25 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cacereño perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o Arenas Club à espera com uma camisola. No Cacereño ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Guillem Molina acabou de assinar pelo Cacereño e, por uma vez, a resposta importava.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Málaga ninguém diz, e no Cacereño ninguém gosta de estar a adivinhar.
Martín García e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Cacereño foi ao Tarazona com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Cacereño falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Cacereño fez a parte difícil com o Maipú, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Víctor Villacañas esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sergio González estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Javi Díaz, e o treinador deixou.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Rubén Valdera tem a sua resposta do Cacereño; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Já são 13 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
O aperto de mão com o Las Palmas está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Verba acordada, salário acordado, e o Sanluqueño à espera com uma camisola. No Cacereño ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Real Sociedad ninguém diz, e no Cacereño ninguém gosta de estar a adivinhar.
Miguel Berlanga e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
Notas dos jogadoresIan foi a diferença para o Cacereño
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel24/08/2026
Uma lesão muscular afasta Rubén Valdera durante 15 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Cacereño vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Miguel Berlanga esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.