Já são 16 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no New York Red Bulls tem de arrancar um resultado de algum lado.
61 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O New York Red Bulls perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em New York Red Bulls toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do New York Red Bulls, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New York Red Bulls coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aaron Herrera está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no New York Red Bulls sabem-no.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no New York Red Bulls falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Nehuén Benedetti parte para o Columbus Crew num negócio de $2.2M. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.
Plantel17/07/2028
Uma transferência que Isaiah LeFlore teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Isaiah LeFlore está a viver essa versão no New York Red Bulls, e costuma notar-se no primeiro mês.
Roberto Pereyra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Or Blorian produziu-o, e o 8.62 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sporting Kansas City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Sporting Kansas City sabem-no.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Gabriel Costa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sporting Kansas City falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $3.1M porque Jacob Murrell é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sporting Kansas City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sporting Kansas City, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 93 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 128 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sporting Kansas City, e não vai ser retirado.
John Pulskamp esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sporting Kansas City podem fingir não ter ouvido.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Sporting Kansas City pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Owen Bradley treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sporting Kansas City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Manu García: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sporting Kansas City, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sporting Kansas City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelZorhan Bassong desentende-se com um colega por causa das exigências
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sporting Kansas City podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sporting Kansas City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sporting Kansas City, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sporting Kansas City podem fingir não ter ouvido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Gabriel Costa e o Sporting Kansas City acertam mais 2 anos.
John Pulskamp esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 21 anos do Sporting Kansas City que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
Em resumo
MercadoRyan Schewe regressa de um empréstimo que não lhe deu nada
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sporting Kansas City, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sporting Kansas City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Vejo todos os jogos do Sporting Kansas City daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Los Angeles Football Club segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Aos 20 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Sporting Kansas City vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
16 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
«Pagamos isto de quinze em quinze dias. O mínimo é alguém a quem se note que lhe importa.» 7 dos 27 do plantel principal saíram para aquilo; os outros não jogaram.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sporting Kansas City, e não vai ser retirado.
Gabriel Costa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Plantel23/08/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Or Blorian
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sporting Kansas City podem fingir não ter ouvido.
21 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sporting Kansas City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sporting Kansas City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Jogo24/07/2027
Mais uma trazida de fora
3 seguidas na estrada para o Sporting Kansas City. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sporting Kansas City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Sporting Kansas City foi explícito quanto à situação de Jake Davis, o que é mais do que muitos recebem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para John Pulskamp, e o treinador deixou.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 15 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Sebastián Corradi tem 20 anos e, por um fim de semana, foi o melhor de todos os da sua idade na divisão. Ninguém devia construir uma carreira sobre isso, e toda a gente o faz em silêncio.
Posição 13 e 11 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Gabriel Sánchez não precisou: 7.70, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sporting Kansas City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel31/05/2027
Zorhan Bassong desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Manu García
Notas dos jogadoresUm dia para esquecer de Jake Davis
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sporting Kansas City falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Já são 8 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
As bancadas19/04/2027
As bancadas já chegaram ao limite
«Andamos atrás de vocês por todo o lado e recebemos isto.» 7 dos 29 jogadores do plantel principal ouviram-no ao sair, e quem não ouviu é porque não jogou.
Shapi Suleymanov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Manu García, e o treinador deixou.
Plantel19/04/2027
Um clube mais pequeno assentaria agora a Manu García
Já teve barulho que chegue. Se o Sporting Kansas City pode ser um sítio mais calmo para ele, ou se a única cura é sair para onde os programas de rádio são mais brandos, decide-se nos próximos meses.
Shapi Suleymanov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sporting Kansas City, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.