Pedro Cuiabá

Volante - Aparecidense
20 Nov 2027
Sábado
Processo

Marcado para Pedro Cuiabá

68 Edição

A Crónica de Aparecidense

15/11/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Pedro Cuiabá em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Aparecidense coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Aparecidense

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alyson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Ryan Santana ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Aparecidense e Caio Quiroga

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Aparecidense, mais uma semana sem a assinatura de Caio Quiroga.

O banco

Rodrigo Lugo tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Aparecidense dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Plantel

Rodrigo Lugo continua sem se adaptar

Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Aparecidense gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.

Mercado

Rodrigo Lugo apontado a uma saída

O nome de Rodrigo Lugo não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Aparecidense nada diz, o que já diz muito.

As bancadas

Os rumores sobre Keven Samuel chegam às bancadas

O que era uma notícia de última página virou cântico, e o cântico não é simpático. O Aparecidense preferia resolver isto em silêncio, e o silêncio acabou.

O banco

Saymon bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Saymon treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

Edições anteriores
65 Edição

A Crónica de Aparecidense

25/10/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Rodrigo Lugo segura o Aparecidense sozinho

Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.

Mercado

Ryan Santana entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Aparecidense podem fingir não ter ouvido.

O banco

Caio Quiroga afastado no Aparecidense

Isto não é rotação. Caio Quiroga está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Aparecidense finge o contrário.

Jogo

5 jogos sem vencer para o Aparecidense

A série chega a 5 e as perguntas em torno do Aparecidense já não são delicadas.

Jogo

4 jogos sem marcar para o Aparecidense

As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.

Plantel

Saimon em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Aparecidense coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

Aparecidense fica aquém diante do Goianésia

O Goianésia levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.

O banco

Não há esconderijo para Renan Areias

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Renan Areias, e o treinador deixou.

Plantel

Palavras no treino do Aparecidense sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateus Pureza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Em resumo

61 Edição

A Crónica de Aparecidense

27/09/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Uma retaguarda de um homem só: Rodrigo Lugo

Houve 6 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.

Plantel

Um desentendimento no Aparecidense

Pedro Cuiabá e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Palavras no treino do Aparecidense sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alyson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Ryan Santana fica de fora no jogo grande

Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Ryan Santana chama-lhe outra coisa em privado.

O banco

O treinador faz de Alyson um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

A vista do banco

“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” João Nogueira escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.

Plantel

Castigo para Pedro Cuiabá

Um amarelo a mais, e um jogo visto da bancada. O Aparecidense perde-o pela razão mais evitável que há neste desporto.

Mercado

Diogo Farinha avisado para procurar clube

«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Diogo Farinha foi informado de que não entra nos planos do treinador do Aparecidense.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Gustavinho

Dribles concretizados: 12. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Em resumo

59 Edição

A Crónica de Aparecidense

13/09/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

As bancadas

Os adeptos organizam-se contra a direção do Aparecidense

Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.

Mercado

Geng Taili entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Aparecidense podem fingir não ter ouvido.

O banco

Martim Barradas: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Aparecidense nada responderam, o que também é uma resposta.

Plantel

Os ânimos aquecem no Aparecidense

Pedro Cuiabá esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Direção

O Aparecidense antecipa-se ao mercado e tira Emiliano dos Santos ao Sergipe

O Sergipe vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Emiliano dos Santos pré-acordou a mudança para o Aparecidense, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.

O banco

O treinador faz de Keven Samuel um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Jogo

Aparecidense cumpre diante do Maricá

Um 1‑0 sobre o Maricá, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Ronald

Nota 8.28 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Aparecidense

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateus Pureza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Em resumo

56 Edição

A Crónica de Aparecidense

23/08/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

Não se vê o fim da espera do Aparecidense por uma vitória

Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Aparecidense tem de arrancar um resultado de algum lado.

Mercado

O Aparecidense diz que não — desta vez

A proposta do Saburtalo por João Grando foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Plantel

Um desentendimento no Aparecidense

Saimon e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Mateus Pureza desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Em cima do apito, um ponto para o Aparecidense

Minuto 86, frente ao Rio Branco, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.

O banco

Não há esconderijo para Alison Matheus

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alison Matheus, e o treinador deixou.

Notas dos jogadores

Ninguém em campo chegou perto de Vinicius Charopem

7.94, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Aparecidense tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.

O banco

Ronald fica de fora após uma má fase

A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.

Jogo

Igualdade entre Aparecidense e Rio Branco

1‑1, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.

Em resumo

54 Edição

A Crónica de Aparecidense

09/08/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Geng Taili põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Aparecidense, e não vai ser retirado.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Aparecidense por uma vitória

Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Aparecidense tem de arrancar um resultado de algum lado.

Jogo

O Aparecidense não encontra a baliza

5 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.

Plantel

Saimon fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Saimon e o Aparecidense acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Plantel

Troca de palavras no Aparecidense

Pedro Cuiabá e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Renan Areias ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Jogo

Mixto leva os pontos ao Aparecidense

Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

Plantel

Mateus Pureza desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por João Nogueira a uma sala que já as tinha ouvido.

Em resumo

53 Edição

A Crónica de Aparecidense

02/08/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Sem esconderijo para o Aparecidense

0‑3 frente ao Nova Iguaçu, e nenhuma queixa que sobreviva ao replay. O treinador falou de carácter no final; a bancada usou palavras mais curtas.

Jogo

4 jogos sem vencer para o Aparecidense

A série chega a 4 e as perguntas em torno do Aparecidense já não são delicadas.

Plantel

Saimon assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Saimon e o Aparecidense acertam mais 2 anos.

Jogo

4 jogos sem marcar para o Aparecidense

As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.

Plantel

Saimon em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Aparecidense coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Alvos de mercado

O Aparecidense leva uma nega por Fabrício Daniel

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Bragantino fica com o seu homem, e o Aparecidense volta a uma lista com um nome riscado.

O banco

Pedro Cuiabá ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Alvos de mercado

O relógio ganha ao Aparecidense a corrida por Martins

O relógio fez o que o Ceará não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.

Direção

Conversa séria no Aparecidense

O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.

Em resumo

52 Edição

A Crónica de Aparecidense

26/07/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Alvos de mercado

Verba fechada, faltam as condições de Martins

O Aparecidense e o Ceará acertaram em $210.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.

Direção

Fecha o mercado: 0 entradas, 0 saídas no Aparecidense

O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 0, saíram 0, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.

Alvos de mercado

O Aparecidense leva uma nega por Gustavo Medina

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Ferroviária fica com o seu homem, e o Aparecidense volta a uma lista com um nome riscado.

Plantel

Pedro Cuiabá em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Aparecidense coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

Os golos abandonaram o Aparecidense

3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Aparecidense sabe dizer em que semana.

Jogo

Luverdense leva os pontos ao Aparecidense

Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

O banco

O treinador faz de Ryan Santana um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Jogo

O boletim de meio de época do Aparecidense

12.º lugar, 14 pontos, e todos os resultados até aqui reduzidos a uma linha. A segunda volta começa com o mesmo plantel e outras expectativas.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por João Nogueira a uma sala que já as tinha ouvido.

Em resumo

  • Plantel Alyson desentende-se com um colega por causa das exigências
  • Notas dos jogadores Ninguém conseguiu chegar a Pedro Cuiabá
  • O banco Caio Quiroga bate à porta do treinador
50 Edição

A Crónica de Aparecidense

12/07/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Geng Taili entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Aparecidense podem fingir não ter ouvido.

Alvos de mercado

O Aparecidense recua perante o preço de João Victor

O Mirassol queria mais do que $1.9M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.

Plantel

Os ânimos aquecem no Aparecidense

Saimon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Alvos de mercado

O Aparecidense leva uma nega por Matheusinho

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Bahia fica com o seu homem, e o Aparecidense volta a uma lista com um nome riscado.

As bancadas

A bancada rendeu-se a Mateus Pureza

Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Aparecidense

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alyson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Alvos de mercado

O Aparecidense pergunta por Zé Guilherme

Uma sondagem ao Bahia para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.

Notas dos jogadores

Ninguém em campo chegou perto de Mateus Pureza

7.30, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Aparecidense tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.

O banco

Não há esconderijo para Saymon

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Saymon, e o treinador deixou.

Em resumo

48 Edição

A Crónica de Aparecidense

28/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

7 jogos sem vencer para o Aparecidense

A série chega a 7 e as perguntas em torno do Aparecidense já não são delicadas.

Alvos de mercado

O Aparecidense acerta $67.0K por Lucas Malacize

O aperto de mão com o Ferroviária está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.

Jogo

Os golos abandonaram o Aparecidense

5 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Aparecidense sabe dizer em que semana.

Alvos de mercado

Wesley Gasolina está a uns exames médicos do Aparecidense

O negócio com o Avaí está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.

Alvos de mercado

O Ferroviária avisa o Aparecidense: Gustavo Medina não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Plantel

Um desentendimento no Aparecidense

Saimon e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

Aparecidense fica aquém diante do Goianésia

O Goianésia levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.

Plantel

Palavras no treino do Aparecidense sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateus Pureza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Não há esconderijo para Italo Mota

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Italo Mota, e o treinador deixou.

Em resumo

47 Edição

A Crónica de Aparecidense

21/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

As bancadas

Os adeptos organizam-se contra a direção do Aparecidense

Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.

Jogo

6 jogos sem vencer para o Aparecidense

A série chega a 6 e as perguntas em torno do Aparecidense já não são delicadas.

Alvos de mercado

Começam os papéis de Charles

Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Aparecidense fez a parte difícil com o Corinthians, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.

Alvos de mercado

Verba fechada, faltam as condições de Lucas Soratto

O Aparecidense e o Criciúma acertaram em $64.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.

Jogo

4 jogos sem marcar para o Aparecidense

As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.

Plantel

Os ânimos aquecem no Aparecidense

Pedro Cuiabá esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Alvos de mercado

Porta fechada: Isaac fica onde está

O Aparecidense perguntou e o Cruzeiro disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Jogo

Aparecidense fica aquém diante do Figueirense

O Figueirense levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Aparecidense

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateus Pureza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Em resumo

45 Edição

A Crónica de Aparecidense

07/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

8 defesas: Rodrigo Lugo foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

Plantel

Júnior Amaral parte um osso — 15 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 15 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Alvos de mercado

Juninho vai a exames médicos no Aparecidense

Tudo acordado com o Náutico, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Aparecidense por uma vitória

Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Aparecidense tem de arrancar um resultado de algum lado.

Plantel

Um desentendimento no Aparecidense

Pedro Cuiabá e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Alvos de mercado

O Aparecidense leva uma nega por Paulo Roberto

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Fortaleza fica com o seu homem, e o Aparecidense volta a uma lista com um nome riscado.

O banco

O treinador faz de Ronald um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Guilherme Buscarioli assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Guilherme Buscarioli compromete-se com o Aparecidense por mais 4 anos.

O banco

Neste momento há alguém melhor do que Ronald

A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.

Em resumo

44 Edição

A Crónica de Aparecidense

31/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Uma fratura deixa Júnior Amaral de fora 23 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Aparecidense falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Plantel

6 defesas: Rodrigo Lugo foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

Mercado

Geng Taili entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Aparecidense podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Um desentendimento no Aparecidense

Saimon e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

Aparecidense fica aquém diante do Capital

O Capital levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.

O banco

O treinador faz de João Grando um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Martim Barradas assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Martim Barradas compromete-se com o Aparecidense por mais 3 anos.

O banco

João Nogueira enfrenta as perguntas

“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” João Nogueira depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.

Antevisão

O líder é o próximo adversário do Aparecidense

O Portuguesa lidera a tabela e vem aí. Nada a perder, que é o que todos os treinadores dizem antes de perder.

Em resumo

41 Edição

A Crónica de Aparecidense

10/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Notas dos jogadores

Vinicius Charopem passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 23. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Plantel

Saimon em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Aparecidense coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

O Aparecidense não encontra a baliza

3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.

O banco

Não há esconderijo para Pedro Cuiabá

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Pedro Cuiabá, e o treinador deixou.

Jogo

Tarde má para o Aparecidense diante do Rio Branco

0‑1 para o Rio Branco, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

O banco

João Nogueira enfrenta as perguntas

“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” João Nogueira depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.

Plantel

Palavras no treino do Aparecidense sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alyson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Gustavinho bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Aparecidense, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Plantel

Saymon quer sair do banco

“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Aparecidense vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.

Em resumo

  • Mercado A história de Rodrigo Lugo recusa-se a morrer
  • O banco Neste momento há alguém melhor do que Luiz Guilherme
  • Mercado Continua sem haver assinatura de Saimon
40 Edição

A Crónica de Aparecidense

03/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

O banco

Pedro Cuiabá guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Aparecidense pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Mercado

Geng Taili entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Aparecidense podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Pedro Cuiabá em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Aparecidense coisas que levam mais de uma semana a retirar.

As bancadas

A bancada rendeu-se a Matías Lescano

Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.

Notas dos jogadores

Pedro Cuiabá encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 19. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

O banco

O treinador faz de Saymon um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Aparecidense

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alyson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Notas dos jogadores

A tarde foi de Matías Lescano

Uma nota de 7.09, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.

Plantel

Luiz Guilherme já não é a primeira escolha

O treinador reorganizou as ideias e Luiz Guilherme saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.

Em resumo

39 Edição

A Crónica de Aparecidense

26/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

As bancadas

Os adeptos organizam-se contra a direção do Aparecidense

Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.

Plantel

Troca de palavras no Aparecidense

Saimon e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

As bancadas

A bancada rendeu-se a Mateus Pureza

Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Aparecidense

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luiz Guilherme estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Notas dos jogadores

Pedro Cuiabá passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 16. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Notas dos jogadores

Mateus Pureza acima de tudo

Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.12 na ficha, e os adeptos do Aparecidense saíram a repetir um nome.

O banco

O veredicto do treinador

“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” João Nogueira não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Aparecidense também ninguém o escondia.

Jogo

Aparecidense e Mixto anulam-se

Zero a zero e quase nenhuma ocasião digna desse nome. O Mixto veio defender e levou exatamente aquilo que veio buscar.

Mercado

A história de Keven Samuel recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Keven Samuel assinar alguma coisa — um contrato no Aparecidense ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

38 Edição

A Crónica de Aparecidense

19/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

11 defesas: Rodrigo Lugo foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 11 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

Jogo

Keven Samuel parte o coração do Nova Iguaçu

Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Keven Samuel marcou ao minuto 89, o Nova Iguaçu já pensava na viagem de regresso, e o Aparecidense levou tudo.

Jogo

Acaba a seca do Aparecidense

10 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Nova Iguaçu foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.

Notas dos jogadores

Keven Samuel, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.84

Um 7.84 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.

O banco

William Axel diz que o Aparecidense não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Os ânimos aquecem no Aparecidense

Pedro Cuiabá esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Aparecidense despacha o Nova Iguaçu

Três pontos para o Aparecidense: um 2‑1 diante do Nova Iguaçu num duelo decidido por pormenores.

As bancadas

A bancada rendeu-se a Keven Samuel

Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.

O banco

O treinador faz de Caio Quiroga um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

  • Notas dos jogadores Noventa minutos de Vinicius Charopem no seu melhor
  • Plantel Demasiada mudança demasiado depressa no Aparecidense
  • Plantel Alyson desentende-se com um colega por causa das exigências
33 Edição

A Crónica de Aparecidense

15/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Pedro Cuiabá em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Aparecidense coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Aparecidense

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luiz Guilherme estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Mercado

Ronald apontado a uma saída

O nome de Ronald não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Aparecidense nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

32 Edição

A Crónica de Aparecidense

08/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Direção

O Aparecidense soletra tudo a João Nogueira

O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. João Nogueira treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.

Plantel

Saimon em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Aparecidense coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Aparecidense e Rodrigo Lugo

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Aparecidense, mais uma semana sem a assinatura de Rodrigo Lugo.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Aparecidense

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alyson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Rodrigo Lugo sem o homem que o contratou

Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Rodrigo Lugo foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.

Mercado

A história de Rodrigo Lugo recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Rodrigo Lugo assinar alguma coisa — um contrato no Aparecidense ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

26 Edição

A Crónica de Aparecidense

25/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Uma fratura deixa Ronald de fora 20 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Aparecidense falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Jogo

Aparecidense cai para o lugar 14

9 pontos e um calendário a esgotar-se. As contas ainda não são cruéis, mas já não são simpáticas.

Plantel

Os ânimos aquecem no Aparecidense

Pedro Cuiabá esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Em resumo

24 Edição

A Crónica de Aparecidense

11/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

O joelho: Gênio fora por 20 dias

20 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Aparecidense perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Plantel

Evolução real de Pedrinho no Aparecidense

A forma vai e vem; esta não foi. Pedrinho tem 20 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.

Plantel

Um desentendimento no Aparecidense

Pedro Cuiabá e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Alvos de mercado

O Aparecidense leva uma nega por Felipe Longo

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Corinthians fica com o seu homem, e o Aparecidense volta a uma lista com um nome riscado.

Mercado

Júnior Assis sobe da formação do Aparecidense

Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Júnior Assis está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.

Plantel

Palavras no treino do Aparecidense sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alison Matheus está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Em resumo

  • O banco Não há esconderijo para Saymon
  • Mercado A história de Rodrigo Lugo recusa-se a morrer
23 Edição

A Crónica de Aparecidense

04/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

As bancadas

Os adeptos organizam-se contra a direção do Aparecidense

Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.

Plantel

O joelho: Gênio fora por 27 dias

27 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Aparecidense perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Plantel

O salto de João Grando é a sério

Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.

Plantel

Os ânimos aquecem no Aparecidense

Saimon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Alvos de mercado

O Ceará avisa o Aparecidense: Lucca não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Plantel

Pedro Cuiabá precisa de um palco maior

Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Aparecidense sabe em que fase está.

O banco

Pedrinho ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Mercado

A conversa sobre Alison Matheus não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Aparecidense sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Mercado

Aparecidense recebe Vinicius Charopem por empréstimo

Uma audição de uma época inteira: o passe continua a ser do Nova Iguaçu, mas a camisola e os minutos são do Aparecidense. Um empréstimo é uma aposta que ambos os clubes acreditam estar a ganhar.

Em resumo

21 Edição

O Arauto de Avaí

21/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Felipe Avenatti parte um osso — 19 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 19 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Mercado

O Avaí diz que não — desta vez

A proposta do Iguatu por Gabriel Simples foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Alvos de mercado

Uma proposta de $630.0K por Tiago

O Avaí foi ao Grêmio com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.

Mercado

Rafael Bilu tem os olhos postos na Europa

Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Avaí lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.

Mercado

Maranhão entra na fila por Gaspar

Mais um nome na lista: o Maranhão fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Gaspar. A resposta do Avaí não mudou — para já.

Plantel

Um desentendimento no Avaí

Gabriel Pires e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Não há lugar para Gabriel Pires no desenho novo

Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Avaí joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.

Alvos de mercado

O Avaí pergunta por Patrick Ouotro

Uma sondagem ao Vitoria Guimaraes para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.

Alvos de mercado

O Avaí pergunta por Charles

Uma sondagem ao Lazio para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.

Em resumo

20 Edição

O Arauto de Avaí

14/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Uma fratura deixa Felipe Avenatti de fora 27 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Avaí falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Mercado

Pedro Cuiabá disse que sim ao Imperatriz

A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Avaí perdeu-o em tudo menos nos papéis.

Alvos de mercado

Começam os papéis de Emiliano Martínez

Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Avaí fez a parte difícil com o Palmeiras, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.

Plantel

Luiz Henrique em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Avaí coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Alvos de mercado

O Avaí pergunta por Edu

Uma sondagem ao Vitória para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.

O banco

Quando importa, Gaspar joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Allyson bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Allyson treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Mercado

A pergunta sobre Alef Manga persegue o Avaí

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Alef Manga. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Plantel

Chega concorrência para Wenderson

Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Avaí não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.

Em resumo

17 Edição

O Arauto de Avaí

23/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

Nicolás Cabral: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Avaí nada responderam, o que também é uma resposta.

Plantel

Um desentendimento no Avaí

Luiz Henrique e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

Avaí fica aquém diante do Athletic Club

O Athletic Club levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.

O banco

Igor Bohn ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Sérgio Barbosa: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑2, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

As bancadas

O foco aperta sobre Igor Bohn

Agora pesa-se cada toque, nos jornais e fora deles. Há quem cresça com isso e há quem se parta em silêncio, e nunca se sabe qual antes de acontecer.

Plantel

Os amarelos apanham Matheus Jussa

Um amarelo a mais, e um jogo visto da bancada. A ausência mais evitável do futebol, e o Avaí vai senti-la no sábado.

Notas dos jogadores

Wesley Gasolina estava imparável

Dribles concretizados: 13. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

O banco

Pedro Cuiabá tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Avaí dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Em resumo

11 Edição

O Arauto de Avaí

12/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

O declínio de Allyson começou

Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 35 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Avaí é como lidar com um homem a quem deve muito.

Plantel

Os ânimos aquecem no Avaí

Luiz Henrique esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Gustavo Corti fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Gustavo Corti e o Avaí acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Plantel

Gustavo Corti não encaixa no Avaí

O sistema mudou e a posição dele não. Um futebolista pode melhorar a forma; não pode melhorar o sistema do treinador, e o problema é todo esse.

Antevisão

Alef Manga defronta o antigo clube

Segue-se o Volta Redonda, e há um homem no balneário do Avaí que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.

O banco

Quando importa, Del Piage joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Pedro Cuiabá bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Avaí, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

O banco

O treinador faz uma promessa a Thayllon

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Avaí. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Mercado

A história de Jean Lucas recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jean Lucas assinar alguma coisa — um contrato no Avaí ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

9 Edição

O Arauto de Avaí

28/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Leonardo Figueiredo parte um osso — 20 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 20 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Mercado

Luiz Henrique tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Avaí já falam dele no passado.

Direção

Luiz Henrique assina pelo Cuiabá ainda ao serviço do Avaí

As regras permitem-no e dói na mesma. Luiz Henrique acertou condições com o Cuiabá para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.

Plantel

Allyson desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Um desentendimento no Avaí

Luiz Henrique e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Avaí

15 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

Notas dos jogadores

Felipe Avenatti encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 14. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

O banco

Wenderson bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Wenderson treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

O banco

O veredicto do treinador

“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Sérgio Barbosa não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Avaí também ninguém o escondia.

Em resumo