A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Cody Baker e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. David Yedlin tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Plantel17/09/2035
Cameron Harper desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no New York Red Bulls sabem-no.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que New York Red Bulls podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New York Red Bulls coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel10/09/2035
Cade Cowell desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andy Rojas está nela.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o New England Revolution com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no New York Red Bulls, mais uma semana sem a assinatura de Pavel Fretes.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no New York Red Bulls essa pergunta é mais difícil de responder.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O New York Red Bulls vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Marcus Caldeira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Cameron Harper estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nota 7.30 numa tarde que correu do primeiro ao último apito. Falhasse o que falhasse ao New York Red Bulls, o melhor em campo era deles.
O banco28/05/2035
Jorge Ruvalcaba tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no New York Red Bulls dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” James Bradley depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 18 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O New York Red Bulls pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. David Yedlin produziu-o, e o 8.39 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $199.6K — um clube que quer Michael Robinson ao ponto de perguntar duas vezes.
Mercado05/03/2035
Como se nunca tivesse saído: Pavel Fretes regressa
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Pavel Fretes volta a ser jogador do New York Red Bulls, e a cidade tem a sua história do verão.
9 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O DC United fica com o seu homem, e o New York Red Bulls volta a uma lista com um nome riscado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 67 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No New York Red Bulls ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Maximilian Dietz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No New York Red Bulls ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cristian Lora, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Andy Rojas. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no New York Red Bulls. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O New York Red Bulls vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. James Bradley treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Max Arfsten e o New York Red Bulls acertam mais 3 anos.
Cody Baker e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel08/01/2035
Cameron Harper desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andrés Perea está nela.
Em resumo
O bancoA saída do treinador deixa Tiago Souza exposto
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No New York Red Bulls ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Nathan Crockford acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o New York Red Bulls substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New York Red Bulls coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Cameron Harper estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no New York Red Bulls sabem-no.
O banco27/11/2034
Jorge Ruvalcaba tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no New York Red Bulls dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o New York Red Bulls pode pedir e sobe o salário que Nicolás Medina pode exigir.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e David Yedlin treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
MercadoA história de Dylan Weah recusa-se a morrer
14 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O New York Red Bulls perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No New York Red Bulls ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Maximilian Dietz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Cody Baker e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Max Arfsten está nela.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
A eliminatória está fechada e do lado certo. 3‑0 esta noite, um balneário que não vai descer durante dia e meio, e uma ronda seguinte em que ninguém pensou ainda.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nicolás Medina será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no New York Red Bulls as despedidas começaram em silêncio.
Marcar a qualquer outro é um golo. Marcar-lhes a eles é uma história que leva o nome de quem marcou durante uma década, e os adeptos do New York Red Bulls já começaram a contá-la.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Tiago Souza quer futebol continental; se o New York Red Bulls o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Maximilian Dietz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Elias Hazir acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o New York Red Bulls substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Cody Baker e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Dylan Weah tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O New York Red Bulls perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em New York Red Bulls toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Andrés Perea compromete-se com o New York Red Bulls por mais 2 anos.
Plantel02/10/2034
Maximilian Dietz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Pavel Fretes acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o New York Red Bulls substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New York Red Bulls coisas que levam mais de uma semana a retirar.
12 golos em 24 jogos no Austin FC — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No New York Red Bulls alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
30 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O New York Red Bulls perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
As regras permitem-no e dói na mesma. Nicolás Medina acertou condições com o San Jose Earthquakes para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Nicolás Medina quer futebol continental; se o New York Red Bulls o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Cameron Harper estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Juan Pablo Domínguez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em New York Red Bulls fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
26 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O New York Red Bulls perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» New York Red Bulls nada responderam, o que também é uma resposta.
Maximilian Dietz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Cameron Harper estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Toda a gente no New York Red Bulls viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 35 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Tem 20 anos e ninguém em New York Red Bulls o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O New York Red Bulls sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Andy Rojas lesiona os ligamentos do joelho — 48 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 48 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.40 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» New York Red Bulls nada responderam, o que também é uma resposta.
O FC Cincinnati queria mais do que $510.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Maximilian Dietz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sporting Kansas City fica com o seu homem, e o New York Red Bulls volta a uma lista com um nome riscado.
56 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O New York Red Bulls perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O LA Galaxy fica com o seu homem, e o New York Red Bulls volta a uma lista com um nome riscado.
Cody Baker esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Orlando City levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel14/08/2034
Cameron Harper desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» David Yedlin e o New York Red Bulls acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» New York Red Bulls nada responderam, o que também é uma resposta.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que New York Red Bulls podem fingir não ter ouvido.
A proposta seguiu esta semana para o FC Cincinnati, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O New York Red Bulls foi ao Austin FC com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $148.5K — um clube que quer Ronaldo Rubio ao ponto de perguntar duas vezes.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o San Diego Football Club fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
O San Jose Earthquakes pagou $1.4M e o New York Red Bulls aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
A proposta seguiu esta semana para o FC Cincinnati, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. James Bradley treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Cody Baker e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Cameron Harper estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 10 ações combinadas e uma nota de 6.71, e nenhuma delas entrará num resumo.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No New York Red Bulls ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Um erro de guarda-redes não tem defesa atrás que o limpe. Soube-o antes de a bola passar a linha, o estádio soube-o um segundo depois, e esta noite não há nada que alguém possa dizer.
0‑3 frente ao Toronto FC, e nenhuma queixa que sobreviva ao replay. O treinador falou de carácter no final; a bancada usou palavras mais curtas.
Plantel26/06/2034
Maximilian Dietz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Metade do calendário jogado, 8.º lugar, 19 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.
O banco26/06/2034
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑3 James Bradley saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Max Arfsten está nela.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O New York Red Bulls disse a Fabrizzio Orozco que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no New York Red Bulls tem de arrancar um resultado de algum lado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Maximilian Dietz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New York Red Bulls coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de New York Red Bulls foi explícito quanto à situação de Tyler Wolff, o que é mais do que muitos recebem.
Já são 50 pelo clube, cada um arquivado na memória de alguém com uma data e um resultado. É sobre números assim que os adeptos vão discutir daqui a vinte anos.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o New York Red Bulls lida com um homem que quer outro país.
O banco15/05/2034
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 James Bradley saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no New York Red Bulls sabem-no.
Plantel08/05/2034
Maximilian Dietz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Cody Baker e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tyler Wolff, e o treinador deixou.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que New York Red Bulls podem fingir não ter ouvido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O FC Cincinnati fica com o seu homem, e o New York Red Bulls volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel03/04/2034
Lawrence Ennali desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Charlotte Football Club paga $120.0K, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Cody Baker esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do New York Red Bulls já se começa a dizer o nome dele no passado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O FC Cincinnati fica com o seu homem, e o New York Red Bulls volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lawrence Ennali está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 35 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o New York Red Bulls é como lidar com um homem a quem deve muito.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o New York Red Bulls lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
O banco27/03/2034
Rui Modesto tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no New York Red Bulls dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no New York Red Bulls, mais uma semana sem a assinatura de Luke Pruter.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no New York Red Bulls falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o CF Montreal à espera com uma camisola. No New York Red Bulls ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do New York Red Bulls, e não vai ser retirado.
Cody Baker e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel20/03/2034
Cameron Harper desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no New York Red Bulls falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $280.0K — um clube que quer Taylor Calheira ao ponto de perguntar duas vezes.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lawrence Ennali estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New York Red Bulls coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 31 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $108.2K do que o New York Red Bulls pagou por Bruno Damiani é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O CF Montreal fica com o seu homem, e o New York Red Bulls volta a uma lista com um nome riscado.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Santiago Lambertucci agiu, no New York Red Bulls, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Plantel06/03/2034
Lawrence Ennali desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no New York Red Bulls falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o New England Revolution à espera com uma camisola. No New York Red Bulls ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que New York Red Bulls podem fingir não ter ouvido.
O Philadelphia Union queria mais do que $460.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Cameron Harper está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o New York Red Bulls joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
46 dias de fora para Cody Baker depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O New York Red Bulls vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Maximilian Dietz agiu, no New York Red Bulls, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O New York Red Bulls tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Houston Dynamo, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
O New York Red Bulls foi ao DC United com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Maximilian Dietz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Cody Baker e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no New York Red Bulls falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New York Red Bulls coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Cameron Harper está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco13/02/2034
Jorge Ruvalcaba tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no New York Red Bulls dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Hakim Karamoko treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no New York Red Bulls. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 62 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. James Bradley treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que New York Red Bulls podem fingir não ter ouvido.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Cameron Harper e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no New York Red Bulls, mais uma semana sem a assinatura de Fred Emmings.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Fred Emmings foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
69 dias de fora para Cody Baker depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O New York Red Bulls vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Cameron Harper estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fabrizzio Orozco, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no New York Red Bulls falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Cameron Harper está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Sergio Villalpando e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
84 dias de fora para Cody Baker depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O New York Red Bulls vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New York Red Bulls coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jorge Ruvalcaba está nela.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o New York Red Bulls pode pedir e sobe o salário que Jannis Heuer pode exigir.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no New York Red Bulls. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
92 dias de fora para Cody Baker depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O New York Red Bulls vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Bruno Damiani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel09/01/2034
Cameron Harper desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco09/01/2034
Rui Modesto tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no New York Red Bulls dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jeremy Rafanello, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O New York Red Bulls sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no New York Red Bulls, mais uma semana sem a assinatura de Santiago Franca.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
6.º lugar com 42 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. James Bradley treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No New York Red Bulls estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O New York Red Bulls pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Cody Baker e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel02/01/2034
Cameron Harper desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luke Pruter, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New York Red Bulls coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel19/12/2033
Cameron Harper desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco19/12/2033
Jorge Ruvalcaba tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no New York Red Bulls dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no New York Red Bulls. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no New York Red Bulls admitiria. Nota-se aos sábados.
Em resumo
MercadoContinua sem haver assinatura de Jannis Heuer
O bancoNico Hansen pede uma conversa com o treinador
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o New York Red Bulls beneficiou disso.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No New York Red Bulls ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Cody Baker esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Cameron Harper estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco12/12/2033
Rui Modesto tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no New York Red Bulls dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O New York Red Bulls sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
6.º lugar com 42 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.