53 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O West Ham United perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Carlos Baleba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nathan Fogaça, e o treinador deixou.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Plantel15/11/2032
Papus Ouattara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Segue-se o Wolverhampton, e há um homem no balneário do West Ham United que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
21 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O West Ham United perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
2 defendidos dos onze metros, e um estádio que vai descrever cada um deles durante vinte anos. Um guarda-redes precisa de uma noite assim numa carreira, e foi esta.
Vitória por 0‑0 sobre o Bolton Wanderers, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do West Ham United, e não vai ser retirado.
As regras permitem-no e dói na mesma. Harry Montague acertou condições com o AFC Wimbledon para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no West Ham United coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Vykintas Sernas lesiona os ligamentos do joelho — 28 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 28 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de West Ham United ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no West Ham United coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no West Ham United sabem-no.
Todas as carreiras longas chegam à semana em que se pensa na última. Ele gostava que fosse onde começou, e o West Ham United sabe agora que esse pensamento chegou.
Disseram uma coisa a Noah Okafor e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Trevan Sanusi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
35 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O West Ham United perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan Pablo De la Reta estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco25/10/2032
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Carlos Baleba. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Carlos Baleba: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o West Ham United a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
42 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O West Ham United perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Carlos Baleba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ryan McAidoo. 2‑0 sobre o Ipswich Town, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o West Ham United lida com um homem que quer outro país.
Um mês a procurar lá fora acabou onde tinha começado. Já sabe todos os nomes da casa; o resto tem agora de o provar em público.
Plantel04/10/2032
Vykintas Sernas lesiona os ligamentos do joelho — 56 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 56 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Carlos Baleba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no West Ham United a ouviu como outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan Pablo De la Reta estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
63 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O West Ham United perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Newcastle United vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O West Ham United foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
2 golos em vinte minutos com Trai Hume no meio de tudo, e o Newcastle United sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
12 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
A história da ambição ao contrário, a que ninguém conta: um futebolista a pedir um palco mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vire. Não é fraqueza e é quase sempre contada como se fosse.
70 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O West Ham United perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de West Ham United foi explícito quanto à situação de Trai Hume, o que é mais do que muitos recebem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan Pablo De la Reta estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Michael Zetterer e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel20/09/2032
Um clube mais pequeno assentaria agora a Trai Hume
Já teve barulho que chegue. Se o West Ham United pode ser um sítio mais calmo para ele, ou se a única cura é sair para onde os programas de rádio são mais brandos, decide-se nos próximos meses.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Vykintas Sernas lesiona os ligamentos do joelho — 77 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 77 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
1‑4 para o Tottenham, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O West Ham United pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do West Ham United, e não vai ser retirado.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.72 para o resto.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Papus Ouattara será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no West Ham United as despedidas começaram em silêncio.
Trai Hume esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O West Ham United ofereceu $590.0K; o Sunderland disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
84 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O West Ham United perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que West Ham United podem fingir não ter ouvido.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Trai Hume regressa a West Ham United com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 29, saíram 27, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Carlos Baleba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Ismail Diallo agiu, no West Ham United, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O West Ham United perguntou e o Manchester City disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
91 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O West Ham United perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que West Ham United podem fingir não ter ouvido.
O West Ham United perguntou e o Ipswich Town disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Verba acordada, salário acordado, e o Salford City à espera com uma camisola. No West Ham United ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O West Ham United ofereceu $1.3M; o Aston Villa disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Vykintas Sernas lesiona os ligamentos do joelho — 112 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 112 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No West Ham United ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o West Ham United lida com um homem que quer outro país.
Carlos Baleba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O West Ham United foi ao Sunderland com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O West Ham United perguntou e o Wycombe Wanderers disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juan Pablo De la Reta está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em West Ham United, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
62 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O West Ham United perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A proposta do Arsenal por Alejandro Garnacho foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do West Ham United está a esgotar-se.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de West Ham United ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No West Ham United ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O West Ham United fez a parte difícil com o Everton, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Mohamadou Kanté esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Vangelis Noikokyrakis está a viver essa versão no West Ham United, e costuma notar-se no primeiro mês.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 69 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que West Ham United podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Reindorf Huncho será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no West Ham United as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alejandro Garnacho estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alejandro Garnacho, e o treinador deixou.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Wrexham fica com o seu homem, e o West Ham United volta a uma lista com um nome riscado.
Em resumo
Plantel10 caras novas e o West Ham United ainda se está a conhecer
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 83 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $5.9M porque Yunus Emre Konak é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que West Ham United podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Harrogate Town por Shayden Morris foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Carlos Baleba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
41 dias com a cadeira livre, uma lista de nomes que cresce e encolhe todos os dias, e nem uma assinatura. Cada semana que passa retira dela os melhores candidatos.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $6.5M — um clube que quer Yunus Emre Konak ao ponto de perguntar duas vezes.
As regras permitem-no e dói na mesma. Reindorf Huncho acertou condições com o Nottingham Forest para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do West Ham United sobre quem trabalha
Verba acordada, salário acordado, e o Tottenham à espera com uma camisola. No West Ham United ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 90 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que West Ham United podem fingir não ter ouvido.
A proposta seguiu esta semana para o Brentford, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $1.2M do que o West Ham United pagou por Brendan Wiredu é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No West Ham United ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 97 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O West Ham United foi ao Fulham com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Carlos Baleba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $8.4M — um clube que quer Hannibal ao ponto de perguntar duas vezes.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alejandro Garnacho, e o treinador deixou.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Brendan Wiredu será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no West Ham United as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no West Ham United coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Jogo22/05/2032
Não se vê o fim da espera do West Ham United por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no West Ham United tem de arrancar um resultado de algum lado.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ryan McAidoo, e o treinador deixou.
O banco24/05/2032
Marezi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no West Ham United dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yu Hirakawa será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no West Ham United as despedidas começaram em silêncio.
Carlos Baleba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não há pior forma de perder um futebolista. Yu Hirakawa pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan Pablo De la Reta estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bautista Dadín, e o treinador deixou.
A história da ambição ao contrário, a que ninguém conta: um futebolista a pedir um palco mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vire. Não é fraqueza e é quase sempre contada como se fosse.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 0‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do West Ham United, e não vai ser retirado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rumarn Burrell será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no West Ham United as despedidas começaram em silêncio.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O West Ham United pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Brendan Wiredu será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no West Ham United as despedidas começaram em silêncio.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Carlos Baleba marcou, foi avaliado com 7.54 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Mohamadou Kanté e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan Pablo De la Reta estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
10 ações combinadas e 6.69. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Yago De Vito quer futebol continental; se o West Ham United o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 9 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
0‑3 para o Manchester City, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Brandon Thomas-Asante será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no West Ham United as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no West Ham United coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan Pablo De la Reta estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tomáš Souček, e o treinador deixou.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Mamour N'Diaye chama-lhe outra coisa em privado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Preston Fearon será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no West Ham United as despedidas começaram em silêncio.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No West Ham United ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Carlos Baleba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não há pior forma de perder um futebolista. Rumarn Burrell pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan Pablo De la Reta estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do West Ham United, e não vai ser retirado.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Brendan Wiredu será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no West Ham United as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no West Ham United coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco29/03/2032
Marezi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no West Ham United dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alejandro Garnacho assinar alguma coisa — um contrato no West Ham United ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
O clube procurou lá fora durante um mês, não encontrou nada de que gostasse mais e entregou o cargo a quem já o estava a fazer. Conhece a casa; falta provar que conhece o resto.
0‑3 para o Tottenham, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Carlos Baleba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em West Ham United fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No West Ham United ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Michael Zetterer e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juan Pablo De la Reta está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O erro de um defesa alguém arruma; o de um guarda-redes acaba lá dentro. Soube antes de a bola cruzar a linha, e o estádio inteiro também.
O banco15/03/2032
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑3, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No West Ham United ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Preston Fearon pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Michael Zetterer e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan Pablo De la Reta estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Jack Clarke quer futebol continental; se o West Ham United o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
15 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O West Ham United perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
3‑1 frente ao Aarau, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do West Ham United, e não vai ser retirado.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No West Ham United ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Cam Bragg marcou, foi avaliado com 7.72 e voltou antes de alguém dar pela falta.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
As regras permitem-no e dói na mesma. Brendan Wiredu acertou condições com o Wolverhampton para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
29 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O West Ham United perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Carlos Baleba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O West Ham United perguntou e o Ipswich Town disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juan Pablo De la Reta está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do West Ham United já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no West Ham United falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Martin Sherif produziu-o, e o 8.34 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que West Ham United podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Chesterfield por Brendan Wiredu foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Michael Zetterer e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que West Ham United podem fingir não ter ouvido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no West Ham United falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do West Ham United está a esgotar-se.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no West Ham United coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no West Ham United falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No West Ham United ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Amara Nallo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Michael Zetterer.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Amara Nallo, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no West Ham United falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Carlos Baleba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No West Ham United ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de West Ham United ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mamour N'Diaye, e o treinador deixou.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no West Ham United sabem-no.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Noah continuou a vir porque nada o travou, e ao West Ham United vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 67 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o West Ham United lida com um homem que quer outro país.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no West Ham United coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Vitória por 3‑2 sobre o Blackpool, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Plantel24/11/2031
74 dias de fora para Laros Duarte depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O West Ham United vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Carlos Baleba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
81 dias de fora para Laros Duarte depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O West Ham United vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No West Ham United ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No West Ham United ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
A história da ambição ao contrário, a que ninguém conta: um futebolista a pedir um palco mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vire. Não é fraqueza e é quase sempre contada como se fosse.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Alejandro Garnacho está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em West Ham United, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Carlos Baleba. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
2‑0 frente ao Servette, e uma exibição que será descrita durante o resto da época a quem não esteve lá. Alejandro Garnacho está no centro dessa descrição.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 88 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Carlos Baleba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o West Ham United lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 11 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que West Ham United podem fingir não ter ouvido.
Plantel03/11/2031
95 dias de fora para Laros Duarte depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O West Ham United vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no West Ham United coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mamour N'Diaye lesiona os ligamentos do joelho — 34 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 34 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
2‑1 frente ao Samsunspor, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no West Ham United coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o West Ham United lida com um homem que quer outro país.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No West Ham United ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Carlos Baleba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
3‑0 frente ao Noah, numa noite que vai ser revista neste clube durante uma geração. As reputações europeias fazem-se em noites soltas, e esta foi a noite.
O clube procurou lá fora durante um mês, não encontrou nada de que gostasse mais e entregou o cargo a quem já o estava a fazer. Conhece a casa; falta provar que conhece o resto.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O West Ham United pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que West Ham United podem fingir não ter ouvido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Michael Zetterer, e o treinador deixou.
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Carlos Baleba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no West Ham United sabem-no.
9 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Um erro de guarda-redes não tem defesa atrás que o limpe. Soube-o antes de a bola passar a linha, o estádio soube-o um segundo depois, e esta noite não há nada que alguém possa dizer.
Em resumo
O bancoA vista do banco
MercadoMike Trésor está livre para procurar outro sítio
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Martin Sherif
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que West Ham United podem fingir não ter ouvido.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O West Ham United pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
As regras permitem-no e dói na mesma. Mike Trésor acertou condições com o Sunderland para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Trai Hume e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O West Ham United ofereceu $750.0K; o Newcastle United disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Verba acordada, salário acordado, e o West Bromwich Albion à espera com uma camisola. No West Ham United ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O West Ham United foi ao Brentford com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A perseguição a Papus Ouattara terminou com $2.2M a mudar de mãos e o Cardiff City sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no West Ham United a ouviu como outra coisa.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Cardiff City fica com o seu homem, e o West Ham United volta a uma lista com um nome riscado.
A proposta seguiu esta semana para o Newcastle United, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no West Ham United coisas que levam mais de uma semana a retirar.
18 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O West Ham United perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A proposta ficou muito aquém e em West Ham United não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.
Plantel14/07/2031
Luca Bombino consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Luca Bombino acabou de assinar pelo West Ham United e, por uma vez, a resposta importava.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no West Ham United a ouviu como outra coisa.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Cardiff City fica com o seu homem, e o West Ham United volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No West Ham United ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no West Ham United coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No West Ham United ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
25 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O West Ham United perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em West Ham United toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do West Ham United já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que West Ham United podem fingir não ter ouvido.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Juan Pablo De la Reta está a viver essa versão no West Ham United, e costuma notar-se no primeiro mês.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No West Ham United ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O West Ham United perguntou e o Derby County disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O West Ham United perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o Sheffield Wednesday à espera com uma camisola. No West Ham United ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $237.1K do que o West Ham United pagou por Mateo Joseph é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
$6.0M era o máximo que o clube pagaria, e o Newcastle United pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Wrexham fica com o seu homem, e o West Ham United volta a uma lista com um nome riscado.
O Chelsea perguntou e o Inter disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Chelsea foi ao Leeds United com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Chelsea já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Lewis Ferguson não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
O Chelsea ofereceu $5.3M; o West Ham United disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chelsea coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
39 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O West Ham United perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Sheffield Wednesday à espera com uma camisola. No West Ham United ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O West Ham United foi ao Newcastle United com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Aston Villa fica com o seu homem, e o West Ham United volta a uma lista com um nome riscado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $6.7M — um clube que quer Yukinari Sugawara ao ponto de perguntar duas vezes.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Real Madrid fica com o seu homem, e o Chelsea volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Chelsea já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta do Liverpool por Viktor Gyökeres foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
$20.9M era o máximo que o clube pagaria, e o Millwall pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O Bournemouth pagou $20.6M e o Chelsea aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 16 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
Plantel16/06/2031
James Garner consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. James Garner acabou de assinar pelo Chelsea e, por uma vez, a resposta importava.
Vinícius Júnior esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Verba acordada, salário acordado, e o Reading à espera com uma camisola. No West Ham United ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que West Ham United podem fingir não ter ouvido.
A perseguição a Ryan McAidoo terminou com $4.7M a mudar de mãos e o Fulham sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O West Ham United perguntou e o Brentford disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O West Ham United ofereceu $1.1M; o Everton disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Manchester United aceitou o dinheiro. O que o Chelsea ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Chelsea perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Manchester City por Dastan Sätpayev foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Chelsea lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Vinícius Júnior e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $23.8M — um clube que quer Matheus Nunes ao ponto de perguntar duas vezes.
36 golos e uma média de 7.86 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Posição 2, 86 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chelsea coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Vinícius Júnior esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
17 golos em 41 jogos no Cardiff City — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Chelsea alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
9 golos e uma média de 7.34 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
O Chelsea torna a sua casa um sítio difícil de visitar
20 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Uma média de 7.72 na época, com 26 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Chelsea já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Já são 7 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
O Chelsea e o Sunderland acertaram em $17.5M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Verba acordada, salário acordado, e o Coventry City à espera com uma camisola. No Chelsea ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Viktor Gyökeres produziu-o, e o 8.76 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O Chelsea foi ao Manchester United com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
18 golos e uma média de 7.60 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.