Yarin Levi

Volante - Beitar Jerusalem
17 Out 2026
Sábado
Processo

Marcado para Yarin Levi

9 Edição

A Gazeta de Beitar Jerusalem

28/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Beitar Jerusalem avança na taça

Vitória por 2‑1 sobre o Hapoel Raanana, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?

Notas dos jogadores

Yuval Shalev não podia pedir mais na estreia — 7.38

As estreias sobrevivem-se, não se desfrutam. Esta desfrutou-se: 7.38, 0 golos, e um treinador a quem já perguntam se ele é titular outra vez para a semana.

Notas dos jogadores

Nem sinal de nervos em Yarin Levi aos 21 — 7.75

O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Yarin Levi não precisou: 7.75, e parecia o homem mais à vontade no relvado.

Plantel

Miguel Silva em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Beitar Jerusalem coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Timo Muzie

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 9.33, e nem uma objeção no estádio.

Plantel

Gil Cohen desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Notas dos jogadores

Luka Gadrani em notas de excelência

Uma exibição de 9.08 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.

Jogo

Beitar Jerusalem cumpre diante do Hapoel Tel Aviv

Um 1‑0 sobre o Hapoel Tel Aviv, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

Plantel

Yuda Editya ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo

Edições anteriores
5 Edição

A Gazeta de Beitar Jerusalem

31/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Notas dos jogadores

Yarin Levi não podia pedir mais na estreia — 7.45

As estreias sobrevivem-se, não se desfrutam. Esta desfrutou-se: 7.45, 0 golos, e um treinador a quem já perguntam se ele é titular outra vez para a semana.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Timo Muzie

Dribles concretizados: 27. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Mercado

Yuval Shalev põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Beitar Jerusalem, e não vai ser retirado.

Mercado

Todos os olhos outra vez em Brayan Carabalí

O telefone voltou a tocar por causa de Brayan Carabalí, e desta vez do outro lado está o Maccabi Haifa. No Beitar Jerusalem ouvem com educação e não prometem nada.

Plantel

Gil Cohen desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Yarden Shua faz a diferença pelo Beitar Jerusalem contra o Hapoel Kiryat Shmona

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Yarden Shua. 1‑0 sobre o Hapoel Kiryat Shmona, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

Mercado

Não há lugar para Ori Dahan no plano

“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Ori Dahan tem a sua resposta do Beitar Jerusalem; o que fizer com ela é a história da próxima janela.

Plantel

Não há esconderijo para Ori Dahan

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ori Dahan, e o treinador deixou.

Notas dos jogadores

Boris Enow fecha a porta

Ações defensivas: 15, e a baliza a zero no final. As melhores tardes de um central parecem não ter nada dentro, e é exatamente esse o ponto.

Em resumo