Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no New England Revolution falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O New England Revolution pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que New England Revolution podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Connor Moore será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no New England Revolution as despedidas começaram em silêncio.
Loïc Williams esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/12/2035
Alhassan Yusuf desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A qualificação está garantida, e para a época que vem as grandes noites de holofotes são continentais. Para os jogadores é um palco; para as contas, uma tábua de salvação; para os adeptos, passaportes.
0‑1 frente ao Portland Timbers, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» New England Revolution nada responderam, o que também é uma resposta.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do New England Revolution, e não vai ser retirado.
As regras permitem-no e dói na mesma. Mikhail Reshetnikov acertou condições com o St. Louis CITY SC para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New England Revolution coisas que levam mais de uma semana a retirar.
12 golos e uma média de 7.36 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Plantel10/12/2035
Miguel Carreón desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Benjamín Alegre quer futebol continental; se o New England Revolution o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Em resumo
Notas dos jogadoresRomán Tapia encarou-os todo o jogo
A eliminatória está fechada e do lado certo. 1‑0 esta noite, um balneário que não vai descer durante dia e meio, e uma ronda seguinte em que ninguém pensou ainda.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no New England Revolution falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.82 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New England Revolution coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No New England Revolution ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel29/10/2035
Miguel Carreón desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no New England Revolution falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Connor Moore será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no New England Revolution as despedidas começaram em silêncio.
Jack Harrison esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alhassan Yusuf está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O New England Revolution pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No New England Revolution ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Augusto Scarone acertou condições com o New York City para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Jack Harrison esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alhassan Yusuf está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No New England Revolution ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New England Revolution coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel18/06/2035
Griffin Yow desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Allam Wlk quer futebol continental; se o New England Revolution o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel18/06/2035
Griffin Yow tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no New England Revolution dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
47 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O New England Revolution perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» New England Revolution nada responderam, o que também é uma resposta.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No New England Revolution ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jack Harrison esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Griffin Yow está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
54 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O New England Revolution perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Vitória por 2‑0 sobre o Los Angeles Football Club, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
A proposta do Houston Dynamo por Connor Moore foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New England Revolution coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel09/04/2035
Alhassan Yusuf desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O nome de Hakim Karamoko apareceu em conversas de que o New England Revolution não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 33 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
110 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O New England Revolution perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no New England Revolution falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A qualificação está garantida, e para a época que vem as grandes noites de holofotes são continentais. Para os jogadores é um palco; para as contas, uma tábua de salvação; para os adeptos, passaportes.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o New England Revolution beneficiou disso.
2‑1 resolve, e um clube que passou uma época a ganhar o direito de jogar estes jogos ganhou um deles. Esta noite acabou a época de outro, que é a parte que ninguém menciona nos festejos.
17 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Jogo18/10/2034
Gui Meira ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 96. Gui Meira encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Atlanta United FC passou do ponto ao nada num só movimento.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hakim Karamoko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no New England Revolution as despedidas começaram em silêncio.
Jack Harrison esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no New England Revolution sabem-no.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alhassan Yusuf está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Notas dos jogadoresAllam Wlk jogou uma tarde diferente da de toda a gente
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de New England Revolution ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Pablo Ruiz e o New England Revolution acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O negócio que levaria Jack Lynn para o New York City caiu na fase final e ele reapresenta-se no New England Revolution com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Connor Moore será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no New England Revolution as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New England Revolution coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel07/08/2034
Griffin Yow desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Allam Wlk quer futebol continental; se o New England Revolution o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Eliminado, 1‑1 com o Sporting Kansas City, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de New England Revolution ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não há pior forma de perder um futebolista. Jackson Yueill pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Jack Harrison esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Griffin Yow está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no New England Revolution falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» New England Revolution nada responderam, o que também é uma resposta.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.00 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Jack Harrison esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no New England Revolution sabem-no.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm daqueles dias de Griffin Yow