Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kevin Alderweireld será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no RSCA Futures as despedidas começaram em silêncio.
Ognjen Mimović esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o RSCA Futures vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Jayden Onia Seke está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o RSCA Futures pode pedir e sobe o salário que Moussa Diakité pode exigir.
Verba acordada, salário acordado, e o Francs Borains à espera com uma camisola. No RSCA Futures ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do RSCA Futures, e não vai ser retirado.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Ümit Akdağ não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ognjen Mimović estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em RSCA Futures, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do RSCA Futures, e não vai ser retirado.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o RSCA Futures beneficiou disso.
Takehiro Tomiyasu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No RSCA Futures ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Malamine Efekele e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Já são 50 pelo clube, cada um arquivado na memória de alguém com uma data e um resultado. É sobre números assim que os adeptos vão discutir daqui a vinte anos.
Plantel13/12/2032
Palavras no treino do RSCA Futures sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ümit Akdağ está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Avaliado com 7.94. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ümit Akdağ será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no RSCA Futures as despedidas começaram em silêncio.
O Waasland-Beveren levou os pontos após um 1‑3 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel06/12/2032
Malamine Efekele desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ognjen Mimović e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Olympic Charleroi com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
5 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do RSCA Futures do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
2 atrás e sem rumo, até Jayden Onia Seke decidir o contrário. O Eupen tinha feito a parte difícil e depois viu-a desfazer-se, e o barulho no apito final foi daqueles que um estádio guarda.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ognjen Mimović será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no RSCA Futures as despedidas começaram em silêncio.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Aos 18 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Plantel22/11/2032
Palavras no treino do RSCA Futures sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ümit Akdağ está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.00 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Moussa Diakité esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel01/11/2032
Palavras no treino do RSCA Futures sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ümit Akdağ está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o RSCA Futures terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ümit Akdağ será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no RSCA Futures as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Malamine Efekele estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Malamine Efekele.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Keano Vanrafelghem sai dessa comparação dentro da equipa, e o RSCA Futures beneficiou de cada uma dessas tardes.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o RSCA Futures vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Gabriel Biladi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do RSCA Futures já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do RSCA Futures, e não vai ser retirado.
Plantel06/09/2032
Malamine Efekele desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no RSCA Futures coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Antevisão06/09/2032
Os vizinhos são o próximo adversário do RSCA Futures
Nada na semana que aí vem é normal. O Club NXT no sábado, uma cidade que já começou a falar disso, e um balneário a quem não é preciso explicar o que significa.
Toda a gente deixou de fingir: o Seraing vai fazer a chamada por Ognjen Mimović esta semana. O RSCA Futures tem um número em mente, e o número não é tímido.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o RSCA Futures terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O RSCA Futures sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Keano Vanrafelghem: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o RSCA Futures a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
112 dias de fora para Jerdy Schouten depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O RSCA Futures vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do RSCA Futures já se começa a dizer o nome dele no passado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.19 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Azamat Uriev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no RSCA Futures as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Enzo Sternal estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
135 dias de fora para Jerdy Schouten depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O RSCA Futures vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Kjell Peersman não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O RSCA Futures perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Enzo Sternal estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A próxima visita é de uma equipa no 12.º lugar. O resultado não fará a época de ninguém e pode, em silêncio, estragar a forma de uma, e é por isso que o treinador vê vídeo desde domingo.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que RSCA Futures podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Azamat Uriev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no RSCA Futures as despedidas começaram em silêncio.
Plantel19/07/2032
Palavras no treino do RSCA Futures sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enzo Sternal está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Jerdy Schouten e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do RSCA Futures já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No RSCA Futures ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no RSCA Futures coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel12/07/2032
Malamine Efekele desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O RSCA Futures sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
JogoO futebol europeu está ao alcance do RSCA Futures
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do RSCA Futures, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No RSCA Futures ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O RSCA Futures perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kjell Peersman estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do RSCA Futures já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que RSCA Futures podem fingir não ter ouvido.
Toda a gente deixou de fingir: o Antwerp vai fazer a chamada por Kjell Peersman esta semana. O RSCA Futures tem um número em mente, e o número não é tímido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Enzo Sternal estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Malamine Efekele esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O RSCA Futures aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no RSCA Futures coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelÜmit Akdağ desentende-se com um colega por causa das exigências
MercadoContinua sem haver assinatura de Enzo Sternal
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No RSCA Futures ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 35 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no RSCA Futures a ouviu como outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ümit Akdağ estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Moussa Diakité. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No RSCA Futures ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kjell Peersman estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Joshua Nga Kana treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O RSCA Futures sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Anderlecht ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Gedson Fernandes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Giorgi Guliashvili agiu, no Anderlecht, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Anderlecht, e 5 jogos em 15 dizem que merece ser ouvido.
Direção26/04/2032
Os salários engolem 91% das receitas do Anderlecht
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
O banco26/04/2032
Omar Sadik tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Anderlecht dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Plantel26/04/2032
Ümit Akdağ desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Anderlecht vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Gedson Fernandes e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel12/04/2032
Uma transferência que Sam Beukema teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Sam Beukema está a viver essa versão no Anderlecht, e costuma notar-se no primeiro mês.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Romaine Mundle estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Sebastian Nebyla e o Anderlecht acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ninguém no Anderlecht dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ümit Akdağ, e o treinador deixou.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Anderlecht marcou aos 91, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tom Atcheson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Anderlecht as despedidas começaram em silêncio.
Gedson Fernandes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel23/02/2032
Robert Popa consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Robert Popa acabou de assinar pelo Anderlecht e, por uma vez, a resposta importava.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco23/02/2032
Kauã Elias tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Anderlecht dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.