Majed Qasheesh

Lateral Esquerdo - Najran
18 Abr 2036
Sexta-feira
Processo

Marcado para Majed Qasheesh

507 Edição

O Arauto de Najran

14/04/2036
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

O joelho: Mohammed Al-Khaibari fora por 33 dias

33 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Najran perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Plantel

Majed Qasheesh parte um osso — 56 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 56 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Jogo

Najran estão lá em cima

3.º lugar e 50 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.

Mercado

Tomás Rea está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Najran ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Um desentendimento no Najran

Sabri Dahal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Roberto Locatelli vai a sério aos 21

Uma média de 7.05 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Najran sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.

O banco

Não há esconderijo para Sabri Dahal

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sabri Dahal, e o treinador deixou.

Mercado

Najran e Ayman Fallatah falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

O banco

Jesús Rojas pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Em resumo

Edições anteriores
506 Edição

O Arauto de Najran

07/04/2036
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

O joelho: Mohammed Al-Khaibari fora por 40 dias

40 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Najran perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

O banco

Sabri Dahal diz que o Najran não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Uma fratura deixa Majed Qasheesh de fora 63 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Najran falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Mercado

Sam Kuffour tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Najran já falam dele no passado.

Plantel

Abdullah Matuq fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Abdullah Matuq e o Najran acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Plantel

Sabri Dahal em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Najran coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Mercado

Talal Al-Shubili volta a ser jogador de Najran

Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Najran e Malick Berté

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Najran, mais uma semana sem a assinatura de Malick Berté.

O banco

O treinador faz de Nürdäulet Orynbasar um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

505 Edição

O Arauto de Najran

31/03/2036
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

O joelho: Mohammed Al-Khaibari fora por 47 dias

47 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Najran perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Plantel

Uma fratura deixa Majed Qasheesh de fora 70 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Najran falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

O banco

Tomás Rea guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Najran pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Mercado

Turki Al-Shaifan está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Najran ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Os ânimos aquecem no Najran

Sabri Dahal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Marzouq Tambakti desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Direção

O Najran acerta a chegada livre de Abdulaziz Al-Shammari

Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.

O banco

Ikenna John é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ikenna John está nela.

Emprestados

Os golos continuam a chegar do exílio de Oualid Malki

8 golos em 26 jogos no Al-Qadisiyah — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Najran alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.

Em resumo

504 Edição

O Arauto de Najran

24/03/2036
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

O joelho: Mohammed Al-Khaibari fora por 54 dias

54 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Najran perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Plantel

77 dias de fora para Majed Qasheesh depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Najran vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Emprestados

Anas Al-Ahmadi continua a marcar em Al-Ettifaq

26 jogos longe de casa e 19 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.

Mercado

Adnan Al-Bishri tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Najran já falam dele no passado.

Plantel

Troca de palavras no Najran

Abdullah Matuq e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Palavras no treino do Najran sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marzouq Tambakti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Direção

O Najran acerta a chegada livre de Kyan Himpe

Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.

O banco

Não há esconderijo para Mohammed Al-Khaibari

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohammed Al-Khaibari, e o treinador deixou.

O banco

Quando importa, Abdullah Matuq joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Em resumo

503 Edição

O Arauto de Najran

17/03/2036
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Mohammed Al-Khaibari lesiona os ligamentos do joelho — 61 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 61 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Jogo

Najran avança na taça

Vitória por 1‑0 sobre o Al-Ittihad, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?

Plantel

Majed Qasheesh parte um osso — 84 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 84 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

O banco

Mohammed Al-Khaibari guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Najran pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Jogo

O Najran recusa-se a sair da corrida

Posição 3, 50 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.

Mercado

Tomás Rea tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Najran já falam dele no passado.

Direção

Tomás Rea aceitou deixar o Najran a custo zero

Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Sabri Dahal

Dribles concretizados: 23. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Plantel

Um desentendimento no Najran

Abdullah Matuq e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Em resumo

502 Edição

O Arauto de Najran

10/03/2036
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Mohammed Al-Khaibari lesiona os ligamentos do joelho — 68 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 68 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Plantel

Uma fratura deixa Majed Qasheesh de fora 91 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Najran falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Mercado

Só falta a fotografia para Sam Kuffour

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sam Kuffour será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Najran as despedidas começaram em silêncio.

Emprestados

18 golos por empréstimo para Anas Al-Ahmadi

24 jogos no Al-Ettifaq e os golos não param. No Najran acompanham isto mais de perto do que o clube que o tem gostaria.

Plantel

Abdullah Matuq em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Najran coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Palavras no treino do Najran sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marzouq Tambakti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Mercado

Najran e Hassan Al-Musallam falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

O banco

Roberto Locatelli é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Roberto Locatelli está nela.

Mercado

Tomás Rea deixa correr o contrato

Faltam 6 meses e não há acordo à vista. Cada semana sem assinatura custa dinheiro ao Najran.

Em resumo

501 Edição

O Arauto de Najran

03/03/2036
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

O joelho: Mohammed Al-Khaibari fora por 75 dias

75 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Najran perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Plantel

98 dias de fora para Majed Qasheesh depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Najran vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Plantel

Os ânimos aquecem no Najran

Sabri Dahal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Najran

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marzouq Tambakti estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Mauro Salvatore ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Najran e Marzouq Tambakti

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Najran, mais uma semana sem a assinatura de Marzouq Tambakti.

O banco

Quando importa, Ikenna John joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Emprestados

8 golos por empréstimo para Oualid Malki

26 jogos no Al-Qadisiyah e os golos não param. No Najran acompanham isto mais de perto do que o clube que o tem gostaria.

O banco

Jesús Rojas bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Najran, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Em resumo

500 Edição

O Arauto de Najran

25/02/2036
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

O joelho: Mohammed Al-Khaibari fora por 82 dias

82 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Najran perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Plantel

105 dias de fora para Majed Qasheesh depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Najran vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Jogo

Apito final na época do Najran

3.º lugar com 50 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.

Mercado

Nürdäulet Orynbasar pede para sair do Najran

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Mercado

Turki Al-Shaifan está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Najran ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Emprestados

Anas Al-Ahmadi continua a marcar em Al-Ettifaq

22 jogos longe de casa e 17 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.

Plantel

Troca de palavras no Najran

Abdullah Matuq e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Notas dos jogadores

Roberto Locatelli passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 21. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Najran

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marzouq Tambakti estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Em resumo

471 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

06/08/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Direção

O Al-Qadisiyah soletra tudo a Nasser Al-Hassan

O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Nasser Al-Hassan treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.

Mercado

Condições fechadas: Liem Cohen vai sair

Verba acordada, salário acordado, e o Najran à espera com uma camisola. No Al-Qadisiyah ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.

Direção

Reunião de emergência no Al-Qadisiyah

Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.

Mercado

Saad Al-Qahtani está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Qadisiyah ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Troca de palavras no Al-Qadisiyah

Mohau Nkota e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Alvos de mercado

O Al-Qadisiyah leva uma nega por Mohammed Al-Essa

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Fateh fica com o seu homem, e o Al-Qadisiyah volta a uma lista com um nome riscado.

Mercado

Negócios são negócios: Abdulrahman Al-Shammari sai

O Al-Wehda pagou $9.0K e o Al-Qadisiyah aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.

Mercado

Najran deve abrir conversas por Majed Qasheesh

Ambas as partes esperam falar nos próximos dias. O Al-Qadisiyah vai pedir um valor, e tudo o que vier depois é aritmética.

O banco

Abdullah Al-Zaid volta a ter um treinador que o conhece

O novo treinador do Al-Qadisiyah já trabalhou com Abdullah Al-Zaid e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.

Em resumo

471 Edição

O Arauto de Najran

06/08/2035
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Najran vendem o seu melhor jogador a Al-Ittihad

$10.3M é muito dinheiro, e dinheiro não joga a ponta de lança. No balneário toda a gente sabe para quem se olhava quando as coisas corriam mal.

Mercado

Anas Al-Ahmadi disse que sim ao Al-Hazem

A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Najran perdeu-o em tudo menos nos papéis.

Jogo

Najran sobe ao lugar 3

50 pontos somados e um lugar no grupo da frente. No estádio ainda ninguém diz a palavra em voz alta.

Mercado

Al-Qadisiyah voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Najran não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

As bancadas

Os adeptos revoltam-se com a venda de Marwan Al-Sahafi por $10.3M

Vai para o Al-Ittihad, o clube tem $10.3M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.

Alvos de mercado

$38.0K põem os clubes de acordo sobre Majed Qasheesh

O Al-Qadisiyah aceitou o dinheiro. O que o Najran ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.

Mercado

Nawaf Al-Saadi tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Najran já falam dele no passado.

Alvos de mercado

Liem Cohen está a uns exames médicos do Najran

O negócio com o Al-Qadisiyah está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.

Plantel

Abdullah Matuq em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Najran coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Em resumo

468 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

16/07/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Liem Cohen disse que sim ao Damac

A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al-Qadisiyah perdeu-o em tudo menos nos papéis.

Mercado

O Al-Qadisiyah diz que não — desta vez

A proposta do Al-Ta'ee por Turki Al-Madani foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Mercado

Ibrahim Al-Zahrani pede para sair do Al-Qadisiyah

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Mercado

Majed Qasheesh tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al-Qadisiyah já falam dele no passado.

Alvos de mercado

Awad Al-Nashri vai a exames médicos no Al-Qadisiyah

Tudo acordado com o Al-Ahli, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.

Alvos de mercado

Não, obrigado: Hamed Al-Shanqeeti rejeita a mudança

O Al-Qadisiyah tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Al-Ittihad, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.

Plantel

Um desentendimento no Al-Qadisiyah

Mohau Nkota e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Alvos de mercado

O Al-Qadisiyah oferece $230.0K por Bassem Al-Arini

A proposta seguiu esta semana para o Hajer, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Alvos de mercado

O Al-Qadisiyah recua perante o preço de Bassem Al-Arini

O Hajer queria mais do que $230.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.

Em resumo

466 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

02/07/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Condições fechadas: Majed Qasheesh vai sair

Verba acordada, salário acordado, e o Al-Wehda à espera com uma camisola. No Al-Qadisiyah ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.

Direção

Nasser Al-Hassan tem até à próxima reunião da direção

O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Al-Qadisiyah toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.

Mercado

Al-Qadisiyah recusa o Al-Batin por Ali Abdoulraouf Al-Abdrabalnabi

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al-Qadisiyah

Mohau Nkota esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Alvos de mercado

O Al-Faisaly avisa o Al-Qadisiyah: Ahmed Al-Ghamdi não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Plantel

Paul Magit desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

O Al-Qadisiyah faz as contas à perda de Salem Al-Maqadi

42 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.

O banco

Abdullah Al-Zaid volta a ter um treinador que o conhece

O novo treinador do Al-Qadisiyah já trabalhou com Abdullah Al-Zaid e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.

Plantel

Lesão muscular e 14 dias de fora para Turki Al-Hassan

A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Al-Qadisiyah vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.

Em resumo

461 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

28/05/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Direção

O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Al-Qadisiyah

Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.

Plantel

Mohau Nkota em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Qadisiyah coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Paul Magit desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

O treinador faz de Majed Qasheesh um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Ahmed Al-Julaydan é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ahmed Al-Julaydan está nela.

O banco

Prometeram minutos a Thamer Al-Shahrani

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Thamer Al-Shahrani apontou a data.

Mercado

Continua sem haver assinatura de Majed Qasheesh

Faltam 3 meses e as duas partes estão longe. Cada semana que isto se arrasta tira dinheiro ao que Al-Qadisiyah poderiam receber por ele.

Jogo

O Al-Qadisiyah tem alguma coisa por que lutar

6.º lugar com 34 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.

Mercado

Al-Qadisiyah colocam Liem Cohen no mercado

A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Liem Cohen pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.

Em resumo

460 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

21/05/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Um desentendimento no Al-Qadisiyah

Mohau Nkota e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Direção

As contas não estão boas em Al-Qadisiyah

Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.

Plantel

Palavras no treino do Al-Qadisiyah sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Paul Magit está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Ali Abdoulraouf Al-Abdrabalnabi sofre uma lesão muscular — 15 dias de fora

A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.

O banco

Mohau Nkota é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mohau Nkota está nela.

O banco

O treinador faz de Mohammed Al-Otaibi um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

457 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

30/04/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Direção

O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Al-Qadisiyah

Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.

Plantel

Mohau Nkota em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Qadisiyah coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Paul Magit desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

O declínio de Sultan Tanker começou

Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 36 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Al-Qadisiyah é como lidar com um homem a quem deve muito.

O banco

Quando importa, Ahmed Al-Julaydan joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

O treinador faz de Diyorbek Qoshmatov um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

O treinador faz uma promessa a Thamer Al-Shahrani

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Al-Qadisiyah. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Jogo

O Al-Qadisiyah tem alguma coisa por que lutar

6.º lugar com 34 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.

Mercado

Continua sem haver assinatura de Majed Qasheesh

Faltam 4 meses e as duas partes estão longe. Cada semana que isto se arrasta tira dinheiro ao que Al-Qadisiyah poderiam receber por ele.

Em resumo

455 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

16/04/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Só falta a fotografia para Ibrahim Azzam

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ibrahim Azzam será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Qadisiyah as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Um desentendimento no Al-Qadisiyah

Turki Al-Madani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Palavras no treino do Al-Qadisiyah sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Paul Magit está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Bader Kabli pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

O treinador faz de Mohammed Al-Otaibi um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Saad Al-Qahtani tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al-Qadisiyah dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Em resumo

454 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

09/04/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Sultan Tanker está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Qadisiyah ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al-Qadisiyah

Mohau Nkota esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Direção

O Al-Qadisiyah acerta a chegada livre de Geoffrey Onyango

Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.

Plantel

Palavras no treino do Al-Qadisiyah sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Paul Magit está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Majed Qasheesh ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Quando importa, Saad Al-Shammari joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Abdullah Badghish bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Abdullah Badghish treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Mercado

Al-Qadisiyah e Bander Whaeshi falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

Mercado

A conversa sobre Bader Kabli não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Al-Qadisiyah sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Em resumo

453 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

02/04/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Direção

O escrutínio aperta no Al-Qadisiyah

Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Al-Qadisiyah está a esgotar-se.

Plantel

Mohau Nkota em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Qadisiyah coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Não há esconderijo para Thamer Al-Shahrani

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thamer Al-Shahrani, e o treinador deixou.

Plantel

Ali Al-Mahdawi desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Quando importa, Ahmed Al-Julaydan joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

Conversas entre Al-Qadisiyah e Ibrahim Azzam empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

Direção

O Al-Qadisiyah corta $7.4M ao orçamento

O dinheiro que disseram ao treinador que tinha é agora dinheiro que o treinador tinha. $7.4M desaparecidos da mesa sem comunicado, e um balneário que percebe o que isso quer dizer.

O banco

Majed Qasheesh pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

O treinador faz uma promessa a Saad Al-Shammari

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Al-Qadisiyah. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Em resumo

449 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

05/03/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Mohau Nkota em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Qadisiyah coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Thamer Al-Shahrani fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Thamer Al-Shahrani e o Al-Qadisiyah acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Plantel

Palavras no treino do Al-Qadisiyah sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Paul Magit está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

O treinador faz de Ibrahim Al-Zahrani um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Samuel Come Ruiz quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Al-Qadisiyah ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

O banco

Quando importa, Ahmed Al-Julaydan joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

Conversas entre Al-Qadisiyah e Majed Qasheesh empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

O banco

Bader Kabli bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Qadisiyah, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Mercado

Sultan Tanker avisado para procurar clube

«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Sultan Tanker foi informado de que não entra nos planos do treinador do Al-Qadisiyah.

Em resumo

448 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

26/02/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

O Al-Qadisiyah termina no 6.º lugar

34 pontos, e a época já tem um número. Seja o que for que se sentiu por dentro, é assim que vai ficar num livro.

Plantel

Troca de palavras no Al-Qadisiyah

Turki Al-Madani e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Direção

As contas não estão boas em Al-Qadisiyah

Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.

Plantel

Paul Magit desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Samuel Come Ruiz procura uma última época em casa

É sentimental, é completamente sincero e é o princípio de uma saída que ninguém anunciou. O clube pode ser elegante quanto a isso ou pode fingir que não ouviu.

Notas dos jogadores

Bryan Song foi a diferença para o Al-Qadisiyah

Avaliado com 7.74. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.

O banco

Não há lugar para Majed Qasheesh no jogo grande

Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Al-Qadisiyah fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.

O banco

Mohau Nkota tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Al-Qadisiyah dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

Salem Al-Maqadi ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo

447 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

19/02/2035
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

O banco

Majed Qasheesh guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al-Qadisiyah pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Mercado

Ibrahim Azzam está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Qadisiyah ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Notas dos jogadores

Nem sinal de nervos em Fahad Al-Rashid aos 21 — 7.94

O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Fahad Al-Rashid não precisou: 7.94, e parecia o homem mais à vontade no relvado.

Plantel

Troca de palavras no Al-Qadisiyah

Mohau Nkota e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

Fahad Al-Rashid leva o Al-Qadisiyah a superar o Ohod

Terminou 2‑1, e a tarde foi de Fahad Al-Rashid: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Al-Qadisiyah.

As bancadas

A bancada rendeu-se a Fahad Al-Rashid

Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.

Notas dos jogadores

Enzo Legrix passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 18. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Mohau Nkota

Nota 8.19 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

Plantel

As defesas já dobram a marcação a Mohau Nkota

7 golos e uma média de 7.34 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.

Em resumo

445 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

05/02/2035
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Tão perto: a transferência de Mohau Nkota morre em cima da hora

O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Al-Ahli seguiu em frente, Mohau Nkota apresenta-se de volta no Al-Qadisiyah, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.

Mercado

O Al-Qadisiyah diz que não — desta vez

A proposta do Al-Taawoun por Majed Qasheesh foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Plantel

6 defesas: Mohammed Al-Yami foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

O banco

Mohammed Al-Otaibi guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al-Qadisiyah pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Direção

O Al-Qadisiyah fecha o mercado com um plantel feito por si

4 entradas e 1 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.

Plantel

Mohau Nkota em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Qadisiyah coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Paul Magit desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Tarde má para o Al-Qadisiyah diante do Al-Ahli

0‑2 para o Al-Ahli, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Plantel

Lesão muscular e 15 dias de fora para Bander Whaeshi

A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Al-Qadisiyah vai falar em 15 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.

Em resumo

441 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

08/01/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Ibrahim Azzam disse que sim ao Al-Mojzel

A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al-Qadisiyah perdeu-o em tudo menos nos papéis.

Notas dos jogadores

Os dois de Mohau Nkota — 8.45

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.45, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Mercado

Samuel Come Ruiz põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Qadisiyah, e não vai ser retirado.

Plantel

Mohau Nkota assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Mohau Nkota compromete-se com o Al-Qadisiyah por mais 3 anos.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al-Qadisiyah

Mohau Nkota esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Al-Qadisiyah despacha o Al-Taawoun

Três pontos para o Al-Qadisiyah: um 3‑2 diante do Al-Taawoun num duelo decidido por pormenores.

Alvos de mercado

O Najran avisa o Al-Qadisiyah: Nawaf Al-Aqidi não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Mercado

Hajer a seguir Raymond Offor

O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Al-Qadisiyah nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.

O banco

O treinador faz de Majed Qasheesh um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

439 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

25/12/2034
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

Mohammed Al-Yami diz que o Al-Qadisiyah não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Jogo

A espera do Al-Qadisiyah continua

Já são 4 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

Plantel

Um desentendimento no Al-Qadisiyah

Mohau Nkota e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Paul Magit desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Mohammed Suhluli

Dribles concretizados: 19. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Notas dos jogadores

Francis Ebuka Nwokeabia jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.22. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Jogo

O Al-Qadisiyah recusa-se a perder com o Al-Faisaly

Um ponto arrancado aos 85 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.

Jogo

Igualdade entre Al-Qadisiyah e Al-Faisaly

2‑2, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.

O banco

Saad Al-Qahtani ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo

433 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

13/11/2034
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Os ânimos aquecem no Al-Qadisiyah

Mohau Nkota esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Ninguém conseguiu parar de marcar

6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Al-Qadisiyah e do Ohod por igual; os restantes divertiram-se imenso.

Jogo

Al-Qadisiyah encontra maneira de passar pelo Ohod

O Ohod obrigou o Al-Qadisiyah a suar, mas no fim o marcador dizia 4‑2 e a tabela não pergunta como.

O banco

Bader Kabli ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Francis Ebuka Nwokeabia

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.33, e nem uma objeção no estádio.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Abdullah Al-Anazi

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.22, e nem uma objeção no estádio.

Notas dos jogadores

Mohau Nkota jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.13. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

O banco

Ahmed Al-Julaydan continua a pagar por uma tarde no Al-Qadisiyah

Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.

O banco

Um Nasser Al-Hassan satisfeito

“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 4‑2, Nasser Al-Hassan podia dar-se ao luxo de ser generoso.

Em resumo

420 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

14/08/2034
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

O joelho: Enzo Legrix fora por 78 dias

78 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Al-Qadisiyah perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

O banco

Majed Qasheesh guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al-Qadisiyah pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Mercado

Muhannad Al-Shanqiti pede para sair do Al-Qadisiyah

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Mercado

Al-Qadisiyah recusa o Al-Khaleej por Ibrahim Azzam

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Jogo

A espera do Al-Qadisiyah continua

Já são 5 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

Plantel

Troca de palavras no Al-Qadisiyah

Mohau Nkota e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Direção

Dia de subida no Al-Qadisiyah

8 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.

Alvos de mercado

Porta fechada: Saad Al-Sharfa fica onde está

O Al-Qadisiyah perguntou e o Al-Faisaly disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Jogo

Al-Ra'ed leva os pontos ao Al-Qadisiyah

Derrota por 1‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

Em resumo

418 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

31/07/2034
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Enzo Legrix lesiona os ligamentos do joelho — 95 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 95 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Mercado

Condições fechadas: Ibrahim Azzam vai sair

Verba acordada, salário acordado, e o Al-Fayha à espera com uma camisola. No Al-Qadisiyah ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.

Mercado

Al-Ittihad voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Al-Qadisiyah não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Mercado

Sultan Tanker está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Qadisiyah ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Alvos de mercado

Uma proposta de $390.0K por Thamer Al-Shahrani

O Al-Qadisiyah foi ao Al-Wehda com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.

Plantel

Mohau Nkota em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Qadisiyah coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Alvos de mercado

O Najran avisa o Al-Qadisiyah: Bilal Erradi não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

O banco

Não há esconderijo para Majed Qasheesh

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Majed Qasheesh, e o treinador deixou.

O banco

Enzo Legrix é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Enzo Legrix está nela.

Em resumo

417 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

24/07/2034
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Enzo Legrix

104 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Al-Qadisiyah perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Mercado

Só falta a fotografia para Ibrahim Azzam

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ibrahim Azzam será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Al-Qadisiyah as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Os ânimos aquecem no Al-Qadisiyah

Mohau Nkota esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Mercado

Al-Qadisiyah vende Ishak Talal Boussouf por $860.0K

Ishak Talal Boussouf parte para o Al-Ittihad num negócio de $860.0K. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.

Alvos de mercado

Caro demais: o Al-Qadisiyah desiste de Thamer Al-Shahrani

$400.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Al-Wehda pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.

Alvos de mercado

O Al-Qadisiyah leva uma nega por Rashid Al-Sultan

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Khaleej fica com o seu homem, e o Al-Qadisiyah volta a uma lista com um nome riscado.

Alvos de mercado

O Al-Qadisiyah pergunta por Talal Al-Dosari

Uma sondagem ao Al-Wehda para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.

Plantel

Não há lugar para Turki Al-Sulami no desenho novo

Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Al-Qadisiyah joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.

O banco

Majed Qasheesh pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Em resumo

411 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

12/06/2034
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Ibrahim Azzam acerta condições com o Al-Shoulla

Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Al-Qadisiyah já se começa a dizer o nome dele no passado.

Plantel

Um desentendimento no Al-Qadisiyah

Mohau Nkota e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Mercado

Mohammed Al-Otaibi é jogador do Al-Qadisiyah

A verba é $230.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Al-Hilal negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.

Alvos de mercado

O Al-Qadisiyah leva uma nega por Thamer Al-Shahrani

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Wehda fica com o seu homem, e o Al-Qadisiyah volta a uma lista com um nome riscado.

Plantel

Angus Moss desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Majed Qasheesh ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Alvos de mercado

O Al-Qadisiyah pergunta por Mohammed Madkhali

Uma sondagem ao Hajer para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.

O banco

Ahmed Al-Julaydan é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ahmed Al-Julaydan está nela.

Direção

As contas não estão boas em Al-Qadisiyah

Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.

Em resumo

410 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

05/06/2034
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Mohau Nkota em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Qadisiyah coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Alvos de mercado

O Hajer avisa o Al-Qadisiyah: Bader Kabli não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Mercado

Todos os olhos outra vez em Mubarak Al-Shayie

O telefone voltou a tocar por causa de Mubarak Al-Shayie, e desta vez do outro lado está o Damac. No Al-Qadisiyah ouvem com educação e não prometem nada.

Plantel

Angus Moss desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Lesão muscular e 14 dias de fora para Turki Al-Enezi

A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Al-Qadisiyah vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.

Plantel

O sistema deixou Paul Magit para trás

Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Al-Qadisiyah vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Al-Qadisiyah e Francis Ebuka Nwokeabia

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Al-Qadisiyah, mais uma semana sem a assinatura de Francis Ebuka Nwokeabia.

Alvos de mercado

O Al-Qadisiyah tenta Abdulaziz Al-Hadhood por empréstimo

Perguntou-se ao Al-Khaleej se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.

Alvos de mercado

O Al-Qadisiyah pergunta por Mubarak Al-Buainain

Uma sondagem ao Al-Fateh para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.

Em resumo