67 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Penarol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Alan Lescano esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O novo treinador do Penarol já trabalhou com Luciano Inverso e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 91. O Progreso tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Penarol lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Misael Jaime estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
16 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Em resumo
O bancoCésar Pérez tornou-se um homem de confiança do treinador
Matías Mir lesiona os ligamentos do joelho — 95 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 95 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
César Pérez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O novo treinador do Penarol já trabalhou com Luciano Inverso e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Misael Jaime está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
17 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Pablo Lago treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Penarol. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
123 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Penarol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Penarol ficou sem tempo com o San Lorenzo. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Deportivo Maldonado tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Verba acordada, salário acordado, e o Cooper à espera com uma camisola. No Penarol ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Racing por Nicolás Abarca foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Penarol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Penarol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As regras permitem-no e dói na mesma. Lucas Acosta acertou condições com o Defensor Sporting para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Renzo Bacchia e o Penarol acertam mais 1 anos.
Em resumo
O bancoLuciano Inverso volta a ter um treinador que o conhece
Alvos de mercadoPorta fechada: Faustino Piotti fica onde está
Plantel17 caras novas e o Penarol ainda se está a conhecer
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 91 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Penarol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alan Lescano esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel20/11/2034
Axel Frugone desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mateo Mendia está nela.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Nicolás Abarca apontou a data.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Penarol ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Alan Lescano e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Penarol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel09/10/2034
Axel Frugone desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Alan Lescano está nela.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Emprestados09/10/2034
Os golos continuam a chegar do exílio de Juan Sayago
7 golos em 25 jogos no Cerrito — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Penarol alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Guillermo Gandolfo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Penarol as despedidas começaram em silêncio.
Alan Lescano esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Pablo Lago quer futebol continental; se o Penarol o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mateo Mendia está nela.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Penarol terá de responder com minutos ou com uma transferência.
O banco25/09/2034
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Bruno Simone
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
4.º lugar com 54 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Penarol. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Verba acordada, salário acordado, e o Union Espanola à espera com uma camisola. No Penarol ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Penarol lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Alan Lescano esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Axel Frugone está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 10 ações combinadas e uma nota de 6.83, e nenhuma delas entrará num resumo.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
26 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Penarol perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Penarol, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Enzo Cabrera será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Penarol as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Penarol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Patricio Moyano está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.64 na ficha, e os adeptos do Penarol saíram a repetir um nome.
O banco01/05/2034
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Gaston Jimenez, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Em resumo
O bancoMateo Mendia tornou-se um homem de confiança do treinador
28 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
38 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Penarol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel13/03/2034
23 dias de fora para Camilo Cardozo depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Penarol vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Penarol ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Emilio Suárez agiu, no Penarol, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Patricio Moyano está nela.
Verba acordada, salário acordado, e o Akritas Chlorakas à espera com uma camisola. No Anorthosis ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Konstantinos Giannakou e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel22/08/2033
Palavras no treino do Anorthosis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. George McCormick está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma sondagem ao Olympiakos Nicosia para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Konstantinos Giannakou treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.