34 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Granada perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Granada ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O negócio que levaria Javi Díaz para o Mallorca caiu na fase final e ele reapresenta-se no Granada com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Granada lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Barcelona fica com o seu homem, e o Granada volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alex Freeman, e o treinador deixou.
Axel Juárez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Em resumo
MercadoJosé Arnáiz colocado na lista de transferências
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 9 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Mercado13/09/2027
Tão perto: a transferência de Alejandro Marqués morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Osasuna seguiu em frente, Alejandro Marqués apresenta-se de volta no Granada, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Benedikt Gimber e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sevilla fica com o seu homem, e o Granada volta a uma lista com um nome riscado.
Aos 36 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
$1.7M em cima da mesa do Celta. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Direção06/09/2027
O Villarreal fecha o mercado com um plantel feito por si
14 entradas e 23 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Villarreal a ouviu como outra coisa.
O Barcelona queria mais do que $160.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Santiago Mouriño e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Zamora paga $120.0K, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
Plantel06/09/2027
Jean Ives Valou desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
PlantelNo Villarreal ainda são estranhos uns para os outros
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
O Granada perguntou e o Deportivo Riestra disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A formação existe exatamente para esta manhã. Gonzalo Rojas passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Jan Duran é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Enzo Ibañez está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Em resumo
DireçãoUma promessa que a direção de Granada não cumpriu
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a José Arnáiz
22 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Villarreal perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A proposta do Valencia por Pau Cabanes foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Barcelona queria mais do que $160.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Arsen Zakharyan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel09/08/2027
9 caras novas e o Villarreal ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Villarreal, e 0 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
O banco09/08/2027
Carlos Romero tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Villarreal dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A proposta do Fortuna Sittard por Alejandro Marqués foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Kader Bamba continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Manu Lama pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Sergio Canales lesiona os ligamentos do joelho — 59 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 59 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Villarreal perguntou e o Málaga disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Villarreal ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Arnau Tenas e o Villarreal acertam mais 5 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Villarreal coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Villarreal ofereceu $160.0K; o Barcelona disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thiago Fernández, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Villarreal
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Athletic Bilbao fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
O Granada perguntou e o Real Madrid disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Uma sondagem ao Venezia para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Granada, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Gerard Gumbau pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Fiorentina ninguém diz, e no Granada ninguém gosta de estar a adivinhar.
Aitor Fraga esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Stoichkov e o Granada acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alex Freeman estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Levante fica com o seu homem, e o Granada volta a uma lista com um nome riscado.
Uma sondagem ao Fulham para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Jorge Pascual era uma das razões por que as pessoas vinham, e $22.2M não substitui isso sozinho.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Granada fez a parte difícil com o Fiorentina, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Alejandro Marqués quer futebol continental; se o Granada o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Betis fica com o seu homem, e o Granada volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alex Freeman está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Real Sociedad aceitou o dinheiro. O que o Granada ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
O Granada foi ao Betis com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kader Bamba será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Granada as despedidas começaram em silêncio.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Betis fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Baba Diocou, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alex Freeman está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Axel Juárez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 77 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Jogo22/05/2027
O Villarreal torna a sua casa um sítio difícil de visitar
14 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.31 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Renato Veiga esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Sergio Canales. 2‑0 sobre o Alavés, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
O Oviedo vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Villarreal foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Tenerife tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Pau Navarro não precisou: 8.08, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Albacete fica com o seu homem, e o Villarreal volta a uma lista com um nome riscado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.40 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Villarreal podem fingir não ter ouvido.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $28.5M porque Giuliano Simeone é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
O Real Madrid queria mais do que $41.3M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Verba acordada, salário acordado, e o Antequera à espera com uma camisola. No Villarreal ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A perseguição a Arsen Zakharyan terminou com $8.4M a mudar de mãos e o Real Sociedad sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Giuliano Simeone agiu, no Villarreal, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Pau Cabanes não precisou: 8.04, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.45 aos 37, e ninguém no campo esteve melhor.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Villarreal a ouviu como outra coisa.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Pau Cabanes tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Renato Veiga e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Villarreal foi explícito quanto à situação de Tajon Buchanan, o que é mais do que muitos recebem.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Girona com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
O banco16/11/2026
Luciano Vietto tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Villarreal dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Pau Navarro assinar alguma coisa — um contrato no Villarreal ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
AntevisãoConforto de casa à vista para o Villarreal