Martinelli esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Benjamin Källman está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Bayern Munich fica com o seu homem, e o Köln volta a uma lista com um nome riscado.
A enfermaria confirma 48 dias de paragem para Étienne Borié, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.
Plantel16/08/2027
Uma lesão muscular afasta Fin Stevens durante 14 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Köln vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Alessio Castro-Montes pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Dominic Calvert-Lewin assinar alguma coisa — um contrato no Köln ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
A proposta do Mainz 05 por Mathias Pereira Lage foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Fin Stevens era uma das razões por que as pessoas vinham, e $3.9M não substitui isso sozinho.
A proposta seguiu esta semana para o Hertha BSC, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Kaiserslautern queria mais do que $250.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Plantel19/07/2027
Raphael Obermair desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Werder Bremen fica com o seu homem, e o St. Pauli volta a uma lista com um nome riscado.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Martijn Kaars assinar alguma coisa — um contrato no St. Pauli ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Raphael Obermair tem de reconquistar o que julgava seu. O St. Pauli não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Ninguém no clube vai dizer em voz alta para quem é esta contratação, que é exatamente como se percebe para quem é. Benjamin Källman chegou para ficar com uma camisola que alguém ainda veste.
A perseguição a Fin Stevens terminou com $3.9M a mudar de mãos e o St. Pauli sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Benjamin Källman estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Köln vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Verba acordada, salário acordado, e o Köln à espera com uma camisola. No St. Pauli ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Joel Chima Fujita e o St. Pauli acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O St. Pauli foi ao Kaiserslautern com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
$55.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Nürnberg pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raphael Obermair estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Bayern Munich fica com o seu homem, e o St. Pauli volta a uma lista com um nome riscado.
O Hannover 96 aceitou o dinheiro. O que o Köln ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
O Union Berlin não queria vender e o número é a razão por que o fez. $9.1M por Matheo Raab, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
O Köln ofereceu $13.4M; o SC Freiburg disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Köln fez a parte difícil com o St. Pauli, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
41 dias com a cadeira livre, uma lista de nomes que cresce e encolhe todos os dias, e nem uma assinatura. Cada semana que passa retira dela os melhores candidatos.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Imad Rondić e o Köln acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O Köln perguntou e o Bayern Munich disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do St. Pauli está a esgotar-se.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Lars Winter treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
O Hertha BSC queria mais do que $420.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O St. Pauli foi ao Nürnberg com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Jonathan Macaulay agiu, no St. Pauli, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Plantel05/07/2027
Raphael Obermair desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O aperto de mão com o Union Berlin está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
O negócio mais incómodo que um clube faz é contratar a resposta de amanhã enquanto a de hoje ainda está no edifício. Heinz Wober vem do Stripfing exatamente para isso, e da passagem de testemunho ninguém falará em público.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Heinz Wober agiu, no Köln, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Martinelli e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
18 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O St. Pauli perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o St. Pauli lida com um homem que quer outro país.
Plantel05/04/2027
Palavras no treino do St. Pauli sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raphael Obermair está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
25 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O St. Pauli perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel29/03/2027
Palavras no treino do St. Pauli sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raphael Obermair está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ben Voll, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Connor Metcalfe treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No St. Pauli ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o St. Pauli terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Karol Mets lesiona os ligamentos do joelho — 20 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 20 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.27 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no St. Pauli sabem-no.
Plantel15/03/2027
Raphael Obermair desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Jackson Irvine. 2‑1 sobre o Werder Bremen, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Benjamin Goller e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
44 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O St. Pauli perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel22/02/2027
Palavras no treino do St. Pauli sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raphael Obermair está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ricky-Jade Jones e o St. Pauli acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Karol Mets lesiona os ligamentos do joelho — 76 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 76 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que St. Pauli podem fingir não ter ouvido.
Plantel25/01/2027
Palavras no treino do St. Pauli sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raphael Obermair está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O St. Pauli perguntou e o Atlético Madrid disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Empate aos 86 minutos, depois de uma tarde que o St. Pauli tinha praticamente arrumada. O SC Freiburg vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no St. Pauli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Avaliado com 7.85. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em St. Pauli, e 7 jogos em 21 dizem que merece ser ouvido.
Perguntou-se ao Holstein Kiel se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dynamo Dresden, e não vai ser retirado.
O negócio com o Bayer Leverkusen está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Carl Johansson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O TSG Hoffenheim fica com o seu homem, e o Dynamo Dresden volta a uma lista com um nome riscado.
Aos 38 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
A raiva no Dynamo Dresden transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Dynamo Dresden pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Plantel07/12/2026
Carl Johansson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Jakob Lemmer. 1‑0 sobre o Kaiserslautern, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thomas Keller, e o treinador deixou.
Não se vê o fim da espera do St. Pauli por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no St. Pauli tem de arrancar um resultado de algum lado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raphael Obermair estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Anthony Racioppi, e o treinador deixou.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o Bayern Munich.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dynamo Dresden falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel16/11/2026
Palavras no treino do Dynamo Dresden sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Carl Johansson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Vincent Vermeij esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Dynamo Dresden foi explícito quanto à situação de Niklas Hauptmann, o que é mais do que muitos recebem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.83 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Dribles concretizados: 24. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel02/11/2026
Palavras no treino do St. Pauli sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raphael Obermair está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em St. Pauli, e 4 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
«49 internacionalizações são mais do que alguma vez esperei, e está na hora de serem de outro.» Aos 38 acabou com a selecção e está longe de acabar com o St. Pauli.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Dynamo Dresden pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Plantel12/10/2026
40 dias de fora para Robin Meißner depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dynamo Dresden vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Plantel12/10/2026
Palavras no treino do Dynamo Dresden sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Carl Johansson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Christoph Daferner e o Dynamo Dresden acertam mais 3 anos.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Dynamo Dresden terá de responder com minutos ou com uma transferência.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Pierre Nadjombe treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Niklas Hauptmann assinar alguma coisa — um contrato no Dynamo Dresden ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
0‑3 para o Borussia Dortmund, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No St. Pauli ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Plantel05/10/2026
Palavras no treino do St. Pauli sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raphael Obermair está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do St. Pauli daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Dynamo Dresden segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aos 38 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
59 dias de fora para Robin Meißner depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dynamo Dresden vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Jogo26/09/2026
Não se vê o fim da espera do Dynamo Dresden por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Dynamo Dresden tem de arrancar um resultado de algum lado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Robert Wagner estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Vincent Vermeij e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Dynamo Dresden, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 66 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Plantel21/09/2026
Carl Johansson desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nils Fröling e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
12 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O treinador tem uma lista e a direção pôs-lhe uma condição. Não é uma crise — metade do futebol funciona assim — mas decide qual dos dois leva a sua avante em agosto.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Alexander Rossipal: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Dynamo Dresden a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O VfB Stuttgart fica com o seu homem, e o St. Pauli volta a uma lista com um nome riscado.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $4.2M porque Anthony Racioppi é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Raphael Obermair estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Cada toque pesado, cada frase dissecada, cada erro repetido. Há jogadores que crescem com isso; há outros que acabam com isso, sem alarido; e só depois se sabe quais.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O St. Pauli não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 97 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dynamo Dresden já se começa a dizer o nome dele no passado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Carl Johansson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel24/08/2026
7 caras novas e o Dynamo Dresden ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O Dynamo Dresden já telefonou ao Bayer Leverkusen. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.