Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Shakhter ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jogo03/04/2032
Não se vê o fim da espera do Shakhter por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Shakhter tem de arrancar um resultado de algum lado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bohdan Savkiv estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aleksandr Migunov, e o treinador deixou.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gafurzhan Beysebekov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Shakhter as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Shakhter, e não vai ser retirado.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bohdan Savkiv estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco29/03/2032
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Gafurzhan Islamkhan a uma sala que já as tinha ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Edmilson está nela.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sūltan Shymyrkhan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Shakhter as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Avaliado com 7.31. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
O bancoO veredicto do treinador
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Rafail' Ospanov
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Artem Litosh será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Shakhter as despedidas começaram em silêncio.
Edmilson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel15/03/2032
Bohdan Savkiv desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rafail' Ospanov, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andrei Vlad está nela.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 93. O Atyrau vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
15 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Verba acordada, salário acordado, e o Zhetysu à espera com uma camisola. No Shakhter ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Shakhter ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Edmilson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Direção08/03/2032
6 jogadores da formação sobem à equipa principal do Shakhter
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
O Shakhter perguntou e o Nyva disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Kairat Abiken está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Shakhter perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 4, saíram 0, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Olzhas Ädil regressa a Shakhter com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Oleksandriya fica com o seu homem, e o Shakhter volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Marat Kuat é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Plantel01/03/2032
Erasyl Keulimzhai desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Verba acordada, salário acordado, e o Atyrau à espera com uma camisola. No Shakhter ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Shakhter perguntou e o Koper disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Shakhter vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Alexey Kolyshev está nela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 17 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Shakhter perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Independiente Rivadavia fica com o seu homem, e o Shakhter volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel16/02/2032
Bohdan Savkiv desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
O bancoAslan Akhmedov tornou-se um homem de confiança do treinador
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 24 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Shakhter perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Shakhter ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Edmilson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Arman Nusip e o Shakhter acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel09/02/2032
Palavras no treino do Shakhter sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bohdan Savkiv está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andrei Vlad está nela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 31 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Shakhter perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Marat Tagybergen não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
A proposta do Atyrau por Vladislav Postrigan foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Shakhter vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Shakhter nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel26/01/2032
Bohdan Savkiv desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Shakhter já telefonou ao Pakhtakor. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
19 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Shakhter perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Shakhter vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Edmilson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel19/01/2032
Bohdan Savkiv desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Karim Smykov, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoAslan Akhmedov tornou-se um homem de confiança do treinador
26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Shakhter perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Shakhter falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Pavel Zemskov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Shakhter as despedidas começaram em silêncio.
Edmilson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Däulet Zainetdinov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Shakhter falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Artem Litosh será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Shakhter as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Shakhter, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bohdan Savkiv estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Shakhter falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vladislav Postrigan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Shakhter as despedidas começaram em silêncio.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bohdan Savkiv estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aleksandr Migunov, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoAlexey Kolyshev tornou-se um homem de confiança do treinador
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Shakhter vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Däulet Zainetdinov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco22/12/2031
Aslan Akhmedov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Shakhter dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Alexey Kolyshev apontou a data.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Shakhter vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Edmilson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bohdan Savkiv estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Shakhter vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Artem Litosh será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Shakhter as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Edmilson está nela.
Plantel08/12/2031
Palavras no treino do Shakhter sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alex Nardo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Shakhter falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Shakhter falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bohdan Savkiv estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Edmilson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andrei Vlad estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andrei Vlad está nela.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Shakhter vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Shakhter ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel10/11/2031
Andrei Vlad desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Shakhter ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Edmilson está nela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 23 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Shakhter ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/11/2031
Palavras no treino do Shakhter sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bohdan Savkiv está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 30 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andrei Vlad estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco27/10/2031
Aslan Akhmedov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Shakhter dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 37 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Edmilson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Islambek Kuat agiu, no Shakhter, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andrei Vlad estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aleksandr Migunov, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andrei Vlad está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mansur Dil'murat treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Shakhter falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Shakhter ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Alexey Kolyshev e o Shakhter acertam mais 4 anos.
Plantel13/10/2031
Bohdan Savkiv desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ivan Pugachevskiy, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Shakhter, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Shakhter falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel06/10/2031
Palavras no treino do Shakhter sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rafail' Ospanov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco29/09/2031
Aslan Akhmedov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Shakhter dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Shakhter ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Edmilson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Rukh fica com o seu homem, e o Shakhter volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel22/09/2031
Bohdan Savkiv desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nikita Kildzhiev e o Shakhter acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Shakhter vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Shakhter, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Shakhter ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Poltava fica com o seu homem, e o Shakhter volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel15/09/2031
Palavras no treino do Shakhter sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bohdan Savkiv está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Shakhter ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Samat Tagybergen tem 17 anos, e o Shakhter contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Samat Tagybergen e o Shakhter acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Shakhter perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Shakhter já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Shakhter perguntou e o Oleksandriya disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel01/09/2031
Yeldos Shomko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Shakhter do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Atyrau tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Shakhter ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Edmilson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bohdan Savkiv estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Verba acordada, salário acordado, e o Taraz à espera com uma camisola. No Shakhter ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Shakhter perguntou e o Pakhtakor disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yeldos Shomko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel11/08/2031
Palavras no treino do Shakhter sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andrei Vlad está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
4.º lugar com 44 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Atyrau tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
A proposta do Zhetysu por Vladislav Postrigan foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nikita Kildzhiev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Shakhter as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andrei Vlad estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Verba acordada, salário acordado, e o Atyrau à espera com uma camisola. No Shakhter ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Jogo26/07/2031
O Shakhter torna a sua casa um sítio difícil de visitar
14 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.94 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
A proposta do Taraz por Artem Litosh foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Edmilson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kirill Danilin estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Edmilson produziu-o, e o 9.48 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Shakhter perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Jogo19/07/2031
O Shakhter torna a sua casa um sítio difícil de visitar
13 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel21/07/2031
Palavras no treino do Shakhter sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kirill Danilin está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Edmilson produziu-o, e o 8.97 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Shakhter já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta do Okzhetpes por Vladislav Postrigan foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Andrei Vlad e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O nome de Artem Litosh apareceu em conversas de que o Shakhter não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Plantel30/06/2031
Kirill Danilin desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Edmilson. 3‑1 sobre o Aktobe, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Nurbol Baizhanov lesiona os ligamentos do joelho — 29 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 29 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.54 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Andrei Vlad esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel19/05/2031
Palavras no treino do Shakhter sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yeldos Shomko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kirill Danilin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Shakhter as despedidas começaram em silêncio.
Aos 34 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.11, e ninguém melhor em campo.
Jogo03/05/2031
Ninguém quer jogar contra o Shakhter neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Andrei Vlad e o Shakhter acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Andrei Vlad e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kirill Danilin estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Edmilson. 2‑0 sobre o Irtysh, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Notas dos jogadores05/05/2031
Kirill Danilin jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.03. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Artem Litosh será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Shakhter as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kirill Danilin estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Edmilson. 2‑0 sobre o Aktobe, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Gafurzhan Islamkhan sobre uma tarde de 2‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dias Qalybaev, e o treinador deixou.
0‑3 para o Astana, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel07/04/2031
Andrei Vlad desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aslan Akhmedov, e o treinador deixou.
A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.
O banco07/04/2031
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑3 Gafurzhan Islamkhan saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Pavel Zemskov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Shakhter as despedidas começaram em silêncio.
Edmilson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel31/03/2031
Andrei Vlad desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Gafurzhan Islamkhan podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kirill Danilin está nela.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Em resumo
Notas dos jogadoresUma tarde de defesa para Aslan Akhmedov
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sūltan Shymyrkhan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Shakhter as despedidas começaram em silêncio.
Andrei Vlad esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/03/2031
Palavras no treino do Shakhter sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kirill Danilin está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Gafurzhan Islamkhan podia dar-se ao luxo de ser generoso.
O banco24/03/2031
Aslan Akhmedov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Shakhter dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Dribles concretizados: 39. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andrei Vlad estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um clube do seu país fez a pergunta, e ele nunca fingiu que não queria que lha fizessem. O Shakhter tem pela frente uma conversa que não vai ganhar com dinheiro.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Shakhter ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andrei Vlad está nela.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Edmilson produziu-o, e o 8.97 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Direção10/03/2031
6 jogadores da formação sobem à equipa principal do Shakhter
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Plantel10/03/2031
Andrei Vlad desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Qarabag fica com o seu homem, e o Shakhter volta a uma lista com um nome riscado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Pavel Zemskov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Shakhter as despedidas começaram em silêncio.
Edmilson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andrei Vlad estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Shakhter disse a Rifat Nurmugamet que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
6.º lugar com 33 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
Edmilson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel02/12/2030
Andrei Vlad desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Aslan Akhmedov está nela.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Shakhter perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 33 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.13 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Shakhter ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Andrei Vlad e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel05/08/2030
Palavras no treino do Shakhter sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kirill Danilin está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Verba acordada, salário acordado, e o Taraz à espera com uma camisola. No Shakhter ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel29/07/2030
Kirill Danilin desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
1‑1, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.
O banco29/07/2030
Andrei Vlad tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Shakhter dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 17 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o Taraz à espera com uma camisola. No Shakhter ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Irtysh ninguém diz, e no Shakhter ninguém gosta de estar a adivinhar.
Jogo13/07/2030
Não se vê o fim da espera do Shakhter por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Shakhter tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/07/2030
Kirill Danilin desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Shakhter falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Minuto 93. Zikrillo Sūltaniiazov encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Atyrau passou do ponto ao nada num só movimento.
Andrei Vlad esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel27/05/2030
Kirill Danilin desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Zikrillo Sūltaniiazov. 1‑0 sobre o Atyrau, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.