense o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Valentín Cerrudo, e o treinador deixou.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Atlético Goianiense, e 0 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Atlético Goianiense sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
O bancoGustavo Maia tornou-se um homem de confiança do treinador
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 107 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Plantel15/02/2027
Vitinho lesiona os ligamentos do joelho — 49 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 49 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atlético Goianiense ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Adriano Mina e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matheusinho está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kahiser Lenis treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O banco15/02/2027
Natã Felipe tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlético Goianiense dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Atlético Goianiense sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O Atlético Goianiense fez saber ao mercado que Leandro Vilela está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 115 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
56 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atlético Goianiense perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matheusinho está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Goianiense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tito, e o treinador deixou.
Emprestados08/02/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Daniel Lima
5 golos em 22 jogos no ZTE — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Atlético Goianiense alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Jean Dias apontou a data.
Em resumo
MercadoA história de Bruno José recusa-se a morrer
122 dias de fora para Paulo Vitor depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Atlético Goianiense vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
63 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atlético Goianiense perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Mamelodi Sundowns tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Goianiense podem fingir não ter ouvido.
Jean Dias e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Atlético Goianiense, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlético Goianiense, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ariel está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
20 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atlético Goianiense perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atlético Goianiense falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta do Samgurali Tskaltubo por Leandro Vilela foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Matheusinho desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Atlético Goianiense daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Nova Iguaçu segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Atlético Goianiense foi explícito quanto à situação de Igor Henrique, o que é mais do que muitos recebem.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco25/01/2027
Gustavo Maia tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlético Goianiense dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Matheus Frizzo lesiona os ligamentos do joelho — 27 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 27 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Atlético Goianiense falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gustavo Maia será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atlético Goianiense as despedidas começaram em silêncio.
Plantel18/01/2027
Matheusinho desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco18/01/2027
Natã Felipe tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlético Goianiense dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Atlético Goianiense gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Atlético Goianiense sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Matheus Frizzo lesiona os ligamentos do joelho — 34 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 34 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 144 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A proposta do Caxias por Bruno José foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Goianiense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Atlético Goianiense ofereceu $92.0K; o Avaí disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel11/01/2027
Ariel desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco11/01/2027
Ewerthon tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlético Goianiense dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jean Dias treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
MercadoA história de Kahiser Lenis recusa-se a morrer
42 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atlético Goianiense perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Atlético Goianiense, e não vai ser retirado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Matheus Frizzo quer futebol continental; se o Atlético Goianiense o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $100.1K — um clube que quer Jean Lucas ao ponto de perguntar duas vezes.
Adriano Mina esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Atlético Goianiense ofereceu $92.0K; o Juventude disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Plantel04/01/2027
Matheusinho desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Valentín Cerrudo, e o treinador deixou.
49 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atlético Goianiense perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Atlético Goianiense nada responderam, o que também é uma resposta.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $100.1K — um clube que quer Raí Ramos ao ponto de perguntar duas vezes.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
O Atlético Goianiense foi ao Juventude com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Atlético Goianiense perguntou e o Vitoria Guimaraes disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Em resumo
PlantelJean Dias desentende-se com um colega por causa das exigências
Matheus Frizzo lesiona os ligamentos do joelho — 56 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 56 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atlético Goianiense ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Atlético Goianiense lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jean Dias está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Diego Morel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
63 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atlético Goianiense perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Atlético Goianiense perdeu-o em tudo menos nos papéis.
$160.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Vasco da Gama pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O Atlético Goianiense perguntou e o Shakhtar disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Atlético Goianiense já telefonou ao Vitoria Guimaraes. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ewerthon está nela.
71 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atlético Goianiense perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Volta Redonda vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Atlético Goianiense foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Verba acordada, salário acordado, e o Maracanã à espera com uma camisola. No Atlético Goianiense ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Mateus Macedo não precisou: 7.82, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
A proposta seguiu esta semana para o Horizonte, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Atlético Goianiense podem fingir não ter ouvido.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $178.0K — um clube que quer JP Murilo ao ponto de perguntar duas vezes.
A proposta seguiu esta semana para o Vasco da Gama, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Mateus Macedo tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
79 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atlético Goianiense perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Atlético Goianiense tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atlético Goianiense ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Plantel30/11/2026
Jean Dias desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vitinho, e o treinador deixou.
O banco30/11/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Lucas Teixeira não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Atlético Goianiense também ninguém o escondia.
86 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atlético Goianiense perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Matheus Frizzo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Atlético Goianiense sabe dizer em que semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Paulo Vitor, e o treinador deixou.
O banco23/11/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Lucas Teixeira saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Dribles concretizados: 12. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlético Goianiense, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Segue-se o CRB, e há um homem no balneário do Atlético Goianiense que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Em resumo
O bancoNatã Felipe tornou-se um homem de confiança do treinador
96 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Atlético Goianiense perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Goianiense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Matheus Índio e o Atlético Goianiense acertam mais 4 anos.
Plantel16/11/2026
Junior Barreto desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ewerthon está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Kahiser Lenis assinar alguma coisa — um contrato no Atlético Goianiense ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Atlético Goianiense. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Segue-se, fora, o Chapecoense, 10.º classificado. Os adeptos que vão falarão disso a semana inteira, e os que ficam vão espreitar o telemóvel perto do apito final.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 98 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jean Dias está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco09/11/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Lucas Teixeira não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Atlético Goianiense também ninguém o escondia.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Igor Henrique, e o treinador deixou.
Guilherme Marques lesiona os ligamentos do joelho — 105 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 105 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Amazonas vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Atlético Goianiense foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Atlético Goianiense nada responderam, o que também é uma resposta.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Atlético Goianiense lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gustavo Daniel será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atlético Goianiense as despedidas começaram em silêncio.
Junior Barreto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Adriano Mina, e o treinador deixou.
Guilherme Marques lesiona os ligamentos do joelho — 112 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 112 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Atlético Goianiense lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Ewerthon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leandro Vilela, e o treinador deixou.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Lucas Teixeira sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Atlético Goianiense disse a Junior Barreto que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
119 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Atlético Goianiense perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Matheusinho quer futebol continental; se o Atlético Goianiense o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Toda a gente no Atlético Goianiense viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 36 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Junior Barreto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 86. O Coritiba tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Junior Barreto e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco12/10/2026
Jader tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Atlético Goianiense dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Matheus Frizzo: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Atlético Goianiense a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Kahiser Lenis. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Atlético Goianiense ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Atlético Goianiense coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Junior Barreto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Adriano Mina marcou, foi avaliado com 7.17 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bruno José será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Atlético Goianiense as despedidas começaram em silêncio.
As regras permitem-no e dói na mesma. Bruno José acertou condições com o CRB para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Adriano Mina e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Adriano Mina, e o treinador deixou.
17 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Guilherme estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Atlético Goianiense marcou aos 94, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Valentín Cerrudo está a viver essa versão no Atlético Goianiense, e costuma notar-se no primeiro mês.
Ezequiel Ham e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Lucas Teixeira sobre uma tarde de 3‑2 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Léo Rosa, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Junior Barreto estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Diego Morel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Junior Barreto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Léo Rosa e o Atlético Goianiense acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Quatro ou cinco fins de semana de regularidade, medidos contra todos os outros da divisão. Um elogio mais discreto do que um prémio, e mais fiável.
Plantel07/09/2026
Guilherme desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Atlético Goianiense, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Matheusinho: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Atlético Goianiense a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
É o negócio menos glamoroso que um clube faz e a razão por que as épocas não desabam em fevereiro. Diego Morel está cá para as semanas em que há três lesionados e alguém tem de jogar na mesma.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.41 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Matheus Frizzo quer futebol continental; se o Atlético Goianiense o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Kahiser Lenis. 2‑0 sobre o Ferroviária, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Adriano Mina, e o treinador deixou.
Notas dos jogadores31/08/2026
Ezequiel Ham jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.12. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
15 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.29 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Atlético Goianiense lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Gustavo Coutinho. 2‑0 sobre o Athletic Club, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel24/08/2026
Junior Barreto desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
O banco24/08/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Lucas Teixeira, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Jader agarrou este contra o Sousa. 1‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Atlético Goianiense.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Matheus Frizzo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Atlético Goianiense, mais uma semana sem a assinatura de Matheus Frizzo.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Matheus Índio marcou, foi avaliado com 7.76 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Adriano Mina e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Tite está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. André Nogueira é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Bruxo passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Rafael Silva passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Guilherme Marques e o Atlético Goianiense acertam mais 2 anos.
Ezequiel Ham esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Junior Barreto estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Ezequiel Ham continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
15 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.