O Chicago Fire está fora e o Toronto FC segue em frente, com um 1‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Plantel07/04/2036
70 dias de fora para Connor Morris depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Toronto FC vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Notas dos jogadores07/04/2036
Christian Howard, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.92
Um 7.92 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Plantel07/04/2036
Uma transferência que Tyler Pepi teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Tyler Pepi está a viver essa versão no Toronto FC, e costuma notar-se no primeiro mês.
O telefone voltou a tocar por causa de Justin Ferreira, e desta vez do outro lado está o Austin FC. No Toronto FC ouvem com educação e não prometem nada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sebastian Rodriguez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Toronto FC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 61 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Diego García e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Sergio Villalpando volta a ser jogador do Toronto FC, e a cidade tem a sua história do verão.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sebastian Rodriguez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Niklas Dorsch e o Toronto FC acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Josh Atencio, e o treinador deixou.
O novo treinador do Toronto FC já trabalhou com Sergio Villalpando e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Adam Saldana treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Toronto FC perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 110 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Nathan Ordaz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Toronto FC. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Niklas Dorsch assinar alguma coisa — um contrato no Toronto FC ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Toda a gente no Toronto FC viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 33 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Plantel15/10/2035
Palavras no treino do Toronto FC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Malik Henry está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andres Jasson, e o treinador deixou.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Plantel15/10/2035
No Toronto FC ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco15/10/2035
Zane Monlouis tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Toronto FC dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Toronto FC vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Toronto FC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Djordje Mihailović esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel20/08/2035
Danila Khotulev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel20/08/2035
Demasiada mudança demasiado depressa no Toronto FC
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Zane Monlouis está nela.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Toronto FC vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Toronto FC já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Toronto FC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O Philadelphia Union queria mais do que $400.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Danila Khotulev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $800.0K do que o LA Galaxy pagou por Deandre Kerr é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
O LA Galaxy perguntou e o San Diego Football Club disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O aperto de mão com o Philadelphia Union está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Jogo21/07/2035
Ninguém quer jogar contra o LA Galaxy neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
O LA Galaxy ofereceu $2.3M; o Orlando City disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O New York Red Bulls paga $800.0K, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Bruno Damiani. 2‑1 sobre o Real Salt Lake, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Malik Henry será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Toronto FC as despedidas começaram em silêncio.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.97 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
A proposta seguiu esta semana para o Philadelphia Union, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Diego García esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Niklas Dorsch estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O San Diego Football Club paga $270.0K, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
O Toronto FC perguntou e o Racing Club disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
86 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Seattle Sounders perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dominik Chong Qui será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Seattle Sounders as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Seattle Sounders coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dominik Chong Qui estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matt Freese, e o treinador deixou.
O clube não está proibido de gastar; simplesmente não tem nada que não tenha encaixado primeiro. Cada nome associado a Seattle Sounders neste mercado vem com um nome a sair na mesma frase.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Dominik Chong Qui treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A proposta seguiu esta semana para o FC Cincinnati, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No LA Galaxy ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O LA Galaxy foi ao Orlando City com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O LA Galaxy ofereceu $1.3M; o Portland Timbers disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
As regras permitem-no e dói na mesma. Cade Cowell acertou condições com o FC Cincinnati para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
A proposta seguiu esta semana para o San Diego Football Club, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no LA Galaxy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelBenja Cremaschi desentende-se com um colega por causa das exigências
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Wayne Frederick produziu-o, e o 8.25 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Notas dos jogadores11/06/2035
Uma estreia que Josh Zardes não vai esquecer — 7.35
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 0 no marcador, 7.35 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em LA Galaxy já falam dele no passado.
Notas dos jogadores11/06/2035
Um golo de defesa dá a vitória ao LA Galaxy — 7.78
1 para Ethan Kohler, avaliado com 7.78, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Benja Cremaschi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 17 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Um 2‑0 sobre o Colorado Rapids, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Damian Łaś esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco21/05/2035
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Miles Steffen foi breve depois da vitória por 2‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
O banco21/05/2035
Damian Łaś tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no LA Galaxy dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
Notas dos jogadoresBruno Damiani podia ter feito três
Emprestados8 golos por empréstimo para Dor Turgeman
PlantelÁlvaro Busso desentende-se com um colega por causa das exigências
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No LA Galaxy ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Dribles concretizados: 22. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel14/05/2035
Benja Cremaschi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Wayne Frederick esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Michael Dest e o LA Galaxy acertam mais 4 anos.
Em resumo
MercadoJoão Peglow está livre para procurar outro sítio
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O LA Galaxy perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $650.0K do que o LA Galaxy pagou por Dominik Marczuk é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $550.0K — um clube que quer Duncan McGuire ao ponto de perguntar duas vezes.
$520.0K em cima da mesa do San Diego Football Club. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Não há pior forma de perder um futebolista. Dylan Acosta pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Em resumo
Alvos de mercadoUma proposta de $250.0K por Peter Stroud
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do LA Galaxy já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do LA Galaxy, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No LA Galaxy ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $550.0K — um clube que quer Duncan McGuire ao ponto de perguntar duas vezes.
A perseguição a Álvaro Busso terminou com $390.0K a mudar de mãos e o San Diego Football Club sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
$290.0K em cima da mesa do Inter Miami CF. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Julián Aude tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Los Angeles Football Club deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que LA Galaxy podem fingir não ter ouvido.
O San Diego Football Club aceitou o dinheiro. O que o LA Galaxy ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $385.0K do que o LA Galaxy pagou por Jack Jasinski é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Deandre Kerr será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no LA Galaxy as despedidas começaram em silêncio.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.79 para o resto.
$980.0K em cima da mesa do Philadelphia Union. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
A proposta do Chicago Fire por Cabral Carter foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que LA Galaxy podem fingir não ter ouvido.
Verba acordada, salário acordado, e o Chicago Fire à espera com uma camisola. No LA Galaxy ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No LA Galaxy ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel26/02/2035
Zane Okoro consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Zane Okoro acabou de assinar pelo LA Galaxy e, por uma vez, a resposta importava.
Gavin Turner e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel26/02/2035
Palavras no treino do LA Galaxy sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Sanabria está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O LA Galaxy perguntou e o Austin FC disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em LA Galaxy, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
As regras permitem-no e dói na mesma. Deandre Kerr acertou condições com o Toronto FC para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Damian Łaś e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Julián Aude estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel12/02/2035
8 caras novas e o LA Galaxy ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O banco12/02/2035
Rokas Pukstas tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no LA Galaxy dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no LA Galaxy, mais uma semana sem a assinatura de Philippe Ndinga.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Toronto FC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Toda a gente no Toronto FC viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 37 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Niklas Dorsch estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Deandre Kerr acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Toronto FC substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Erik Kócs-Washburn esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Toronto FC, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
MercadoA história de Niklas Dorsch recusa-se a morrer
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Philippe Ndinga será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no LA Galaxy as despedidas começaram em silêncio.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no LA Galaxy a ouviu como outra coisa.
Plantel05/02/2035
Lucas Sanabria desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no LA Galaxy coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Christopher Cupps, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no LA Galaxy, mais uma semana sem a assinatura de Juan Mosquera.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Cade Cowell está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Lucas Sanabria. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Deandre Kerr apontou a data.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no LA Galaxy falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do LA Galaxy, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lucas Sanabria estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Juan Mosquera e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O LA Galaxy não o segura a fingir o contrário.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Bruno Damiani treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
3‑0 na noite, e a eliminatória é deles. A época de outros acabou nos mesmos noventa minutos, o que os festejos no LA Galaxy têm todo o direito de ignorar.
Plantel30/10/2034
101 dias de fora para Julián Aude depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O LA Galaxy vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do LA Galaxy, e não vai ser retirado.
71 pontos, um lugar lá em cima e um estádio que começou a divertir-se. Ninguém vai dizer a palavra em voz alta, o que é o sinal mais seguro de que toda a gente está a pensar nela.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dominik Marczuk será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no LA Galaxy as despedidas começaram em silêncio.
Em resumo
JogoNinguém quer jogar contra o LA Galaxy neste momento
PlantelDor Turgeman vive a melhor forma da carreira
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do LA Galaxy, e não vai ser retirado.
15 golos e uma média de 7.21 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Dor Turgeman. 2‑0 sobre o Sporting Kansas City, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Ștefan Chirilă e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
DireçãoOs salários levam 88% do que LA Galaxy recebem
O bancoRokas Pukstas tornou-se um homem de confiança do treinador
25 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
1‑1 frente ao Atlanta United FC, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do LA Galaxy já se começa a dizer o nome dele no passado.
O LA Galaxy foi ao Atlanta United FC com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Lucas Sanabria desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Bruno Damiani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Portland Timbers vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Jonathan Gómez pré-acordou a mudança para o LA Galaxy, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. João Peglow quer futebol continental; se o LA Galaxy o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de LA Galaxy foi explícito quanto à situação de Matt Edwards, o que é mais do que muitos recebem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Louis Munteanu assinar alguma coisa — um contrato no LA Galaxy ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Cade Cowell está nela.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no LA Galaxy. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Charlie Kelman
O bancoBeau LeRoux pede uma conversa com o treinador