“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Melbourne City, e não vai ser retirado.
O negócio que levaria Takeshi Kanamori para o Jubilo Iwata caiu na fase final e ele reapresenta-se no Melbourne City com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
A verba é $250.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Perth Glory negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
O Melbourne City foi ao Adelaide United com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Brisbane Roar queria mais do que $92.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Besian Kutleshi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Liam Bonetig estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $33.4K — um clube que quer Diesel Herrington ao ponto de perguntar duas vezes.
Matthew Sutton e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Perth Glory ofereceu $31.0K; o Central Coast Mariners disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Melbourne City pagou $250.0K e o Perth Glory aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Stefan Colakovski estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma sondagem ao Plymouth Argyle para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Perguntou-se ao Swansea City se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Tem 20 anos e ninguém em Perth Glory o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $284.4K — um clube que quer Charbel Shamoon ao ponto de perguntar duas vezes.
O Melbourne City foi ao Perth Glory com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A proposta seguiu esta semana para o Brisbane Roar, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Patrick Beach esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Melbourne City perguntou e o Central Coast Mariners disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Brad Smith estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os adeptos revoltam-se com a venda de Sam Sutton por $950.0K
Vai para o Newcastle Jets, o clube tem $950.0K que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
O Perth Glory e o Adelaide United acertaram em $14.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Auckland FC fica com o seu homem, e o Perth Glory volta a uma lista com um nome riscado.
Matthew Sutton e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
$29.0K em cima da mesa do Central Coast Mariners. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Verba acordada, salário acordado, e o Newcastle Jets à espera com uma camisola. No Perth Glory ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o outro clube fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
A camisola ainda lhe serve. Cameron Cook está de volta ao Perth Glory, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Perth Glory coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel10/08/2026
Cameron Cook consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Cameron Cook acabou de assinar pelo Perth Glory e, por uma vez, a resposta importava.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Craig Thomas é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Nathan Johnson está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.