Minuto 94. Alejandro Garnacho encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Brentford passou do ponto ao nada num só movimento.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ronnie Hollingshead será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Aston Villa as despedidas começaram em silêncio.
Uma média de 7.47 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Boubacar Kamara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel22/02/2027
Amadou Onana desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Alejandro Garnacho. 3‑2 sobre o Brentford, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Brayan León, e o treinador deixou.
21 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Aston Villa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Aston Villa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.
O banco15/02/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Paul Palmer a uma sala que já as tinha ouvido.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco15/02/2027
Neste momento há alguém melhor do que Tyrone Mings
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
29 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Aston Villa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Amadou Onana produziu-o, e o 8.49 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O Aston Villa perguntou e o Burnley disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” John McGinn e o Aston Villa acertam mais 2 anos.
7 golos num jogo, Amadou Onana na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Aston Villa nem ao Crystal Palace.
Uma média de 7.44 na época, com 10 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Amadou Onana estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Notas dos jogadoresTammy Abraham em notas de excelência
Notas dos jogadoresNoventa minutos de John McGinn no seu melhor
36 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Aston Villa perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Aston Villa já se começa a dizer o nome dele no passado.
$6.6M era o máximo que o clube pagaria, e o Birmingham pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Direção01/02/2027
Fecha o mercado: 3 entradas, 2 saídas no Aston Villa
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 3, saíram 2, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Boubacar Kamara e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Aston Villa lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Plantel01/02/2027
Amadou Onana desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
18 dias de fora para Diego Costa depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Aston Villa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Ipswich Town queria mais do que $11.9M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Aston Villa pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Plantel25/01/2027
Uma transferência que Antonín Kinský teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Antonín Kinský está a viver essa versão no Aston Villa, e costuma notar-se no primeiro mês.
Zion Suzuki esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O CSKA Moscow fica com o seu homem, e o Aston Villa volta a uma lista com um nome riscado.
Uma média de 7.37 na época, com 7 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Pau Torres, e o treinador deixou.
25 dias de fora para Diego Costa depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Aston Villa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Tottenham queria mais do que $46.4M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
A proposta do Manchester United por Ian Maatsen foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A camisola ainda lhe serve. Tom Heaton está de volta ao Aston Villa, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Aston Villa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel18/01/2027
Tom Heaton consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Tom Heaton acabou de assinar pelo Aston Villa e, por uma vez, a resposta importava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Amadou Onana estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A primeira derrota em 4 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Manchester United; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 35 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Alejandro Garnacho produziu-o, e o 8.67 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Aston Villa já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Aston Villa foi ao Ipswich Town com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Ninguém no clube vai dizer em voz alta para quem é esta contratação, que é exatamente como se percebe para quem é. Brayan León chegou para ficar com uma camisola que alguém ainda veste.
O Aston Villa foi ao Tottenham com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Hull City queria mais do que $4.5M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
O aperto de mão com o Mamelodi Sundowns está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Plantel04/01/2027
43 dias de fora para Diego Costa depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Aston Villa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Aston Villa foi ao Ajax Cape Town com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Aston Villa marcou aos 95, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
O Aston Villa foi ao Southampton com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
$3.4M era o máximo que o clube pagaria, e o Crystal Palace pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Aston Villa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Nicolas Jackson produziu-o, e o 9.34 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Ayden Heaven não precisou: 7.91, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Boubacar Kamara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel28/12/2026
Amadou Onana desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 60 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Plantel21/12/2026
Amadou Onana desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Aston Villa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 18. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
O banco21/12/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Paul Palmer, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 69 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
1‑2 frente ao Stoke City, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Zion Suzuki e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Lamine Cissé tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Lamine Cissé pôs o Aston Villa de novo em igualdade em 1 minutos, e o Stoke City nunca chegou a jogar com vantagem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Aston Villa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Zion Suzuki e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel07/12/2026
Amadou Onana desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Tyrone Mings e o Aston Villa acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Em resumo
O bancoMeio satisfeito: Paul Palmer sobre o empate
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Matteo Ruggeri
O bancoDiego Costa pede uma conversa com o treinador
18Edição
O Correio de Aston Villa
30/11/2026
Do nosso correspondente de futebolTriunfo
Plantel30/11/2026
87 dias de fora para Diego Costa depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Aston Villa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Boubacar Kamara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel30/11/2026
Amadou Onana desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alejandro Garnacho, e o treinador deixou.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm daqueles dias de John McGinn
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Aston Villa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Aston Villa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Avaliado com 8.29. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Aston Villa.
O banco23/11/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Paul Palmer foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Pau Torres treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Aston Villa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Boubacar Kamara e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Amadou Onana estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 11 ações combinadas e uma nota de 6.92, e nenhuma delas entrará num resumo.
A primeira derrota em 4 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Manchester City; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
4 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
O banco16/11/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Paul Palmer escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
JogoPonto ganho ou dois perdidos para o Aston Villa?
O bancoAlysson Edward tornou-se um homem de confiança do treinador
15Edição
O Correio de Aston Villa
09/11/2026
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel09/11/2026
111 dias de fora para Diego Costa depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Aston Villa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Boubacar Kamara e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel09/11/2026
Palavras no treino do Aston Villa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Amadou Onana está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
120 dias de fora para Diego Costa depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Aston Villa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Alysson Edward agarrou este contra o Leyton Orient. 2‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Aston Villa.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 124. O Leyton Orient vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Alysson Edward não precisou: 8.23, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Jogo31/10/2026
Ninguém quer jogar contra o Aston Villa neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Aston Villa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Tammy Abraham. 3‑1 sobre o Sunderland, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
127 dias de fora para Diego Costa depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Aston Villa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Aston Villa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel26/10/2026
Palavras no treino do Aston Villa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Amadou Onana está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Johan Manzambi e o Aston Villa acertam mais 5 anos.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Paul Palmer podia dar-se ao luxo de ser generoso.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco26/10/2026
Neste momento há alguém melhor do que Tyrone Mings
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 135 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Zion Suzuki e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 8 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel19/10/2026
Palavras no treino do Aston Villa sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Amadou Onana está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
143 dias de fora para Diego Costa depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Aston Villa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Boubacar Kamara e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel12/10/2026
5 jogadores do Aston Villa ao serviço das seleções
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 5 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Aston Villa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Dribles concretizados: 27. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Boubacar Kamara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Amadou Onana estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 158 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
19 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Aston Villa perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Minuto 90. Nicolas Jackson encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Crystal Palace passou do ponto ao nada num só movimento.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Aston Villa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Aston Villa falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 27 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Boubacar Kamara e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
172 dias de fora para Diego Costa depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Aston Villa vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Amadou Onana e o Aston Villa acertam mais 5 anos.
Plantel14/09/2026
Amadou Onana desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nicolas Jackson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alysson Edward, e o treinador deixou.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Aston Villa vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Philadelphia Union pode já não estar a vender.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Tyrone Mings regressa a Aston Villa com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Direção07/09/2026
O Aston Villa fecha o mercado com um plantel feito por si
9 entradas e 4 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Zion Suzuki esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Amadou Onana estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Alejandro Garnacho. 2‑1 sobre o Manchester United, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Alejandro Garnacho tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm daqueles dias de Tammy Abraham
O Aston Villa e o Philadelphia Union acertaram em $12.9M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
A perseguição a Lewis Travis terminou com $15.9M a mudar de mãos e o Derby County sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Lewis Travis agiu, no Aston Villa, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Nicolas Jackson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Toda a gente deixou de fingir: o Chelsea vai fazer a chamada por Tyrone Mings esta semana. O Aston Villa tem um número em mente, e o número não é tímido.
A proposta seguiu esta semana para o Derby County, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
$16.3M era o máximo que o clube pagaria, e o Wrexham pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Boubacar Kamara e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ian Maatsen e o Aston Villa acertam mais 4 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Amadou Onana estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Liverpool fica com o seu homem, e o Aston Villa volta a uma lista com um nome riscado.
O Aston Villa ofereceu $6.1M; o Crystal Palace disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Qualquer balneário sabe ler uma contratação destas. Lamine Cissé não veio esperar indefinidamente, e o homem cujo lugar ele foi comprado para ocupar sabe-o melhor do que ninguém.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Lamine Cissé agiu, no Aston Villa, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Boubacar Kamara e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Direção17/08/2026
1 jogadores da formação sobem à equipa principal do Aston Villa
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Plantel17/08/2026
Amadou Onana desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Aston Villa ofereceu $13.0M; o Brentford disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Ayden Heaven agiu, no Aston Villa, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Aston Villa coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Brian Madjo e o Aston Villa acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O Aston Villa perguntou e o Tottenham disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A formação existe exatamente para esta manhã. Christopher Wright passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Richard Henderson está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Jonathan Murphy é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Em resumo
PlantelNo Aston Villa ainda são estranhos uns para os outros
$33.0M era o máximo que o clube pagaria, e o Chelsea pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Plantel03/08/2026
Uma transferência que Diego Costa teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Diego Costa está a viver essa versão no Aston Villa, e costuma notar-se no primeiro mês.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Leon Goretzka e o Aston Villa acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Boubacar Kamara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Aston Villa ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Emiliano Buendía quer futebol continental; se o Aston Villa o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Los Angeles Football Club fica com o seu homem, e o Aston Villa volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel03/08/2026
Amadou Onana desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.