Félix Lemaréchal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel08/10/2035
Uma transferência que Román Tapia teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Román Tapia está a viver essa versão no Anderlecht, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
7 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 17 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Silas Andersen marcou, foi avaliado com 7.91 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Toda a gente deixou de fingir: o RFC Liege vai fazer a chamada por Leander Vanaken esta semana. O Anderlecht tem um número em mente, e o número não é tímido.
Dribles concretizados: 16. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel17/09/2035
6 caras novas e o Anderlecht ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Anderlecht ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Anderlecht já se começa a dizer o nome dele no passado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 38 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O alvo é o treinador, a abordagem é real, e a cláusula de compensação é a conversa toda. Os clubes desmentem histórias destas até exatamente à fotografia.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Silas Andersen. 2‑1 sobre o Lommel, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sławomir Abramowicz, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Runar Norheim
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Anderlecht ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
7 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
25 jogos longe de casa e 12 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.
Plantel26/03/2035
9 caras novas e o Anderlecht ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Anderlecht, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Runar Norheim. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Anderlecht ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Sint-Truiden fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tristan Degreef, e o treinador deixou.
Plantel05/02/2035
Palavras no treino do Anderlecht sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Denzel De Roeve está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mika Haas e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
Plantel11/12/2034
Palavras no treino do Anderlecht sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Stan Naert está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco11/12/2034
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Charles Hazard a uma sala que já as tinha ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.84 para o resto.
Félix Lemaréchal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Luca Morgenstern acabou de assinar pelo Anderlecht e, por uma vez, a resposta importava.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. José Hidalgo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Anderlecht as despedidas começaram em silêncio.
Não há pior forma de perder um futebolista. José Hidalgo pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Plantel04/12/2034
Denzel De Roeve desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O jogo à volta do qual se organiza o calendário. A forma vai pela janela, a tabela não se consulta, e durante noventa minutos o Anderlecht será julgado por uma única coisa.
Em resumo
PlantelNacer Castagne sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Dennis Cirkin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Anderlecht ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel20/11/2034
Tamás Szűcs desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Anderlecht joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
O banco20/11/2034
Romaine Mundle tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Anderlecht dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma transferência que Silas Andersen teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Silas Andersen está a viver essa versão no Anderlecht, e costuma notar-se no primeiro mês.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Mfundo Vilakazi quer futebol continental; se o Anderlecht o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Félix Lemaréchal. 2‑1 sobre o Union SG, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
7 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
Plantel13/11/2034
Palavras no treino do Anderlecht sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Denzel De Roeve está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Anderlecht, mais uma semana sem a assinatura de Sławomir Abramowicz.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém em campo chegou perto de Romaine Mundle
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Vincent Zeidler agarrou este contra o OH Leuven. 2‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Racing Genk.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Racing Genk ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Rafel Bauzà e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Ian Garguez quer futebol continental; se o Racing Genk o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel06/11/2034
Yaimar Medina desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Illia Krupskyi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Terry Van De Ven estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Racing Genk não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yaimar Medina estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Silas Andersen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel23/10/2034
Demasiada mudança demasiado depressa no Racing Genk
8 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Uma nota de 7.41, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.
O banco23/10/2034
Illia Krupskyi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Racing Genk dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jordan Mendes será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Racing Genk as despedidas começaram em silêncio.
As regras permitem-no e dói na mesma. Jordan Mendes acertou condições com o Anderlecht para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yaimar Medina estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Disseram uma coisa a Jordan Mendes e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Racing Genk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco16/10/2034
Tim Trummer tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Racing Genk dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Racing Genk, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Moussa Diakité: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Racing Genk a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Silas Andersen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Racing Genk as despedidas começaram em silêncio.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Jordan Mendes e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel09/10/2034
Terry Van De Ven desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ruslan Neshcheret, e o treinador deixou.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Illia Krupskyi quer futebol continental; se o Racing Genk o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Racing Genk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel18/09/2034
Palavras no treino do Racing Genk sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Terry Van De Ven está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kevin Gadellaa, e o treinador deixou.
O KAA Gent levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
O banco18/09/2034
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Nestor Romo a uma sala que já as tinha ouvido.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
O banco18/09/2034
Tim Trummer tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Racing Genk dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Dribles concretizados: 13. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não há pior forma de perder um futebolista. Jacob Addis pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AC Horsens ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mikkel Ceïde estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Racing Genk fica com o seu homem, e o AC Horsens volta a uma lista com um nome riscado.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no AC Horsens, mais uma semana sem a assinatura de Alfred Gøthler.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Racing Genk, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Silas Andersen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Racing Genk as despedidas começaram em silêncio.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Racing Genk ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Racing Genk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel11/09/2034
Palavras no treino do Racing Genk sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yaimar Medina está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Aaron Zehnter e o Racing Genk acertam mais 5 anos.
O banco11/09/2034
Moussa Diakité tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Racing Genk dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A proposta do Karpaty por Ruslan Neshcheret foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Direção04/09/2034
O prazo passa com 51 contratações e 37 saídas
Está feito o negócio no Racing Genk até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Plantel04/09/2034
Uma transferência que Leo Rimac teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Leo Rimac está a viver essa versão no Racing Genk, e costuma notar-se no primeiro mês.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Racing Genk ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Terry Van De Ven quer futebol continental; se o Racing Genk o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 9 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Plantel04/09/2034
Palavras no treino do Racing Genk sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yaimar Medina está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Silas Andersen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Yaimar Medina quer futebol continental; se o Racing Genk o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Eivind Helland esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Três pontos para o Racing Genk: um 2‑1 diante do Westerlo num duelo decidido por pormenores.
Notas dos jogadores28/08/2034
Rafel Bauzà fez o trabalho que ninguém conta — 7.06
11 ações combinadas e 7.06. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel28/08/2034
No Racing Genk ainda são estranhos uns para os outros
20 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Em resumo
O bancoIllia Krupskyi tornou-se um homem de confiança do treinador
Eivind Helland e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Standard Liege fica com o seu homem, e o Racing Genk volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Racing Genk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel24/07/2034
Uma transferência que Zoumana Diallo teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Zoumana Diallo está a viver essa versão no Racing Genk, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Illia Krupskyi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Racing Genk lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Racing Genk, mais uma semana sem a assinatura de Ruslan Neshcheret.
Plantel24/07/2034
16 caras novas e o Racing Genk ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Illia Krupskyi está nela.
Em resumo
O bancoTim Trummer pede uma conversa com o treinador
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Racing Genk lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Yaimar Medina e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Fabio Torsiello está a viver essa versão no Racing Genk, e costuma notar-se no primeiro mês.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Standard Liege fica com o seu homem, e o Racing Genk volta a uma lista com um nome riscado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Racing Genk, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Anderlecht podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Anderlecht coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yannick Castagne será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Anderlecht as despedidas começaram em silêncio.
Plantel10/07/2034
Uma transferência que Tylel Tati teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Tylel Tati está a viver essa versão no Anderlecht, e costuma notar-se no primeiro mês.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Racing Genk vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Silas Andersen pré-acordou a mudança para o Anderlecht, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Dries Chadli lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Racing Genk, e não vai ser retirado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Terry Van De Ven quer futebol continental; se o Racing Genk o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não há pior forma de perder um futebolista. Silas Andersen pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Tim Trummer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel10/07/2034
Yaimar Medina desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Racing Genk perguntou e o Anderlecht disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Racing Genk aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Jordan Mendes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel29/05/2034
Riku Handa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
27 jogos, 1 golos e uma opção de plantel que chegou sem verba associada. A pergunta interessante no Racing Genk já não é se joga, mas quem desloca.
O banco29/05/2034
Illia Krupskyi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Racing Genk dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Racing Genk admitiria. Nota-se aos sábados.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Racing Genk. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Illia Krupskyi quer futebol continental; se o Racing Genk o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não há pior forma de perder um futebolista. Mohamed Bamba pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Jordan Mendes e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Riku Handa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Emprestados15/05/2034
O empréstimo de Sam Proctor mede-se pelo que não acontece
12 balizas a zeros em 25 jogos no Cercle Brugge. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Racing Genk, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O banco15/05/2034
Moritz Wels tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Racing Genk dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Racing Genk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel01/05/2034
Palavras no treino do Racing Genk sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Eivind Helland está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Alguém lhe passou à frente. Não é ficar de fora, e é pior do que isso, porque ficar de fora é sobre um sábado e isto é sobre o lugar que ocupa.
O banco01/05/2034
Illia Krupskyi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Racing Genk dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Racing Genk admitiria. Nota-se aos sábados.
“Pela primeira vez em anos jogo porque alguém me quer na equipa.” O Waasland-Beveren assenta-lhe bem; a conversa incómoda pertence ao Racing Genk, e o verão vai forçá-la.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Racing Genk podem fingir não ter ouvido.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Yaimar Medina quer futebol continental; se o Racing Genk o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Racing Genk coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel24/04/2034
Riku Handa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel24/04/2034
Demasiada mudança demasiado depressa no Racing Genk
11 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Silas Andersen apontou a data.
Yaimar Medina e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel10/04/2034
Uma transferência que Luka Mlakar teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Luka Mlakar está a viver essa versão no Racing Genk, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Racing Genk lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Racing Genk foi explícito quanto à situação de Lukáš Ambros, o que é mais do que muitos recebem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Emprestados10/04/2034
11 balizas a zeros por empréstimo para Sam Proctor
24 jogos no Cercle Brugge e os golos deixaram de entrar. O Racing Genk emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Eduardo Fernandes está nela.