“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Beitar Jerusalem pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Miguel Silva e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel09/04/2029
Pedro Cuiabá desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Beitar Jerusalem lida com um homem que quer outro país.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Beitar Jerusalem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Beitar Jerusalem sabem-no.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Roey Elimelech estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco02/04/2029
Nana Antwi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Beitar Jerusalem dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Miguel Silva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco26/03/2029
Tomer Yosefi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Beitar Jerusalem dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Yarden Shua. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Parte para ser jogador de outros durante quinze dias. O Beitar Jerusalem perde-o durante a paragem e gostava que lho devolvessem no estado em que saiu.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Luka Gadrani será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Beitar Jerusalem as despedidas começaram em silêncio.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Beitar Jerusalem pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pedro Cuiabá estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Jonathan Mulder e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco19/03/2029
Yarden Shua tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Beitar Jerusalem dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Beitar Jerusalem joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Tomer Yosefi assinar alguma coisa — um contrato no Beitar Jerusalem ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 42 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Miguel Silva e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Plantel12/03/2029
Pedro Cuiabá desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Yarden Shua e o Beitar Jerusalem acertam mais 4 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Beitar Jerusalem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Beitar Jerusalem ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Yarden Shua está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Tomer Yosefi marcou ao minuto 85, o Maccabi Haifa já pensava na viagem de regresso, e o Beitar Jerusalem levou tudo.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Beitar Jerusalem lida com um homem que quer outro país.
Miguel Silva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pedro Cuiabá está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Tomer Yosefi está nela.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Luka Gadrani será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Beitar Jerusalem as despedidas começaram em silêncio.
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Roey Elimelech está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Durel Avounou, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém em campo chegou perto de Yarden Shua
O Hapoel Kfar Saba vai querer esquecer isto depressa: 5‑2, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Beitar Jerusalem foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
2 atrás e sem rumo, até Boris Enow decidir o contrário. O Hapoel Kfar Saba tinha feito a parte difícil e depois viu-a desfazer-se, e o barulho no apito final foi daqueles que um estádio guarda.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Miguel Silva e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Beitar Jerusalem ofereceu $21.0K; o Maccabi Haifa disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel05/02/2029
Uma transferência que Pedro Cuiabá teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Pedro Cuiabá está a viver essa versão no Beitar Jerusalem, e costuma notar-se no primeiro mês.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Beitar Jerusalem pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 5, saíram 1, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Beitar Jerusalem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 35 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Beitar Jerusalem é como lidar com um homem a quem deve muito.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Maccabi Tel Aviv fica com o seu homem, e o Beitar Jerusalem volta a uma lista com um nome riscado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Yarden Shua. 1‑0 sobre o Hapoel Raanana, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Beitar Jerusalem sobre quem trabalha
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $308.8K do que o Beitar Jerusalem pagou por Xande Silva é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Beitar Jerusalem, e não vai ser retirado.
As bancadas29/01/2029
Os adeptos revoltam-se com a venda de Xande Silva por $1.4M
Vai para o Maccabi Haifa, o clube tem $1.4M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Beitar Jerusalem fez a parte difícil com o Javor-Matis, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O Beitar Jerusalem foi ao Hapoel Beer Sheva com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Yarden Shua. 2‑0 sobre o Hapoel Acre, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Hapoel Beer Sheva continuou a vir porque nada o travou, e ao Beitar Jerusalem vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Beitar Jerusalem podem fingir não ter ouvido.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Roei Alkukin marcou, foi avaliado com 7.89 e voltou antes de alguém dar pela falta.
A proposta seguiu esta semana para o Maccabi Haifa, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Beitar Jerusalem ofereceu $8.0K; o Hapoel Beer Sheva disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Beitar Jerusalem podem fingir não ter ouvido.
Miguel Silva e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Beitar Jerusalem foi ao Hapoel Beer Sheva com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
$21.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Maccabi Haifa pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O Beitar Jerusalem perguntou e o Hapoel Beer Sheva disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Perguntou-se ao Independiente se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Hapoel Kiryat Shmona ninguém diz, e no Beitar Jerusalem ninguém gosta de estar a adivinhar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Beitar Jerusalem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A proposta seguiu esta semana para o Maccabi Haifa, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Beitar Jerusalem perguntou e o Hapoel Beer Sheva disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A carreira de um guarda-redes conta-se pelos jogos em que ninguém lhe marcou, e Miguel Silva tem agora 25 deles em 285 partidas. Nada naquele número foi sorte.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Beitar Jerusalem joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Perguntou-se ao Maccabi Haifa se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Beitar Jerusalem, e não vai ser retirado.
Miguel Silva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
O banco01/01/2029
Yarden Shua tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Beitar Jerusalem dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Beitar Jerusalem marcou aos 91, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Luka Gadrani será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Beitar Jerusalem as despedidas começaram em silêncio.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Beitar Jerusalem lida com um homem que quer outro país.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Manor Refaelov podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Plantel25/12/2028
O melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Beitar Jerusalem
É uma honra pequena e não é coisa nenhuma: alguém viu todos os jogos da divisão e decidiu que Yarden Shua foi o melhor de qualquer um deles.
Em resumo
O bancoShahar Piven tornou-se um homem de confiança do treinador
Eliminado, 0‑2 com o Hapoel Tel Aviv, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Beitar Jerusalem, e não vai ser retirado.
Juan Augusto Pussetto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Beitar Jerusalem sabem-no.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.90 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Juan Augusto Pussetto e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Yarden Shua. 1‑0 sobre o Bnei Yehuda, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Metade do calendário jogado, 7.º lugar, 15 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Manor Refaelov sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Tomer Yosefi está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Yarden Shua assinar alguma coisa — um contrato no Beitar Jerusalem ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Omer Atzili e o Beitar Jerusalem acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Miguel Silva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luka Gadrani, e o treinador deixou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Beitar Jerusalem ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Beitar Jerusalem sabem-no.
O banco27/11/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑4, ditas por Manor Refaelov a uma sala que já as tinha ouvido.
Yehonatan Ozer e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Miguel Silva e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Yarden Shua: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Beitar Jerusalem a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Miguel Silva assinar alguma coisa — um contrato no Beitar Jerusalem ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Beitar Jerusalem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco13/11/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑3 Manor Refaelov saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Tomer Yosefi está nela.
12 remates, uma contagem que parece uma boa tarde até se olhar para a outra coluna. Os avançados sobrevivem a semanas destas partindo do princípio de que as ocasiões continuam; o dia em que param torna-se um problema.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Yarden Shua assinar alguma coisa — um contrato no Beitar Jerusalem ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Beitar Jerusalem podem fingir não ter ouvido.
Miguel Silva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 85. O Hapoel Kfar Saba tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Disseram uma coisa a Juan Augusto Pussetto e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Beitar Jerusalem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Manor Refaelov podia dar-se ao luxo de ser generoso.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Beitar Jerusalem lida com um homem que quer outro país.
Juan Augusto Pussetto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Noam Ben-Harush tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Manor Refaelov sobre uma tarde de 2‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Beitar Jerusalem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Beitar Jerusalem sabem-no.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Yarden Shua assinar alguma coisa — um contrato no Beitar Jerusalem ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.84 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Miguel Silva e o Beitar Jerusalem acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Miguel Silva, e o treinador deixou.
O banco09/10/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 Manor Refaelov saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Beitar Jerusalem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Xande Silva tem a sua resposta do Beitar Jerusalem; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Vitória por 1‑0 sobre o Hapoel Raanana, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Beitar Jerusalem podem fingir não ter ouvido.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Shahar Piven marcou, foi avaliado com 7.78 e voltou antes de alguém dar pela falta.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Beitar Jerusalem sabem-no.
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Beitar Jerusalem tem de arrancar um resultado de algum lado.
Miguel Silva e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Beitar Jerusalem tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Beitar Jerusalem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi preciso Yarden Shua marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Maccabi Tel Aviv, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
O banco18/09/2028
Nana Antwi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Beitar Jerusalem dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Yarden Shua assinar alguma coisa — um contrato no Beitar Jerusalem ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Tomer Yosefi está nela.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Beitar Jerusalem, mais uma semana sem a assinatura de Roey Elimelech.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Yarden Shua: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Beitar Jerusalem a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Tomer Yosefi assinar alguma coisa — um contrato no Beitar Jerusalem ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
MercadoFechou o mercado e Luka Gadrani continua cá
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Luka Gadrani será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Beitar Jerusalem as despedidas começaram em silêncio.
Direção04/09/2028
O prazo passa com 19 contratações e 11 saídas
Está feito o negócio no Beitar Jerusalem até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Stade de Reims fica com o seu homem, e o Beitar Jerusalem volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luka Gadrani, e o treinador deixou.
Liam Hermesh esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Beitar Jerusalem lida com um homem que quer outro país.
Verba acordada, salário acordado, e o Dewa United à espera com uma camisola. No Beitar Jerusalem ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Beitar Jerusalem podem fingir não ter ouvido.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Fluminense ninguém diz, e no Beitar Jerusalem ninguém gosta de estar a adivinhar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Beitar Jerusalem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Direção28/08/2028
5 jogadores da formação sobem à equipa principal do Beitar Jerusalem
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Plantel28/08/2028
Boris Enow desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Román Gómez, e o treinador deixou.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Beitar Jerusalem ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Beitar Jerusalem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Boris Enow está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Michael Ohana e o Beitar Jerusalem acertam mais 2 anos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Beitar Jerusalem perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Michael Ohana volta a ser jogador do Beitar Jerusalem, e a cidade tem a sua história do verão.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Beitar Jerusalem lida com um homem que quer outro país.
9 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Uma sondagem ao Stade de Reims para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma sondagem ao Fluminense para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Adi Yona era uma das razões por que as pessoas vinham, e $3.4M não substitui isso sozinho.
O telefone voltou a tocar por causa de Omri Levi, e desta vez do outro lado está o Dewa United. No Beitar Jerusalem ouvem com educação e não prometem nada.
Miguel Silva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Boris Enow está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Boca Juniors fica com o seu homem, e o Beitar Jerusalem volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Perguntou-se ao Stade de Reims se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O banco07/08/2028
Nana Antwi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Beitar Jerusalem dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
PlantelNão há lugar para Raykkonen no desenho novo
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Beitar Jerusalem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Boris Enow estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Beitar Jerusalem vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Yarden Shua está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Boris Enow. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Beitar Jerusalem admitiria. Nota-se aos sábados.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Beitar Jerusalem perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Uma sondagem ao Internacional para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O banco24/07/2028
Adi Yona tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Beitar Jerusalem dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Niv Gabay tem de reconquistar o que julgava seu. O Beitar Jerusalem não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Beitar Jerusalem podem fingir não ter ouvido.
O Hapoel Tel Aviv queria mais do que $12.1M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Plantel17/07/2028
Boris Enow desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Londrina fica com o seu homem, e o Beitar Jerusalem volta a uma lista com um nome riscado.
Uma sondagem ao Egnatia Rrogozhinë para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O Beitar Jerusalem já telefonou ao Inter de Limeira. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Beitar Jerusalem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
O bancoTomer Yosefi tornou-se um homem de confiança do treinador
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
O Beitar Jerusalem perguntou e o Maccabi Petach Tikva disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o São Paulo fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Miguel Silva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Boris Enow estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Eden Shamir, e o treinador deixou.
Uma sondagem ao América Mineiro para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Yoav Hofmeister treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Miguel Silva não desaparece
A verba é $1.6M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Maccabi Netanya negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
O Beitar Jerusalem perguntou e o Maccabi Petach Tikva disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Beitar Jerusalem tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Stade de Reims, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
Yarden Shua e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Beitar Jerusalem já telefonou ao Boca Juniors. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Uma sondagem ao São Paulo para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Assinaram hoje, ninguém os vai ver durante anos, e um deles pode um dia ser a razão de o clube existir. É este todo o argumento a favor de uma formação, e é um bom argumento.
Em resumo
O bancoYarden Shua tornou-se um homem de confiança do treinador
Miguel Silva e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Beitar Jerusalem ofereceu $96.0K; o Hapoel Tel Aviv disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Plantel26/06/2028
Boris Enow desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Beitar Jerusalem sabem-no.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Beitar Jerusalem terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A proposta do Hapoel Raanana por Adi Yona foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $105.7K — um clube que quer Tal Archel ao ponto de perguntar duas vezes.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Beitar Jerusalem sabem-no.
$130.0K em cima da mesa do Maccabi Netanya. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
$130.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Maccabi Netanya pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Tem 19 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Mais um nome na lista: o Hapoel Raanana fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Adi Yona. A resposta do Beitar Jerusalem não mudou — para já.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Beitar Jerusalem fez a parte difícil com o Hapoel Kfar Saba, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
A proposta seguiu esta semana para o Maccabi Netanya, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Miguel Silva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
$73.0K em cima da mesa do Hapoel Tel Aviv. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 36 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Shahar Piven e o Beitar Jerusalem acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Tem 20 anos e ninguém em Beitar Jerusalem o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Beitar Jerusalem ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O Hapoel Tel Aviv queria mais do que $11.1M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Beitar Jerusalem podem fingir não ter ouvido.
O Beitar Jerusalem foi ao Maccabi Haifa com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A proposta seguiu esta semana para o Hapoel Kfar Saba, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Plantel05/06/2028
Boris Enow desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Adi Yona, e o treinador deixou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Shahar Piven e o Beitar Jerusalem acertam mais 2 anos.
Shahar Piven esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Perguntou-se ao Maccabi Tel Aviv se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Miguel Silva e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Boris Enow está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco29/05/2028
Adi Yona tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Beitar Jerusalem dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Beitar Jerusalem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Beitar Jerusalem. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Em resumo
MercadoJonas Barros colocado na lista de transferências
Osher Davida desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Beitar Jerusalem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco22/05/2028
Tomer Yosefi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Beitar Jerusalem dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Beitar Jerusalem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Roey Elimelech treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
PlantelOs relatórios de treino sobre Aditya Sentosa não são bons
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Beitar Jerusalem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/05/2028
Boris Enow desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco15/05/2028
Nana Antwi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Beitar Jerusalem dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Beitar Jerusalem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Beitar Jerusalem gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Nana Antwi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Omer Atzili e o Beitar Jerusalem acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Beitar Jerusalem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel08/05/2028
Osher Davida desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Yarden Shua está nela.
Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Beitar Jerusalem gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.
Miguel Silva e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Osher Davida está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Beitar Jerusalem terá de responder com minutos ou com uma transferência.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Eden Shamir treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Beitar Jerusalem ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Miguel Silva e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel24/04/2028
Boris Enow desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Beitar Jerusalem ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O banco24/04/2028
Tomer Yosefi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Beitar Jerusalem dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Beitar Jerusalem vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Yarden Shua não desaparece
O bancoEden Shamir pede uma conversa com o treinador
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Beitar Jerusalem pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Beitar Jerusalem sabem-no.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Osher Davida estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Jonas Barros esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Nana Antwi está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nadav Markovich, e o treinador deixou.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Beitar Jerusalem pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Beitar Jerusalem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Osher Davida estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Beitar Jerusalem ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Boris Enow estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Amit Melikson e o Beitar Jerusalem acertam mais 3 anos.
Itay Ehud esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Adi Yona está nela.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Osher Davida está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Eden Shamir, e o treinador deixou.
O banco27/03/2028
Tomer Yosefi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Beitar Jerusalem dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Beitar Jerusalem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Beitar Jerusalem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Miguel Silva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel20/03/2028
Osher Davida desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
O banco20/03/2028
Nana Antwi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Beitar Jerusalem dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Beitar Jerusalem foi explícito quanto à situação de Xande Silva, o que é mais do que muitos recebem.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Beitar Jerusalem vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Nana Antwi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Beitar Jerusalem que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
Osher Davida esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Boris Enow está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
O banco13/03/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Manor Refaelov a uma sala que já as tinha ouvido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dor Micha, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Yarden Shua está nela.
Eliminado, 0‑3 com o Maccabi Tel Aviv, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
0-3, e muito antes do fim a bancada visitante tinha passado do incentivo para algo bastante mais afiado. Ninguém liga para um programa de rádio por perder por pouco.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Miguel Silva e o Beitar Jerusalem acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Miguel Silva e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel06/03/2028
Osher Davida desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Adi Yona tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Shachar Rosen fez o trabalho que ninguém conta — 6.94
15 ações combinadas e 6.94. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Osher Davida está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A primeira derrota em 4 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Maccabi Haifa; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Manor Refaelov depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Tomer Yosefi está nela.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Beitar Jerusalem vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mohamad Abu Rumi produziu-o, e o 8.83 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Beitar Jerusalem pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Miguel Silva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Beitar Jerusalem e do Maccabi Petach Tikva por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mohamad Abu Rumi. 4‑2 sobre o Maccabi Petach Tikva, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Boris Enow está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
7.99, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Beitar Jerusalem sabem-no.
Plantel14/02/2028
Osher Davida desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O O'Higgins fica com o seu homem, e o Beitar Jerusalem volta a uma lista com um nome riscado.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Yarden Shua. 2‑0 sobre o Hapoel Kfar Saba, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.31 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Direção07/02/2028
O prazo passa com 3 contratações e 0 saídas
Está feito o negócio no Beitar Jerusalem até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Miguel Silva e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Osher Davida estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Beitar Jerusalem perguntou e o Aris Thessaloniki disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Hapoel Acre vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Beitar Jerusalem foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.49 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Cruzeiro fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Osher Davida e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
10 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.
Plantel31/01/2028
Boris Enow desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Maipú fica com o seu homem, e o Beitar Jerusalem volta a uma lista com um nome riscado.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Beitar Jerusalem podem fingir não ter ouvido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Boris Enow e o Beitar Jerusalem acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Miguel Silva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Osher Davida estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Huracán fica com o seu homem, e o Beitar Jerusalem volta a uma lista com um nome riscado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Beitar Jerusalem, e não vai ser retirado.
Notas dos jogadores17/01/2028
Tomer Yosefi fez o trabalho que ninguém conta — 7.20
17 ações combinadas e 7.20. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Gimnasia La Plata fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Osher Davida esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Notas dos jogadores17/01/2028
Nana Antwi fez o trabalho que ninguém conta — 6.82
13 ações combinadas e 6.82. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
O Beitar Jerusalem perguntou e o San Lorenzo disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Adi Yona está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A proposta do Hapoel Kfar Saba por Adi Yona foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Boris Enow estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Vélez fica com o seu homem, e o Beitar Jerusalem volta a uma lista com um nome riscado.
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
15 dias de fora para Tal Solomon depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Beitar Jerusalem vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Beitar Jerusalem estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Osher Davida está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Beitar Jerusalem perguntou e o Bnei Sakhnin disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Beitar Jerusalem foi explícito quanto à situação de Luka Gadrani, o que é mais do que muitos recebem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco03/01/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Manor Refaelov a uma sala que já as tinha ouvido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Beitar Jerusalem falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Yarden Shua e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel27/12/2027
Osher Davida desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Beitar Jerusalem lida com um homem que quer outro país.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Nana Antwi está nela.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
O banco27/12/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Manor Refaelov não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Beitar Jerusalem também ninguém o escondia.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 32 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Beitar Jerusalem ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Miguel Silva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel20/12/2027
Boris Enow desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 18 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
O Bnei Yehuda vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Beitar Jerusalem foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Plantel13/12/2027
41 dias de fora para Tal Solomon depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Beitar Jerusalem vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.44 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Beitar Jerusalem ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Notas dos jogadores13/12/2027
Osher Davida jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.29. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 9 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 50 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Miguel Silva e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Beitar Jerusalem sabem-no.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Manor Refaelov depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
0‑3 para o Maccabi Haifa, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Osher Davida esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel29/11/2027
Boris Enow desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no Beitar Jerusalem sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ido Zavaro, e o treinador deixou.
Segue-se o Hapoel Haifa, e há um homem no balneário do Beitar Jerusalem que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Em resumo
MercadoA história de Nana Antwi recusa-se a morrer
Notas dos jogadoresOsher Davida passa por eles um de cada vez
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Osher Davida está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Segue-se o Maccabi Haifa, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yoav Hofmeister, e o treinador deixou.
Jonas Barros esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Maccabi Petach Tikva defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Yarden Cohen está nela.
Miguel Silva e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel15/11/2027
Osher Davida desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel15/11/2027
Shachar Rosen sofre uma lesão muscular — 15 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Adi Yona está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Beitar Jerusalem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Yarden Cohen: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Beitar Jerusalem a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Beitar Jerusalem admitiria. Nota-se aos sábados.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Beitar Jerusalem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Beitar Jerusalem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um marcado e um servido, que é uma tarde diferente de um bis e mais fácil de passar ao lado. Nota de 7.99 e participação em 2 golos dos seus.
Plantel08/11/2027
Boris Enow desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Yarden Shua. 2‑0 sobre o Hapoel Kfar Saba, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Notas dos jogadores08/11/2027
Sergio Palacios jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.02. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Xande Silva, e o treinador deixou.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Yarden Shua está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Yarden Shua e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Osher Davida está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Mohamad Abu Rumi tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Beitar Jerusalem foi explícito quanto à situação de Dor Micha, o que é mais do que muitos recebem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Beitar Jerusalem pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Miguel Silva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Osher Davida está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Adi Yona tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Hapoel Acre tentou reorganizar-se, o Beitar Jerusalem não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Beitar Jerusalem, e não vai ser retirado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Boris Enow está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Beitar Jerusalem ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.
O banco18/10/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Manor Refaelov não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Beitar Jerusalem também ninguém o escondia.
O banco18/10/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Shachar Rosen
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Beitar Jerusalem ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Miguel Silva e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel11/10/2027
Osher Davida desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O banco11/10/2027
Xande Silva tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Beitar Jerusalem dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Segue-se o Hapoel Beer Sheva, e há um homem no balneário do Beitar Jerusalem que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Miguel Silva assinar alguma coisa — um contrato no Beitar Jerusalem ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Omer Atzili e o Beitar Jerusalem acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Osher Davida esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel04/10/2027
Adi Yona desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Beitar Jerusalem lida com um homem que quer outro país.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Manor Refaelov depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
O banco04/10/2027
Adi Yona tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Beitar Jerusalem dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Dois golos e um 8.23 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
Notas dos jogadores27/09/2027
Uma estreia que Jonas Barros não vai esquecer — 7.40
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 0 no marcador, 7.40 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.86 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Miguel Silva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Jogo25/09/2027
Mais uma trazida de fora
4 seguidas na estrada para o Beitar Jerusalem. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Boris Enow está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Adi Yona tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.95 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nana Antwi e o Beitar Jerusalem acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Osher Davida está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yoav Hofmeister, e o treinador deixou.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Miguel Silva sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
O banco20/09/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 2‑3 Manor Refaelov saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Ignacio Sosa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Osher Davida estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Beitar Jerusalem podem fingir não ter ouvido.
Alvos de mercado06/09/2027
Os exames médicos acabam com o negócio de Liam Hermesh
Estava tudo acordado com o Maccabi Netanya, e então o médico falou. O Beitar Jerusalem desistiu de uma contratação por conselho de alguém que nunca o viu jogar, que é exatamente como deve funcionar.
Direção06/09/2027
O prazo passa com 14 contratações e 10 saídas
Está feito o negócio no Beitar Jerusalem até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Beitar Jerusalem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ignacio Sosa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hapoel Beer Sheva fica com o seu homem, e o Beitar Jerusalem volta a uma lista com um nome riscado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Atlanta ninguém diz, e no Beitar Jerusalem ninguém gosta de estar a adivinhar.
Ignacio Sosa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Direção30/08/2027
5 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Beitar Jerusalem
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Plantel30/08/2027
Osher Davida desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Beitar Jerusalem perguntou e o Andorra disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Beitar Jerusalem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Osher Davida está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Beitar Jerusalem sabe em que fase está.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Yarden Cohen tem a sua resposta do Beitar Jerusalem; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Beitar Jerusalem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Segue-se o Hapoel Kiryat Shmona, e há um homem no balneário do Beitar Jerusalem que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Beitar Jerusalem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ignacio Sosa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Beitar Jerusalem perguntou e o Shakhtar disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Beitar Jerusalem sabem-no.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Xande Silva e o Beitar Jerusalem acertam mais 2 anos.
O Beitar Jerusalem já telefonou ao Bragantino. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Beitar Jerusalem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
A perseguição a Xande Silva terminou com $2.7M a mudar de mãos e o Hapoel Tel Aviv sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O Beitar Jerusalem perguntou e o Maccabi Petach Tikva disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Beitar Jerusalem lida com um homem que quer outro país.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Beitar Jerusalem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Xande Silva era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $2.7M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
Plantel09/08/2027
Osher Davida desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Beitar Jerusalem sabe em que fase está.
O aperto de mão com o Hapoel Tel Aviv está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Plantel02/08/2027
Boris Enow sofre uma lesão muscular — 15 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
O Beitar Jerusalem perguntou e o Hapoel Beer Sheva disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Beitar Jerusalem ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Beitar Jerusalem vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
O Beitar Jerusalem já telefonou ao Maccabi Tel Aviv. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O banco02/08/2027
Adi Yona tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Beitar Jerusalem dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O Hapoel Tel Aviv queria mais do que $2.7M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Miguel Silva e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel26/07/2027
Ignacio Sosa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Beitar Jerusalem já telefonou ao Hapoel Beer Sheva. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Ninguém no Beitar Jerusalem dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Beitar Jerusalem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Ignacio Sosa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nana Antwi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Toda a gente no Beitar Jerusalem viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 35 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hapoel Beer Sheva fica com o seu homem, e o Beitar Jerusalem volta a uma lista com um nome riscado.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Beitar Jerusalem sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma sondagem ao Hapoel Beer Sheva para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A coisa menos glamorosa que um reforço estrangeiro faz e a que decide a maioria deles. Um jogador que percebe o grito que vem atrás dele é outro futebolista diferente daquele que não percebe.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
14 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Beitar Jerusalem perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Beitar Jerusalem podem fingir não ter ouvido.
Miguel Silva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Maccabi Petach Tikva pagou $660.0K e o Beitar Jerusalem aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Eden Shamir e o Beitar Jerusalem acertam mais 2 anos.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hapoel Beer Sheva fica com o seu homem, e o Beitar Jerusalem volta a uma lista com um nome riscado.
Uma sondagem ao Newell's Old Boys para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
7 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.
21 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Beitar Jerusalem perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Beitar Jerusalem, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ignacio Sosa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Beitar Jerusalem vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Uma sondagem ao Guarani para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Beitar Jerusalem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Johnbosco Samuel Kalu está nela.
29 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Beitar Jerusalem perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Beitar Jerusalem ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $166.9K — um clube que quer Pedrinho ao ponto de perguntar duas vezes.
O Maccabi Netanya queria mais do que $150.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Vitoria Guimaraes fica com o seu homem, e o Beitar Jerusalem volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Beitar Jerusalem já telefonou ao Shakhtar. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Beitar Jerusalem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
37 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Beitar Jerusalem perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Beitar Jerusalem foi ao Maccabi Netanya com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ignacio Sosa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Beitar Jerusalem ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Beitar Jerusalem foi explícito quanto à situação de Aílson Tavares, o que é mais do que muitos recebem.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nana Antwi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $166.9K — um clube que quer Ben Adadi ao ponto de perguntar duas vezes.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Beitar Jerusalem lida com um homem que quer outro país.
O Beitar Jerusalem foi ao Bnei Yehuda com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Miguel Silva esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel07/06/2027
Ignacio Sosa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Johnbosco Samuel Kalu está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Uma sondagem ao Olimpia para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Beitar Jerusalem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yarden Shua estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Johnbosco Samuel Kalu pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Beitar Jerusalem, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ziv Ben-Shimol será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Beitar Jerusalem as despedidas começaram em silêncio.
Miguel Silva e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yarden Shua está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel24/05/2027
Yehonatan Ozer sofre uma lesão muscular — 15 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Eden Shamir, e o treinador deixou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ido Zavaro e o Beitar Jerusalem acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nana Antwi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O nome de Miguel Silva não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Beitar Jerusalem nada diz, o que já diz muito.
O banco17/05/2027
Jasond González tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Beitar Jerusalem dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Ziv Ben-Shimol apontou a data.
A língua chegou, o encolher de ombros foi-se, e discute nos treinos como um homem que conta estar cá para o ano. Nada disto aparece num valor de transferência, e tudo isto aparece no relvado.