Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $172.5K do que o FC Dallas pagou por Patrick Schulte é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
A proposta seguiu esta semana para o Seattle Sounders, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que FC Dallas podem fingir não ter ouvido.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $80.0K — um clube que quer Brandon Brooks ao ponto de perguntar duas vezes.
Bernard Kamungo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A proposta seguiu esta semana para o Sporting Kansas City, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Em resumo
PlantelUma transferência que Roald Mitchell teria feito de graça
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Vancouver Whitecaps ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Vancouver Whitecaps vai falar em 15 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vancouver Whitecaps coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel24/09/2035
Josh Torquato desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Vancouver Whitecaps, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Tahir Reid-Brown: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Vancouver Whitecaps a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Daryl Dike esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Daryl Dike foi informado de que não entra nos planos do treinador do Vancouver Whitecaps.
Plantel10/09/2035
Roald Mitchell desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Caden Glover, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Vancouver Whitecaps, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vancouver Whitecaps coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/09/2035
Roald Mitchell desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Juan Giménez, e o treinador deixou.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” DeAndre Howard e o Vancouver Whitecaps acertam mais 3 anos.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Vancouver Whitecaps ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Vancouver Whitecaps podem fingir não ter ouvido.
7.95, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Vancouver Whitecaps nada responderam, o que também é uma resposta.
Daryl Dike e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Winilson Lopes está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Já são 10 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no New York Red Bulls tem de arrancar um resultado de algum lado.
Plantel13/08/2035
34 dias de fora para Tyler Moore depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O New York Red Bulls vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do New York Red Bulls, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. David Yedlin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no New York Red Bulls as despedidas começaram em silêncio.
O New York Red Bulls tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Seattle Sounders, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o New York Red Bulls lida com um homem que quer outro país.
O New York Red Bulls perguntou e o San Jose Earthquakes disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New York Red Bulls coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
Alvos de mercadoNão há negócio por Roald Mitchell a esse preço
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Vancouver Whitecaps ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Giuseppe Bovalina e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Roald Mitchell está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sean Pulisic, e o treinador deixou.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. o treinador treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 41 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» New York Red Bulls nada responderam, o que também é uma resposta.
O New York Red Bulls foi ao Seattle Sounders com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 21, saíram 22, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
$940.0K em cima da mesa do San Jose Earthquakes. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
A verba é $880.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Austin FC negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Vancouver Whitecaps podem fingir não ter ouvido.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $317.0K do que o Vancouver Whitecaps pagou por Finn Sundstrom é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 16, saíram 20, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vancouver Whitecaps coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Roald Mitchell está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Vancouver Whitecaps perguntou e o River Plate disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
48 dias de fora para Tyler Moore depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O New York Red Bulls vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A proposta seguiu esta semana para o Austin FC, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Marcus Caldeira e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
$64.0K em cima da mesa do Vancouver Whitecaps. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 34 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
O Inter Miami CF queria mais do que $180.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O New York Red Bulls perguntou e o New England Revolution disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Alvos de mercado30/07/2035
Verba fechada, faltam as condições de Lucas Halter
O Vancouver Whitecaps e o Houston Dynamo acertaram em $74.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Vancouver Whitecaps pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
O Real Salt Lake não queria vender e o número é a razão por que o fez. $750.0K por Tyler Yedlin, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
Daryl Dike e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Vancouver Whitecaps vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Vancouver Whitecaps ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Vancouver Whitecaps podem fingir não ter ouvido.
O Vancouver Whitecaps foi ao St. Louis CITY SC com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vancouver Whitecaps coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Vancouver Whitecaps vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Ruben Ramos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Josh Torquato está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Vancouver Whitecaps disse a Juan Giménez que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Vancouver Whitecaps foi explícito quanto à situação de Jacob Bartlett, o que é mais do que muitos recebem.
Avaliado com 7.18. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Interim Coach depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Vancouver Whitecaps falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Roald Mitchell será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Vancouver Whitecaps as despedidas começaram em silêncio.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Vancouver Whitecaps nada responderam, o que também é uma resposta.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Timothy Weah e o Vancouver Whitecaps acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vancouver Whitecaps coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel11/06/2035
Josh Torquato desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Vancouver Whitecaps, mais uma semana sem a assinatura de Roald Mitchell.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Vancouver Whitecaps falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Daryl Dike e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O prémio é pouca coisa com um significado pesado: durante quatro semanas ninguém neste escalão fez melhor o seu trabalho. Vancouver Whitecaps têm o troféu numa prateleira e o jogador na equipa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Winilson Lopes estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Tahir Reid-Brown: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Vancouver Whitecaps a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ruben Ramos assinar alguma coisa — um contrato no Vancouver Whitecaps ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Vancouver Whitecaps vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Vancouver Whitecaps ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vancouver Whitecaps coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jack Zardes e o Vancouver Whitecaps acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Vancouver Whitecaps vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Vancouver Whitecaps nada responderam, o que também é uma resposta.
Daryl Dike esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O River Plate fica com o seu homem, e o Vancouver Whitecaps volta a uma lista com um nome riscado.
Aos 35 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ruben Ramos. 1‑0 sobre o Austin FC, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 103 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Vancouver Whitecaps perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Dribles concretizados: 28. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O Vancouver Whitecaps foi ao CF Montreal com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
As regras permitem-no e dói na mesma. Roald Mitchell acertou condições com o Portland Timbers para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vancouver Whitecaps coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 117 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Vancouver Whitecaps ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Roko Pehar tem a sua resposta do Vancouver Whitecaps; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Vancouver Whitecaps podem fingir não ter ouvido.
Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Ruben Ramos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Josh Torquato está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma sondagem ao Racing Club para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Vancouver Whitecaps falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Vancouver Whitecaps ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Notas dos jogadores05/03/2035
Timothy Weah, 35 anos, faz recuar o relógio — 7.95
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.95 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Vancouver Whitecaps fez a parte difícil com o Junior, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
A camisola ainda lhe serve. Matt Turner está de volta ao Vancouver Whitecaps, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
A camisola ainda lhe serve. Thomas Janssen está de volta ao Vancouver Whitecaps, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
33 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Vancouver Whitecaps perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Vancouver Whitecaps falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ruben Ramos estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mateo Ostachi, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Micah Burton treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Timothy Weah tem 34 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 47 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Vancouver Whitecaps falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vancouver Whitecaps coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel22/01/2035
Josh Torquato desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
61 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Vancouver Whitecaps perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 15 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Daryl Dike e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Winilson Lopes estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Julian Hall treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Julian Hall assinar alguma coisa — um contrato no Vancouver Whitecaps ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
MercadoJosh Musah está livre para procurar outro sítio
68 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Vancouver Whitecaps perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 22 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Vancouver Whitecaps a ouviu como outra coisa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gerardo Gómez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Vancouver Whitecaps as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vancouver Whitecaps coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel01/01/2035
Josh Torquato desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Vancouver Whitecaps, mais uma semana sem a assinatura de Roald Mitchell.
89 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Vancouver Whitecaps perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Vancouver Whitecaps vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Vancouver Whitecaps ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vancouver Whitecaps coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel11/12/2034
Uma transferência que Jack Landreth teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Jack Landreth está a viver essa versão no Vancouver Whitecaps, e costuma notar-se no primeiro mês.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ruben Ramos assinar alguma coisa — um contrato no Vancouver Whitecaps ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
96 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Vancouver Whitecaps perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Vancouver Whitecaps vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Vancouver Whitecaps nada responderam, o que também é uma resposta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Vancouver Whitecaps coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ruben Ramos estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
117 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Vancouver Whitecaps perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Vancouver Whitecaps vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Roald Mitchell será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Vancouver Whitecaps as despedidas começaram em silêncio.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Vancouver Whitecaps nada responderam, o que também é uma resposta.
Não há pior forma de perder um futebolista. Mateo Ostachi pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Daryl Dike e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Josh Torquato está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ruben Ramos assinar alguma coisa — um contrato no Vancouver Whitecaps ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Vancouver Whitecaps falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Roald Mitchell será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Vancouver Whitecaps as despedidas começaram em silêncio.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Vancouver Whitecaps nada responderam, o que também é uma resposta.
Julian Hall e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Micah Burton está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Roald Mitchell, e o treinador deixou.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ruben Ramos assinar alguma coisa — um contrato no Vancouver Whitecaps ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.