17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Lokomotiva Zagreb perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Lokomotiva Zagreb já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiva Zagreb ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o HNK Rijeka fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Marko Vešović esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Lokomotiva Zagreb perguntou e o Dinamo Zagreb disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel31/07/2028
Butta Magomedov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Marko Vešović lesiona os ligamentos do joelho — 32 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 32 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o Segesta à espera com uma camisola. No Lokomotiva Zagreb ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
As bancadas17/07/2028
Os adeptos revoltam-se com a venda de Marko Batur por $990.0K
Vai para o NK Osijek, o clube tem $990.0K que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lokomotiva Zagreb podem fingir não ter ouvido.
A proposta seguiu esta semana para o HNK Rijeka, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Mais um nome na lista: o ND Gorica fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Petar Andrić. A resposta do Lokomotiva Zagreb não mudou — para já.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hajduk Split fica com o seu homem, e o Lokomotiva Zagreb volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel17/07/2028
Butta Magomedov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que HNK Vukovar 1991 podem fingir não ter ouvido.
A formação existe exatamente para esta manhã. Fran Petkovic passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Petar Livaja é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
O HNK Vukovar 1991 já telefonou ao HNK Rijeka. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O HNK Vukovar 1991 já telefonou ao Hajduk Split. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Perguntou-se ao Lokomotiva Zagreb se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
48 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Lokomotiva Zagreb perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Lokomotiva Zagreb já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Lokomotiva Zagreb e o HNK Rijeka acertaram em $1.6M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Franjo Posavac foi-se, as contas têm $510.0K a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Lokomotiva Zagreb fez a parte difícil com o HNK Rijeka, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no HNK Rijeka ninguém diz, e no Lokomotiva Zagreb ninguém gosta de estar a adivinhar.
Marko Vešović esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Marko Vešović lesiona os ligamentos do joelho — 56 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 56 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Lokomotiva Zagreb perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Hrvace tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lokomotiva Zagreb podem fingir não ter ouvido.
O telefone voltou a tocar por causa de Gentrit Salihu, e desta vez do outro lado está o Solin. No Lokomotiva Zagreb ouvem com educação e não prometem nada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Butta Magomedov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Marko Vešović lesiona os ligamentos do joelho — 64 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 64 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Leon Belcar não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Lokomotiva Zagreb perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Lokomotiva Zagreb falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Feta Fetai foi-se, as contas têm $2.9M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
Marko Vešović e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Subida confirmada e matemática, e uma cidade que hoje não vai dormir muito. Tenha esta época tido o que teve, termina uma divisão acima de onde começou.
Plantel05/06/2028
Marko Vešović lesiona os ligamentos do joelho — 80 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 80 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 30 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiva Zagreb ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Marko Vešović esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Feta Fetai estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
95 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Lokomotiva Zagreb perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Lokomotiva Zagreb falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiva Zagreb coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Butta Magomedov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Vejo todos os jogos do Lokomotiva Zagreb daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Uljanik Pula segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Petar Andrić treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
126 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Lokomotiva Zagreb perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 75 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gojko Jelić será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiva Zagreb as despedidas começaram em silêncio.
Marko Vešović e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Butta Magomedov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Lokomotiva Zagreb, e 0 jogos em 15 dizem que merece ser ouvido.
O banco24/04/2028
Marko Batur tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Lokomotiva Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Lokomotiva Zagreb sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Marko Vešović lesiona os ligamentos do joelho — 140 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 140 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Lokomotiva Zagreb vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Butta Magomedov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Darío e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Lokomotiva Zagreb, e 0 jogos em 13 dizem que merece ser ouvido.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Em resumo
O bancoLeon Belcar pede uma conversa com o treinador
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Lokomotiva Zagreb falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiva Zagreb ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Marko Vešović e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Attila Temesvári acabou de assinar pelo Lokomotiva Zagreb e, por uma vez, a resposta importava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Butta Magomedov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Vejo todos os jogos do Lokomotiva Zagreb daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no NK Osijek segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mirko Marić, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Darío treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os golos continuam a chegar do exílio de Dušan Vuković
26 golos em 30 jogos no Segesta — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Lokomotiva Zagreb alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Marko Rog e o Lokomotiva Zagreb acertam mais 2 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dmitriy Prischepa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Lokomotiva Zagreb sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiva Zagreb ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Emprestados27/12/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Dušan Vuković
16 golos em 20 jogos no Segesta — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Lokomotiva Zagreb alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Darío e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um amarelo a mais, e um jogo visto da bancada. A ausência mais evitável do futebol, e o Lokomotiva Zagreb vai senti-la no sábado.
O banco27/12/2027
Matija Subotić tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Lokomotiva Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Lokomotiva Zagreb marcou aos 91, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiva Zagreb coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os golos continuam a chegar do exílio de Dušan Vuković
13 golos em 17 jogos no Segesta — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Lokomotiva Zagreb alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Lokomotiva Zagreb não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Trnje tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Verba acordada, salário acordado, e o Uljanik Pula à espera com uma camisola. No Lokomotiva Zagreb ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
19 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marko Batur estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
27 jogos longe de casa e 13 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.
Emprestados10/05/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Noel Đurković
9 golos em 29 jogos no Kustosija — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Lokomotiva Zagreb alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Lokomotiva Zagreb. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Filip Krušelj assinar alguma coisa — um contrato no Lokomotiva Zagreb ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Lokomotiva Zagreb pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiva Zagreb ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Marko Vešović e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ibrahim Sabra está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nada reinicia uma carreira como alguém que não escolheu a equipa na época passada. Marko Vešović percebeu a deixa, e o Lokomotiva Zagreb está a receber uma versão dele que o regime anterior tinha deixado de ver.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Lokomotiva Zagreb sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
PlantelMario Šitum passa a ter um programa só dele
Marko Vešović e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
11 dias com a cadeira livre, uma lista de nomes que cresce e encolhe todos os dias, e nem uma assinatura. Cada semana que passa retira dela os melhores candidatos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ibrahim Sabra estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Emprestados12/04/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Marko Batur
13 golos em 27 jogos no Hrvatski Dragovoljac — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Lokomotiva Zagreb alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Emprestados12/04/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Noel Đurković
9 golos em 29 jogos no Kustosija — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Lokomotiva Zagreb alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Lokomotiva Zagreb, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
84 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Lokomotiva Zagreb perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Marko Rog agarrou este contra o Slaven Belupo. 2‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Lokomotiva Zagreb.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Goran Modric treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Marko Rog produziu-o, e o 8.40 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Lokomotiva Zagreb pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
O negócio que levaria Krunoslav Hendija para o Cibalia caiu na fase final e ele reapresenta-se no Lokomotiva Zagreb com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ibrahim Sabra estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
132 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Lokomotiva Zagreb perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Marko Vešović e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel28/12/2026
Ibrahim Sabra desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Vitória por 3‑2 sobre o Jarun Zagreb, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiva Zagreb coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Mate Antunović tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Notas dos jogadores14/12/2026
Marko Rog jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.14. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Oliver Heiðarsson, e o treinador deixou.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Lokomotiva Zagreb disse a Mirko Sušak que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Em resumo
Emprestados9 golos por empréstimo para Marko Batur
O bancoMeio satisfeito: Goran Modric sobre o empate
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Aleksandar Trajkovski. 3‑1 sobre o Slaven Belupo, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiva Zagreb coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Jakov-Anton Vasilj tem a sua resposta do Lokomotiva Zagreb; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
O banco02/11/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Goran Modric, sobre uma vitória por 3‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Fran Karačić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Vejo todos os jogos do Lokomotiva Zagreb daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Hrvatski Dragovoljac segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
10 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Lokomotiva Zagreb disse a Mirko Sušak que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Lokomotiva Zagreb, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.