Saymon

Meia Atacante (E) - Aparecidense
5 Fev 2028
Sábado
Processo

Marcado para Saymon

76 Edição

A Crónica de Aparecidense

10/01/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

Alvos de mercado

Não, obrigado: João Victor rejeita a mudança

O Aparecidense tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Mirassol, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.

Plantel

Troca de palavras no Aparecidense

Saimon e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Alvos de mercado

O Aparecidense leva uma nega por Richard

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Botafogo fica com o seu homem, e o Aparecidense volta a uma lista com um nome riscado.

Plantel

Palavras no treino do Aparecidense sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alyson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Rodrigo Lugo tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Aparecidense dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

Não há esconderijo para Italo Mota

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Italo Mota, e o treinador deixou.

Mercado

A conversa sobre Rodrigo Lugo não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Aparecidense sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Plantel

O balneário tem uma estrela

Pedro Cuiabá chegou com um passado num clube maior do que este, e o balneário tratou-o em conformidade. Os mais novos veem-no treinar; os mais velhos veem se aquilo dura.

Plantel

Fabinho precisa de um palco maior

Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Aparecidense sabe em que fase está.

Em resumo

  • O banco O treinador faz uma promessa a Alyson
  • O banco Saymon bate à porta do treinador
  • Mercado Geng Taili está na montra
Edições anteriores
75 Edição

A Crónica de Aparecidense

03/01/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

As bancadas

O ânimo no Aparecidense mudou de natureza

Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.

Direção

O Aparecidense coloca João Nogueira em cima do arame

A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.

Plantel

Os ânimos aquecem no Aparecidense

Pedro Cuiabá esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Alvos de mercado

Porta fechada: Fabinho fica onde está

O Aparecidense perguntou e o Bragantino disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Plantel

Alyson desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Ryan Santana desce na hierarquia

A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Ryan Santana está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.

Plantel

5 caras novas e o Aparecidense ainda se está a conhecer

Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.

O banco

Pedro Cuiabá perde o treinador que acreditava nele

Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Pedro Cuiabá: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.

Mercado

Aparecidense recebe Fabinho por empréstimo

Uma audição de uma época inteira: o passe continua a ser do Bragantino, mas a camisola e os minutos são do Aparecidense. Um empréstimo é uma aposta que ambos os clubes acreditam estar a ganhar.

Em resumo

69 Edição

A Crónica de Aparecidense

22/11/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Rodrigo Lugo sozinho contra todos

7 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.

O banco

Caio Quiroga afastado no Aparecidense

Isto não é rotação. Caio Quiroga está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Aparecidense finge o contrário.

Plantel

Saimon em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Aparecidense coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

Tarde má para o Aparecidense diante do Água Santa

0‑2 para o Água Santa, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Aparecidense

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alyson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Não há esconderijo para Alyson

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alyson, e o treinador deixou.

O banco

João Nogueira: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑2, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

Mercado

Saymon está livre para procurar outro sítio

«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Aparecidense foi explícito quanto à situação de Saymon, o que é mais do que muitos recebem.

O banco

Matheus Gonçalves fica de fora por razões táticas no Aparecidense

O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.

Em resumo

  • Mercado A história de Ronald recusa-se a morrer
  • Notas dos jogadores Ronald encarou-os todo o jogo
  • Mercado Geng Taili está na montra
68 Edição

A Crónica de Aparecidense

15/11/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Pedro Cuiabá em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Aparecidense coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Aparecidense

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alyson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Ryan Santana ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Aparecidense e Caio Quiroga

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Aparecidense, mais uma semana sem a assinatura de Caio Quiroga.

O banco

Rodrigo Lugo tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Aparecidense dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Plantel

Rodrigo Lugo continua sem se adaptar

Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Aparecidense gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.

Mercado

Rodrigo Lugo apontado a uma saída

O nome de Rodrigo Lugo não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Aparecidense nada diz, o que já diz muito.

As bancadas

Os rumores sobre Keven Samuel chegam às bancadas

O que era uma notícia de última página virou cântico, e o cântico não é simpático. O Aparecidense preferia resolver isto em silêncio, e o silêncio acabou.

O banco

Saymon bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Saymon treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

62 Edição

A Crónica de Aparecidense

04/10/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Direção

João Nogueira tem até à próxima reunião da direção

O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Aparecidense toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.

Direção

O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Aparecidense

Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.

Plantel

Os ânimos aquecem no Aparecidense

Saimon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Ceilândia leva os pontos ao Aparecidense

Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

Plantel

Palavras no treino do Aparecidense sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateus Pureza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Ryan Santana ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Geng Taili quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Aparecidense ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

O banco

João Nogueira: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑1, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

Plantel

Italo Mota já não é a primeira escolha

O treinador reorganizou as ideias e Italo Mota saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.

Em resumo

58 Edição

A Crónica de Aparecidense

06/09/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Ryan Santana põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Aparecidense, e não vai ser retirado.

Direção

O escrutínio aperta no Aparecidense

Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Aparecidense está a esgotar-se.

Plantel

Os ânimos aquecem no Aparecidense

Saimon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Palavras no treino do Aparecidense sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alyson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Um lugar no onze do mês para Matías Lescano

Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Matías Lescano sai dessa comparação dentro da equipa, e o Aparecidense beneficiou de cada uma dessas tardes.

O banco

Saymon ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Direção

O Aparecidense corta $627.8K ao orçamento

O dinheiro que disseram ao treinador que tinha é agora dinheiro que o treinador tinha. $627.8K desaparecidos da mesa sem comunicado, e um balneário que percebe o que isso quer dizer.

Mercado

A pergunta sobre Ronald persegue o Aparecidense

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ronald. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Plantel

Saymon: “Não sou um suplente”

“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Aparecidense terá de responder com minutos ou com uma transferência.

Em resumo

50 Edição

A Crónica de Aparecidense

12/07/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Geng Taili entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Aparecidense podem fingir não ter ouvido.

Alvos de mercado

O Aparecidense recua perante o preço de João Victor

O Mirassol queria mais do que $1.9M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.

Plantel

Os ânimos aquecem no Aparecidense

Saimon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Alvos de mercado

O Aparecidense leva uma nega por Matheusinho

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Bahia fica com o seu homem, e o Aparecidense volta a uma lista com um nome riscado.

As bancadas

A bancada rendeu-se a Mateus Pureza

Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Aparecidense

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alyson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Alvos de mercado

O Aparecidense pergunta por Zé Guilherme

Uma sondagem ao Bahia para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.

Notas dos jogadores

Ninguém em campo chegou perto de Mateus Pureza

7.30, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Aparecidense tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.

O banco

Não há esconderijo para Saymon

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Saymon, e o treinador deixou.

Em resumo

49 Edição

A Crónica de Aparecidense

05/07/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Alvos de mercado

Uma proposta de $1.9M por João Victor

O Aparecidense foi ao Mirassol com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.

Alvos de mercado

Começam os papéis de Lucas Soratto

Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Aparecidense fez a parte difícil com o Criciúma, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.

Plantel

Rodrigo Lugo assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Rodrigo Lugo compromete-se com o Aparecidense por mais 2 anos.

Jogo

O Aparecidense acaba com a espera diante do Porto Vitória

Já ia em 7 jogos. Os jogadores não festejaram como quem ganhou um jogo; festejaram como quem acabou de ser libertado de alguma coisa.

Plantel

Saimon em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Aparecidense coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Alvos de mercado

Porta fechada: Thalisson Gabriel fica onde está

O Aparecidense perguntou e o Coritiba disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Jogo

Vinicius Charopem faz a diferença pelo Aparecidense contra o Porto Vitória

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Vinicius Charopem. 1‑0 sobre o Porto Vitória, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

Notas dos jogadores

Noventa minutos de Vinicius Charopem no seu melhor

Avaliado com 8.27. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Aparecidense.

O banco

Alison Matheus ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo

46 Edição

A Crónica de Aparecidense

14/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

7 defesas: Rodrigo Lugo foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Aparecidense por uma vitória

Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Aparecidense tem de arrancar um resultado de algum lado.

Alvos de mercado

Lucas Lima vai a exames médicos no Aparecidense

Tudo acordado com o Ceará, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.

Plantel

Os ânimos aquecem no Aparecidense

Saimon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

3 jogos sem marcar para o Aparecidense

As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.

Alvos de mercado

O Fortaleza avisa o Aparecidense: Ericson não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Jogo

Ceilândia leva os pontos ao Aparecidense

Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

O banco

Saymon ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Geng Taili tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Aparecidense lida com um homem que quer outro país.

Em resumo

41 Edição

A Crónica de Aparecidense

10/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Notas dos jogadores

Vinicius Charopem passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 23. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Plantel

Saimon em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Aparecidense coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

O Aparecidense não encontra a baliza

3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.

O banco

Não há esconderijo para Pedro Cuiabá

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Pedro Cuiabá, e o treinador deixou.

Jogo

Tarde má para o Aparecidense diante do Rio Branco

0‑1 para o Rio Branco, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

O banco

João Nogueira enfrenta as perguntas

“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” João Nogueira depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.

Plantel

Palavras no treino do Aparecidense sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alyson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Gustavinho bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Aparecidense, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Plantel

Saymon quer sair do banco

“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Aparecidense vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.

Em resumo

  • Mercado A história de Rodrigo Lugo recusa-se a morrer
  • O banco Neste momento há alguém melhor do que Luiz Guilherme
  • Mercado Continua sem haver assinatura de Saimon
40 Edição

A Crónica de Aparecidense

03/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

O banco

Pedro Cuiabá guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Aparecidense pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Mercado

Geng Taili entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Aparecidense podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Pedro Cuiabá em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Aparecidense coisas que levam mais de uma semana a retirar.

As bancadas

A bancada rendeu-se a Matías Lescano

Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.

Notas dos jogadores

Pedro Cuiabá encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 19. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

O banco

O treinador faz de Saymon um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Aparecidense

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alyson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Notas dos jogadores

A tarde foi de Matías Lescano

Uma nota de 7.09, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.

Plantel

Luiz Guilherme já não é a primeira escolha

O treinador reorganizou as ideias e Luiz Guilherme saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.

Em resumo

31 Edição

A Crónica de Aparecidense

01/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

As bancadas

A raiva no Aparecidense transborda para fora do estádio

Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.

Direção

O escrutínio aperta no Aparecidense

Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Aparecidense está a esgotar-se.

Plantel

Os ânimos aquecem no Aparecidense

Saimon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Luiz Guilherme desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Rodrigo Lugo sem o homem que o contratou

Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Rodrigo Lugo foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.

Plantel

Guilherme Queda já não é a primeira escolha

O treinador reorganizou as ideias e Guilherme Queda saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.

O banco

O treinador faz de William Axel um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Rodrigo Lugo continua a ser um estranho

Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Aparecidense admitiria. Nota-se aos sábados.

Mercado

Keven Samuel apontado a uma saída

O nome de Keven Samuel não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Aparecidense nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

24 Edição

A Crónica de Aparecidense

11/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

O joelho: Gênio fora por 20 dias

20 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Aparecidense perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Plantel

Evolução real de Pedrinho no Aparecidense

A forma vai e vem; esta não foi. Pedrinho tem 20 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.

Plantel

Um desentendimento no Aparecidense

Pedro Cuiabá e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Alvos de mercado

O Aparecidense leva uma nega por Felipe Longo

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Corinthians fica com o seu homem, e o Aparecidense volta a uma lista com um nome riscado.

Mercado

Júnior Assis sobe da formação do Aparecidense

Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Júnior Assis está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.

Plantel

Palavras no treino do Aparecidense sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alison Matheus está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Em resumo

  • O banco Não há esconderijo para Saymon
  • Mercado A história de Rodrigo Lugo recusa-se a morrer
15 Edição

A Crónica de Aparecidense

09/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

O joelho: Ivo fora por 24 dias

24 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Aparecidense perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Aparecidense por uma vitória

Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Aparecidense tem de arrancar um resultado de algum lado.

Plantel

Rodrigo Lugo sozinho contra todos

8 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.

Jogo

6 jogos sem marcar para o Aparecidense

As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 6 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.

O banco

O treinador faz de Diego Oliveira um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Mercado

Um dos nossos: Gabriel Souza junta-se à equipa principal do Aparecidense

Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Gabriel Souza é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.

Plantel

Palavras no treino do Aparecidense sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Raphael Luz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Troca de palavras no Aparecidense

Saymon e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Notas dos jogadores

Luiz Guilherme foi inamovível

16 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.

Em resumo