A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o New York City tem 10 vitórias seguidas dela.
Plantel23/08/2038
Eduardo Guerrero lesiona os ligamentos do joelho — 29 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 29 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Malik Odeyinka produziu-o, e o 8.52 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 9.27 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
13 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
28 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O New York City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que New York City podem fingir não ter ouvido.
Jogo24/07/2038
Ninguém quer jogar contra o New York City neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.80 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Plantel26/07/2038
Palavras no treino do New York City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Noel Buck está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
35 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O New York City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Notas dos jogadores19/07/2038
Talles Magno, 36 anos, faz recuar o relógio — 9.39
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 9.39 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
10 golos e uma média de 7.73 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que New York City podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New York City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel19/07/2038
Palavras no treino do New York City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nicolás Fernández Mercau está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dois golos e um 8.37 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
Notas dos jogadores12/07/2038
Talles Magno, 36 anos, faz recuar o relógio — 9.30
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 9.30 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
Talles Magno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Jogo10/07/2038
Ninguém quer jogar contra o New York City neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Plantel12/07/2038
Palavras no treino do New York City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Noel Buck está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do New York City e do Inter Miami CF por igual; os restantes divertiram-se imenso.
115 jogos ao longo de 13 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do New York City, e não vai ser retirado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no New York City a ouviu como outra coisa.
Talles Magno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel05/07/2038
Palavras no treino do New York City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. James Sands está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no New York City sabem-no.
Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.
A série sem derrotas chega aos 19 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que New York City podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New York City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marius Ulla será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no New York City as despedidas começaram em silêncio.
10 golos e uma média de 7.50 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Plantel28/06/2038
James Sands desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Já são 18 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 9.22 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do New York City, e não vai ser retirado.
Uma média de 7.74 na época, com 10 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O New York City pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Talles Magno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel21/06/2038
Palavras no treino do New York City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Noel Buck está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No New York City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New York City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel14/06/2038
Noel Buck desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no New York City sabem-no.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Brandon Verón quer futebol continental; se o New York City o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel14/06/2038
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de James Sands
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Em resumo
Notas dos jogadoresAs ocasiões vieram e foram-se para Sankara Karamoko
Notas dos jogadoresUm instante estraga James Sands
Já são 16 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 9.21 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Seymour Reid será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no New York City as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do New York City, e não vai ser retirado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.88 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do New York City, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Máximo Carrizo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no New York City as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New York City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma média de 7.47 na época, com 9 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Plantel17/05/2038
Palavras no treino do New York City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nicolás Fernández Mercau está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A proposta do FC Dallas por Jonás Cabrera foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que New York City podem fingir não ter ouvido.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.60 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
O negócio que levaria Máximo Carrizo para o Portland Timbers caiu na fase final e ele reapresenta-se no New York City com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Talles Magno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.15 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
26 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Talles Magno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do New York City, e não vai ser retirado.
132 jogos ao longo de 12 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Talles Magno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/03/2038
Palavras no treino do New York City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Noel Buck está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New York City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel22/02/2038
Palavras no treino do New York City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nicolás Fernández Mercau está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o New York City lida com um homem que quer outro país.
Plantel22/02/2038
Noel Buck tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no New York City dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Em resumo
DireçãoA formação do New York City continua a produzir
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 19 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do New York City, e não vai ser retirado.
Talles Magno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel15/02/2038
Palavras no treino do New York City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Noel Buck está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no New York City falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Máximo Carrizo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no New York City as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New York City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel08/02/2038
Palavras no treino do New York City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nicolás Fernández Mercau está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o New York City lida com um homem que quer outro país.
Em resumo
DireçãoNew York City assinam um acordo de $6.1M por ano
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no New York City falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O New York City pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no New York City falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O LA Galaxy continuou a vir porque nada o travou, e ao New York City vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
Uma média de 7.97 na época, com 13 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 119 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
33 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O New York City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no New York City falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
42 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O New York City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Máximo Carrizo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no New York City as despedidas começaram em silêncio.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Matt Freese: 3 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no New York City falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
0‑0, e uma época que chegou a maio acabou em quinze dias. É isto um playoff: nove meses de trabalho decididos por duas noites, e quem o desenhou não estava a pensar no balneário derrotado.
29 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Máximo Carrizo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no New York City as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que New York City podem fingir não ter ouvido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 29 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O New York City pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
106 jogos ao longo de 12 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de New York City ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 47 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
13 golos e uma média de 7.73 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Jogo19/09/2037
Ninguém quer jogar contra o New York City neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.58 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que New York City podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Máximo Carrizo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no New York City as despedidas começaram em silêncio.
Talles Magno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no New York City falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
13 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No New York City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Talles Magno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Notas dos jogadores24/08/2037
Noel Buck jogou uma tarde diferente da de toda a gente
9.29. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no New York City falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta do Los Angeles Football Club por Luke Daniels foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que New York City podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No New York City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Talles Magno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Jogo25/07/2037
O New York City torna a sua casa um sítio difícil de visitar
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Noel Buck no seu melhor
Talles Magno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 23. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel13/07/2037
Palavras no treino do New York City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Noel Buck está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nicolás Fernández Mercau, e o treinador deixou.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Notas dos jogadores29/06/2037
Talles Magno, 35 anos, faz recuar o relógio — 7.95
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.95 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do New York City, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New York City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel29/06/2037
Palavras no treino do New York City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Noel Buck está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no New York City falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 9.24 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do New York City, e não vai ser retirado.
Talles Magno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
9 golos e uma média de 7.62 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Plantel15/06/2037
Palavras no treino do New York City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. James Sands está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 33 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Aos 37 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 9.46 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
364 jogos ao longo de 14 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Já são 10 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No New York City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O New York City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no New York City falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Talles Magno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel18/05/2037
Palavras no treino do New York City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Noel Buck está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
46 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O New York City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 70 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Talles Magno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do New York City e do CF Montreal por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Em resumo
Notas dos jogadoresAgustín Ojeda em notas de excelência
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Malik Odeyinka no seu melhor
76 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O New York City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 98 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que New York City podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Chicago Fire por Máximo Carrizo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No New York City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O negócio que levaria MyKhi Joyner para o FC Dallas caiu na fase final e ele reapresenta-se no New York City com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Talles Magno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ignacio Vallejos lesiona os ligamentos do joelho — 84 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 84 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no New York City falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New York City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel30/03/2037
Palavras no treino do New York City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nicolás Fernández Mercau está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
115 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O New York City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 15 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
101 jogos ao longo de 12 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do New York City, e não vai ser retirado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de New York City ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New York City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A direção prendeu por mais tempo o homem do banco, e isso diz mais do que qualquer comunicado de apoio. A estabilidade promete-se com facilidade e mantém-se a peso de ouro.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
13 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
137 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O New York City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no New York City falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Talles Magno e o New York City acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New York City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
DeAndre Moore lesiona os ligamentos do joelho — 36 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 36 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 67 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No New York City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New York City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel12/01/2037
Noel Buck desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o New York City beneficiou disso.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Máximo Carrizo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no New York City as despedidas começaram em silêncio.
Malik Odeyinka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel15/12/2036
James Sands desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O único prémio que mais ninguém no relvado pode ganhar vai para Matt Freese, com 14 balizas a zeros ao longo da época. Há guarda-redes que esperam uma carreira inteira por uma época assim.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No New York City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New York City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel17/11/2036
James Sands desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Gilberto Flores e o New York City acertam mais 4 anos.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o New York City lida com um homem que quer outro país.
Passado o Inter Miami CF e rumo à final. Um clube pode passar uma geração sem um dia destes e depois ter dois em quatro anos, e ninguém sabe de antemão que tipo de clube é.
Jogo29/10/2036
Ninguém quer jogar contra o New York City neste momento
13 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
18 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 107. O Inter Miami CF vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no New York City falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 27 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Posição 1, 70 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no New York City falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New York City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelNoel Buck desentende-se com um colega por causa das exigências