Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No St. Pölten ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Marco Hausjell e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Josh Murphy estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
29 jogos, 0 golos e uma opção de plantel que chegou sem verba associada. A pergunta interessante no St. Pölten já não é se joga, mas quem desloca.
Plantel29/05/2028
9 caras novas e o St. Pölten ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Em resumo
MercadoNada a mostrar do ano de Mirko Kos fora de casa
Josh Murphy desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Leomend Krasniqi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Din Barlov assinar alguma coisa — um contrato no St. Pölten ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Reinhard Young fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Lukas Wedl treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Marco Hausjell esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Josh Murphy estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
O banco17/04/2028
Um recomeço para Tin Plavotić com o novo treinador
Nada reinicia uma carreira como alguém que não escolheu a equipa na época passada. Tin Plavotić percebeu a deixa, e o St. Pölten está a receber uma versão dele que o regime anterior tinha deixado de ver.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em St. Pölten, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
MercadoContinua sem haver assinatura de Ammar Helac
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no St. Pölten coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel10/04/2028
Martim Watts consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Martim Watts acabou de assinar pelo St. Pölten e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel10/04/2028
Palavras no treino do St. Pölten sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Josh Murphy está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no St. Pölten, mais uma semana sem a assinatura de Philipp Wiesinger.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o St. Pölten joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em St. Pölten, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Paris FC perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do US Concarneau por Jean-Philippe Krasso foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Paris FC lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rudy Matondo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Paris FC as despedidas começaram em silêncio.
Otávio e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luca Koleosho estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Paris FC já telefonou ao Toulouse FC. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O AS Nancy fica com o seu homem, e o Paris FC volta a uma lista com um nome riscado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Paris FC ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
O negócio com o Paris Saint-Germain está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Tuomas Ollila e o Paris FC acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel07/06/2027
Palavras no treino do Paris FC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ange Lago está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Vincent Marchetti está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Paris FC perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
A proposta do USL Dunkerque por Vincent Marchetti foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Jogo09/01/2027
Não se vê o fim da espera do Paris FC por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Paris FC tem de arrancar um resultado de algum lado.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no SC Bastia ninguém diz, e no Paris FC ninguém gosta de estar a adivinhar.
O Paris FC perguntou e o Atlético Madrid disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.